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Comunidade escolar decidirá retorno às aulas no Maranhão

Após decisão do Governo do Estado de manter as escolas fechadas – com ensino apenas remoto – Secretaria de Educação analisará pesquisas sobre a opinião de pais e mestres para a reabertura da rede de ensino

 

O secretário de Estado da Educação, Felipe Camarão, tem utilizado levantamentos periódicos para monitorar a melhor época de reabertura das escolas da rede estadual de ensino, que seguem suspensas.

Na última pesquisa – realizada entre alunos, pais e mestres – 54,58% disseram não concordar com a reabertura, contra 45,42% que apoiam a volta às aulas em outubro.

– Temos que respeitar, é uma insegurança das pessoas. Nós consideramos que temos condições de avançar no ensino híbrido, mas faremos isso junto com as comunidades escolares. Vamos repetir a pesquisa no final de setembro, para avaliar novamente a visão da comunidade escolar – explicou o governador Flávio Dino (PCdoB).

De acordo com o secretário de Estado da Educação, Felipe Camarão, o objetivo destas consultas é observar mais de perto como está o sentimento de pais e estudantes com relação ao retorno às atividades presenciais ligadas à rede pública.

– A previsão era de que as atividades presenciais fossem retomadas a partir do dia 10 de agosto, de forma gradativa. Contudo, a primeira consulta que realizamos constatamos que ainda havia muita dúvida sobre essa retomada e agora novamente, então decidimos manter as aulas não presenciais e possibilitar mais tempo para que as comunidades escolares continuem a debater – declarou Camarão.

Por enquanto, as aulas seguem de modo remoto…

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Ampliação de idade para educação gratuita obrigatória é aprovada com parecer de Juscelino Filho

A Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) da Câmara dos Deputados aprovou o parecer do deputado Juscelino Filho (DEM-MA) que obriga o Estado a oferecer educação obrigatória e gratuita dos 4 aos 17 anos de idade.

O Projeto de Lei 8291/2014, altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90) em consonância com a Emenda Constitucional 59/09, que ampliou a faixa etária da educação básica gratuita e obrigatória e aumentou os programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde, que passaram a cobrir todas as etapas da educação básica.

A redação atual do ECA diz que é dever do Estado assegurar à criança e ao adolescente: ensino fundamental (6 a 14 anos), obrigatório e gratuito; progressiva extensão da obrigatoriedade e gratuidade ao ensino médio; e atendimento em creche e pré-escola às crianças de zero a 6 anos de idade, sem deixar claro que esse atendimento será gratuito.

A proposta aprovada também determina que a educação infantil será gratuita às crianças de até 5 anos de idade; e prevê o atendimento ao educando, em todas as etapas da educação básica, por meio de programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde. As autoras são a ex-deputada Iara Bernardi e a deputada Margarida Salomão (PT-MG).

O relator, deputado Juscelino, defendeu a aprovação da proposta com a alteração aprovada na Comissão de Educação, que repete norma já prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) sobre o recenseamento dos dados sobre crianças e adolescentes em idade escolar. A emenda diz que competirá ao poder público recensear anualmente as crianças e adolescentes em idade escolar, chamar esse público e zelar, junto aos pais ou responsáveis, pela frequência à escola.

O projeto original determina que caiba, ao poder público, recensear os educandos da educação básica. Juscelino Filho avalia que é necessária a atualização do ECA de acordo com a redação da emenda constitucional 59, para que não reste dúvida sobre os direitos.

“Todas as formas de se garantir melhores meios de educação aos integrantes da família, especialmente aos menores de 17 anos, devem ser garantidas”, afirmou.

A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC). A deliberação foi na reunião de quarta-feira (28).

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Flávio Dino tenta culpar prefeitos pelo fracasso do Maranhão no Ideb…

Em resposta ao jornal O Estado de S. Paulo, que publicou estudo apontando a piora na educação sob seu comando, comunista diz que o grosso dos estudantes do ensino básico estão nos municípios; mas foi o Ideb da rede estadual, no entanto, que diminuiu entre 2015 e 2017

 

A gestão comunista de Flávio Dino levou à piora dos índices do ensino básico no Maranhão

Fracasso também no setor de Educação, como mostrou estudo do jornal O Estado de S. Paulo, com base nos números do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), divulgado semana passada, o governador Flávio Dino (PCdoB) já escolheu seus bodes expiatórios.

Em resposta ao jornal, Dino culpou os prefeitos pela piora no Ideb.

Segundo o governador, a responsabilidade pelos alunos do 1º ao 5º ano é dos municípios, onde está o grosso desta etapa do ensino.

Flávio Dino jogou com as palavras para esconder o próprio fracasso.

O estudo do Estadão analisa a rede estadual de ensino e não a municipal.

E neste quesito, além de não avançar no Ideb, o governo comunista ainda piorou os índices nesta fase do ensino.

De acordo com o Ideb, a rede estadual – e só a rede estadual – tinha índice 4.3 no Ideb medido em 2015. Esse índice caiu para 4.1 no Ideb de 2017, divulgado semana passada.

E foi exatamente este ponto que o jornal O Estado de S. Paulo usou para apontar que Flávio Dino fracassou no ensino desde que assumiu o comando do estado.

E para alguns especialistas ouvidos pelo Estadão,  governadores que fracassam na Educação não deveriam ser reeleitos.

É simples assim…

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Escolas de São Luís servem pedaço de fruta como merenda escolar…

Em crise desde a eleição do prefeito Edivaldo Júnior, sistema municipal de ensino está em atraso com a fornecedora de merenda, deixando as crianças com a opção dos fornecedores locais de frutas

 

Aluno segura pedaço de melão servido como merenda desde a reeleição de Holandinha

Aluno segura pedaço de melão servido como merenda desde a reeleição de Holandinha

As imagens que ilustram este post são de escolas municipais de São Luís.

Desde o fim do segundo turno, com a vitória do prefeito Edivaldo Júnior (PDT) – a um alto custo altíssimo para o cidadão – as Unidades de Ensino Básico deixaram de fornecer merenda escolar aos alunos.

Na semana passada, este blog denunciou o caso, citando várias escolas que enfrentavam o problema.

A prefeitura justificou que a merenda não estava sendo fornecida por causa de um problema trabalhista entre a empresa fornecedora e o seus empregados, que produziam a merenda. (Releia aqui)

Funcionários das próprias escolas e pais de alunos, no entanto, garantem ao blog que o problema se dá por falta de pagamento da prefeitura à empresa que fornece a merenda.

Outra opção dada pelas escolas municipais é um pedaço de melancia

Outra opção dada pelas escolas municipais é um pedaço de melancia

O contrato da Prefeitura com a SP Alimentos, de São Paulo, firmado em 2014, é de R$ 51 milhões. (Saiba mais aqui)

Com o atraso, a empresa deixou de fornecer a merenda e Holandinha teve que recorrer a fornecedores locais.

Mas os locais oferecem apenas frutas – melancia e melão, prioritariamente – que são divididas em pedaços e servidas aos alunos da rede municipal.

Este é só mais um custo da reeleição do prefeito Edivaldo Júnior.

Há outros…

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Greve de motoristas vai atingir a Educação em São Luís…

Empresa Transpremium faz o transporte escolar para a Secretaria de Educação, e nada tem a ver com as linhas de ônibus coletivos da capital

 

greverUm comunicado distribuído pelo Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Coletivo de São Luís acabou por confundir a população e boa parte da imprensa de São Luís.

O documento  encaminhado à empresa Transpremium Limitada, informa que a categoria deflagrará “greve geral” da categoria, a partir da zero hora desta quarta-feira, 24, por descumprimento de acordos trabalhistas.

Mas a “greve geral” atingirá apenas os trabalhadores desta empresa.

E a Transpremium não tem linha de ônibus algum na capital maranhense.

Ela faz o transporte de estudantes da rede municipal de ensino, que acabarão sendo os únicos prejudicados.

A relação da empresa nem é com a Secretaria Municipal de Transporte, mas com a Semed.

Que já atua para tentar reverter a situação…

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Marcas de um legado…

César Pires: serviços prestados

A Secretaria de Educação anunciou esta semana a implantação do Sistema de Matrícula Informatizada na rede de ensino estadual. O projeto é fruto da gestão do deputado César Pires (DEM) à frente da pasta, entre maio de 2009 e abril de 2010.

Mas o resultado das ações do ex-secretário na Educação pode ser medida também pela estrutura montada pela pasta nos últimos dois anos.

Período em que a secretaria teve como titulares Anselmo Raposo, Olga Simão e o atual secretário, João Bernardo Bringel.

O governo anunciou a convocação dos excedentes do último concurso para professores estaduais. Concurso realizado na gestão de Pires.

Também serão chamados excedentes do Seletivo Meritório, único processo deste tipo já implantado na secretaria – e na gestão de Pires.

Foi de César Pires também o projeto que mudou a forma de promoção da categoria – agora, professores que concluem curso superior têm direito a gratificação de Nível Superior, o que não ocorria até então.

Nos nove meses de gestão na Seduc, César Pires plantou as sementes que são utilizadas hoje na secretaria.

As escolas vão retomar a Padronização Curricular e os Planos de Aula, anuncia a Seduc. Com este projeto, também implantado por César Pires, as escolas terão o mesmo currículum, em São Luís ou qualquer outra parte do Maranhão.

César Pires ficou na secretaria por nove meses.

E mesmo dois anos depois de deixar o posto, o resultado do seu trabalho ainda é preponderante na Secretaria de Educação – e com três titulares tendo passado pela pasta.

Um verdadeiro legado…

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Zé Carlos propõe debate sobre pedagogia da alternância…

Zé Carlos prega pedagogia da alternância

Em discurso poferido ontem na Assembléia Legislativa, o deputado Zé Carlos da Caixa (PT) voltou a defender a agricultura familiar no Maranhão.

O parlamentar prpopôs aos colegas a elaboação de uma pauta que chegue ao governo – para que seja encaminhada à Casa projeto de lei relativo às Escolas Famílias Agrícolas. Na avaliação do parlamentar, elevando estes centros à condição de escolas públicas, o governo dará um novo rumo às famílias agrícolas, com a garantia de ensino regular.

 – Tomemos como modelo estas inovações. Creio que a Casa já possui dados suficientes para compreender que podemos mudar o cenário da agricultura familiar maranhense. Não fiquemos somente na esfera da avaliação, avancemos para as proposições – pregou o parlamentar.

Nas galerias estavam presentes representantes nacionais e internacinais dos Centros Familiares de Formação por Alternância. Eles participam, desde quarta-feira, do “I Fórum Internacional de Centros Familiares de Formação por Alternâncias – CEFFAs”, que ocorre no Hotel Santa Luzia, no Calhau.

O discurso de Zé Carlos teve epercussão imediata. os colegas Marcelo Tavares (PSB), Eliziane Gama (PPS), Bira do Pindare (PT) e Rubens Pereira Júnior (PCdoB) elogiaram a inciativa do parlamentar e se posicionaram a favor da elaboração do projeto de lei.

Zé carlos petende continuar o debate nas próximas sessões da Assembléia…

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Governo garante preparação de alunos para o Enem…

Olga quer garantir preparação de alunos

A Secretaria de Educação vai iniciar uma programação especial dentro do calendário escolar para evitar prejuízos aos estudantes que participarão do Exame Nacional do Ensino Médio 2011.

Com o fim da greve dos professores, a secretária Olga Simão determinou a imediata atenção às escolas, para garantir a preparação dos estudantes.

As inscrições para o Enem 2011 começam nest segunda-feira e vai até o próximo dia 10. As provas serão realizadas em outubro.

Para garantir o cumprim ento do calendário, a Seduc está realizando treinamento técnico-pedagógico em todas as undiades de ensino.

O projeto é garantir o cumprimento do cale ndário escoalr até o dia 23 de dezembro.