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Vídeo: terreno volta a pegar fogo novamente na Cohama…

Um terreno abandonado na rua 3 do Jardim Coelho Neto tem sido queimado pelo próprio dono, segundo denunciam moradores. Há um mês, o blog do Gilberto Léda noticiou a denúncia, quando o Corpo de Bombeiros precisou ser chamado para debelar as chamas, que ameaça as casas próximas. Agora à tarde, nova queimada. Veja o vídeo…

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Lagoas de resíduos da Alumar voltam a ser foco de preocupação…

Depois de o vereador Fábio Câmara cobrar formação de comissão para vistoriar a área onde é armazenada a lama de bauxita da Alumar, o deputado Wellington do Curso também quer vistoria da Assembleia

 

wellington2O deputado estadual Wellington do Curso (PPS) propôs hoje à Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa uma visita à área onde é armazenada a lama de bauxita usada na fabricação de alumínio pela Alumar.

É a segunda medida relacionada a Alumar desde que as barragens de minério da empresa Samarco romperam em Minas Gerais, matando pessoas e causando dano ambiental de proporções colossais.

na semana passada, o vereador Fábio Câmara (PMDB) conseguiu aprovar na Câmara de São Luís a formação de uma comissão para fazer a mesma vistoria. (Releia aqui)

Precisamos destinar especial atenção ao local em que a Alumar tem os seus depósitos, isto é, à zona rural de São Luís. Fato é que os reservatórios ocupam uma área de aproximadamente 50 hectares e foram instalados desde setembro de 2005, sendo desde então reservatórios com resíduos de bauxita. Não estamos aqui questionando o caráter sustentável ou não de tais reservatórios. O que queremos é apurar as denúncias e, assim, evitar que problemáticas ambientais assolem nosso estado”, ressaltou.

Ainda não há previsão de quando as visitas serão feitas – e a empresa costuma oferecer resistência a este tipo de controle – mas é importante a preocupação da classe política.

Que deveria ter ressonância em toda a sociedade…

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Câmara vai vistoriar lagoa de resíduos da Alumar…

Plenário aprovou ontem proposta do vereador Fábio Câmara, e criou comissão externa para visitar as barragens construídas pela empresa de alumínio

 

Câmara quer esclarecer riscos de inundações

Câmara quer esclarecer riscos de inundações30

O Plenário da Câmara Municipal de São Luís (CMSL) aprovou, na manhã de terça-feira, 17, a designação de uma comissão externa formadas por vereadores e técnicos com objetivo de realizar visitas às lagoas de contenção de resíduos da bauxita geradas pela fábrica de alumina, a matéria-prima do alumínio, que eram produzidas pelo Consórcio de Alumínio do Maranhão S/A (Alumar).

No texto do documento, o parlamentar peemedebista propõe a verificação in loco da situação dos reservatórios que ocupam área de 50 hectares em comunidades da zona rural da cidade.

Temos conhecimentos que já foram emitidas nove autorizações de supressão vegetal das terras que haviam ficado de fora da gleba Tibiri/Pedrinhas para que a Alumar construísse seus lagos artificiais depositários de resíduos industriais tóxicos e altamente tóxicos. Essa é uma situação preocupante, pois diante do rompimento das barragens de uma mineradora que causou grande destruição, na cidade de Mariana, em Minas Gerais, a criação de comissão externa para conhecer esses reservatórios de resíduos de bauxita tornou-se ainda mais necessária”, explicou Câmara, ressaltando que a intenção é discutir essa situação juntamente com todos os órgãos envolvidos.

Diante dos fatos que deram origem a tragédia na cidade mineira, a proposta do parlamentar peemedebista, recebeu emendas de outros vereadores.

Área para lagos de resíduos

Um dos reservatórios que ocupa área de 50 hectares na zona rural de São Luís foi instalado em setembro de 2005, com recursos da ordem de R$ 45 milhões e vida útil de seis anos.

Na época, esse tinha sido o quarto reservatório de resíduo de bauxita, gerado pela fábrica de alumina, a matéria-prima do alumínio que era produzido pelo Consórcio de Alumínio do Maranhão S/A (Alumar), formado pela Alcoa, Alcan, BHP Billiton e Abalco.

A Alumar tem uma área de 150 hectares para lagos de resíduos de bauxita.

Dois dos quatro lagos tiveram as áreas reflorestadas. Na área do primeiro reservatório, que começou a ser reabilitado em 1996, existem árvores com até 10 metros de altura.

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Imagem do dia: Sarney Filho no centro do desastre ambiental…

sarneyO deputado Sarney Filho (PV) coordenou a comissão da Câmara Federal que foi hoje à região de Minas Gerais atingida pela lama tóxica resultante do rompimento de uma das barragens da mineradora Samarco. O parlamentar considerou irrisória a multa de R$ 250 milhões aplicada à empresa. Para ele, a indenização deveria ser proporcional ao dano ambiental causado

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Fábio Câmara alerta para risco de inundação com lama também em SL…

Vereador revela que a Alumar já recebeu mais nove autorizações para construção de lagos artificiais de lama de minério, a mesma que inundou dois municípios de Minas Gerais

 

Um dos mares de lama da Alumar na região do Tibiri: risco ambiental

Um dos mares de lama da Alumar na região do Tibiri: risco ambiental

O vereador Fábio Câmara (PMDB) fez importante alerta sobre o risco de São Luís sofrer inundação por lama de minério nos moldes da que ocorreu em Bento Rodrigues e Mariana, em Minas Gerais.

FabioCamaraDe acordo com informações de ativistas ambientais, já foram emitidas nove autorizações de supressão vegetal das terras que haviam ficado de fora da gleba Tibiri-Pedrinhas – no caso da área industrial de São Luís – para que a Alumar construísse seus lagos artificiais depositários de resíduos industriais altamente tóxicos, alertou o parlamentar.

De acordo com Câmara, além de danos nos lençóis freáticos, a poluição pode prejudicar o Cinturão Hidrológico existente.

– O caso é tão grave que as fábricas de bebidas ao longo do Km-18/19 da BR-135 na região de Pedrinhas, que antes se orgulhavam da qualidade da água utilizada, já começaram a tratar previamente a água que utilizam – revelou.

Os rompimentos de barragens como o que ocorreu nos municípios mineiros não são novidade no Maranhão.

Em 2008, uma barragem rompeu-se em Gonçalves Dias, gerando inundação e destruição no município, fato, inclusive, recentemente tratado neste blog. (Releia aqui)

No caso das barragens de lama da Alumar, a Frente Comunitária da Gleba Tibiri-Pedrinhas e movimentos sociais, ainda ensaiaram uma visita a áreas destes lagos depositários dos resíduos produzidos pelo beneficiamento da bauxita, como mostra a foto acima.

Para debater o assunto, Fábio Câmara pretende realizar audiência pública e propor projeto de lei tornando obrigatória a contratação de seguro contra rompimento das barragens.

– O seguro deverá oferecer cobertura de danos físicos, inclusive morte, e prejuízos materiais às pessoas físicas e jurídicas domiciliadas em áreas afetadas por inundações (urbanas ou rurais habitadas ou utilizadas para quaisquer fins de natureza econômica, inclusive de subsistência) – concluiu Câmara.

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Um grave alerta de Zé Inácio…

Deputado do PT tem chamado atenção há dias para a gravidade do incêndio que destrói a reserva Araribóia, no interior maranhense, diante do silêncio das autoridades do estado

indígnea observa, importante, o fogo consumir boa parte de sua reserva

indígena observa, importante, o fogo consumir boa parte de sua reserva

O deputado Zé Inácio (PT) tem sido voz solitária, há pelo menos uma semana, em relação aos graves resultados de um incêndio que consome, há pelo menos 40 dias, a reserva Araribóia, na região Sudoeste do estado.

inaApesar dos esforços de 200 brigadistas do IBAMA, as chamas já devastaram cerca de 35% da área de 413 mil hectares, onde vivem 12 mil indígenas da etnia Guajajara e aproximadamente 80 Awá Guajás. Não podemos deixar de ouvir os indígenas, quando responsabilizam os madeireiros pelo incêndio nas suas terras, que tem trazido, além de prejuízo ambiental, risco de morte às crianças e adultos indígenas, devido a fumaça e as altas temperaturas”, denunciou Inácio.

Até parece que nada acontece no Maranhão. Nenhuma posição do governo, nenhuma posição da secretara de Meio Ambiente, nenhuma posição das entidades ligadas ao setor.

Louve-se, portanto, a coragem do parlamentar do PT…

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A regulamentação da Carcinicultura….

Júnior Verde com os representantes do setor da Pesca e do Meio Ambiente

Júnior Verde com os representantes do setor da Pesca e do Meio Ambiente

As declarações abaixo foram dadas durante a audiência pública da Frente Parlamentar em Defesa da Pesca e da Aquicultura, presidida pelo deputado Júnior Verde (PRB), na Assembleia Legislativa:

 

A carcinicultura é um investimento que pode representar a redenção do Maranhão. Estamos apenas iniciando uma discussão de um grande atrativo de investimento para o desenvolvimento do Estado”

Júnior Verde, deputado estadual

Temos que desmistificar a questão de que o empreendimento da carcinicultura esbarra sempre na questão do licenciamento ambiental. A dificuldade não é de licenciamento ambiental”

Marcelo Coelho, secretário de Estado do Meio Ambiente

 

Hoje, no Maranhão, o maior medo do carcinicultor é com a licença ambiental. Precisamos do apoio governamental para fazer avançar a carcinicultura em nosso estado”

Chico da Pesca, presidente da Cooperativa de Carcinicultores do Maranhão

 

Na audiência, foram aprovados os seguintes encaminhamentos:

1 – realização de uma audiência pública no dia 30 de setembro nos municípios de Humberto de Campos, com os carcinicultores da região;

2 – encaminhamento para a SEMA, para análise e parecer, da minuta do Projeto de Lei em discussão; e

3 – proposta de regularização dos projetos consolidados de carcinicultura.

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Poluição da Caema em rio do Calhau ocorre desde 2013…

Este blog denunciou o problema em vários posts, sempre com desculpas esfarrapadas da companhia; o resultado é a imagem degradante na praia do Calhau, que ganhou o mundo na última segunda-feira

 

Em 16 de fevereiro de 2014, este blog publicou o post “Caminhões despejam dejetos em córrego do Calhau…”, para denunciar, no vídeo reproduzido acima,  uma situação que vinha ocorrendo desde 2013.

O post mostrava que dois caminhões – sempre aos sábados – há meses faziam o mesmo serviço: chegavam carregado de dejetos e descarregavam numa espécie de fossa, na Avenida Santo Antonio, que a Caema identifica como “Elevatória do Parque Shalon”.

Na época, o blog encaminhou o vídeo à assessoria da Caema, que, simplesmente informou desconhecer o problema e pediu a identificação dos caminhões.

Nos primeiros tempos, a água jorrava assim, na cabeceira do rio que seguia para a praia

Nos primeiros tempos, a água jorrava assim, na cabeceira do rio que seguia para a praia

Em 22 de março daquele mesmo ano, o blog voltou a tratar do assunto, no post “Caema continua despejando esgoto em córrego do Barramar…”.

No post, o blog informou que os caminhões deixaram de aparecer todo sábado, mas mostrou, em imagens, que o esgoto que deveria ser processado na estação elevatória, jorrava abertamente no córrego do Barramar – o mesmo que desemboca na praia do Calhau, onde apareceu a mancha preta no início da semana. 

Na época, os operários que operavam a “estação” informaram que “abriram um buraco na caixa por que o caminhões não podiam mais fazer a coleta  por que a bomba estava queimada”.

Em 18 de julho de 2014, novo post do blog. Dessa vez, os “Moradores do Barramar acusam Grand Park de jogar esgoto no igarapé que corta o bairro…” – o mesmo que desemboca na praia e gerou a imagem grotesca.

– A fedentina aqui é insuportável. Muita gente está vendendo suas casas por não ter mais condições de ficar. E os próprios funcionários da Caema dizem que o problema vem do Gran Park – afirmou um morador, à época.

A imagem grotesca da praia do Calhau: mais uma vergonha para São Luís

A imagem grotesca da praia do Calhau: mais uma vergonha para São Luís

Nestes mais de dois anos de denúncias, nada foi feito – nem na gestão passada, muito menos na atual gestão da Caema.

E o resultado foi a imagem degradante que humilhou São Luís em rede mundial…

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André Fufuca cobra solução do governo para esgoto em praias…

Fufuquinha vê desrespeito da Caema

Fufuquinha vê desrespeito da Caema

Uma foto de derramamento indiscriminado de esgoto nas praias de São Luís ganhou as redes sociais. De Brasília, o deputado federal André Fufuca (PEN) criticou duramente o ocorrido.

– A imagem é estarrecedora em sua completude. Desde o perigo que representa para a saúde das pessoas, passando pelo desrespeito da Caema e colimando com uma péssima propaganda para o turismo de nossa cidade – criticou.

Depois que a foto ganhou notoriedade nas redes sociais, a Caema lançou uma nota afirmando que a mancha era de esgoto e justificou que o problema já havia sido resolvido.

A imagem que ganhou o mundo; e a caema apenas disse: "é esgoto mesmo"

A imagem que ganhou o mundo; e a caema apenas disse: “é esgoto mesmo”

André Fufuca demonstrou indignação com o trato que a empresa deu ao caso.

– E quem usou a praia no dia? Como fica? Já que foi algo motivado por um problema, o que se esperava era que a empresa tivesse agido com respeito! Deveriam ter noticiado antes, avisado antes e respeitado o direito das pessoas de saber. Tudo o que não fizeram – indignou-se.

O deputado ainda suspeita que este pode não ser um caso isolado.

– A foto que flagrou o desrespeito da Caema foi aérea, o que deixou a coisa mais visível. Eu se não tivessem fotografado? Ficaria por isso mesmo? E isso nos leva a crer que existe sim a possibilidade de ser um problema recorrente.

Para o deputado a imagem não foi tratada com a devida importância pelo governo.

– Essa imagem rodou o país, com toda a certeza. E o governo fez o que para tentar minimizar o problema? Absolutamente nada. Quem mais vai perder com isso, depois das pessoas que banharam em esgoto por causa da omissão da Caema, é o turismo do Maranhão – criticou.

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Imagem do dia: o fim do aterro da Ribeira…

atteroTrator realiza os procedimentos de cobertura da área de lixo por barro, no lixão da Ribeira, que será fechado a partir deste sábado. O lixo produzido em São Luís será levado para um moderno aterro sanitário, nas imediações de Rosário. com área de transbordo e destinação adequada. O lixão da Ribeira foi construído como aterro pela prefeita Conceição Andrade, em 1994, com previsão para durar 20 anos. Chegou a época de acabar