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Carlos Brandão aposta no trunfo de assumir o governo em abril

Vice-governador entende que, após estar no comando do estado, a aglutinação de forças em torno de si será muito maior do que agora; e, segundo seus aliados, tem convicção de que terá o governador  Flávio Dino, PT, PSB e PCdoB em seu palanque

 

Em posição privilegiada no tabuleiro da sucessão, Brandão, por enquanto, só observa os movimentos, esperando o tempo passar

O vice-governador Carlos Brandão (PSDB) observa a intensa movimentação de pré-candidatos ao governo de uma posição privilegiada no tabuleiro da sucessão do governador Flávio Dino (PSB).

Nenhum outro pré-candidato tem o trunfo que o tucano tem: o fato de assumir o governo a partir de abril de 2022.

– Não se pode esquecer que Brandão se fortalece e ganha poder de fogo naturalmente quando sentar na cadeira de governador; e os leões do Palácio ainda são poderosos e ágeis – dizem aliados e adversários ouvidos pelo blog Marco Aurélio D’Eça.

Nem a liderança do senador Weverton Rocha (PDT) nas pesquisas de intenção de votos, nem o surgimento da pré-candidatura do secretário Felipe Camarão (PT) tiram o sono do vice-governador, segundo seus articuladores.

Brandão aposta que terá não apenas o governador Flávio Dino (PSB) em seu palanque, mas também o  PT e o PCdoB, coligação suficiente para embalar seu projeto governamental.

O objetivo inicial é chegar ao segundo turno; e a força do Palácio dos Leões, entende o vice-governador, é suficiente para garantir sua presença a disputa direta contra um dos adversários.

Com esta visão privilegiada do tabuleiro, Carlos Brandão segue demarcando seus espaços e administrando o tempo que falta para assumir de vez o governo.

E entende que, só a partir de então, o jogo começará a ser jogado…

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Carlos Brandão deve mesmo apoiar Eduardo Leite no PSDB

Tucano, vice-governador do Maranhão tende a seguir a orientação do mercado, que quer o governador do Rio grande do Sul como candidato a presidente, representando a terceira via contra Jair Bolsonaro e Lula

 

Eduardo Leite cumprimenta Carlos Brandão, em recente encontro dos dois tucanos no Rio Grande do Sul

Apesar dos acenos de setores do PT maranhense alinhados ao governo Flávio Dino (PSB), o vice-governador  do Maranhão, Carlos Brandão,  já assumiu compromisso com o seu partido, o PSDB, e com o mercado, na disputa presidencial de 2022.

Brandão deve apoiar o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite,  na tentativa de construir uma terceira via na disputa presidencial contra Lula (PT) e Jair Bolsonaro (sem partido).

Em setembro, o vice-governador maranhense esteve com Leite, e acenou com a possibilidade de apoiá-lo nas prévias do PSDB contra o governador de São Paulo, João Dória Júnior.

Eduardo Leite é a opção do mercado para as eleições presidenciais.

A elite econômica brasileira busca uma alternativa ao ex-presidente Lula e ao atual presidente Jair Bolsonaro, que polarizam a disputa presidencial.

O nome de Eduardo Leite é considerado leve por que, além de ter uma gestão aprovada, do ponto de vista do desenvolvimento, acena também para movimentos sociais, com o LGBTQIA+, assim como mostrou o blog Marco Aurélio D’Eça no post “Sistema encontra em Eduardo Leite a terceira via de 2022…”.

Caso o governador gaúcho vingue como opção do PSDB, o vice-governador do Maranhão assegura um palanque competitivo, fugindo da polarização Lula X Bolsonaro.

Gostem ou não os petistas maranhenses…

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A solução José Roberto Arruda no Maranhão…

Posição adotada em 2006 no Distrito Federal pelo então governador Joaquim Roriz para evitar racha na base e garantir dois palanques a ele na disputa entre o então senador do DEM e a vice-governadora Maria Abadia é defendida por aliados como saída para o governador Flávio Dino na disputa de 2022

 

Tanto Weverton quanto Brandão poderão ter Flávio Dino como candidato a senador, solução igual a adotada em 2006 no Distrito Federal

Ensaio

O blog Marco Aurélio D’Eça publicou, em 22 de junho o post “Demora de Flávio Dino diminui sua liderança e prejudica Brandão e Weverton…”.

O texto, tratava da difícil situação do governador na disputa entre o vice-governador Carlos Brandão (PSDB) e o senador  Weverton Rocha (PDT); e apontou a “solução José Roberto Arruda” como saída para evitar um racha.

A “solução José Roberto Arruda” é o nome dado à posição adotada pelo então governador do Distrito Federal, Joaquim Roriz (PMDB), em 2006, para tentar neutralizar os efeitos da disputa entre dois aliados: o então senador José  Roberto Arruda (PFL) e a vice-governadora Maria Abadia (PSDB).

Candidato ao Senado, Roriz decidiu declarar apoio à sua vice tucana; mas atendeu ao pedido de Arruda para ser candidato ao Senado também no palanque pefelista.

Resultado: o candidato do PFL elegeu-se com 50,38% dos votos. (Saiba mais aqui)

O post de junho do blog Marco Aurélio D’Eça foi baseado em conversas com aliados de Brandão, de Weverton e com membros do núcleo Duro do Palácio dos Leões. 

A ideia é que Dino, mesmo optando por um ou por outro como seu candidato oficial, garanta ao preterido a possibilidade de também apresentá-lo como candidato a senador em suas andanças pelo interior.

E que vença o melhor.

A “solução Roberto Arruda” é aceita naturalmente por aliados de Weverton, que, aliás, já declaram Dino como seu candidato a senador. (Entenda aqui, aqui e aqui)

Inseguros, os aliados de Brandão, por outro lado, preferem uma imposição de Dino em seu favor, passando a tratar Weverton como adversário.,

Afinal, o exemplo da também tucana Maria Abadia deixa o ninho ressabiado…

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Carlos Brandão deve apoiar Eduardo Leite para presidente…

Vice-governador do Maranhão, que controla o PSDB no estado, reuniu-se com o governador do Rio Grade do Sul na semana passada e terá papel importante nas prévias do partido, que definirá o nome tucano para enfrentar o presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Lula

 

Eduardo Leite recebeu Carlos Brandão no Rio Grande do Sul e teve boas impressões sobre as prévias do PSDB

Se depender do vice-governador do Maranhão, Carlos Brandão, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, será o candidato do PSDB as eleições presidenciais de 2022.

Brandão esteve com Eduardo Leite na semana passada, em visita ao Rio Grande do Sul, quando praticamente encaminhou o apoio do ninho tucano no Maranhão.

O PSDB quer viabilizar um nome para ser a terceira via na disputa já polarizada entre o presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Lula (PT).

Leite disputa as prévias do PSDB com o governador de São Paulo, João Dória; também são candidatos o senador Tasso Jereissati (CE) e o ex-senador Arthur Virgílio (AM), mas ambos tendem a apoiar o governador gaúcho.

As prévias do PSDB serão realizadas em novembro e definirão o nome do PSDB que fará contraponto a Bolsonaro e Lula.

Queridinho da mídia tradicional e do chamado mercado, Eduardo Leite é visto como a opção de terceira via do “sistema”…

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Flávio Dino vai reunir novamente Carlos Brandão e Weverton Rocha

Governador ainda tenta garantir apoio para uma candidatura única em sua base, mesmo diante da intensa movimentação dos dois principais candidatos

 

Brandão e Weverton vão ouvir novamente Flávio Dino em, reunião no Palácio dos Leões

O governador  Flávio Dino deve se reunir nos próximos dias com o vice-governador  Carlos Brandão (PSDB) e com o senador  Weverton Rocha (PDT).

Na pauta as eleições 2022.

Dino quer avaliar o momento da movimentação de cada um dos aliados e tentar, novamente, um consenso entre eles para definição de candidatura única na base governista.

Em julho, Dino definiu as regras para escolha do seu sucessor e chegou a definir novembro como mês para esta definição.

Weverton e Brandão têm se movimentado intensamente pelo interior em busca de formação de alianças e de captação de apoios nos municípios.

Na conversa, Flávio Dino deve reafirmar o interesse em uma candidatura única.

Embora essa possibilidade esteja cada vez mais remota…

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Especulação sobre permanência de Dino no cargo enfraquece Brandão

Dependente da articulação do Palácio dos Leões e sem expectativa de poder, vice-governador perde força de atração de aliados, uma vez que não terá o que oferecer nas negociações, o que gera incertezas entre prefeitos e lideranças

 

Carlos Brandão sonhava ter Felipe Camarão como vice, mas já não tem certeza sequer da própria candidatura

Se as informações de bastidores forem fieis aos fatos que ocorrem no interior do Palácio dos Leões, o governador Flávio Dino (PSB) caminha para sepultar, definitivamente, o projeto eleitoral do seu vice, Carlos Brandão (PSDB).

A especulação sobre permanência de Dino no cargo até o final do mandato enfraquece significativamente a pré-candidatura de Brandão ao governo; e se o governador não encerrar de uma vez por todas essa especulação, o vice vai definhar até perder importância no processo eleitoral.

O desgaste para Brandão já é evidente mesmo que Dino deixe o cargo em abril.

Diante desta especulação, nenhum prefeito ou liderança política do interior terá confiança nas conversas de Brandão; sem a certeza de que Dino sairá do cargo, também não terão certeza sobre a candidatura do vice.

E a tendência é que busquem outros caminhos.

Apenas em abril de 2022 – quando os demais candidatos já estarão quilômetros distantes na articulação – Brandão poderá dar garantias aos eventuais aliados; mas o tempo já será curto entre as articulações e a reta final da campanha.

Em outras palavras: Flávio Dino está matando a candidatura de Brandão.

Pior: antes mesmo de ela nascer…

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No PSDB, Brandão enfrenta dificuldades de aliança…

Vice-governador tem pouca margem de negociação com partidos de esquerda e de centro – e não tem como se alinhar à direita bolsonarista – o que o torna dependente absoluto da articulação de Flávio Dino nas legendas já mais alinhada ao projeto pedetista de Weverton Rocha

 

Carlos Brandão depende sua articulação política a Luiz Fernando Silva, que, por sua vez, depende do próprio governador Flávio Dino…

Ensaio

Pré-candidato a governador com um dos principais trunfos na eleição de 2022 – pelo fato de assumir o governo em abril – o vice-governador Carlos Brandão (PSDB) enfrenta, ao mesmo tempo, uma grande fragilidade quanto a composição partidária.

Ele tem quase nenhuma margem de negociação com partidos tanto da direita quanto da esquerda, o que o torna absolutamente dependente da articulação do próprio governador Flávio Dino (PSB) para compor sua coligação.

Mas a margem de Dino também é restrita.

Brandão não pode abrir negociação com nenhum partido da direita – PSC, PL, Avante, Patriota e PTB, por exemplo – por que todos estão na base do governo Jair Bolsonaro e tendem a seguir com uma candidatura mais alinhada ao presidente.

Os partidos de esquerda – PCdoB, PT, PDT, PSOL e o PSB do próprio Flávio Dino – tendem a seguir com candidaturas mais alinhadas ao presidente Lula (PT), como a do senador  Weverton Rocha, já que o PSDB deve ter como candidato o governador de São Paulo, João Dória Jr., principal adversário do PT.

Já os partidos de centro, como DEM, PP, PSL, Cidadania e Republicanos já estão fechados com a candidatura de Weverton.

Sobrariam a Brandão – se sua articulação política funcionasse para além da dependência de Flávio Dino – o MDB e o PV, mas estes partidos parecem mais inclinados a conversas com Weverton Rocha e com o ex-prefeito Edivaldo Júnior, que será candidato do PSD.

Carlos Brandão, portanto, terá trunfo significativo ao assumir o mandato em abril de 2022.

Mas o tempo para reverter esta realidade de agora será exíguo entre a posse e as convenções, ainda que gaste muito dinheiro na obtenção de partidos.

E o Maranhão não suportará mais este tipo de “articulação”…

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Brandão pode trocar PSDB pelo PSB, admitem dinistas…

Após Flávio Dino ouvir do ex-presidente Lula e do ex-ministro José Dirceu que o PT não apoiaria o PSDB no Maranhão, vice-governador passou a cogitar abandonar o ninho tucano para tentar consolidar candidatura na esquerda, mesmo sem identificação ideológica

 

Menos de seis meses depois de voltar ao PSDB, Brandão já estaria cogitando deixar a legenda em nome das eleições de 2022

Na semana passada, o blog Marco Aurélio D’Eça publicou o post “‘PSDB não!’, diz Lula a Flávio Dino…”Tratava-se de uma apuração de bastidores da última conversa do ex-presidente com o governador maranhense sobre a sucessão de 2022, para qual o PT tem preferência em uma aliança com o PDT.

O Palácio dos Leões não desmentiu a declaração atribuída a Lula, mas a reação de bastidores começou a ser operada: segundo também apurou este blog, o vice-governador Carlos Brandão já cogita deixar novamente o PSDB para entrar no PSB, com a anuência do próprio Dino.

“Seria uma forma de convencer Lula a apoiá-lo”, justificaram lideranças do governo ouvidas nesta quinta-feira, 29.

A tese ganhou ainda mais força após conversa de Dino com o ex-ministro José Dirceu, que reafirmou as palavras de Lula e deixou claro a preferência pelo senador  Weverton Rocha (PDT), “mais identificado com as lutas do PT”.

De fato, o blog Marco Aurélio D’Eça já mostrou em diversos posts a relação histórica na esquerda entre Weverton, Lula e o PT. (Relembre aqui, aqui e aqui)

Weverton Rocha entre esquerdistas de todo o país como primeiro maranhense a visitar Lula em Curitiba, em gesto reconhecido pelo próprio ex-presidente

Weverton Rocha foi, inclusive, o primeiro maranhense a visitar Lula em Curitiba.

Mesmo sem identidade política com o PT e com Lula, Brandão tenta ter o apoio do PT para convencer as lideranças nacionais de esquerda que Flávio Dino tem força política no estado.

E agora tenta um gesto considerado arriscado: devolver o PSDB menos de seis meses após entrar no partido…

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Ação de cassação pode tirar Flávio Dino e Brandão do pleito de 2022

Entrada do ex-ministro Admar Gonzaga Neto no processo iniciado pela advogada Anna Graziella Neiva preocupa o Palácio dos Leões por que pode alterar completamente o cenário eleitoral do Maranhão

 

Brandão e Flávio Dino correm sérios riscos de não poder disputar as eleições de 2018 com ação tramitando no TSE

O governador Flávio Dino (PSB) reuniu seu staff mais próximo, semana passada, para alertar sobre o risco que cerca o processo de cassação do seu mandato – e do vice, Carlos Brandão (PSDB) – em tramitação no Tribunal Superior Eleitoral.

Tanto Dino quanto Brandão podem perder o mandato e ficar inelegível por oito anos se o TSE acatar a denúncia de que houve compra de votos nas eleições de 2018, em pelo menos duas situações específicas: o programa “Mais Asfalto” e a chamada “farra dos capelães”.

O que preocupa Flávio Dino é a entrada do ex-ministro Admar Gonzaga como advogado da causa, iniciada pela coligação “Maranhão Quer Mais”. O ex-ministro encantou-se com a tese e entende que as provas apresentadas nos autos são consistentes para tirar governador e vice do mandato.

O caso ganha ainda mais gravidade por que já existe uma decisão do Supremo Tribunal Federal tornando inconstitucional as leis que ampararam Flávio Dino no caso dos capelães.

Na reunião da semana passada, o governador alertou aos aliados que a perda do mandato é uma possibilidade real e que eles não podem cometer os mesmos erros do falecido governador Jackson Lago (PDT), cassado em 2009.

Além de Flávio Dino e Carlos Brandão, podem ficar fora da eleição de 2022 os ex-secretários Jefferson Portela (Segurança) e Clayton Noleto (Infraestrutura).

Caso o TSE casse o mandato do governador e do vice, os dois não poderão concorrer a nenhum cargo político até 2030, o que muda todo o cenário político no Maranhão.

Sem Brandão como candidato a governador e com Flávio Dino impedido de concorrer ao Senado, o quadro da disputa de 2022 ganha novos contornos.

E é por isso que, tanto adversários quanto aliados do governador, voltarão suas atenções para Brasília nos próximos meses…

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A aproximação entre Brandão e Weverton…

Vice-governador e senador têm se reunido cada vez mais, desde a reunião com o governador Flávio Dino, e buscam juntos o consenso para a escolha do candidato da base governista em 2022

 

Brandão e Weverton em mais uma tentativa de armistício: para muitos, mais uma humilhação de Dino aos dois; para outros, busca de consenso

As imagens que ganharam a imprensa, a blogosfera e as redes sociais no fim de semana foram a confirmação de um fato já consolidado nos bastidores: o vice-governador Carlos Brandão (PSDB) e o senador Weverton Rocha (PDT) têm-se reunido cada vez mais para discutir a sucessão do governador Flávio Dino (PSB)

Desde a reunião do dia 6 de julho, em que Dino estabeleceu os critérios para escolha do seu candidato, os dois principais nomes da base têm conversado constantemente, um tentando convencer o outro de que é a melhor opção do grupo.

Há duas semanas, por exemplo, o vice-governador e o senador reuniram-se em um jantar a sós, em que foram colocados argumentos de convencimento mútuo.

O blog Marco Aurélio D’Eça apurou que, neste jantar, Weverton ofereceu, mais uma vez, apoio a Brandão em uma eventual indicação para o Tribunal de Contas do Estado.

– Se o TCE é tão bom, por que não vai você? – teria respondido Brandão.

Mas, mesmo diante desta “treta”, o clima tem amenizado de lado a lado.

Weverton, por exemplo, deixou de realizar reuniões no interior e de ostentar apoios de partidos, prefeitos e lideranças, embora mantenha suas articulações nos bastidores. 

O senador espera que os termos do Pacto assinado por Flávio Dino e Brandão sejam cumpridos em novembro, quando pretende mostrar o cumprimento de todos os pré-requisitos para ser o candidato da base.

Brandão, por sua vez, também recuou na pressão para que Flávio Dino assuma logo sua preferência por ele. Mas continua realizando reuniões políticas com partidos fora da base, a exemplo do MDB e do PSD, que fazem oposição de Dino.

O vice-governador espera ser indicado em novembro dentro de critérios próprios, como o fato de que assumirá o governo em abril e terá condições de manter as políticas implantadas por Flávio Dino.

Neste clima mais amistoso é que os dois pré-candidatos vão se movimentando neste período de recesso parlamentar.

O clima deve esquentar, porém, a partir de agosto, quando ambos pretendem intensificar as articulações para se consolidar como a melhor opção do grupo.

Mas esta é uma outra história…