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“Ninguém administra como eu”, diz Lahésio Bomfim…

Pré-candidato a governador diz que avisou a população de que deixaria o mandato para disputar o governo, afirma que usa no tratamento da CoVID-19 medicamentos sem comprovação científica, desdenha da vacina e revela que tem grupos de apoio com Bolsonaro, com Ciro Gomes e até com Lula

 

Lahésio Bonfim polemizou, ao defender tratamento sem comprovação contra a CoVID-19 e falar de alianças com lulistas, bolsonaristas e ciristas

O prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahésio Bonfim (PSL) reafirmou nesta quinta-feira, 1º, sua candidatura ao governo do Maranhão; e disse que esta decisão foi pactuada com a população do seu município.

– Pensam que eu decidi ser candidato depois da reeleição. Errado. Eu só fui pra reeleição para poder ser candidato a governador; avisei minha população e tive a maior votação do Maranhão – revelou.

Em entrevista ao quadro Bastidores, do programa Bom Dia Mirante, Lahésio Bonfim confirmou que usa tratamento precoce contra a CoVID-19 – com medicamentos sem comprovação científica – e mostrou certo desdém com a vacina, dizendo que a usa “quando tem”.

– Quando tem vacina a gente tá vacinando. Mas sou médico, consulto, já peguei covid; sei falar do que serve e do que não serve. A gente vai usando o que tem. É uma luta contra a doença. Fico triste como se vem fazendo política com a vacina – disse.

Controverso em sua primeira aparição como pré-candidato – e às vésperas da pesquisa Escutec – Lahésio, que é tido como representante de Bolsonaro no Maranhão, surpreendeu ao revelar-se “uma esperança para o Maranhão”, sem restrição de apoiadores.

– Tenho 356 grupos de apoiadores no Whatsapp. São grupos de apoiadores “Lahésio com Bolsonaro”; outros de “Lahésio com Ciro” e até de “Lahésio com Lula”. É a esperança de um Maranhão sem corrupção e sem extrema pobreza – pregou.

Quanto à experiência como gestor, o prefeito disse que nenhum dos pré-candidatos e nem mesmo os que o antecederam no cargo de governador tem a experiência de gestão que ele tem.

– Ninguém nesse estado administrou como eu. Nenhum dos que me antecederam tiveram, antes, experiência de gestão pública. São Pedro dos Crentes hoje é referência. Tem o melhor Ideb do Maranhão, tem gestão inteligente – ressaltou o prefeito.

Lahésio Bomfim só não falou – e nem foi perguntado – do seu futuro partidário, já que está no PSL, legenda hoje alinhada ao projeto do senador Weverton Rocha (PDT).

Ele tem até abril de 2022 para encontrar novo partido…

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“Bolsonaro teme avanço da vacinação no Maranhão enquanto seu governo é incapaz de vacinar a população”, diz Zé Inácio

O deputado estadual Zé Inácio, durante sessão virtual da Assembleia Legislativa, falou  sobre a aprovação da vacina russa Sputnik V, pela Anvisa.

“Foi um passo importante com o objetivo de vacinar toda a população brasileira, em especial a população do Nordeste. Eu acho que a decisão demonstra que a vacina tem que ser uma das metas prioritárias dos nossos governantes e aí eu destaco a atuação do Consórcio Nordeste, dos governadores do Nordeste, como a luta do Governador Flávio Dino nessa batalha em favor da vacina para garanti-la em massa para a população maranhense.”, disse.

O deputado criticou aqueles que têm questionado a eficácia da vacina e definiu como política a decisão da Anvisa, aprovando apenas 1% da quantidade de doses solicitadas pelos governadores do Nordeste, que era de 37 milhões de doses, dessas pouco mais de 4 milhões seriam para o Maranhão. 

“Após a decisão da Anvisa, setores bolsonaristas continuam questionando a eficácia da vacina, com o seu negacionismo de sempre. Sabemos que essa decisão da Anvisa tem um viés altamente político, e nós observamos isso por conta da quantidade  que foi aprovada para o Nordeste (apenas 1% da quantidade que está sendo contratada pelos Estados). No Maranhão foi apenas 1% liberado, o que corresponde a 140 mil doses apenas. Ou seja, se a vacina não tivesse eficácia, isso significaria colocar milhares de pessoas em risco no País. Isso demonstra que a Anvisa não liberou mais vacinas simplesmente por conta da guerra política que Bolsonaro trava com os governadores sobre a vacina, sobretudo no Nordeste”, afirmou.

Zé Inácio também criticou a postura negacionismo do presidente Jair Bolsonaro diante da pandemia e sua influência na decisão da Anvisa para aprovação da vacina. 

“Bolsonaro tem medo de que, com a liberação de todas as doses da vacina Sputnik V solicitadas pelos governadores do Nordeste, esses estados, em especial o Maranhão – onde o governador Flávio Dino tem repreendido seu descaso com a pandemia veemente, vacinem 100% da sua população antes do restante do país, ou seja, antes que ele “mate” 500 mil brasileiros.”, afirma.

Da Assessoria

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Weverton ressalta importância de vacinação dos professores

Em vídeo que começou a circular neste fim de semana, senador maranhense elogiou a priorização da vacinação da categoria, lamentou o corte dos investimentos federais no ensino e destacou sua luta em favor da educação no Senado

 

O senador Weverton Rocha ressaltou em vídeo divulgado neste fim de semana os desafios que a pandemia de coronavirus impôs ao setor educacional no Brasil.

Segundo ele, a realidade de muitas famílias e professores torna difícil o acesso ao ensino remoto

– Em muitas casas tem apenas um celular para vários filhos. E nem sempre tem internet – ressaltou o senador, que apontou a vacinação de professores como saída para garantir o retorno das aulas.

– É preciso acelerar a vacinação, com prioridades para os professores, o que felizmente já começa a acontecer no Maranhão – frisou.

O parlamentar lamentou, no entanto, o corte de verbas pelo Governo Federal.

– Nossa luta [é para que o ministério mantenha o investimento no ensino e ajude os municípios a elaborar um plano para retomada das aulas – concluiu.

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Santa Rita: prefeitura inicia vacinação de profissionais da educação a partir de 55 anos

A Prefeitura de Santa Rita iniciou a vacinação dos profissionais da educação. A imunização destinada aos docentes e demais funcionários da Educação maiores de 55 anos na ativa, está sendo realizada ao lado da Secretária Municipal de Saúde (SEMUS), no prédio da escola de música Bruno Ferreira da Silva.

A esperança de dias melhores se faz realidade. Segundo o prefeito Hilton Gonçalo: “Em face da pandemia que assola o mundo, sabemos que somente através da imunização, da vacinação em massa, poderemos afastar tão nefasto mal que assombra a humanidade e seguir em frente. Temos assim, empreendido todos os esforços para ter o mais breve possível o maior números de pessoas vacinadas em Santa Rita”.

A professora Edna Moraes, referência na educação municipal, foi a primeira professora a ser imunizada e mostrou-se imensamente feliz com a vacina. 

“Ter 55 anos de idade nunca foi tão gratificante como hoje. É indescritível a sensação de receber essa vacina, diante de tantos obstáculos e perdas. A minha alegria se junta ao respeito àqueles que não conseguiram receber a imunização à tempo e aos corações enlutados. Dediquei toda minha vida a educação de Santa Rita e hoje sou a primeira professora a desfrutar desse momento ímpar”, disse ela.

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“Atendimento rápido, organizado e alto astral”, declara Neto Evangelista sobre vacinação em SLZ

Dona Georgina com Neto, após receber a dose da vacina contra a CoVID-19 em São Luís

O deputado estadual Neto Evangelista (DEM) usou suas redes sociais, neste domingo, para parabenizar a Prefeitura de São Luís pela organização da campanha de vacinação realizada pelo sistema drive-thru em alguns pontos da capital.

“Eu quero fazer esse registro porque é importante uma campanha de vacinação desse porte, com a necessidade de vacinar rápido e imunizar o maior número de pessoas. Tem que contar com organização grande que evita aglomerações, garante maior segurança, além  de agilidade na aplicação das doses”, disse Neto Evangelista.

Na manhã deste domingo, ele levou sua mãe, Georgina Mousinho, para vacinar em um dos pontos de vacinação em sistema drive-thru da capital e disse que o atendimento foi rápido e bem organizado.

“Levei minha mãe para vacinar no drive-thru do Shopping da Ilha e um tio meu estava se vacinando no Multicenter Sebrae. A informação é a mesma: atendimento rápido, organizado, todos empenhados, sorrindo, os funcionários trabalhando com alto astral. Muito bacana!”, afirmou o deputado.

Neto também ressaltou a importância de todos ficarem atentos ao calendário de vacinação que indica as datas, locais e faixa etária de pessoas que ainda faltam vacinar.

“Torço para que todos nós possamos nos vacinar e, finalmente, nos livrarmos desse momento tão difícil. Vacinar é muito importante e salva vidas!”, finalizou.

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Perdemos o “trem” da vacina…

Por Gastão Vieira*

A Constituinte de 1988 tinha a alma democrática e o coração voltado para proteger os desprotegidos. Criou-se, como consequência, um sistema de proteção social que incluía saúde gratuita para todos, o SUS, e a proteção financeira para todos , o BPC, o Benefício da Prestação Continuada.

Logo no primeiro governo pós-constituinte, a regra não foi cumprida integralmente e o SUS não recebia o que era devido.
O tempo priorizou os planos de saúde que se multiplicaram e levaram para médicos, clínicas e hospitais privados quem deveria ser atendido pelo SUS.

Nos municípios o sistema próprio era descuidado pelos prefeitos, hospitais antigos sobreviviam sem equipamentos , os novos que foram construídos não tinham como se sustentar.

Postos de saúde na zona rural, sem equipamentos e sem médicos,  não respondiam ao mínimo. O programa “Mais Médicos”,  da Dilma focava esse público. Os médicos cubanos moravam nos povoados.

Embora a presença deles não significasse nenhuma perda para os médicos brasileiros , nem concorrência, pois atuavam exclusivamente na zona rural, o programa foi combatido com todo vigor pelas entidades médicas e acabou.

Os municípios ficaram com enormes dificuldades para atender seus habitantes. A equivocada solução do governo estadual, de controlar a saúde municipal, também não funcionou.

Os hospitais de 22 leitos, construídos em pequenos municípios estavam acima das possibilidades de serem custeados. O SUS continuava perdendo recursos, as transferências federais eram insuficientes, decrescentes.

Enquanto isso, os planos de saúde privados bombavam e ocupavam a rede particular. Ao invés de transferir para o SUS o Ministério da Saúde transferia os recursos para o setor privado.

Assim a pandemia nos encontrou. Os municípios não testavam e limitavam-se a comprar máscaras. Os doentes eram tratados com o protocolo do Ministério da Saúde, do Bolsonaro, baseado na cloroquina.

O tratamento precoce passou a ser administrado em todo lugar, para todos os pacientes. Muitos passaram a se cuidar em casa,
por conta própria. E o tratamento precoce , sugerido pelo Presidente prevaleceu.

Os médicos não têm nenhuma responsabilidade pela prescrição. Não serão nunca processados pelo tratamento. Consegue-se receita na internet, compra-se nas promoções das farmácias.
É o Brasil do jeitinho…

Em meio a tudo isso, Bolsonaro gastou 90 milhões com o tratamento sem efeito, o que daria para comprar 3 milhões de vacinas. Agora descobre-se que a saída é vacinar. O problema é que não temos vacinas, não compramos no momento certo. E mais uma vez a sensação é de “Salve-se quem puder”!

*Deputado federal do Pros-MA

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Venda de vacina para iniciativa privada so beneficia a elite…

Acesso garantido ao imunizante por qualquer setor privado que tenha dinheiro para pagar, além de inviabilizar o Plano Nacional de Vacinação, prejudica os mais vulneráveis e abre caminho para fraudes

 

Com poucas doses no mundo todo, as empresas são obrigadas a vender para os governos federais, o que garante vacinação de vulneráveis

A ampla maioria da bancada maranhense na Camara Federal votou a favor do Projeto de Lei que libera a compra de vacinas diretamente por empresas.

Foi um equívoco coletivo.

Liberar a compra de vacina fora do controle dos orgãos de fiscalização, além de facilitar fraudes, vai gerar uma divisão de classes ainda mais acentuada no pais.

Quem pode pagar pela vacina vai estar protegido; quem não puder, terá que esperar na fila.

O controle da compra e venda de vacina é uma necessidade exatamente pra proteger os mais vulneráveis.

Se mesmo com este controle, se vê por aí empresários tentando vacinar a si mesmos, além de desvios constantes em orgãos oficiais, imagine como não será se a compra puder ser feita por qualquer um que tenha dinheiro?

A liberação ataca violentamente o Plano Nacional de Imunização, criado exatamente para proteger os mais vulneráveis, que não têm acesso à vacina e estão mais expostos ao coronavirus.

Mesmo diante da regra que garante a liberação de 50 do produto comprado para o Sitema Unico de Saúde, a simples compra por empresas abre possibilidade de fraudes.

Além disso, as empresas são hoje obrigadas a vender seus estoques apenas para governos federais; sem essa obrigação, irão vender pra quem pagar mais; e mais rápido.

E quem não puder vai esperar na fila.

A bancada maranhense, portanto, equivocou-se ao atender os interesses da iniciativa privada.

E justamente quando deveria se preocupar mais com o seu povo…

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Bacabeira e Santa Rita anunciam compras de 10 mil doses de vacina

As Prefeituras de Bacabeira e Santa Rita mantendo a parceria institucional estabelecida entre os dois entes municipais, anunciaram que vão adquirir em conjunto 10 mil doses da vacina contra covid-19. O prefeito Hilton Gonçalo tem negociado desde o ano passado com o governo da Rússia a compra do imunizante Sputnik V, o mesmo que foi adquirido pelo Governo do Maranhão.

“Estamos dialogando com o governo russo desde o ano passado. Estamos tentando garantir a vacina para a nossa população para que em breve possamos voltar a vida normal”, afirmou Hilton Gonçalo.

As 10 mil doses a serem adquiridas pelas Prefeituras de Bacabeira e Santa Rita vão ser distribuídas de forma proporcional a população dos dois municípios. Isso seria o suficiente para vacinar uma importante parcela dos habitantes das duas cidades.

A intenção de compras das vacinas contra covid-19 já foi aprovada, tanto na Câmara Municipal de Bacabeira como na Câmara Municipal de Santa Rita, ou seja, os prefeitos já possuem os instrumentos legais para garantir o imunizante. A expectativa é que concluindo a compra das vacinas, elas possam chegar até o fim do mês de abril.

Cada dose da Sputnik V custa U$8,75, o equivalente a R$48,65. Esse valor é inferior ao que o Governo Federal vem pagando que é U$11,20 ou R$62, ou seja, o valor estipulado pelas Prefeituras de Bacabeira e Santa Rita são bem inferiores, representando uma postura de austeridade e responsabilidade com o dinheiro público.

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Aglomerações continuam, mesmo com bares e restaurantes fechados

Deputado estadual Dr. Yglésio divulga vídeo em que mostra pessoas amontoadas em ônibus, supermercados, mercados, paradas e em vários outros ambientes; entidades do setor de comida fora do lar divulgam Carta Aberta às autoridades

 

O fechamento de bares e restaurantes na região da Grande São Luís – desde o dia 15 –  teve impacto apenas econômico,  para empresários e trabalhadores do setor.

As aglomerações continuam na ilha, mesmo sem shows, festas ou barzinhos.

O deputado estadual Dr. Yglésio (Pros) divulgou em suas redes sociais vídeo em que reúne imagens de ônibus, paradas de ônibus,. supermercados, feiras e lojas que mostram absoluta aglomeração em vários setores.

– Evite aglomerações, mas como? O caminho da CovID-19 pode terminar na minha família. E na sua também – alerta o parlamentar.

Esta semana, também, entidades ligadas ao setor de comida fora do lar emitiu Carta Aberta ás autoridades, em que criticam as aglomerações da época de campanha e denunciam falta de fiscalização em festas clandestinas.

– Afora querem um bode expiatório. É mais fácil fechar o setor que mais emprega no país do que fiscalizar adequadamente o cumprimento dos decretos – afirma o documento, assinado pelo Sindicato dos bares e Restaurantes e pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes.

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A postura cidadã da OAB-MA contra o corporativismo do Judiciário

Seccional da Ordem dos Advogados acionou o Conselho Nacional de Justiça contra a decisão do Tribunal de Justiça de suspender suas atividades presenciais em todas as suas instâncias, medida naturalmente apoiada pela Associação de Magistrados

 

Figura mitológica que representava na Grécia antiga os semideuses, seres que estavam acima dos mortais, mas que acabam no inferno pela tentativa de se igualar aos deuses

A seccional maranhense da Ordem dos Advogados do Maranhão (OAB-MA) decidiu questionar o Conselho Nacional de Justiça sobre a legalidade da decisão do Tribunal de Justiça de suspender suas atividades presenciais.

A decisão do TJ – uma espécie de férias coletivas, naturalmente apoiada pela corporativista Associação de Magistrados – é vista pela OAB como prejudicial não apenas aos advogados, mas a toda sociedade maranhense.

O comando do TJ decidiu suspender as atividades presenciais até o dia 15 de abril, uma espécie de férias coletivas

– A OAB Maranhão entende o momento delicado que toda a sociedade está enfrentando em função dessa grave pandemia do Coronavírus, mas reitera seu posicionamento de que se faz necessário assegurar a efetividade do Poder Judiciário no momento, tendo em vista que esta efetividade se reflete diretamente no trabalho dos advogados e advogadas e também em toda a sociedade – afirmou o comunicado da OAB.

Não é de hoje que os membros do Judiciário vêm se mostrando superiores aos demais cidadãos diante da pandemia de coronavírus.

No final de 2020, repercutiu negativamente – e gerou demissão – a tentativa de diretores do STF e do STJ de furar a fila da vacina, alegando necessidade essencial de imunizar os membros da Corte.

Recentemente, a Advocacia Geral da União derrubou no TRF decisão de um juiz que autorizou a Associação de Magistrados Estaduais a comprar vacinas diretamente de fabricantes para os juízes e seus familiares, prioridade que nenhuma outra categoria profissional tem no país.

As “férias coletivas” do TJ-MA é mais um capítulo nesta tentativa de superioridade da classe, que deveria ser farol e exemplo para a sociedade.

Felizmente há outros atores sociais de olho neste corporativismo…