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EUA vão ocupar mais 12 mil hectares além da base de Alcântara

Área estratégica para uso das comunidades quilombolas – por representar o litoral usado na pesca – será ocupada por forças militares americanas, o que forçará a remoção de cerca de 800 famílias

 

Ações em relação a Alcântara têm sido feitas pelo governo Bolsonaro em meio á pandemia de coronavírus

A Resolução nº 11, do Comitê de Desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro, autoriza o governo dos Estados Unidos a ocupar, além da área já existente da Base de Alcântara, uma nova área, de 12 mil hectares.

A resolução, publicada com exclusividade no blog Marco Aurélio D’Eça, autoriza a Aeronáutica a fazer a remoção de cerca de 800 famílias que vivem nessa nova área a ser ocupada, o que gerou revolta em entidades de direitos humanos.

– Não são qualquer 12 mil hectares. Essa é justamente a região mais estratégica em termos de soberania alimentar porque é o litoral do município. Se essas comunidades deixarem a região, ficando sob controle dos Estados Unidos, será instalado um quadro grave de insegurança alimentar – alertou Danilo Serejo, assessor jurídico do Movimento dos Atingidos pela Base Especial de Alcântara (Mabe) e da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq).

De acordo com a matéria exclusiva deste blog, a Resolução nº 11 do CDPEB já determinou a Aeronáutica a promover as ações para remoção das famílias da “área de interesse do estado”.

O problema é que, para fazer a remoção, era necessário, antes, fazer a devida consulta prévia ás comunidades, o que ainda não ocorreu.  

– A Resolução já dá como certa uma remoção que, na prática, deveria ser precedida de consulta prévia,  como dispõe a convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) da qual o Brasil é signatário – alertou Serejo.

A movimentação do governo Jair Bolsonaro em relação a Alcântara está se dando em meio à pandemia do coronavírus, por isso passa despercebida pela sociedade civil organizada.

E enquanto a sociedade se preocupa com a CoVID-19, Bolsonaro conclui a entrega de um patrimônio brasileiro aos Estados Unidos…

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Bolsonaro já prepara expulsão de quilombolas de Alcântara…

Resolução do Comitê de Desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro reafirma as “áreas de interesse do Estado” e orienta a Aeronáutica sobre a remoção das famílias quilombolas do seu território ancestral, com objetivo de abrigar projetos militares dos Estados Unidos

 

Famílias de quilombolas que deverão ser remanejadas de suas áreas ancestrais para atender a interesses dos Estados Unidos em Alcântara

O governo Jair Bolsonaro aproveitou o foco da população brasileira na pandemia do coronavírus para impor ações já previstas no projeto que cedeu a base de Alcântara aos Estados Unidos.

Editada em 26 de março – em plena convulsão social sobre o isolamento por causa da CoVID-19 – a Resolução nº 11 do comitê, assinada pelo chefe do Gabinete Institucional da presidência, general Augusto Heleno, estabelece no inciso I do seu artigo 6º:

– A execução das mudanças das famílias realocadas, a partir do local onde hoje residem e até o local de suas novas habitações.

A resolução prevê, inclusive, controle militar aos corredores que serão disponibilizados à população para acesso à faixa de litoral da “área de interesse do Estado na Consolidação do Centro Espacial de Alcântara”. (Leia aqui a íntegra da Resolução)  

Os interesses dos EUA em Alcântara imporá às comunidades e demais maranhenses restrições ao acesso ás faixas de litoral do município

O documento do CDPEB fere a Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho, que estabelece a realização de consulta prévia às comunidades para qualquer alteração social ou geográfica na área quilombola de Alcântara.

Embora admita a consulta pública em seu artigo 4º, a Resolução do Governo Federal aponta tratar-se de mera formalidade, uma vez que a remoção já está decidida no artigo 6º, inclusive com determinação à Aeronáutica para a remoção das comunidades.

O acordo de salvaguardas entre Brasil e Estados Unidos para exploração da base de Alcântara dá liberdade aos americanos para controlar totalmente a área.

E pelo que se vê na Resolução nº 11, fará da cidade uma zona restrita para ações militares yankees…

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Pedro Lucas estima movimentação de R$ 10 bilhões em Alcântara…

Deputado federal maranhense avalia que o Maranhão possa conseguir algo em torno de 10% do mercado de lançamentos de foguetes e tecnologias espaciais

 

O deputado federal Pedro Lucas Fernandes (PTB) estimou em pelo menos R$ 10 bilhões o valor que o Maranhão movimentará anualmente com o acordo para exploração da Base de Lançamentos de Alcântara.

– Acreditamos que o Maranhão possa receber pelo menos 10% desse mercado que chegaria a R$ 10 bilhões. É um volume muito significativo para um estado que tanto precisa de recursos – disse o deputado federal.

 Presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Modernização do Centro de Lançamento de Alcântara, pedro Lucas avalia que o benefício imediato do acordo com os Estados Unidos é o fim do custo de manutenção da base.

– Alcântara é uma cidade privilegiada. Estamos falando de um mercado que o Brasil tinha tudo para acontecer há 20 anos atrás, e que não ocorreu porque realmente feria a nossa soberania nacional. Agora estamos esperançosos. Se a gente for ver o custo nacional só para testes era de R$ 50 milhões de reais por ano. Um custo muito significativo para o país – disse o parlamentar.

Desde a entrada em vigor do acordo, segundo o parlamentar, obras e serviços já começaram a ser disponibilizados em Alcântara, melhorando a infraestrutura tanto da base quanto do município.

– É um mercado que gera muito investimento. Já entramos em contato com a presidência da Equatorial Energia que já disponibilizou R$ 11 milhões para estabilizar a energia da base de Alcântara. De imediato, o Ministério de Infraestrutura já está fazendo as estradas necessárias; a pista do aeroporto que é maior do que o de São Luís terá uma estrutura para receber passageiros civis. Então são várias etapas que estão se desenvolvendo para que São Luís e Alcântara se transformem em referência no segmento de tecnologia de ponta – concluiu.

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Eliziane rechaça “violência como política de estado”

Senadora maranhense comenta crise entre Estados Unidos e Irã – por causa do assassinato de um general iraniano pelas tropas americanas, no Iraque – e pregou que o Brasil assuma o protagonismo como intermediador de acordos de paz

 

Eliziane Gama entende que o Brasil tem condições de atuar na articulação da paz entre americanos e iranianos

A senadora Eliziane Gama (Cidadania) manifestou-se preocupadamente nas redes sociais, nesta sexta-feira, 3, com o clima de tensão que se estabeleceu no mundo após assassinato de um general do Irã pelas tropas dos Estados Unidos no Oriente Médio.

– Temos que rechaçar a violência como política de estado, como cristãos somos pregadores da paz. Que a escalada de ações beligerantes seja parada por ações diplomáticas que garantam e mantenham o mundo em paz – afirmou a senadora.

O ataque de míssil americano que matou o general comandante das Forças Revolucionárias do Irã próximo a um aeroporto de Bagdah, no Iraque

Na avaliação de Eliziane, essa crise do Oriente Médio precisa ser resolvida no campo diplomático.

A senadora maranhense entende ainda que o Brasil tem condições de assumir um protagonismo como articulador de eventuais apoios,

– Que as zonas que atualmente estão em conflito sejam pacificadas e que o Brasil busque o protagonismo, sendo esteio de acordos, que solucionem conflitos – disse Eliziane.

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Crise entre Estados Unidos e Irã é teste para a visão de mundo de Bolsonaro…

Presidente brasileiro é visto com desconfiança pelos especialistas em política internacional, diante da postura servil ao presidente americano, pelo despreparo gerencial e pelo pouco conhecimento que demonstra da Geopolítica

 

Bolsonaro assumiu desde sempre postura submissa e servil a Donald Trump; a comunidade internacional agora espera posição brasileira diante do ataque americano ao Irã

Eleito presidente da República em um desses surtos psicóticos que abalam o inconsciente coletivo de tempos em tempos, Jair Bolsonaro vem dando seguidas demonstrações de despreparo, falta de conhecimento, incapacidade gerencial e tacanha visão de mundo.

O início do seu segundo ano de mandato apresenta a ele agora um teste de fogo para seu entendimento de Geopolítica.

O ataque das forças americanas a um aeroporto de Bagdah, no Iraque – que resultou na morte do general da Guarda Revolucionária Iraniana, Qassem Soleimani – deve ter retaliação do Irã.

O governo iraniano já anunciou que haverá vingança, abrindo um clima de guerra com impacto no mundo todo.

Desde que assumiu, Bolsonaro vem dando seguidas demonstrações de deslumbramento e servilismo  ao presidente americano Donald Trump. Tanto que entregou aos EUA a base de lançamentos de Alcântara, de onde os americanos monitoram o espaço aéreo e as bases espaciais do mundo todo. 

Esta postura do presidente brasileiro traz a tensão internacional também para o quintal do Brasil.

E a posição internacional de Bolsonaro dirá muito do futuro que o país terá neste conflito.

É aguardar e conferir…

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Eliziane espera que acordo de Alcântara traga desenvolvimento para o MA…

Senadora comemorou a entrada em vigor do Acordo de Salvaguardas Tecnológicas entre Brasil e Estados Unidos, mas vai cobrar por benefícios diretos às comunidades quilombolas do município

Eliziane Gama tem sido ativa na defesa dos quilombolas atingidos pela exploração da base de lançamentos de Alcântara

A senadora Eliziane Gama (Cidadania) destacou nesta segunda-feria, 23, a entrada em vigor do Acordo de Salvaguardas Tecnológicas entre Brasil e Estados Unidos para exploração da Base de Lançamentos de Alcântara.

– Entrou em vigor hoje o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas entre Brasil e EUA para modernizar e ativar economicamente a Base de Alcântara. Boa notícia para o Maranhão – disse a senadora.

Para Eliziane, no entanto, é fundamental que este acordo traga benef´cios diretos para o Maranhão.

– Esperamos que ele possa trazer mais desenvolvimento ao estado e benefícios às comunidades Quilombolas e ao município – destacou.

A entrada em vigor do acordo foi anunciada no fim da semana passada, em nota conjunta emitida pelo Itamaraty, pelo Ministério da Defesa e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

O AST permitirá aos EUA lançar satélites e foguetes da base de Alcântara, no Maranhão, com a garantia, dada pelo governo brasileiro, de que sua tecnologia será protegida.

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Nem Brasil, nem EUA. Nem Rússia, nem Cuba; Venezuela é do seu povo…

A ditadura tirana que assolou o país vizinho deve ser deposta por ações dos próprios venezuelanos, sem influências de ianques e brasileiros; e muito menos de ditaduras comunistas que ainda assolam o mundo

 

GUAIDÓ E LOPEZ PODEM, ELES MESMOS, RETOMAR O RUMO DA VENEZUELA, mas sem virar bonecos de ventríloquo de Donald Trump

Editorial

Está claro que a Venezuela vive há anos sob o jugo de um ditador tirano e sanguinário, que massacrou o seu povo, levando à miséria absoluta no país.

Apoiar a permanência de Nicolàs Maduro no comando venezuelano é ajudar a destruição do seu povo. O tirano só é apoiado por ditaduras tão nefastas quanto a dele, como as de Cuba, a da Rússia e a da China.

DESLUMBRADO COM TRUMP, BOLSONARO, FEITO CÃOZINHO AMESTRADO, pode levar o Brasil a uma guerra que não é sua

Mas está claro também que todas as tentativas de deposição de Maduro têm sido influenciadas pelos Estados Unidos, que acabaram arrastando o Brasil de Jair Bolsonaro (PSL), um cão amestrado, para o mesmo propósito.

A questão da Ditadura venezuelana envolve a soberania o seu próprio povo.

E entre o povo venezuelano há lideranças prontas para assumir o poder e levar para a cadeia os representantes deste regime nefasto, que vem destruindo o país desde os tempo de Hugo Chàvez.

NICOLÁS MADURO É UM TIRANO ASSASSINO, QUE DESTRUIU A VENEZUELA EM MENOS DE 20 ANOS, e precisa ser apeado do poder

O autoproclamado presidente Juan Guaidó e o líder contrarrevolucionário Leopoldo López – que também não são flores que se cheire – têm condição de tomar o poder na Venezuela, sobretudo se buscar apoio de militares insatisfeitos com o regime de Maduro.

E são eles que devem fazer essa retomada – sem nenhuma interferência de Donald Trump ou do seu cachorrinho amestrado que ora comanda o Brasil.

A FLÁVIO DINO CABE FICAR CALADO, PARA NÃO PASSAR MAIS UMA VEZ DE BOBO aos olhos da comunidade internacional

E por aqui, defensores do regime tirano, como o PCdoB de Flávio Dino, devem ficar calados, para evitar se afundar ainda mais na lama da esquerda.

A Venezuela é do povo venezuelano, não do Brasil ou dos Estados unidos.

Muito menos de Cuba ou da Rússia.

É simples assim…

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Eliziane quer prioridade ao povo de Alcântara no acordo Brasil/EUA…

Senadora participou do seminário que discurso o uso da base de lançamento de foguetes, com a presença do ministro Marcos Pontes, e defendeu que os recursos investidos no programa alcancem as comunidades locais

 

A senadora Eliziane Gama (Cidadania) defendeu nesta segunda-feira, 15, que o povo de Alcântara tenha prioridade absoluta nos benefícios do acordo entre Brasil e Estados Unidos para exploração da Base de Alcântara.

A parlamentar participou do seminário com o ministro de Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, em que defendeu que o acordo tenha todas as cláusulas de garantia às comunidades.

– Nós temos colocado a prioridade do povo de Alcântara, das comunidades quilombolas; um povo que precisa ser alcançado pelos volumes financeiros que estarão em movimentação a partir da efetivação desse acordo – afirmou Eliziane.

A senadora tem sido uma das vozes mais ativas na defesa das comunidades alcantarenses.

E cobra que todos os benefícios estejam claros no contrato de salvaguardas…

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Weverton cobra explicação de ministro sobre benefícios do aluguel de Alcântara…

Durante seminário promovido em São Luís, senador pediu explicações ao titular da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, sobre as vantagens que o Maranhão terá alugando a  base para os EUA

 

WEVERTON E AUTORIDADES MARANHENSES OBSERVAM AS EPXLANAÇÕES DO MINISTRO MARCOS PONTES sobre a base de Alcântara

Discutir a temática espacial no Maranhão a partir da geopolítica e do desenvolvimento regional. Esta é a proposta do seminário “Base de Alcântara: Próximos Passos”, promovido pelo governo estadual. O evento ocorre nesta segunda-feira (15), no auditório Terezinha Jansen – Multicenter Sebrae, em São Luís.

O senador Weverton (PDT-MA) participou do encontro e aproveitou a ocasião para ressaltar a importância dos debates sobre o tema.

“Este é um assunto importante para o futuro do Brasil e do meu estado. Este evento é fundamental para discutirmos de maneira clara e transparente todas as questões que envolvem o uso da tecnologia aeroespacial em território maranhense”, afirmou o senador.

Além de Weverton, participaram das conversas o governador, Flávio Dino, o ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, parlamentares, convidados de diversas instituições, cientistas e pesquisadores, de ministérios, fundações e universidades.

“O ministro Marcos Pontes falou sobre o acordo. Nós escutamos atentamente. Queremos saber como vai funcionar isso na prática e como ocorrerá a troca de conhecimento entre Brasil e Estados Unidos. É fundamental que as comunidades que vivem próximas da base não sejam prejudicadas”, ressaltou.

Brasil e Estados Unidos assinaram um acordo de salvaguardas tecnológicas para permitir o uso comercial do centro de lançamento de Alcântara no mês de março.

Na prática, o acordo prevê que os Estados Unidos poderão lançar satélites e foguetes da base maranhense. O território continuará sob jurisdição brasileira.

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Juscelino estima em R$ 4 bilhões os investimentos em Alcântara em cinco anos…

Coordenador da bancada federal maranhense estima que os recursos movimentarão a economia do municípios após confirmação do acordo de Salvaguardas entre Brasil e Estados Unidos

JUSCELINO COORDENOU A REUNIÃO DA BANCADA MARANHENSE com o auto comando da Aeronáutica sobre a base

Coordenador da bancada federal do Maranhão, o deputado Juscelino Filho (DEM-MA) classificou como “muito importante” a reunião realizada nessa terça-feira (9) com integrantes do Alto-Comando da Aeronáutica para discutir o novo Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST), assinado recentemente entre Brasil e Estados Unidos, que trata da utilização do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), unidade da Força Aérea Brasileira (FAB).

Esta foi a primeira vez que os parlamentares maranhenses tiveram acesso ao texto original do acordo.

Desde que foi anunciado a assinatura do acordo, o assunto teve grande repercussão, mesmo sem a divulgação dos detalhes. Para o deputado Juscelino Filho, o encontro dessa terça-feira deixou claro a importância desse trato para o Maranhão e para o Brasil.

“A reunião da bancada com a Aeronáutica foi muito importante. Foi o primeiro contato  que tivemos com o texto original do Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST). Foi feita uma apresentação dos termos do acordo. Ficou claro que o acordo não trata de expansão e de utilização de novas áreas. Trata apenas de guardarmos as tecnologias americanas que serão disponíveis e aplicadas no Centro de Lançamento de Alcântara”, afirmou.

Ainda segundo o coordenador da bancada maranhense, o AST trata unicamente da viabilização comercial do CLA, que poderá resultar em um investimento de aproximadamente 4 bilhões de dólares nos próximos cinco anos.

“Temos que separar esses debates que estão vindo por conta de possíveis expansões ou remoção de algumas famílias quilombolas. Acredito que em breve o acordo deva chegar ao Congresso Nacional e, se aprovado, é importante para darmos utilidade para o que já temos construído lá e assim possam chegar investimentos ao nosso Estado. A estimativa é que nos próximos cinco anos, com a assinatura desse acordo, algo em torno de 4 bilhões de dólares sejam investidos e movimentem a economia local do Maranhão”, explicou.

Assim como Juscelino Filho, o Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Antonio Carlos Moretti Bermudez, também destacou os benefícios deste acordo.

“O Acordo de Salvaguardas Tecnológicas reveste-se de importância estratégica, uma vez que o uso comercial do CLA trará inúmeros benefícios à economia do Brasil e, em particular, à sociedade maranhense, com a criação de postos de trabalho, além da circulação de recursos no local”, disse.

Com o acordo, os EUA permite que Brasil lance veículos e satélites de qualquer nacionalidade com componentes norte-americanos. O Brasil, em contrapartida, compromete-se a proteger e resguardar essas tecnologias. Isso é importante porque, segundo o Diretor-Geral do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), Tenente-Brigadeiro do Ar Luiz Fernando de Aguiar,  80% das partes de todos os foguetes e satélites existentes hoje, no mundo, são de origem norte-americana.