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Coligação de Neto Evangelista quer MDB no palanque em São Luís

PDT e DEM têm conversado diretamente com o deputado estadual Roberto Costa para atrair o partido da ex-governadora Roseana Sarney, na formação de uma aliança que poderá incluir também o PTB e garantir o maior tempo na propaganda eleitoral

 

Roberto Costa mantém diálogo com Neto Evangelista desde o ano passado; e agora o líder emedebista passou a ter contato também com PDT e DEM

As lideranças do PDT e do DEM no Maranhão iniciaram conversas de bastidores com o deputado estadual Roberto Costa, coordenador eleitoral do MDB, para ter o partido no palanque do deputado Neto Evangelista (DEM).

A entrada do MDB na coligação – que deve ter também o PTB – garantirá a Neto Evangelista o maior tempo na propaganda eleitoral dentre todos os candidatos.

O próprio Evangelista tem relações de proximidade com Roberto Costa e não se incomoda – nem ele, nem os líderes de PDT e DEM – com a presença da ex-governadora Roseana Sarney nas fileiras emedebistas.

Pelo contrário, Roseana é vista como forte transferidora de votos, como já ressaltou ao blog Marco Aurélio D’Eça o próprio Costa, no post “Não faremos adesão; faremos composição…”.

Ao senador Weverton Rocha (PDT) e aos deputados federais Juscelino Filho (DEM) e Pedro Lucas Fernandes (PTB) interessa a aliança com o MDB sobretudo pelo que o partido oferece no interior – fortalecendo suas bases para 2022. 

Faltando menos de um mês para as convenções, a discussão entre PDT, DEM, PTB e MDB é pela indicação de um vice, que o partido de Roberto Costa reivindica para formalizar a aliança.

No MDB há nomes como o da apresentadora Paulinha Lobão, do ex-diretor do Detran André Campos e da ex-presidente do Iphan, Kátia Bogéa.

Como nem o PTB, muito menos o PDT e o DEM criam empecilhos para a indicação, a aliança caminha bem para sua consolidação.

O que deve ser anunciado até o final de julho…

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Senado aprova adiamento da eleição para novembro…

Texto-base apresentado pelo senador maranhense Weverton Rocha foi votado nesta terça-feria, 23; agora será encaminhado para apreciação também da Câmara Federal

 

O Senado aprovou nesta terça-feira, 23, em primeiro turno, o texto-base da proposta de emenda à Constituição (PEC) que adia as eleições municipais deste ano em razão da pandemia do novo coronavírus.

A PEC em votação no Senado adia o primeiro turno para 15 de novembro, e o segundo, para 29 de novembro.

O texto, votado em sessão remota, foi aprovado por 67 votos a 8 (duas abstenções).

Pelo calendário eleitoral, o primeiro turno está marcado para 4 de outubro, e o segundo, para 25 de outubro.

O relatório apreciado hoje é de autoria do senador Weverton Rocha (PDT), do Maranhão.

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Senado analisa adiamento das eleições para dezembro..

Proposta assinada por um grupo de senadores e relatada pelo maranhense Weverton Rocha prevê a realização do primeiro turno em 6 dezembro, com segundo turno, onde houver necessidade, no dia 20 de dezembro

 

Weverton vai reiterar a proposta de adiamento das eleições para dezembro., e pretende por o texto em votação já nesta terça-feria, 23

O Senado realiza hoje (22) uma sessão remota de debates para tratar do adiamento das eleições municipais 2020.

O requerimento foi apresentado pelo senador Weverton Rocha (PDT), relator da PEC 18/2020, que propõe a mudança de data da votação. De acordo com o parlamentar, a intenção é ouvir convidados na primeira parte da sessão, prevista para ter início ‪às 14h‬, e depois, a partir das 16h, os senadores discutirão a proposta.

A proposta prevê a realização de primeiro turno em 6 de dezembro e segundo turno no dia 20 do mesmo mês. 

Entre os debatedores estão o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Roberto Barroso; o ministro do TSE, Henrique Neves da Silva; o professor da USP, Paulo Lotufo; o doutor em virologia, Átila Iamarino; o infectologista David Uip; representantes da Confederação Nacional dos Municípios CNM; e do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE).

“A ideia é ouvir todos os especialistas e interessados. Sabemos que não há consenso possível, mas é importante que sejam feitos todos os esclarecimentos sobre o que é possível ser definido, considerando a legalidade constitucional e a segurança para a vida das pessoas”, afirmou Weverton.

O relatório, segundo o senador, só será fechado após a sessão de debate. E a expectativa é que seja votado na terça-feira, 23.

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Senado deve votar segunda o adiamento das eleições

Proposta do senador maranhense Weverton Rocha, aprovada ontem, prevê a discussão sobre as datas do pleito em sessão a partir das 14 horas e, logo em seguida, votação da proposta aprovada no debate

 

O Senado promove na segunda-feira (22) sessão de debates para tratar do adiamento das eleições municipais de outubro durante a pandemia. Os senadores aprovaram requerimento para a discussão do tema durante sessão remota desta quinta-feira (18).

O requerimento 785/2020 foi uma iniciativa do senador Weverton (PDT-MA), que é o relator da PEC 18/2020, que propõe a mudança de data da votação. Segundo ele, a intenção é ouvir convidados na primeira parte da sessão, prevista para ter início às 14h, e depois, a partir das 16h, os senadores discutirão a proposta.

Weverton explicou ainda que se reuniu nesta tarde com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, para discutir o adiamento. Durante a reunião, o senador convidou e o ministro aceitou participar da sessão temática no Senado. Os demais convidados devem ser confirmados até o final de semana.

– Convidei ele para participar da comissão e ele concordou, para que a gente possa juntos conversar. Queremos ouvir especialistas, médicos infectologistas, associações de direito eleitoral, prefeitos e vereadores e, em seguida, abrir para os senadores fazerem suas possíveis intervenções já com as informações novas – afirmou Weverton.

O senador prometeu entregar o relatório sobre a proposta ainda na segunda-feira, para que os senadores tenham tempo de analisar o documento e votá-lo já na terça-feira.

– Estamos correndo contra o tempo, esse é um assunto que movimenta todo o Brasil e não podemos segurar essa matéria – ressaltou.

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Silêncio de Edivaldo sobre projeto eleitoral do PDT envolve 2022

Apesar de estar filiado ao partido que vai apoiar o democrata Neto Evangelista, prefeito de São Luís resiste a seguir o mesmo caminho por que sofre pressão do governo Flávio Dino pelo apoio ao comunista Rubens Pereira Júnior, num movimento que, caso concretizado, será a maior bomba da campanha eleitoral na capital maranhense

 

Edivaldo tem se aproximado de Rubens Júnior, que já o vê como “player” de 2022, ao eleger seu sucessor, que, obviamente, imagina ser ele próprio

Mais uma vez o prefeito de São Luís, Edivaldo Júnior (PDT) ficou em silêncio quanto ao futuro eleitoral de seu partido nas eleições de outubro.

Desde segunda-feira, a imprensa e as redes sociais repercutem a declaração de apoio do presidente da Câmara, Osmar Filho, ao deputado estadual Neto Evangelista, consolidando a aliança PDT/DEM.

Osmar Filho falou, Evangelista falou; deputados e vereadores do PDT e do DEM também comentaram a aliança.

Mas Edivaldo permaneceu calado.

Absolutamente submisso ao projeto político-eleitoral do governador Flávio Dino, Holandinha não fala sobre o futuro do PDT por que o PCdoB de Dino tem um candidato, o deputado federal Rubens Pereira Júnior.

Aliás, o próprio Dino já disse que será Edivaldo o coordenador da campanha do seu candidato.

Weverton Rocha e parte do seu grupo político em 2016, numa imagem que virou símbolo do arregaçar de mangas do senador pela reeleição improvável de Edivaldo

Caso Edivaldo consolide o alinhamento ao projeto dinista, seria uma virada de mesa histórica em relação ao senador Weverton Rocha (PDT), que arregaçou as mangas para garantir-lhe uma vitória que o próprio governador via como perdida em 2016. (Entenda aqui, aqui e aqui)

Mas ainda que seja visto como traidor pelo PDT, Edivaldo sonha com voos mais altos em 2022 em seu alinhamento a Dino.

Ele espera que sua obediência garanta uma indicação à chapa do vice-governador Carlos Brandão (PRB), o que o faria governador automático em abril de 2026, com direito à reeleição.

Candidato comunista, o próprio Rubens Júnior já tratou de incensar o prefeito, afirmando que ele elegerá o sucessor (?) e se tornará player forte em 2022. (Veja aqui)

De uma forma ou de outra, o silêncio de Holandinha em relação ao projeto eleitoral do seu partido é visto há muito com forte incômodo pelos pedetistas.

Sinal de que a relação parece estar chegando ao fim…

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PDT com Neto Evangelista; com ou sem Edivaldo Júnior?!?

Posicionamento do prefeito de São Luís nas eleições de outubro ainda é uma incógnita para o próprio partido, tanto no que diz respeito à relação com o PCdoB de Flávio Dino – que também tem candidato – quanto pelo desgaste que sua presença pode causar à campanha

 

Osmar Filho já vinha atuando junto com Neto Evangelista desde o fim de 2019, em ações quem incluem também Pedro Lucas, do PTB

O presidente da Câmara Municipal de São Luís, vereador Osmar Filho, reafirmou nesta segunda-feira, 15, compromisso do PDT com a candidatura do deputado estadual Neto Evangelista (DEM) a prefeito de São Luís.

– Abri mão em favor dele – afirmou Osmar Filho, ao programa “Ponto & Vírgula”, da Difusora AM.

Na verdade, a candidatura do presidente da Câmara já não era considerada desde o início de 2020, mas a reafirmação do apoio do seu partido a Evangelista retoma a discussão sobre a presença do atual prefeito Edivaldo Júnior na campanha.

Além de Osmar Filho, o apoio ao deputado do DEM já foi declarado pelo presidente municipal pedetista, Raimundo Penha, pelo líder do partido na Câmara, Ivaldo Rodrigues, e pelo presidente regional, senador Weverton Rocha.  (Relembre aqui e aqui)

Mas, até hoje, Edivaldo Júnior nunca tocou no assunto.

 

Apesar de filiado ao PDT de Weverton Rocha, Edivaldo mostra-se incapaz de tomar decisões sem a anuência de Flávio Dino, cujo PCdoB também tem candidato

Também filiado ao PDT, o prefeito tem forte relação de dependência política com o PCdoB, do governador Flávio Dino, que também tem candidato a prefeito; e esta dependência tem gerado especulações sobre sua relação com Weverton Rocha e com o próprio PDT.

Flávio Dino já havia até declarado que Edivaldo será o coordenador da campanha do seu candidato. (Relembre aqui)

O blog Marco Aurélio D’Eça tratou do silêncio do prefeito em relação ao PDT – e de sua dependência política a Flávio Dino – ainda em janeiro, no post Edivaldo Júnior entre Weverton Rocha e Flávio Dino…”

Mas hoje a questão Holandinha é vista com outros olhos também no próprio PDT, sobretudo depois das denúncias de corrupção em seu mandato.

Há pedetistas – e democratas – que vêem sua participação na campanha como um risco de desgaste a qualquer candidato.

Mas esta é uma outra história…

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Proposta de Weverton aumenta pena para agressores de jornalistas

Crime de lesão corporal ou homicídio de profissionais de imprensa durante o exercício da profissão – ou em razão dela – será acrescido de tempo maior de punição ao autor

 

Weverton Rocha quer punição mais rigorosa para agressão a jornalistas

O senador maranhense Weverton Rocha (PDT) propôs nesta terça-feira, 26, ao Congresso Nacional, proposta que aumenta a pena para agressores de jornalistas.

O parlamentar tomou esta atitude após crescentes casos de agressões a jornalistas por parte de partidários e simpatizantes do governo Jair Bolsonaro, o que inclui áreas de responsabilidade do próprio presidente.

– É inaceitável o crescente número de agressões contra jornalistas. Apresentei um projeto que agrava a pena para quem cometer crime de lesão corporal contra profissionais de imprensa no exercício da sua profissão ou em razão dela – explicou o líder pedetista.

Na semana passada, uma equipe da rede Bandeirantes foi agredida por um simpatizante de Bolsonaro, que quebrou o equipamento e fraturou o dedo do cinegrafista.

Nesta semana, foi a vez de simpatizantes de Bolsonaro agredir jornalistas em pleno Palácio do Planalto, onde são estimulados pelo próprio presidente a hostilizar os profissionais de imprensa.

– A imprensa livre é um dos pilares da democracia – pregou Weverton…

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“Presidente, está na hora de pedir desculpas ao Brasil”, diz Weverton

Senador maranhense lamenta que, no momento em que a comunidade internacional está assustada com os numeros altos da coVID-19 no Brasil, o presidente demonstre total insensibilidade com os mortos no país

 

Weverton Rocha diz que falta liderança de Bolsonaro na condução crise causada pela pandemia de coronavírus no Brasil

O senador Weverton Rocha, líder do PDT no Congresso Nacional, lamentou a fala debochada do presidente Jair Bolsonaro sobre o amento do número de mortes pela coVId-19 no Brasil.

– Não é possível [uma fala dessas], com estes caixões todos sendo infielmente expostos, e já se pensa até em uso de sacos plásticos… e as famílias sem ter sequer o direito de se despedir dos seu entes. A história vai ser muito dura com vossa excelência – frisou Rocha.

Ao ser perguntado na noite desta terça-feria, 28, sobre o aumento do número de mortos no Brasil pelo coronavírus, Bolsonaro respondeu, sorrindo e com deboche aos jornalistas.

 – E daí? Lamento, quer que faça o quê? Eu sou Messias, mas eu não faço milagre – afirmou Bolsonaro.

A boçalidade de Bolsonaro gerou reações da classe política, da classe médica, mas foi aplaudida por bolsomínions

Para Weverton Rocha, Bolsonaro precisa reconhecer seus erros na condução da crise do coronavírus – não apenas agora, mas desde o início da pandemia – e tentar corrigir esses erros, assumindo o comando do enfrentamento à Covid-19.

– Senhor presidente, está na hora de vossa excelência vir pedir desculpas ao Brasil – cobrou o senador maranhense.

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Weverton pede à CNI e consegue 75 toneladas de alimentos

Cestas básicas serão distribuídas pela Federação dos Municípios do Maranhão a 20 municípios a partir desta sexta-feria, 1º

 

As toneladas de alimento foram recebidas pelo presidente da Famem, Erlânio Xavier, e serão distribuídos a partir de sexta-feira

A Federação dos Municípios do Maranhão (Famem) recebeu, nesta terça-feira, 28, 75 toneladas de alimentos para distribuição em municípios maranhenses. As cestas básicas foram entregues pela Federação das Indústrias do Maranhão (Fiema), com o apoio do Sesi.

O presidente da Famem, Erlânio Xavier, explicou que os alimentos foram doados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) a pedido do senador Weverton Rocha (PDT) e serão entregues para as pessoas afetadas pelas enchentes em diversas cidades do estado.

– Precisamos unir esforços para ajudar as pessoas que, por causa das chuvas e da pandemia, estão passando necessidade – ressaltou Weverton. 

 – O pedido do senador Weverton foi muito importante. Esses alimentos irão atender as famílias necessitadas, que foram atingidas pelas enchentes e pelo coronavírus – completou Erlânio Xavier.

As cestas básicas serão distribuídas para 20 municípios, a partir de sexta-feira, 1º. No total, mais de 7,4 mil pessoas serão beneficiadas.

– Este é um momento de união, de juntar forças para ajudar a população do estado. Enfrentamos dois problemas muito sérios: a pandemia e as enchentes. As pessoas, que vivem em uma situação mais vulnerável, precisam de apoio. A Fiema se sente na responsabilidade de ajudar neste momento difícil – explicou Cesar Miranda, superintendente da Fiema.

– É uma parceria fundamental em um momento em que as cidades maranhenses passam por dificuldades. Este é um período em que as entidades precisam somar forças e demonstrar que seus esforços estão voltados para o atendimento da população. É importante cada um fazer a sua parte – finalizou o superintendente do Sesi, Diodo Lima.

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Weverton quer prazo maior para empresas que financiarem folha salarial

O senador Weverton (PDT) apresentou uma emenda à Medida Provisória 944/2020, ampliando para 12 meses a carência para o início do pagamento do empréstimo que as pequenas e médias empresas poderão fazer para o pagamento de salário dos seus funcionários.

A MP cria o Programa Emergencial de Suporte a Empregos, que abre uma linha de crédito especial de R$ 34 bilhões para garantir o pagamento dos salários em empresas com receita anual entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões durante a pandemia do coronavírus. A linha de crédito é destinada a empresários, sociedades e cooperativas e deve ser usada para cobrir toda a folha de pagamento por um período de dois meses.

Pela medida, o prazo para pagamento das parcelas do financiamento é de 36 meses, sendo seis meses de carência.

“Seis meses é pouco tempo. Essas pequenas e médias empresas não terão condições de arcar com pagamento de prestação enquanto durar a pandemia e por um tempo depois”, afirmou o parlamentar.

Para Weverton, a fase de incertezas vivida no país pede a adoção de providências mais efetivas e por um tempo maior, de um ano.

“Não adianta dizer que um microempresário terá condições de pagar um financiamento pelos próximos meses. Isso é irracional. Ainda não sabemos a dimensão real da propagação do vírus no Brasil, nem as consequências econômicas. Eles precisam de mais tempo de ajuda”, explicou.

Para ter acesso ao dinheiro, a empresa deve ter a folha gerida por uma instituição financeira inscrita no Banco Central.

De acordo com a MP, o empregador fica proibido de demitir funcionários sem justa causa no período entre a contratação do empréstimo e até 60 dias após o recebimento da última parcela da linha de crédito. Se descumprir a determinação, ele é obrigado a antecipar o pagamento da dívida.

O texto determina que 85% do valor de cada financiamento é custeado com recursos da União. Os 15% restantes ficam a cargo das instituições financeiras.

Os bancos podem formalizar as operações de crédito até o dia 30 de junho e cobrar taxas de juros de até 3,65% ao ano. O prazo para o pagamento é de 36 meses, com carência de seis meses.

Antes de conceder um empréstimo, o banco pode considerar restrições em sistemas de proteção ao crédito ou registros de inadimplência no Banco Central realizados nos seis meses anteriores à contratação. A MP 944/2020 dispensa a apresentação de algumas exigências, como quitação eleitoral; certificado de regularidade do FGTS; e certidão negativa de débito. Mas impede a concessão do empréstimo a empresas em débito com a seguridade social.