0

Novo debate sobre divisão do Maranhão começa no Senado…

Desta vez quem incorpora o projeto de criação do Maranhão do sul é o senador do Tocantins, Siqueira Campos

 

Já está novamente em tramitação no Senado Federal a proposta de criação de um novo estado brasileiro, a partir da separação de parte do Maranhão.

O curioso é que a proposta, desta vez, foi apresentada pelo senador do Tocantins, Siqueira Campos (DEM).

O debate sobre a divisão do Maranhão – com a consequente criação do Maranhão do Sul – vem sendo tentado desde o início da década de 90.

E ganhou corpo, sobretudo, na segunda metade dos anos 2000. (Relembre aqui, aqui e aqui)

Vários projetos já foram apresentados na Câmara Federal, mas nenhum deles avançou.

Caso o Senado decida favoravelmente à proposta de Siqueira Campos, a Justiça Eleitoral terá de fazer plebiscito para ouvir a população sobre a divisão.

É aguardar e conferir…

1

Empresa investigada no Tocantins recebeu R$ 8,1 milhões do governo maranhense…

 

Empeng Engenharia pertence a empresário maranhense que chegou a ser preso em operação da Polícia Federal

 

Flávio Dino e auxiliares em uma das obras tocadas pela Epeng no Maranhão; pagamentos já efetuados

O governo Flávio Dino (PCdoB) já pagou, por meio da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Sinfra), R$ R$ 8,1 milhões a uma empreiteira acusada de desviar – num esquema com outras seis empreiteiras ou consórcios – pelo menos R$ 200 milhões de um empréstimo do internacional de R$ 1,2 bilhão no estado do Tocantins.

Segundo dados do Portal da Transparência do Maranhão, a Empresa de Projetos de Engenharia Ltda. (Epeng), do empresário maranhense Fancisco Antelius Vaz – que chegou a ser preso no estado vizinho durante a Operação Ápia -, faturou R$ 7,6 milhões pela obra de construção e melhoramentos do trecho entre o entroncamento da MA-132 com a MA-034, em Buriti Bravo, e o entroncamento da MA-282 com a MA-034, no povoado Café Buriti.

Em conjunto com a empresa FN Sondagens, a Epeng detém, ainda, outro contrato com a Sinfra: para construção de uma ponte sobre o Rio Pericumã, na MA-211, entre Bequimão e Central do Maranhão, na Baixada Maranhense.

Por esse contrato, chegaram a ser empenhados R$ 2,25 milhões em 2016, mas não houve pagamento naquele ano. Já em 2017 foram quitados R$ 546 mil.

A polícia acredita que os desvios no Tocantins chegam a R$ 200 milhões, dinheiro que teria sido repassado às empresas contratadas – a Epeng, inclusive – mesmo sem a conclusão das obras contratadas pelo Executivo.

Há suspeitas de que parte dos recursos tenham sido desviados para campanhas eleitorais.

de o EstadoMaranhão

1

Anunciada com pompa, ponte Pericumã é abandonada por Flávio Dino…

Quase dois anos depois, canteiro de obras está vazio desde o fim das eleições e empreiteiro que compõe consórcio de sondagem foi preso em operação da Polícia Federal no Tocantins

 

Vinte meses depois de anunciada, obra da ponte do Pericumã está assim, completamente abandonada

6 de março de 2015. O governador Flávio Dino (PCdoB) faz uma festa no Palácio dos Leões, para assinatura da Ordem de Serviços para construção da ponte sobre o rio Pericumã, na região da Baixada Maranhense. (Relembre aqui)

Sonho antigo dos moradores da região, o anúncio da obra da ponte levou caravanas de prefeitos e deputados para o início das sondagens no local. E diversas foram as lideranças dinistas que quiseram se aproveitar do “momento histórico”. (Releia aqui, aqui e aqui)

 

Circunstâncias da obra atraíram políticos de todos os matizes para o lançamento da obra

Mas o sonho não deu em nada.

21 de dezembro de 2016. Os serviços praticamente não andaram nesses 20 meses e as máquinas foram recolhidas do canteiro de obras desde o fim das eleições municipais, ainda no final de setembro.

Pior: um dos empreiteiros vencedores do consórcio para realização das sondagens foi preso no mês passado, em uma operação da Polícia Federal no estado do Tocantins. (Saiba mais aqui)

E sonho começa a virar pesadelo…