Pedro Lucas prevê até 10 bilhões de barris na Margem Equatorial…

Exploração petrolífera na região entre o Rio Grande do Norte e o Amapá ganhou o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que defendeu as pesquisas na região

 

APOIO DE PESO. Pedro Lucas ganhou para a sua causa o presidente Lula, que defendeu ao menos os estudos técnicos de viabilidade da margem equatorial

O líder do União Brasil na  Câmara Federal, deputado Pedro Lucas Fernandes, voltou a defender a exploração de petróleo e gás natural na reserva intitulada “margem Equatorial”, região que vai do Rio Grande do Norte até o Amapá, passando pelo Maranhão.

Para Fernandes, a expectativa é de 10 bilhões de barris de petróleo nessas reservas.

“Uma nova fonte de recursos virá da exploração da margem equatorial brasileira. Estamos falando de quase 10 bilhões de barris de petróleo naquela localidade”, disse o parlamentar, um dos maiores defensores dos estudos de viabilidade para exploração petrolífera na região.

  • a exploração na Margem Equatorial ganhou o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT);
  • Lula defendeu, pelo menos, os estudos técnicos que possam confirmar a viabilidade da exploração.

A confirmação da existência de petróleo e gás natural na região garantirá a segurança energética do Brasil e colocará o país no clube dos maiores produtores de petróleo do mundo.

No Maranhão, a Margem Equatorial abrange as bacias da Foz do Amazonas, Pará-Maranhão e Barreirinhas.

A exploração deve representar desenvolvimento econômico do Norte e Nordeste.

O Maranhão não mudará se a população não acordar!!!

Não se faz mais política no Maranhão, se faz negociação política, com pagamento de curto ou médio prazo; quase ninguém parece olhar para o ano seguinte

 

Por Simplicio Araújo*

No Maranhão já ferve o debate político sobre a eleição de 2026, mas apenas entre a classe política!

A população segue ignorando a política, lutando para sobreviver diante das dificuldades do dia a dia na área de segurança, saúde, educação, na dificuldade para empreender ou para uma colocação no cada vez menor mercado de trabalho maranhense.

Me preocupa o atual debate com apenas a classe política, porque o resultado será o mesmo da maioria dos governos do Maranhão nos últimos 100 anos, uma vitória que considera a vontade apenas da casta política, sem considerar o gigantesco anseio da população que faz o estado crescer e inclusive banca toda a classe política!

Foram poucos os candidatos a governador no Maranhão que despertaram o clamor popular sem a participação massiva da classe política. Tivemos oportunidades que deixaram importantes mudanças, pena que completamente trucidadas pelos governos seguintes em nome de um grande pacto de interesses que perpassam o executivo, ramificando até em direção de entidades representativas de classe na maioria das vezes.

São os atores desse pacto que se dizem portadores dos interesses do povo Maranhense, mas defendem primordialmente os seus interesses pessoais.

A maioria população do Maranhão tem se dividido nas eleições a escolher quem é embalado pelo pacto e por quem se revolta, depositando toda a raiva contra a falta de segurança, perspectiva de melhoria de vida, saúde e qualquer entrave pessoal, no seu voto apenas para “dar o troco”, sem sequer pesquisar a vida de quem se propõe a ser o redentor.

Não se faz mais política no Maranhão, se faz negociação política, com pagamento de curto ou médio prazo, quase ninguém parece olhar para o ano seguinte, a eleição é 45 dias, neste período cabe de tudo, principalmente a mentira embalada pelo dinheiro, que antes era usado para fazer campanha politica e hoje é usado literalmente para comprar a eleição, Dinheiro público na maioria das vezes.

Fui candidato a governador e busquei ter todo zelo ao povo do Maranhão e ao meu nome ao apresentar propostas que mudariam a vida dos maranhenses, quase a totalidade delas ainda estão mais necessárias que nunca.

Vejo que a população está desacreditada da política, ignora porque acha que todos são iguais. Busca seu próprio jeito de ir tocando a vida, muitos até evitando a classe política.

Também vejo que a maioria dos políticos atuais, por todo o Maranhão, não estão nem aí para quem vai ser eleito, desde que tenha um bom cofre para bancar os apoiadores as vezes antes, sempre durante e com muita sorte após a eleição, Certamente cofre de dinheiro público.

É assim que vejo embalarem os atuais nomes que se propõem a governar o Maranhão, pela raiva, pelo cofre de dinheiro público que o candidato já tem, ou que vai ter. A maioria da classe política só pensa em tirar vantagem pessoal, ainda que por pouco tempo.

Ainda que entre os postulantes exista capacidade e vontade de mudar o Maranhão, entre a maioria da classe política só haverá um único propósito, o de tirar vantagem!

A única saída é que a população abrisse o olho e não permitisse que seu destino continue a ser debatido sem sua presença, e eu sei bem, isso é um sonho!

*Ex-secretário de Indústria e Comércio; ex-candidato a governador

Ao celebrar 25 anos da 1ª fábrica, Psiu mira liderança do mercado no Maranhão

Inaugurada em 1998, a indústria de refrigerantes e água passou a contar com momento que ilustra a contribuição incansável das ‘mãos’ que consolidaram a marca no mercado e nos lares maranhenses

 

O monumento instalado na sede da empresa: “mãos que constroem a Psiu”

O engenheiro Francisco Rocha, que deixou Belo Horizonte (MG) em 1998, enxergou na natureza uma oportunidade de desenvolvimento por meio da mineração. Ele descobriu nas fontes de águas cristalinas da Terra das Palmeiras o ponto de partida para se tornar o fundador de uma marca genuinamente maranhense que, hoje, você conhece por ‘Psiu’.

O resultado de tudo isso, por exemplo, foi celebrado no último sábado, 21 de setembro, com os 25 anos da Indústria, celebração que foi realizada ao lado de autoridades políticas, empresários e colaboradores para festejar a data comemorativa, com direito a vela e bolo.

Na ocasião, foi instalado na entrada da fábrica, o monumento “Mãos que Constroem a Psiu” que ilustra a contribuição incansável de algumas pessoas que trabalharam durante duas décadas e meia para consolidar a marca no mercado e nos lares maranhenses.

Durante discurso, o fundador e presidente da Indústria Psiu, Francisco Rocha, relembrou sobre a trajetória e das primeiras pessoas que acreditaram neste projeto, imprimiram suas mãos numa argila especialmente preparada pela ceramista Adriana Salim. Ele disse ainda que a cada 5 anos, novas mãos serão incorporadas ao monumento.

Todas as pessoas que ajudaram a Psiu nessa caminhada, imprimiram suas mãos numa argila especialmente preparada pela ceramista Adriana Salim. A cada 5 anos, novas mãos serão incorporadas ao monumento, tornando-se assim, como a Psiu, um monumento em construção”, completou o executivo.

A Psiu é uma empresa genuinamente maranhense, que comemora seus 25 anos

Em seu discurso, ele disse ainda que os colaboradores são o ‘maior patrimônio’ da Psiu. Na ocasião, lembrou o cuidado especial com cada um, que se traduzem em treinamentos constantes, viagens, participação em feiras, dentre tantas outras iniciativas focadas sempre na valorização.

Nós temos um cuidado especial com os nossos colaboradores, que se traduzem com treinamentos constantes, viagens, participação em feiras, dentre tantos outros. O nosso maior patrimônio da empresa são os nossos recursos humanos. Temos neste galpão, máquinas modernas com alta tecnologia, mas o que são as máquinas se não tivermos as pessoas habilitadas “, completou.

A escultura faz parte da celebração de aniversário do grupo empresarial que completa neste mês de setembro seus 25 anos de fundação. A solenidade contou com a presença do Secretário de Estado de Indústria e Comércio, Júnior Marreca; Presidente da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA), Edilson Baldez; Presidente do Sebrae-Ma, Celso Gonçalo; vice-prefeita de São Luís, Esmênia Miranda; o deputado estadual, Ariston Ribeiro, e outras autoridades e entidades comercial.

G20 terá grupo de trabalho em São Luís, aberto por Juscelino Filho…

Ministro das Comunicações abrirá a 3ª Reunião sobre Economia Digital nos 20 países mais desenvolvidos do mundo, no Blue Tree Towers, em São Luís, marcada também por um seminário sobre Segurança e Economia Digital

 

Juscelino vai abrir reunião do G20 sobre economia digital e participar de seminário sobre segurança na economia digital

O ministro das Comunicações Juscelino Filho será oi anfitrião da 3ª Reunião do Grupo de Trabalho de Economia Digital do G20; o evento ocorre na terça-feira, 11, no Blue Tree Towers, em São Luís.

Na segunda-feira, 10, haverá um evento paralelo às reuniões do G20, que abordará o tema “Segurança na Economia Digital”, realizado em parceria com o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República do Brasil.

O encontro seguirá tratando dos seguintes eixos temáticos: Inclusão Digital, Conectividade Universal e Significativa; Governo Digital; Integridade da Informação e Confiança no Ambiente Digital; e Inteligência Artificial para o Desenvolvimento Sustentável.

 A imprensa poderá acompanhar o discurso do ministro Juscelino Filho, no início da reunião, para registro de imagens. 

Segunda-feira, 10:

  • Evento: Seminário sobre Segurança na Economia Digital
  • Hora: 9h
  • Local: Blue Tree Towers – Av. Avicenia, 1 , Calhau, São Luís (MA)

Terça-feira, 11:

  • Evento: Abertura da reunião do G20
  • Hora: 11h
  • Local: Blue Tree Towers – Av. Avicenia, 1 , Calhau, São Luís (MA)

 

 

Prefeitos Hilton e Fernanda Gonçalo discutem futuros projetos na ZPE de Bacabeira

Os prefeitos de Santa Rita e Bacabeira, Hilton e Fernanda Gonçalo, estiveram reunidos nesta sexta-feira, 24 de maio, com o governador Carlos Brandão no Palácio dos Leões para tratar dos próximos passos da discussão que envolve a implantação de grandes negócios na ZPE (Zona de Processamento de Exportação) de Bacabeira.

Além de Bacabeira, Santa Rita também será impactada diretamente, pois é município limítrofe.

  A ZPE de Bacabeira é um projeto do Governo do Maranhão, coordenado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico e Programas Estratégicos (Sedepe). O projeto estadual em Bacabeira prevê uma infraestrutura com oito milhões de m² de área locável, área alfandegária com três galpões de 1.800m², pátio para contêineres, heliporto, refeitório e espaço de eventos.

Segundo a Sedepe, a ZPE em Bacabeira tem potencial para atrair empresas nos setores de siderurgia e metalurgia, e ainda: indústrias de não ferrosos (alumínio), indústrias petrolíferas (refinarias), indústrias de alta tecnologia (eletroeletrônicos e espacial), além de investimentos em agroindústria alimentar, hidrogênio verde e indústria da transformação (como é o caso da indústria naval).

Além das novas vagas de trabalho, a ZPE-MA em Bacabeira também vai favorecer novas conexões rodoviárias, ferroviárias, portuárias e aeroportuárias.

Além de desenvolver a cultura exportadora e fortalecer a balança comercial, as ZPE contribuem para o desenvolvimento local e para a diminuição das desigualdades regionais, com difusão tecnológica e a criação de vagas de emprego.

Da Assessoria

Ex-secretário de Jackson critica planejamento de Brandão e cobra deputados do PDT…

Em artigo intitulado “Idiossincrasias”, Abdelaziz Santos desqualifica uso da empresa Macroplan na elaboração do do plano estratégico, reclama da falta de lembrança do governo pedetista na retomada do Plano Plurianual e diz que dirigentes de empresas como a Gasmar vivem de “palestras mirabolantes pelo mundo sem compromisso com a verdade” 

 

Aziz mostra tristeza com os números do governo Brandão e decepção com a postura dos deputados do PDT na Assembleia

O ex-secretário de Planejamento Abdelaziz Santos, voltou a criticar duramente o governo Carlos Brandão (PSB), sobretudo nos aspectos da economia e do desenvolvimento do estado neste primeiro período de mandato; para Aziz, que é economista, os auxiliares de Brandão “teimam em apostar nos projetos de bilhões de dólares que por aqui aportam”, sem qualquer resultado no dia dia da população.

– Nem mesmo a minha formação em economia consegue contar tanta fartura! Vale, Alumar, Suzano, polo de soja de Balsas e adjacências, Eneva, o gigantismo do Porto de Itaqui, nenhum deles quis saber até hoje da população, tanto assim que estamos mais pobres hoje do que antes deles – destaca Abelaziz, citando como exemplo a Empresa Maranhense de Gás (Gasmar), recentemente listada pelo Tesouro Nacional por dar prejuízo milionário aos cofres públicos maranhenses.

– A Gasmar criou a expectativa de que os proprietários de veículos em São Luís iriam dispor de gás veicular até o final de 2022. Estamos em 2024 e nada. Assim, talvez seja prudente o Governador proibir que os dirigentes da empresa andem falando tais bobagens, e fiquem mesmo apenas fazendo palestras mirabolantes sobre petróleo e gás pelo mundo afora, sem qualquer compromisso com a verdade. Isso nos aliviaria muito, além de liberar o Governo dessas piadas de mau gosto – provoca o ex-secretário.

Aziz Santos não é o primeiro especialista a fazer um balanço negativo do governo Brandão em 2023; este blog Marco Aurélio d’Eça já publicou o post “Brandão está perdido, sem rumo e sem projeto”, com crítica do presidente do Novo, Leonardo Arruda, e a análise do também ex-secretário Simplício Aráujo, intitulada “Simplício vê ‘um ano perdido para o Maranhão'”.

Apesar dos projetos de bilhões, Maranhão continua em, níveis miseráveis de IDH, nos padrões da Venezuela

Em seu artigo, intitulado “Idiossincrasias!” Aziz não poupa sequer os deputados do seu partido, o PDT, que acabaram votando no projeto do governo que atenta contra as comunidades tradicionais. 

– O que fazem mesmo esses deputados ainda nas nossas fileiras? A passagem do ano não seria uma boa hora de despedida? – cobra Aziz; compõem a bancada pedetista na Assembleia – todos alinhados ao governo Brandão – os deputados Osmar Filho, Glalbert Cutrim, Drª Viviane e Cláudia Coutinho.

Ao destacar as ações do governo Jackson Lago em planejamento de 10 anos para o Maranhão – em contraponto ao da Macroplan, que prevê resultados só em 50 anos – Aziz ensina que o desenvolvimento local deveria ser a tônica de qualquer política econômica. 

– Como se a população fosse comer minério de ferro, bauxita, alumínio, aço, papel e coisas que tais. Não conseguem entender que grandes projetos são intensivos de capital e visam essencialmente o lucro – comenta, ressaltando o resultado do Maranhão após o primeiro período de governo Brandão: 57% da população no índice da pobreza.

– Aos poucos, por esse e outros motivos, um ou outro deputado começa um tímido movimento de oposição ao atual governo maranhense, num estado em que oposição virou artigo de luxo desde o Governo Flávio Dino. Claro, competentes como são, primeiro se elegem no pacote governamental para depois se conscientizarem que tomaram o rumo equivocado. De qualquer forma, sejam bem vindos para o lado de cá! – conclui o ex-secretário.

“Brandão está perdido, sem rumo e sem projeto”, diz presidente do Novo

Em Carta Aberta ao governador – espécie de Balanço de 2023 – Leonardo Arruda aponta que, ao mesmo tempo em que sufoca a população com aumento de impostos, criação de novas taxas em serviços essenciais como água e energia, Brandão cria mais despesas, aparelhando o estado com parentes, empréstimos desnecessários e novas secretarias que não servem para nada

 

Leonardo Arruda descascou o governo Brandão em uma carta aberta que serve também como balanço independente da gestão em 2023

Análise da notícia

Em carta aberta divulgada esta semana – espécie de balanço da gestão em 2023 – o presidente do Partido Novo no Maranhão, Leonardo Arruda, apontou as ações nocivas do governo Carlos Brandão (PSB) para o futuro do estado, como aumento de impostos e taxas para aumentar a arrecadação e gastos desnecessários com empréstimos e criação de novas secretarias.

O documento é uma das mais duras críticas ao governo iniciado em 2023, um balanço completo dos resultados alcançados pelo estado no primeiro ano do governo Brandão. Para Arruda, o governador demonstra uma angústia visível com a “falta” de recursos, mas parece não saber o que fazer, com ações se revelam nocivas para o Maranhão, “incoerentes despesas desnecessárias”.

– As últimas medidas adotadas por sua gestão causam preocupação e refletem o quanto o seu governo está perdido, sem rumo e sem projeto algum para livrar o Maranhão da profunda crise fiscal e social que bate à nossa porta – aponta o dirigente partidário.

Brandão fecha 2023 com aumento de ICMS de 18% para 22%. Criou novas taxas no Detran, reajustou a conta de luz em mais de 30%, tributou o agronegócio e aumentou as taxas de embarque rodoviários e aquaviários; o dirigente cita ainda o desembolso de R$ 1,5 milhão para a escola de samba Mangueira, revelado neste blog Marco Aurélio d’Eça, no post “Em crise financeira, governo Brandão vai dar R$ 1,5 milhão para a Mangueira homenagear Alcione…” 

Ao mesmo tempo, porém cria novas despesas com empréstimos milionários e aumenta o já inchado número de secretarias com mais três pastas “que não servem para absolutamente nada”.

– É tanta gente e tanta troca de cadeiras que até me arrisco a dizer que o senhor não decorou ainda seus nomes – afirmou Arruda.

O Partido Novo, comandado por Arruda no estado, é um exemplo de agremiação política no Brasil, com seleção rigorosa de seus membros e excelência em gestão, como a do governador  de Minas Gerais Romeu Zema, cotado, inclusive, para a presidência da República em 2026.

Manutenção da miséria

A imagem de Flávio Dino segurando um retrato de Brandão durante a campanha é o símbolo da manutenção da miséria maranhense

Capítulo especial Leonardo Arruda guarda para a miséria do estado, aumentada no governo Flávio Dino e mantida – até com certo orgulho – pelo atual governador.

– Seu Governo parece se recusar a pensar o Maranhão do futuro, porém brada aos 4 cantos inaugurando restaurantes populares, dando carrinho de lanche para ambulantes e entregando cestas básicas/peixes para seus apadrinhados políticos distribuírem aos seus eleitores. Seriam esses os seus maiores programas para o desenvolvimento econômico e social do Maranhão? – provoca o presidente do Novo.

O blog Marco Aurélio d’Eça também delineia, historicamente, em diversos posts desde 2015, os fracassos de Flávio Dino à frente do governo e o aumento da miséria, mantida por Brandão. (Relembre aqui, aqui, aqui, aqui e também aqui) 

Reafirmando que o Maranhão segue à deriva, com Brandão aparelhando o estado com parentes e controlando os demais poderes, Leonardo Arruda encerra carta aberta, espécie de balanço de 2023, com um alerta:

– Essa política de pão e circo levará o Maranhão à bancarrota! Nesse ritmo que vai, V. Excelência será eternamente lembrado como um dos piores governantes que o nosso Estado já teve.

Abaixo, a íntegra da carta aberta ao governador Brandão:

Carta Aberta ao Governador do Maranhão

Prezado Governador,

As últimas medidas adotadas por sua gestão causam preocupação e refletem o quanto o seu governo está perdido, sem rumo e sem projeto algum para livrar o Maranhão da profunda crise fiscal e social que bate à nossa porta.

É perceptível a angústia do seu governo com a “falta” de recursos para honrar os compromissos, e as soluções encontradas por sua gestão infelizmente se demonstram nocivas para o Estado. Vosso Governo já escolheu um inimigo em comum para combater – que é a baixa arrecadação -, porém se esquecendo que os grandes vilões da atualidade são as incoerentes despesas desnecessárias que possuímos.

Quer ver?

Olha esse exemplo: de um lado, reajuste de ICMS (de 18 para 22%), suspensão do pagamento dos prestadores de serviço, atraso salarial de médicos, etc., e, de outro, aumento de Secretarias de Estado. O nosso Maranhão, que já estava inchado com 33 Secretarias e 5 Agências, ganhou na calada da noite mais 3 Secretarias que não servem para absolutamente nada, a não ser para empregar seus compadres políticos. É tanta gente e tanta troca de cadeiras que até me arrisco a dizer que o senhor não decorou ainda seus nomes.

Todos os dias são relatos e mais relatos na mídia sobre a criação de novas taxas, a exemplo daquela que tributa o AGRO e das recentemente criadas no DETRAN; reajuste acima de 30% na conta de água; taxas de embarque rodoviário e do ferryboat elevadas; etc.

Mais estranho ainda é conseguir autorização para contrair R$ 300 milhões em empréstimo – com aval quase unânime da Assembleia – enquanto o Maranhão segue insolvente ao não pagar as parcelas dos empréstimos contraídos, principalmente, durante a Gestão do seu padrinho político – e novo Ministro do STF -, Flávio Dino.
Bom, mas está escancarado que coerência não é um dos atributos de sua gestão, afinal, enquanto inúmeros artistas locais – que se apresentaram no “maior São João do mundo” – não receberam ainda seus pagamentos, vosso governo anuncia que enviará R$ 1,5 milhão para a Mangueira, conhecida escola de samba carioca que desfilará às custas do suor do trabalhador maranhense.

Seu Governo parece se recusar a pensar o Maranhão do futuro, porém brada aos 4 cantos inaugurando restaurantes populares, dando carrinho de lanche para ambulantes e entregando cestas básicas/peixes para seus apadrinhados políticos distribuírem aos seus eleitores. Seriam esses os seus maiores programas para o desenvolvimento econômico e social do Maranhão?

Está claro que não existe sequer um plano de médio/longo prazo para desenvolver o Estado!

Nosso Maranhão segue à deriva enquanto V. Excelência busca, a qualquer custo, aparelhar ainda mais o Estado ao indicar seus familiares para ocupar cargos de destaque em outros poderes, a exemplo da Sec. De Relações Institucionais da ALEMA, que é chefiada por seu irmão, Marcos Brandão – que detém mais poderes do que a própria presidente da Assembleia – e de seu sobrinho, Daniel Brandão, Conselheiro no TCE.

Para concluir, Governador, fica o alerta: essa política de pão e circo levará o Maranhão à bancarrota! Nesse ritmo que vai, V. Excelência será eternamente lembrado como um dos piores governantes que o nosso Estado já teve.

Leonardo Arruda

Presidente do Diretório estadual do Maranhão

Pedro Lucas apresenta projeto do Porto de Alcântara em Brasília…

Projeto de iniciativa privada da empresa Grão-Pará Maranhão será implantado em águas profundas na ilha do Cajual e reduzirá valores do frete marítimo em até 30%, oferecendo modal completo, com ferrovia, rodovia e hidrovia

 

Pedro Lucas acompanhou a apresentação da empresa GPM no Ministério dos Portos e Aeroportos

O deputado federal Pedro Lucas Fernandes (União Brasil) se reuniu nesta quarta-feira, 22, com o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, para apresentar à equipe do ministério o projeto do Terminal Portuário de Alcântara.

O porto é um projeto de iniciativa privada da empresa Grão-Pará Maranhão (GPM), que pretende desenvolver o empreendimento localizado na Ilha do Cajual no município de Alcântara.

O porto de águas profundas da GPM possui uma vantagem estratégica de reduzir o frete marítimo com redução de 30% em relação aos valores atuais, além de possuir canal duplo, o que vai possibilitar mais agilidade e eficiência no de entrada e saída de navios.

– O Maranhão possui um grande potencial na exploração de recursos, como grãos e minérios, e o porto vai oferecer a capacidade de estocagem de 1,5 milhões de toneladas de grãos e 15 milhões de toneladas de minério – disse Pedro Lucas.

Uma outra vantagem logística do porto será a capacidade de oferecer um modal completo, com ferrovia, rodovia e hidrovia, facilitando o escoamento da produção do Maranhão e do restante do país, como grãos, minérios, fertilizantes, combustíveis e outras cargas em geral.

– O desenvolvimento dos setores produtivos do Maranhão e do Brasil perpassa por fortalecer a nossa infraestrutura de transporte e logística. O Terminal Portuário de Alcântara se propõe a ofertar um modal completo, com capacidade de atender a demandas do estado e do país. Além disso, vai gerar mais oportunidades de emprego no Maranhão – afirmou o deputado.

A reunião em Brasília contou com a participação dos diretores-executivos da Grão-Pará Maranhão, Nuno Martins e Paulo Salvador, e do diretor-executivo da Deutsche Bahn, Peter Miror e demais membros do Ministério de Portos e Aeroportos.

Da assessoria

Barragem de Maria Rita: Zé Inácio celebra projeto que transformará a Baixada Maranhense

Em um domingo marcado por significativos avanços para a Baixada Maranhense, o deputado Zé Inácio esteve presente na cerimônia de assinatura da ordem de serviço para o início das obras da Barragem de Maria Rita. O projeto, aguardado há décadas, interligará Bequimão a São Bento, beneficiando também Alcântara, Bacurituba, Palmeirândia e Peri-Mirim.

Durante o evento, o governador Carlos Brandão destacou a importância da obra que totaliza 26,68 km de extensão, compreendendo uma estrada de 11,18 km e uma barragem de 15,50 km. O objetivo é otimizar a infraestrutura viária local, fomentando o crescimento econômico e impulsionando o desenvolvimento socioeconômico na região.

Fomento à Agropecuária e Piscicultura

A Barragem de Maria Rita não apenas promete facilitar a locomoção entre municípios, mas também fortalecerá setores cruciais como agropecuária e piscicultura. A obra proporcionará um ambiente propício para o desenvolvimento dessas atividades, contribuindo não apenas para a economia local, mas também para a segurança alimentar da população.

Geração de Empregos e Renda

Além de promover o fomento à agropecuária, a construção da barragem é vista como uma geradora de empregos e renda para a região. A expectativa é de que a demanda por mão de obra local seja significativa, proporcionando oportunidades de trabalho para a população.

Segurança Alimentar

A obra não se limita a aspectos econômicos, sendo uma peça chave na garantia da segurança alimentar na Baixada Maranhense. Ao possibilitar a criação de peixes e animais de pequeno porte, a barragem contribuirá para a oferta de alimentos frescos e acessíveis à população local.

O deputado Zé Inácio, engajado e atento às necessidades da região, celebrou a iniciativa em suas redes sociais.

“Essa obra não apenas fomentará nossa agropecuária e piscicultura, mas também contribuirá para a segurança alimentar na nossa Baixada Maranhense. Parabéns a todas as lideranças políticas que lutaram para esse sonho se tornar realidade, em especial as lideranças e membros do Fórum da Baixada. Vamos juntos!”, afirmou.

A expectativa é de que, com a conclusão das obras, a distância entre São Bento e o Porto do Cujupe seja significativamente reduzida, resultando em viagens mais eficientes e estimulando o turismo na região. A Barragem de Maria Rita não apenas representa um marco histórico para os moradores locais, mas também uma promessa de transformação e prosperidade para a Baixada Maranhense.

Da assessoria