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Em 2017 Flávio Dino anunciou R$ 730 milhões no ferry; para onde foi o dinheiro?

Em divulgação nas suas redes sociais, logo no início daquele ano, então governador disse que os recursos seriam investidos na área do Porto do Itaqui e no serviço de transporte  São Luís/Cujupe; ao que tudo indica, o dinheiro afundou em algum canal da Baía de São Marcos

O anúncio de Flávio Dino nas redes sociais; cinco anos depois, nem sinal de investimentos e postagens apagadas das páginas do ex-governador

Principal responsável pelo caos no serviço de ferry boat entre São Luís e Cujupe, o ex-governador Flávio Dino (PSB) anunciou, ainda em 2017, investimento de R$ 730 milhões no setor portuário.

Era janeiro daquele ano; navegando na popularidade após eleições municipais, Dino saiu-se com essa de investimento no Porto do Itaqui e no serviço de ferry boat.

Passados cinco anos, não há qualquer sinal de nenhum tipo de investimento do governo na área das balsas; pelo contrário, o ex-governador é o responsável pelo caos em que se encontra o serviço.

Foi Dino quem decidiu intervir na área dos ferry boat’s; tomou os serviços das empresas e deu para uma outra, do Pará, que nem embarcações tinha. Desde então, o governo vem tentando sufocar as empresas que prestam serviços para repassá-lo à nova empresa.

O serviço de ferry boats – um dos setores estruturais do transporte no estado – é o símbolo do sucateamento do Maranhão no período de governo comunista.

Que agora segue o mesmo padrão no governo-tampão de Carlos Brandão (PSB).

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Oposição firma pacto de aliança em eventual segundo turno…

Representantes de todos os candidatos não-alinhados ao Palácio dos Leões assinaram nesta segunda-feira, 2, documento em que se comprometem a seguir juntos, caso qualquer um deles enfrente o governador-tampão Carlos Brandão numa segunda rodada de votação em outubro

 

Partidos e lideranças fecharam compromisso com Roberto Rocha e devem estar juntos também eventual segundo turno

O cenário eleitoral da disputa pelo Governo do Estado e pelo Senado no Maranhão começa a ganhar ares cada vez mais difíceis para o Palácio dos Leões, para o governador-tampão Carlos Brandão (PSB) e para o ex-governador Flávio Dino (PSB).

Pela primeira vez na história política do estado, um candidato a senador – Roberto Rocha (PTB) recebe apoio aberto de todos os candidatos a governador não alinhados ao Palácio dos Leões;.

E estes mesmos candidatos firmaram pacto de apoio a qualquer um que vier enfrentar Carlos Brandão em eventual segundo turno.

O pacto das oposições complica sobretudo a vida de Flávio Dino, que, fora do poder, não conseguiu ainda construir uma agenda popular como pré-candidato a senador.

Com a aliança oposicionista, Dino perde para Rocha, sobretudo, a capilaridade eleitoral necessária no interior.

Serão dezenas de prefeitos, vereadores, ex-prefeitos, vice-prefeitos, segundas e terceiras forças em todos os 217 municípios pedindo votos contra o projeto de poder do Palácio dos Leões, representados pela dupla Dino/Brandão.

No palanque contra Dino e Brandão estarão lulistas, bolsonaristas, ciristas, esquerdistas, direitistas e até membros de partidos que estão no próprio governo, como PSDB, PT e PP.

A aliança oposicionista é um fato histórico por que mostra a insatisfação de toda uma classe política contra um projeto de poder construído à força e mantido pela pressão, opressão e pelo medo das estruturas do estado.

E tende a ganhar as ruas do Maranhão inteiro, da forma como já ocorreu na história recente, em 2006 e 2014.

Mas esta é uma outra história…

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Após oito anos de governo, Flávio Dino entrega o Maranhão em último no ranking de competitividade

De acordo com dados do Centro de Liderança Pública (CLP), sob o comando do governador comunosocialista – que fracassou também no combate à miséria –  estado caiu três posições na lista de atração de investimentos em comparação com o ano de 2015

 

A falência do Distrito Industrial de São Luís é o símbolo do fracasso de Flávio Dino no desenvolvimento do Maranhão

O governador Flávio Dino (PSB) fracassou em sua principal promessa de campanha: tirar o Maranhão da miséria.

E mais uma prova deste fracasso comunosocialista foi divulgada pelo Ranking da Competitividade, editado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), entidade que mede a força de atração de investimentos dos estados.

Sob o comando de Dino, em 2021 o Maranhão caiu três posições em comparação com 2015 e agora é o último colocado no Nordeste e o 23º no Brasil.

Em outras palavras, além de ampliar a miséria do maranhense, Flávio Dino privou a população do acesso a bens de consumo, emprego e renda, criando dificuldades para atração de empresas e investime3ntos no estado.

A última posição do Maranhão gerou comentário da ex-governadora Roseana Sarney (MDB) nas redes sociais.

– Apenas para efeito de comparação: em 2015, o Maranhão era o 6º do Nordeste e o 20º no Brasil – comentou Roseana.

O problema é que o MDB de Roseana tem sonhado com o apoio a Carlos Brandão (PSB).

Que representa exatamente a continuidade do fracasso de Flávio Dino…

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Flávio Dino fracassou em sua principal promessa: tirar o Maranhão da miséria

Governador encerra no dia 31 os quase oito anos de mandato com o estado em situação ainda pior do que se encontrava em 2015, quando ele foi para a sacada do Palácio dos Leões dizer que, após o seu governo, nenhum município estaria no mapa dos 100 mais pobres do país

 

Flávio Dino na icônica entrevista a Sidney Pereira, da Mirante, em que negou a própria promessa feita em 2015 e ainda a considerou estapafúrdia

 

 

Análise de conjuntura

Em 1º de janeiro de 2015 o governador Flávio Dino (então no PCdoB) foi à sacada do Palácio dos Leões para fazer uma promessa: ao fim do seu governo, garantiu ele, nenhum município do Maranhão estaria na lista dos 100 mais pobres do país.

Oito anos depois, o Maranhão tem nada menos que oito das 10 cidades mais miseráveis do Brasil.

E ainda aumentou o número de municípios entre os 100 mais pobres.

Flávio Dino fracassou em sua principal promessa: o Maranhão hoje está na lanterna da exclusão social. A renda per capta do maranhense está hoje em R$ 635,00, menos da metade da média nacional que é de R$ 1.360,00

Além de agravar o empobrecimento do Maranhão os comunistas criaram castas milionárias entre os seus.

Dados da Organização das Nações Unidas, de setembro de 2021, mostram que 20% da população do estado vive com renda abaixo de R$ 145,00. (Veja aqui)

A incompetência do governo comunista já havia sido admitida em 2018, quando Flávio Dino chegou a negar que tenha feito a estapafúrdia promessa, mas teve que engolir seu próprio discurso exibido na tela da TV Mirante. (Relembre também aqui)

Naquele ano, mais precisamente em 27 de dezembro de 2018, o blog Marco Aurélio D’Eça já mostrava o fracasso do governo Dino, no post “Flávio Dino conclui mandato com mais da metade dos maranhenses na pobreza absoluta…”.

Passaram-se mais quatro anos com os comunistas no poder e a coisa só piorou.

O governador na sacada do Palácio dos Leões, quando prometeu tirar todos os municípios maranhenses da lista dos 100 priores IDHs do país; e fracassou

Flávio Dino se agarra a um estudo do IBGE, de dezembro, para pregar que reduziu a pobreza entre 2019 e 2020; mas esconde que essa redução se deu em índices aumentados em seu próprio governo, partir de 2015.

E o fracasso de Flávio Dino é exibido na ação do próprio governo.

A inauguração de restaurantes populares e entrega de cestas básicas, que, embora importantes ações, só reforçam a situação de miséria do povo, que este mesmo governo prometeu acabar.

Flávio Dino vem escondendo o seu fracasso no combate à miséria com a mudança de discurso; agora no PSB, ele nada mais fala sobre IDH, indicadores socioeconômicos, distribuição de renda e ações sociais fundamentais para melhorar o estado.

Flávio Dino entrega o governo em 31 de março para seu vice, Carlos Brandão (PSDB), cúmplice no fracasso do combate à miséria.

O Maranhão que emerge dos oito anos de governo comunosocialista é pior do que aquele recebido por ele em 2015.

E oito anos depois, Flávio Dino nem tem mais a quem culpar pelo próprio fracasso.

Simples assim…

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“Não conhecemos o verbo recuar”, diz Rubão, sobre candidatura do filho

Ex-deputado estadual e principal articulador da campanha do PCdoB em São Luís tentou minimizar declarações do governador Flávio Dino sobre “derrota da esquerda em todas as capitais” e diz que não trabalha com padrinhos

 

Principal tutor da candidatura do filho a prefeito de São Luís, Rubão Pereira reafirma não haver intenção de renunciar

O ex-deputado estadual Rubens Pereira reafirmou nesta segunda-feira, 20, que não há intenção do filho, Rubens Júnior (PCdoB), de desistir da candidatura a prefeito de São Luís.

– Não conhecemos o verbo recuar – reafirmou Rubão, diante de declarações do governador Flávio Dino (PCdoB), apontando possível derrota da esquerda em todas as capitais brasileiras nas eleições de 2020.

Questionado sobre as declarações do governador, dadas ao jornal O Globo, o ex-deputado tentou desvincular a imagem de Pereira Júnior da de Dino, que é padrinho de casamento do candidato.

– Nós nunca tivemos padrinho político; nós sempre fizemos foi apadrinhar – declarou.

Patinando nas pesquisas de intenção de votos na casa do 1%, Rubens Júnior sofre desde o início da campanha com especulações sobre sua desistência; e a declaração de Flávio Dino – que estima “fracasso da esquerda” – foi vista como uma espécie de pá-de-cal na candidatura do comunista.

Mas o pai do candidato minimiza as estimativas do governador, diz que já aprendeu a andar em São Luís e garantiu ao titular do blog Marco Aurélio D’Eça:

– Você vai ver como acontecerá as coisas nos próximos 60 dias. Vamos pra luta.

É aguardar  conferir…

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Flávio Dino joga pá-de-cal na campanha de Rubens Júnior…

Ao admitir que a esquerda deverá perder em todas as capitais brasileiras nas eleições de novembro governador comunista demonstra absoluto descrédito na candidatura do seu afilhado político em São Luís

 

Se nem mesmo Flávio Dino acredita na performance de Rubens Júnior, como seus aliados irão acreditar no projeto?

O comando da campanha do candidato do PCdoB a prefeito de São Luís, Rubens Pereira Júnior faz de tudo para tentar dar sobrevida ao projeto – de manipulação de pesquisas a troca de assessores de mídia.

Mas nem isso parece convencer quem deveria ser o principal interessado na candidatura, o governador Flávio Dino (PCdoB), padrinho do candidato.

– A esquerda poderá perder em todas as capitais brasileiras em novembro, diante dos pré-candidatos escolhidos até o momento – admitiu Flávio Dino, segundo jornal O Globo.

A avaliação de Dino é uma pá-de-cal nas pretensões de Pereira Júnior por que, na base do governador, ele é o único candidato de esquerda.

Entre os aliados do comunista há outros três pré-candidatos a prefeito – Neto Evangelista (DEM), Duarte Júnior (Republicanos) e Carlos Madeira (Solidariedade), mas nenhum com perfil de esquerda.

O Palácio dos Leões não acredita, portanto, na candidatura do seu próprio candidato.

Apenas a família do próprio Rubens ainda insiste no projeto…

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Mais da metade da população ignora lockdown no MA, diz estudo da USP

Índice de Rigidez do Distanciamento (RDS) usado pela Universidade de São Paulo – e referência no Brasil – revela que apenas 49% dos maranhenses mantiveram o isolamento social total nos dois primeiros dias de bloqueio na região da Grande São Luís

 

A população deu pouca ou nenhuma importância ao lockdown em São Luís, que Flávio Dino insiste em chamar de “um sucesso”

Duas narrativas estão se digladiando desde que foi iniciado o lockdown na região da Grande São Luís para conter o avanço do coronavírus no Maranhão.

A primeira é liderada pelo governador Flávio Dino (PCdoB), que, a despeito da realidade das ruas nos bairros populares e na zona de comércio, garante que o bloqueio “é um sucesso”.

A outra narrativa, usada por setores da imprensa – que vai às ruas constatar se há comprometimento da população e capta as imagens já amplamente divulgadas – vê erros no lockdown e aponta medidas para evitar o fracasso anunciado.

O gráfico do Índice de Rigidez do Distanciamento, da Universidade de São Paulo, mostra que apenas 49,6% ficaram em casa no lockdown da terça-feira,5

Nesta quinta-feira, 7, estudo da Universidade de São Paulo comprova oficialmente que a narrativa da imprensa, e não a de Flávio Dino, é a correta neste momento.

De acordo com o Índice de Rigidez do Distanciamento (RDS) da USP – hoje usado como referência na análise dos resultados do distanciamento social em todo o país – menos da metade da população aderiu ao bloqueio nos dois primeiros dias de lockdown na Grande São Luís.

Para ser mais preciso: foram 49,6% na terça-feira, 5; e 49,3% na quarta-feira, 6.

Em 6 de maio, o índice de comprometimento da população com o bloqueio foi ainda menor, de 49,3% da população, segundo o estudo da USP

Pior: o índice de distanciamento em pleno lockdown ficou abaixo até mesmo da maior média do distanciamento no Maranhão, que foi de 54,8% no dia 22 de março, o domingo seguinte ao anúncio do primeiro caso de coVID-19 no estado. (Veja os gráficos que ilustram este post)

O RDS da USP atribui aos estados escores que vão de zero a 2, segundo sua rigidez e seu alcance geográfico. Em seguida, soma esses escores às medidas de proibição de aglomeração, fechamento de escolas e de trabalho, atribuindo escalas de zero a 100 para a rigidez do isolamento.  (Entenda aqui)

O maior índice de distanciamento social no Maranhão, de 54,8%, só foi alcançado em 22 de março, um dia depois do primeiro caso registrado no estado

O lockdown determinado pelo juiz Douglas de Melo Martins prevê medidas rígidas de restrição de deslocamentos, como multas e até detenções. 

Mas nem Flávio Dino, nem os prefeitos envolvidos implantaram essas medidas nas cidades atingidas. (Lembre aqui e aqui)

O resultado é o grande – e crescente – número de pessoas nas ruas, situação que o governador insiste em classificar de “sucesso”.

Mas os números não mentem, jamais…

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O triste fim de Jair Bolsonaro…

A repercussão negativa do pronunciamento de ontem mostrou que o presidente da República está só, sem interlocução com a própria equipe, refém dos filhos, e cada vez mais desequilibrado no comando do país

 

O presidente da República é apenas uma caricatura no comando de um país com forte relevância internacional…

Editorial

Nenhum líder político na história do mundo tem tanta capacidade de auto-destruição quanto o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro.

E esta capacidade é inata à sua personalidade insana, tresloucada e sem a menor noção de modos e maneiras.

Bolsonaro assinou nesta terça-feira, 24, o seu próprio atestado de insanidade.

E encerrou naturalmente o ciclo que o levou ao poder em 2018 – ainda que venha continuar à frente do Brasil até 2022.

O presidente da República do Brasil é um ignorante, um boçal, capaz de levar o país à bancarrota.

Seu modelo de líder é o magnata americano Donald Trump, hoje à frente da maior economia do mundo. Mas é até um crime comparar o fracassado Bolsonaro ao bem-sucedido empresário americano.

Trump elegeu-se presidente em condições normais de temperatura e pressão, dentro de uma campanha corriqueira e de uma eleição tranqulla, ainda que com as turbulências naturais do período.

Bolsonaro só chegou ao poder no Brasil por um arroto da história.

Foi eleito em circunstância extremamente tensa e levado por extremistas, radicais, conservadores, militares e alienados de toda sorte, que se aproveitaram do momento para emplacá-lo, com apoio daqueles que não aturavam mais o ciclo petista iniciado em 2002.

Mas o presidente brasileiro é fracassado em todos os seus empreendimentos.

Fracassou no Exército, de onde saiu com a sanidade mental questionada. Fracassou na Câmara Federal, onde a única coisa que conseguiu fazer foi aparelhar o gabinete para criar um cabide de empregos que comprou mandatos sucessivos para ele e para o filhos, com apoio de rachadinhas e milicianos cariocas.

E fracassou também na presidência da República, fracasso coroado com o contundente discurso em cadeia nacional de rádio e TV, que parece ter sido elaborado ao redor dos filhos, hoje seus principais e – parece – únicos interlocutores.

Jair Bolsonaro pode conseguir chegar ao final do seu mandato, é bem provável.

Mas este será seu desafio a partir de agora…

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Pesquisa aponta fracasso do bolsonarismo em São Luís

Além da reprovação do próprio presidente, a soma dos votos dos candidatos cotados no PSL sequer atinge os dois  dígitos nas intenções de votos, o que reforça a tese de pouca influência do Governo Federal no pleito de 2020

 

PREFERIDO POR CHICO CARVALHO NO PSL, TADEU PALÁCIO TEM O MELHOR DESEMPENHO ENTRE OS NOMES DO PARTIDO, mas sua rejeição é a segunda maior entre todos os candidatos

É um fracasso retumbante o desempenho eleitoral dos pré-candidatos a prefeito pelo partido do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

A pesquisa do Instituto Escutec, divulgada no fim de semana pelo jornal O EstadoMaranhão,  incluiu nada mesmo que quatro nomes do PSL – Tadeu Palácio, Coronel Monteiro, Allan Garcês e Sílvio Antonio –  e, mesmo assim, a soma deles não chega aos dois dígitos.

O cenário 1 do levantamento Escutec, por exemplo, incluiu todos eles juntos; o melhor desempenho foi o do ex-prefeito Tadeu Palácio, que alcançou 4,8%. Coronel Monteiro ficou na casa de 1,7% e os dois outros nomes só registraram 1% de intenção de votos.

O melhor desempenho de um candidato ligado ao presidente Jair Bolsonaro foi o de Tadeu Palácio no cenário 5, quando ele alcançou 5,7% das intenções. O outro bolsonarista incluído, Sílvio Antonio, ficou com 1%.

Aliás, essa performance do ex-prefeito o colocaria no pelotão intermediário da disputa, com chances de chegar a brigar pela segunda posição.

Mas sua rejeição é de 19,1%, a segunda maior da pesquisa Escutec; em eleições, a rejeição pode ser um limitador do desempenho de um candidato.

TANTO O CORONEL MONTEIRO QUANTO O MÉDICO ALLAN GARCÊS SOFREM O DESGASTE DE BOLSONARO, e apresentam desempenho pífio nas pesquisas

Além do pífio desempenho dos candidatos a prefeito, o PSL registra também forte rejeição ao governo Bolsonaro.

De acordo com a Escutec, nada menos que 59% da população ludovicense rejeitam sua condução do país; outros 48,2% consideram o governo ruim ou péssimo.

A pesquisa revelou também que 53,8% dos eleitores de São Luís não votariam de jeito nenhum em um candidato de Bolsonaro.

O levantamento revela, portanto, que menos de um ano depois de ter sacudido o país o bolsonarismo caminha para a desimportância nas eleições de 2020.

É aguardar e conferir…

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Imagem de Moro começa a deteriorar; e nem esgotaram os áudios…

Ao contrário dos que pregam os ainda apaixonados pelo governo Bolsonaro, as manifestações em favor do juiz foram tímidas, apesar do apoio de grupos organizados de extrema direita, como o MBL

 

O FRACASSO DO MOVIMENTO PRÓ-MORO EM TODO O PAÍS também foi registrado nos atos realizados em São Luís

Não há como negar: apesar das várias narrativas que tentam desqualificá-los, os áudios do ex-juiz Sérgio Moro, divulgados pelo site The Intercept, mostraram ao Brasil a outra cara do agora ministro do governo Bolsonaro.

E fez estragos.

Isso ficou bem mais evidente no domingo, 30, quando manifestantes foram às ruas em defesa dele, diante das revelações do site The Intercept, que o desmascararam.

E tiveram o apoio de dois movimentos de extrema direita com força para fazer zoada: o “MBL” e o “Vem Pra Rua”.

Mas as manifestações oram tímidas em relação ao início do governo.

Para efeito de comparação, desde o início do governo, os movimentos de apoio a Bolsonaro e sua turma vêm perdendo fôlego, enquanto que os protestos da esquerda crescem.

Em 26 de maio, por exemplo, segundo levantamento do site G1, os bolsonaristas reuniram manifestantes em 156 municípios.

Neste domingo, conseguiram levar gente às ruas em apenas 88 cidades.

Atualmente, apenas radicais apaixonados ainda se manifestam mais entusiasticamente em favor do governo Bolsonaro – muitos de olhos ainda vendados pela anestesia eleitoral.

Em favor de Moro, este número já é mais baixo ainda, fruto das revelações do The Intercept, que desmascaram o ex-juiz.

E ainda vem mais áudios por aí…