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Faltou petistas no encontro de Flávio Dino com o PT

Autodeclarado dono do “time de Lula no Maranhão, ex-governador levou membros do PCdoB, do PSB, muitos funcionários públicos e os dirigentes do partido do ex-presidente Lula que estão empregados no Palácio dos leões – e até do sarneysista PV – menos a militância de base, formada por trabalhadores, sindicalistas e representantes de movimentos sociais

 

Imagem do encontro do PT – postada pelo próprio Flávio Dino – mostra o ex-governador com seu tampão, Carlos Brandão, e o petista postiço Felipe Camarão; atrás, muitas bandeiras do PSB e até do sarneysista PV, e nada do PT

Análise da notícia

As imagens falam por si só.

No encontro com o PT promovido pelo ex-governador Flávio Dino (PSB) nesta sexta-feira, 13, em um luxuoso espaço de eventos de São Luís, tinha de tudo, menos petistas.

Nas imagens pode-se ver o governador-tampão Carlos Brandão, o deputado federal Bira do Pindaré e o estadual Duarte Júnior, todos do PSB; também se viu muitas lideranças do PCdoB, mas nenhum petista de base.

Para justificar a presença do PT nas fotos, Dino insistiu na imagem de Felipe Camarão – que ele impôs ao partido como vice de Brandão; mas Camarão é o que se chama de petista postiço, aquele sem história de luta no partido.

E a plateia estava lotada, bem lotada de… funcionários públicos.

Mais uma imagem do time de Lula que Dino tem a bola: Márcio Jerry do PCdoB, Bira do Pindaré, do PSB, Rodrigo Lago e uma camisa verdade do PV, mas nenhum petista histórico representado na foto

É assim que Dino tenta se tornar dono do “time Lula” no Maranhão; mas ele pode até ser o dono da bola, mas seu time carece de jogadores da base, formada por centrais sindicais como a CUT, representantes de trabalhadores como o Sindsep e a Fetaema e representantes de segmentos sociais.

O time que Dino montou para embalar a candidatura do seu tampão tem apenas os dirigentes do PT empregados no Palácio dos Leões – eles ou seus parentes, muitos deles.

O encontro do PT com Flávio Dino, portanto, teve de tudo.

Menos petistas…

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Brandão demite aliados de Flávio e Jerry em Imperatriz e militância culpa Madeira

Crise nos bastidores do governo-tampão no segundo maior colégio eleitoral do estado se dá pela histórica relação de guerra dos partidos do campo progressista com o ex-prefeito da cidade, tucano que hoje comanda a Casa Civil

 

Madeira é apontado como responsável pelo corte nas posições de Adonilson (sentado à direita do ex-prefeito), aliado de Márcio Jerry

A demissão de gente ligada ao ex-governador Flávio Dino (PSB), ao deputado federal Márcio Jerry (PCdoB), ao PT e outros partidos do campo progressista, tem gerado uma nova crise nos bastidores do governo-tampão de Carlos Brandão (PSB).

Os cortes nas estruturas do estado na região tocantina são apontados como uma ação do chefe da Casa Civil, Sebastião Madeira (PSDB), que sempre sofreu oposição do PT, do PCdoB e do PSB em Imperatriz.

Ex-prefeito da cidade, Madeira é hoje o chefe da Casa Civil do governo Brandão, responsável pelo comando da máquina do estado.

Os cortes teriam atingido diretamente posições do professor Adonilson Lima (PCdoB), ligado diretamente a Márcio Jerry; outros cortes atingiram outros membros do PCdoB e do PT.

As demissões promovidas pelo governo Brandão estão ocorrendo também em diversos municípios, o que acaba sendo usado por adversários locais e criando clima de instabilidade política no Palácio dos Leões.

Brandão tenta se livrar da imagem de “poste” de Flávio Dino, nomeando homens de confiança no governo; mas acaba por chamar gente da antiga elite política tradicional, o que gera insatisfação nos setores do campo progressista.

E ele só tem mais 70 dias para ajustar sua gestão antes da campanha…

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“Tucano nunca vai ser pomba; Camarão nunca será Lula”, provoca Haroldo Saboia, em encontro do PT com Weverton

Em discurso no encontro de petistas com o senador do PDT, ex-deputado e militante do PSOL disse – numa referência à mudança oportunista de partido do vice-governador – que “eleição não é carnaval, quando se troca de fantasia a toda hora”

 

Militante do PSOL, Haroldo Saboia foi um dos participantes do encontro do PT com Weverton Rocha

 

Considerado um dos mais espirituosos políticos do Maranhão, o ex-deputado federal constituinte Haroldo Saboia (PSOL), fez uma fina ironia nesta quarta-feira, 20, sobre a mudança de partido que o governador-tampão Carlos Brandão (PSB) na tentativa de se aproximar das esquerdas.

– Não adianta querer transformar um tucano em uma pomba; ele será sempre tucano – provocou.

Historicamente ligado ao PSDB – cujo símbolo é um tucano – Brandão filiou-se ao PSB, sob orientação do padrinho Flávio Dino (PSB), para tentar convencer o PT de que ele é de esquerda e ao presidente Lula a estar seu palanque.

– Eleição não é carnaval, quando se troca de fantasia a toda hora – debochou, Saboia.

Militante do PSOL em São Luís, Haroldo Saboia declarou apoio à candidatura do senador Weverton Rocha (PDT) desde o ano passado; ele participou do encontro de petistas com o senador, nesta quarta-feira, 20, na sede da Fetaema, no Araçagy.

Haroldo reforçou posicionamento de outros membros do partido – e também da Rede Sustentabilidade – segundo o qual, não há ainda questão fechada sobre uma candidatura própria ao governo na federação entre os dois partidos.

Com relação ao apoio de Lula no Maranhão, Saboia aproveitou seu discurso para fazer outra provocação, desta vez contra a imposição do nome do ex-secretário Felipe Camarão como indicação do PT a vice de Brandão.

– Assim como um tucano jamais será uma pomba, Camarão também nunca será Lula – concluiu…

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Flávio Dino declara guerra a Weverton: “vou lutar pela eleição de Brandão”

Em ato de filiação de deputados ao PSB, Dino reforça a ideia de que o vice-governador tem condições de fazer o que ele não fez no governo e chama pra si a aliança com o ex-presidente Lula, lembrando que o seu partido estará na chapa presidencial

 

Dino falando aos militantes do PSB na noite de terça-feira, 8: discurso endurecido contra Weverton Rocha

O governador Flávio Dino engrossou o tom nesta terça-feira, 8, contra o senador Weverton Rocha (PDT), em ato de filiação de deputados ao PSB.

– Eu tenho dito e repito: Eu vou lutar para que o Brandão ganhe a eleição e seja um governador melhor do que eu fui. E aquilo que não consegui fazer, eu quero que ele faça – afirmou o governador, em uma espécie de declaração de guerra a Weverton, que lidera as pesquisas.

Em suas duras declarações, o governador fez questão de reivindicar para si a aliança com o ex-presidente Lula no Maranhão, lembrando que será o seu PSB – e não o PDT – que estará na chapa presidencial.

– Muito provavelmente o nosso partido estará na chapa presidencial. Muito provavelmente, nós teremos, nas próximas semanas, a filiação (ao PSB) do ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, para ser o candidato a vice-presidente do maior presidente da história do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva. Isso significa dizer que o nosso partido tem uma responsabilidade ainda maior, porque nós estaremos integrando a chapa que irá disputar a eleição presidencial – pontuou o comunosocialista.

Até agora, Dino vinha se equilibrando entre o apoio a Brandão e o interesse em ter também aliança com Weverton para sua candidatura ao Senado; com as declarações de ontem o governador deixa claro não se importar se o senador do PDT terá ou não um adversário contra ele na disputa senatorial.

O fato é que Dino mostrou-se pronto para o embate contra o seu aliado histórico; e deixou ainda mais claro que levará a eleição de Brandão às últimas consequências.

Até agora líder nas pesquisas de intenção de votos, Weverton Rocha vinha declarando apoio a Flávio Dino para o Senado.

Resta saber a posição do senador diante desta declaração de guerra…

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Aliados de Brandão já tratam federação entre PT e PSB como “difícil”

Auxiliares mais próximos do governador Flávio Dino veem com pessimismo a formação da aliança em âmbito nacional, o que dificultará para o vice-governador a vinculação de sua imagem à do ex-presidente Lula

 

Márcio Jerry v~e chances remotas de federação entre PT e PSB, o que beneficiaria Carlos Brandão

Dois dos principais aliados do governador Flávio Dino (PSB) manifestaram nos últimos dias o pessimismo com a formação da federação partidária entre o PT e o PSB em âmbito nacional.

A formalização da aliança nacional seria a única chance de o vice-governador Carlos Brandão – ainda no PSDB, mas com transferência anunciada para o PSB – vincular diretamente a sua imagem à do ex-presidente Lula (PT), principal objetivo de Flávio Dino.

Na segunda-feira, 7, o secretário de Saúde e pré-candidato a deputado estadual Carlos Eduardo Lula admitiu ao programa Bastidores, da TV Mirante, que o debate é nacional e sem a influência direta do Maranhão. 

– Infelizmente há debates que não se travam aqui no Maranhão. Na composição com outros estados, tem um gargalo em São Paulo: a candidatura do Márcio França e do Haddad a governador do estado, que estão impedindo essa união no país – disse Lula.

Também na segunda-feira, 7, em conversa direta com o titular do blog Marco Aurélio D’Eça, o secretário de Cidades Marcio Jerry classificou como “remota” a federação ente PT, PSB, PCdoB e PV.

– Há a federação com PT e PV e uma outra possibilidade, melhor, porém remota, que inclui o PSB – admitiu Jerry, ao falar sobre a chapa do PCdoB para as eleições de deputado federal.

Sem a federação, ainda que os dois partidos se coligue para uma chapa nacional – com Lula tendo o ex-governador Geraldo Alckimin como vice – o ex-presidente fica desobrigado de assumir o palanque de Brandão no Maranhão.

Lula já manifestou várias vezes, inclusive ao próprio Flávio Dino, que prefere a candidatura do senador Weverton Rocha (PDT) no Maranhão.

Mas esta é uma outra história…

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Carlos Brandão dividido entre a perda do PSDB e a incerteza da federação PSB/PT

Pouco identificado ideologicamente com o ex-presidente Lula, vice-governador já não tem mas a garantia de que o PSB fará aliança nacional com o PT, o que pode tornar inútil sua filiação ao partido de Flávio Dino; e agora vê o ninho tucano caminhar para o palanque do senador Weverton Rocha, a partir da federação com o Cidadania

 

Após ir e voltar do PSDB, Brandão já não tem garantias de candidatura pelo ninho e nem a certeza do apoio de Lula mesmo filiado ao PSB

O vice-governador Carlos Brandão (ainda no PSDB) não tem qualquer identificação ideológica com o ex-presidente Lula e com o PT, mas aceitou se filiar ao PSB por que a aliança com os petistas é importante para o seu padrinho, o governador Flávio Dino (PSB).

Ocorre que a federação do PSB com o PT já é dada como fracassada, o que não garante a Brandão o apoio do PT no Maranhão, mesmo filiado ao PSB.

Brandão poderia manter sua candidatura pelo PSDB, mas traiu seus companheiros de ninho para atender aos projetos de Flávio Dino; agora, fica difícil um recuo em cima da hora, já com o desgaste provocado pela relação azedada.

É uma escolha muito difícil para o candidato de Flávio Dino.

Se ficar no PSDB perde o palanque com Lula e o apoio do PT; se for para o PSB, perderá o PSDB e não terá garantias da presença de Lula em seu palanque.

Para quem patina nas pesquisas – ainda disputando vaga no segundo turno – tem pouca base partidária em sua coligação e não tem apoio de lideranças institucionais de peso, a crise partidária da “escolha pessoal” de Flávio Dino é um problema a mais para resolver em curto período de tempo.

Mas elas são resultados das escolhas e projeções políticas do próprio Flávio Dino.

Que agora cobram seu preço…

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Lula admite candidato de Dino, mas não abre mão do palanque de Weverton

Ex-presidente até concordou que a transferência do vice-governador Carlos Brandão para o PSB ajuda na aproximação com o PT, mas ressaltou que não há como ficar contra o senador, lembrando que o pedetista sempre esteve do seu lado político, ao contrário da “escolha pessoal” dinista

 

Lula com Gleisi e Dino: petistas propõem apoio ao projeto do governador sem abrir mão da aliança com Weverton

O blog Marco Aurélio D’Eça conseguiu, com exclusividade, em linhas gerais, aspectos da conversa entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o governador Flávio Dino (PSB), na noite da última segunda-feira, 24, em São Paulo.

De acordo com interlocutores dos presentes à reunião – além de Lula e Dino também estavam no encontro a ex-presidente Dilma Rousseff e a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann – o desejo de Lula para o Maranhão é um palanque duplo de Flávio Dino, com dois candidatos a governador.

– Mesmo com o Carlos Brandão trocando o PSDB pelo PSB fica difícil abrir mão de um companheiro como Weverton, que sempre esteve ao nosso lado – disse Lula a Dino, segundo interlocutores ouvidos por este blog.

O reconhecimento do ex-presidente se dá pela presença do senador maranhense em todas as suas campanhas e em todos os seus bons e maus momentos políticos. (Relembre aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e também aqui)

É preciso lembrar que os mesmos interlocutores nacionais do PT que agora adiantam sobre a conversa de Lula com Dino também adiantaram ao blog Marco Aurélio D’Eça o “não!” do ex-presidente a uma aliança com o PSDB, revelado ainda em julho, também com exclusividade, no post “A conversa de Flávio Dino e Lula; ‘PSDB Não!’, disse o ex-presidente”  e confirmada pelo próprio Lula, na semana passada.

Lula não quer abrir mão do palanque de Weverton, mesmo com a pressão de Flávio Dino por apoio do PT a Carlos Brandão

A solução apresentada por Lula e referendada por Gleisi e Dilma é que Flávio Dino libere a candidatura de Weverton, mesmo formando palanque com Brandão; o governador garantiria dois palanques ao Senado, o que também ocorreria com a candidatura presidencial do petista.

Essa proposta também já havia sido antecipada por este blog, no último dia 20, no post “Lula e o PT sugerem a Dino ter dois candidatos a governador”.

Diante desta posição política do ex-presidente, foi aconselhado ao governador maranhense que a reunião da próxima segunda-feira, dia 31, seja adiada para março.

Mas esta é uma outra história…

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Brandão deve anunciar antes da reunião do dia 31 sua transferência para o PSB

Vice-governador acerta os últimos detalhes para mudar de partido, o que, na avaliação do governador Flávio Dino, garantirá o apoio do PT e o palanque para o ex-presidente Lula no Maranhão

 

Dino e Brandão já comemoram transferência para o PSB, o que deve ocorrer antes da reunião do dia 31

O vice-governador  Carlos Brandão deve anunciar até segunda-feira, 31, sua transferência do PSDB para o PSB.

A mudança de partido é uma articulação do governador  Flávio Dino (PSWB) para que Brandão consiga o apoio do PT e a presença do ex-presidente Lula em seu palanque.

O anúncio deve ocorrer antes mesmo da reunião em que  Dino vai reafirmar sua escolha pessoal por Brandão em reunião com lideranças e partidos da base governista.

O vice-governador  já garantiu com o PSDB que manterá o controle da legenda no estado; e acerta detalhes sobre diretórios socialistas com Dino e a cúpula nacional do PSB.

Após confirmação da transferência do vice, Flávio Dino pretende retomar as conversas com Lula e a cúpula nacional do Pt sobre a aliança no Maranhão.

O PT deve anunciar em março sua posição eleitoral no Maranhão…

 

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Brandão quer ir para o PSB, mas mantendo o controle do PSDB…

Vice-governador tenta convencer a cúpula a deixar prepostos no comando do partido no Maranhão, mesmo trocando a legenda pelo partido do governador Flávio Dino, com o único propósito de ter o apoio do PT, principal adversário tucano

 

Brandão acha que convencerá Lula com uma simples troca de partido, orientada por Flávio Dino

O vice-governador Carlos Brandão iniciou esta semana um périplo pelas cúpulas nacionais do PSDB, do PSB e do PT na tentativa de convencer os três partidos a estarem juntos em seu palanque nas eleições de outubro.

A equação funciona assim na cabeça de Brandão: ele deixaria o PSDB para se filiar ao PSB, única forma de ter no palanque o PT, do ex-presidente Lula, que é o principal adversário do PSDB.

Mas Brandão quer sair do PSDB mantendo o controle do ninho tucano no Maranhão; para isso, oferece espaços no governo a indicados pelos líderes nacionais do partido.

Sem nenhuma identidade ideológica com Lula – sempre votou contra, desde as primeiras eleições presidenciais – a “escolha pessoal” de Flávio Dino foi convencida pelo governador que só existe chance de vitória se tiver Lula em seu palanque.

Desde então, ele tenta virar esquerdista de carteirinha; e com apoio de petistas maranhenses empregados no Palácio dos Leões.

Segundo alguns interlocutores do blog Marco  Aurélio D’Eça, o vice-governador já teria recebido o aval do PSDB para trocar de legenda e continuar sendo o dono do ninho no Maranhão.

Resta saber se o PT nacional também se convencerá do socialismo de ocasião do tucano histórico…

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Presidente do PT de São Luís pede respeito a Lula e ao partido

Ex-vereador, Honorato Fernandes diz que forçar uma filiação do vice-governador Carlos Brandão a um partido qualquer de esquerda só para ter o apoio petista diminui a história da legenda e agride a posição do ex-presidente

 

Honorato pede respeito ao PT e a Lula, que já têm sua posição eleitoral no Maranhão, de apoio ao senador Weverton Rocha

O presidente municipal do PT de São Luís, Honorato Fernandes, divulgou em suas redes sociais e aplicativos de troca de mensagem uma cobrança por respeito ao partido e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Segundo Honorato, forçar uma filiação do vice-governador Carlos Brandao (PSDB) no PSB – apenas para justificar o apoio do PT maranhense – é uma falta de respeito à história petista e a o próprio Lula, que já manifestou sua preferência pelo apoio ao senador Weverton Rocha (PDT).

 – A colocação do Lula ficou bem clara: “nós temos a candidatura de Weverton!” Não significa “filiem o vice-governador em um partido progressista para o PT apoiar – comentou Honorato.

Aliados de Carlos Brandão estão divulgando na mídia que basta o vice-governador  trocar o PSDB pelo PSB – sem nenhuma identidade ideolóica coma legenda – para que Lula aceite o apoio do PT ao candidato de Flávio Dino.

Para o ex-vereador, tratar a declaração de Lula como uma senha para “fomentar o troca-troca partidário de quem nunca esteve na trincheira no momento em que Lula mais precisou” é um desrespeito ao ex-presidente.

– Tratemos o Partido dos Trabalhadores e o ex-presidente Lula com mais respeito – concluiu o presidente petista.