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Holandinha fracassa em inauguração do Hospital da Criança e tira a placa com a data da entrega…

Com a obra que iniciou ainda em 2014 paralisada desde o fim do segundo turno, prefeito não conseguiu entregá-la no dia 11 de fevereiro, e preferiu esconder a data a ter que explicar denúncia do site “Desboando”

 

A placa previa inauguração em 11 de fevereiro; perceba que a primeira data já havia sido coberta…

A data acima, 11 de fevereiro de 2017, constava da placa identificativa da reforma do Hospital da Criança, obra que se arrasta desde 2014.

Era o dia em que o prefeito Edivaldo Júnior (PDT) deveria entregar o hospital à população.

Mas, ao contrário disso – e porque a obra está paralisada desde o fim das eleições em São Luís – ao invés de entregar o prédio no último sábado, Holandinha determinou foi a retirada da placa, como mostra a imagem abaixo.

Agora só tem a placa que ficava ao lado da outra, e não há mais data alguma para entrega da obra, que se arrasta desde 2014

E determinou a retirada por causa do vídeo abaixo, do repórter “Desboando”, canal satírico das redes sociais, que mostra, de forma bem humorada, os casos e descasos envolvendo os políticos maranhenses.

No sábado, 11 de fevereiro, o “Desboando” foi ao local da obra; só encontrou escombros. (Veja abaixo)

Além de retirar a placa que previa a inauguração para o início de fevereiro, a prefeitura não emitiu sequer uma nota para informar como anda a obra e quando o hospital deve funcionar.

Maternidade

Mas não é a primeira vez que Edivaldo Júnior marca data de inauguração para obra que sequer foi levantada.

Durante a campanha, adversários chegaram a gravar imagens do local onde deveria ser entregue – no dia 25 de junho – uma maternidade promessa de campanha na Cidade Operária.

Após a denúncia da paralisação da obra, o prefeito gravou imagens no local, ao lado da secretária de Saúde, Helena Duailibe, anunciando a retomada das obras.

Qual nada!

Até hoje, a obra da Cidade Operária, a exemplo do Hospital da Criança, continua abandonada à própria sorte.

E agora também sem data de inauguração…

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Júnior Verde quer levar Carreta da Mulher a municípios do interior…

O deputado estadual Júnior Verde (PRB) solicitou ao governador Flávio Dino (PCdoB), por meio de Indicação, o envio da Carreta da Mulher Maranhense a municípios de diversas regiões maranhenses.

A carreta dispõe de um mamógrafo móvel e realiza gratuitamente atendimentos clínicos e laboratoriais voltados para o público feminino.

– É de fundamental importância levar aos municípios maranhenses, sobretudo os mais carentes, ações preventivas que possibilitem o cuidado com a saúde da mulher, fortalecendo assim suas garantias, bem como garantir acesso à população de localidades mais afastadas a atendimento médico específico – justificou Júnior Verde.

Foram contemplados no requerimento Santa Luzia do Paruá, Zé Doca e Governador Newton Bello, além de Viana e municípios das regiões do Alto Turi e Tocantina, incluindo Balsas.

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Famem vai reunir prefeitos com a bancada federal maranhense…

Encontro marcado para a próxima quarta-feira, 15, vai discutir o aumento do recebimento per capta dos recursos da saúde para os municípios maranhenses, que hoje estão na penúltima posição no país

 

Os prefeitos maranhenses têm encontro marcado para a próxima quarta-feira, 15, em Brasília, com os membros da bancada federal maranhense.

O convite é da Federação dos Municípios do Maranhão (Famem), e foi feito diretamente pelo seu presidente, Cleomar Tema Cunha. (Veja vídeo)

A reunião com deputados e senadores terá como objetivo debater medidas que viabilizem o aumento dos recursos repassados pela União para custeio dos serviços de média e alta complexidade na saúde.

Cleomar Tema apresentará um estudo técnico que mostra que o Maranhão é o penúltimo estado da federação no que diz respeito ao recebimento de recursos per capita – recebe R$ 137 por habitante.

A proposta defendida pela Famem é de que este teto seja pelo menos igual ao da média nacional – R$ 194 por habitante, o que representaria ás prefeituras incremento anual de R$ 240 milhões – ou R$ 20 milhões mensais.

Até o momento, 70 prefeitos confirmaram participação na caravana municipalista, que terá a presença também do secretário de Saúde, Carlos Lula.

A reunião acontecerá no Plenário 14 da Câmara Federal, a partir das 17h…

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Medicamento que custou R$ 360 no Maranhão foi vendido a R$ 54 em SP…

Deputada Andrea Murad revela novos casos de superfaturamento de contrato da Certa Medicamentos com a Secretaria de Saúde do governo Flávio Dino

 

Temozolamida foi vendido em São Paulo por preço sete vezes menor que o pago pelo governo Flávio Dino

A deputada Andrea Murad (PMDB) revelou nesta quarta-feira, 8, que o medicamento Temozolomida, vendido à Secretaria de Saúde do Maranhão, no governo Flávio Dino (PCdoB), por mais de R$ 360 foi vendido por apenas R$ 54 ao Governo de São Paulo, pela mesma Certa Medicamentos.

De acordo com a denúncia de Andrea Murad, a própria SES mantinha Ata de Registro de Preços com o valor do medicamento a R$ 67,00, mas preferiu comprar superfaturado, sem licitação.

A dispensa custou ao Maranhão mais de R$ 32 milhões. (Releia aqui)

Em seu discurso nesta quarta-feira, 8, Andrea Murad revelou também a compra de outros medicamentos com preços superfaturados.

– O medicamento Capecitabina de 500 mg foi registrado no valor unitário de R$ 7,63 na Ata de Registro De Preços nº 052/2016, celebrada entre a EMSERH (empresa que presta serviços à Secretaria de Saúde) e a empresa BH Farma Comércio LTDA. Esse mesmo medicamento foi adquirido da empresa Certa Medicamentos Comercial LTDA EPP, em setembro de 2016, com dispensa de licitação, no valor unitário de R$ 12,95. Isso representa 69% de sobrepreço acima do registrado – diz Andrea Murad.

A Secretaria de Saúde o governo Flávio Dino tem justificado que comprou o medicamentos acima do preço por “situação de emergência”.

Para Andrea Murad, as explicações não convencem…

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R$ 32 milhões sem licitação na Saúde suspeitos de superfaturamento, revela Andrea Murad

Série de denúncias que a deputada vem fazendo, desde segunda-feira na Assembleia, põe em xeque a seriedade do tratamento de câncer oferecido pela Secretaria de Saúde do governo Flávio Dino. A própria SES admite a compra acima do preço, sob o argumento de “necessidade emergencial”

 

Andrea Murad quer que o Ministério Público investigue a compra de R$ 32 milhões

 

Foram dois dias consecutivos de denúncias na Assembleia Legislativa, o que levou os deputados governistas ao ataque pessoal contra a autora.

De acordo com Andrea Murad (PMDB), a Secretaria de Estado da Saúde comprou, sem licitação – e com preços acima dos oferecidos nas próprias atas de licitação da pasta – nada menos que R$ 32.722.168,78.

Um exemplo: a própria SES registrou ata de licitação com valores de R$ 67,20 e R$ 67,00 para o medicamento Temozolamida 100mg.  Mas a Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH), assinou contrato com a Certa Medicamentos, sem licitação, em que o mesmo medicamento custou R$ 390,67.

Só neste contrato houve sobrepreço de mais de 500%.

– O que eu questiono é por que a EMSERH passou de janeiro a novembro de 2016 praticando o valor de R$ 67,00 através de pregões eletrônicos e, nesse meio tempo, compra o mesmo medicamento, por dispensa, no valor de R$ 390,67. Entendam: o Estado registrou no começo do ano o medicamento pelo preço de R$ 67,00. Em novembro contratou pelo preço R$ 67,00. Então porquê, em setembro e outubro, contratou pelo valor R$ 390,67? – perguntou a deputada.

Duas das versões comerciais do Temozolamida: sobrepreço na SES supera os 500%

Em suas explicações, a EMSERH alega que precisou comprar o medicamento da Certa Medicamentos por preço mais alto – bem mais alto – apenas em setembro e outubro, de forma emergencial, enquanto aguardava os procedimentos para contratação de outra empresa, a Oncório Distribuidora de Medicamentos LTDA.

– O processo teve conclusão em novembro, com a assinatura do contrato com a empresa Oncorio Distribuidora de Medicamentos Ltda, vencedora de Pregão Eletrônico. A Emserh adotou o procedimento de contratação direta, em caráter emergencial, durante os meses de setembro e outubro, enquanto os trâmites administrativos para contratação de empresa fornecedora do Temozolomida estavam em curso na CCL – diz o comunicado.

Para Andrea Murad, a SES não esclareceu as dúvidas sobre os valores mais altos na compra do Temozolamida.

A deputada pretende denunciar o caso na Procuradoria-Geral de Justiça, para que seja aberta investigação.

– Até por que, diz ela, existem outros casos de valores praticados acima do preço – frisou…

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Caos na Saúde de Pinheiro…

Problemas em toda a rede de atendimento levou o prefeito Luciano Genésio a decretar estado de emergência no setor

 

Genésio busca solução para o caos

O prefeito de Pinheiro, Luciano Genésio (PP), decretou estado de emergência na Saúde municipal logo no primeiro dia útil deste ano.

Com a decisão, “ficam dispensados de licitação os contratos de aquisição de bens necessários às atividades de resposta à situação de emergência nas searas de atendimento, internação, cirurgias, exames, locomoção, insumos, aquisição de combustível para veículos da Secretaria de Saúde, manutenção, medicamentos e reparos e reformas no âmbito da saúde municipal”.

De acordo com o prefeito, ações do Ministério Público constataram precariedade no atendimento em Pinheiro. E a dificuldade de acesso às informações da gestão anterior – por falta de transição – prejudicaram ainda mais a situação.

O decreto, assinado em 2 de janeiro e publicado no dia 19, vale por 30 dias…

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Vigilância Sanitária suspende venda de “Noz da Índia” no Maranhão…

Após morte de uma funcionária do Tribunal de Justiça por suposto uso do produto, órgão do Governo do Estado decidiu agir, fechando a porta depois de arrombada

 

A Noz da Índia pode ser confundida com sementes tóxicas; e aí pode estar o problema

Só após a polêmica envolvendo a morte de uma servidora do Tribunal de Justiça, por suposto uso do produto conhecido por “Noz da Índia”, a Superintendência de Vigilância Sanitária do Maranhão decidiu suspender a comercialização do produto em todo o estado.

– A Suvisa informa que o produto, indicado para emagrecimento, não possui comprovação da eficácia e da segurança do seu uso, além de não possuir registro no Ministério da Saúde – afirma nota.

A “Noz da Índia é vendida livremente em todo o país há pelo menos dois anos, sem nenhuma fiscalização.

A própria Vigilância Sanitária maranhense reconhece em sua nota que o produto vem sendo comercializado, mesmos em registro.

A Suvisa admite também “relatos recentes de pessoas doentes” após uso do produto.

Mas só agora, após a primeira suspeita de morte relacionada à semente, é que o órgão de vigilância resolve agir.

E ainda faz o alerta tardio:

– Por fim, a Superintendência esclarece que por se tratar de produto sem registro, os estabelecimentos que estão comercializando a Noz da Índia estarão sujeitos às penalidades sanitárias previstas em lei.

É simples assim?!?

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Mais um custo da reeleição de Holandinha: Socorrão II vira piscina após chuvas..

Hospital alagou completamente depois do temporal que caiu na manhã desta segunda-feira. A água invadiu praticamente todos os setores da unidade de Saúde, que demonstra falta de estrutura, mesmo após quatro anos de denúncias contra a gestão do prefeito

 

Na área de estabilização, pacientes e acompanhantes ficaram no meio do alagado

Bastaram as primeiras chuvas desta segunda-feira, 9, para que a população tivesse mais um exemplo do custo que foi para São Luís a reeleição – na marra – do prefeito Edivaldo Júnior (PDT).

O Hospital Clementino Moura, o Socorrão II, na região da Maiobinha – alvo de diversas denúncias ao longo dos quatro anos de gestão do prefeito – simplesmente inundou com as chuvas desta manhã.

A estrada entregue por Flávio Dino e Edivaldo, para ajudar na reeleição, não durou um ano

A água alagou todos o setores do hospital, dando provas de que, mesmo diante das denúncias de médicos, pacientes e visitantes, Edivaldo não tomou nenhuma providência para evitar que o período de chuvas viesse prejudicar novamente a unidade de Saúde.

Muitas imagens foram feitas pelos próprios médicos, aterrorizados pela situação.

Junto com a água, cestos de lixo dividem espaço com pacientes

Assim como na Saúde, em vários exemplos mostrados neste blog, São Luís sofre com a reeleição de Holandinha em vários outros setores.

Mas, agora, é ter que esperar mais quatro anos…

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Corredores do Socorrão voltam a ficar lotados…

Bastou acabar a eleição para os corredores do hospital municipal virarem leitos para pacientes; prefeitura deixou de pagar o aluguel dos leitos da Santa Casa e teve que retirar os pacientes

 

Pacientes jogados nos corredores do Socorrão I

As imagens que ilustram este post oram feitas na manhã deste domingo, 8.

Elas mostram pacientes amontoados nos corredores do Hospital Djalma Marques, o Socorrão I situação que vinhas sendo escondida pela Secretaria de Saúde desde o início da campanha eleitoral.

Profissionais e pacientes se aglomeram

A maioria destes pacientes é da chamada cirurgia vascular. Boa parte também estava internada nos leitos alugados pela Prefeitura na Santa Casa.

Eram cerca de 50 leitos.

Enquanto isso, os leitos da Santa Casa permanecem vazios

Ocorre que Edivaldo Júnior (PDT) deixou de pagar o aluguel e foi obrigado a realocar os pacientes nos corredores do Socorrão.

É mais um custo da reeleição de Holandinha…

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Flávio Dino estuda mesmo entregar parte dos hospitais às prefeituras…

Nota da Secretaria de Saúde para negar fechamento do Hospital de Peritoró acabou por revelar outra intenção do governo comunista: ficar só com a gestão da alta complexidade

 

Flávio Dino fa graça para profissionais da Saúde, mas quer mesmo é se livrar de parte dos hospitais

O governo Flávio Dino (PCdoB) estuda se livrar dos hospitais de média e baixa complexidade em todo o Maranhão.

Pelo menos é isso que se lê claramente no teor da Nota de Esclarecimento que a Secretaria de Saúde emitiu ontem para negar o fechamento do hospital de Peritoró.

Veja um dos trechos da Nota:

– A Ses informa que trabalha, em diálogo com os municípios e com o Ministério da Saúde, para a reestruturação da rede de serviços em todo o Maranhão, a fim de ampliar o acesso à saúde nas regiões e favorecer a adequada distribuição das competências de cada ente federativo no campo da saúde pública.

É preciso destacar a expressão “distribuição das competências de cada ente federativo no campo da saúde pública”.

Hospital de Peritoró, que atende a vários municípios, pode ficar restrito à prefeitura local

Mais à frente, no mesmo trecho, a nota deixa claro:

– O planejamento resgata os princípios de regionalização resolutiva e hierarquização assistencial, previstos na legislação do Sistema Único de Saúde (SUS), cabendo ao estado a alta complexidade e suporte nos demais serviços.

É exatamente este trecho – “cabendo ao estado a alta complexidade e suporte nos demais serviços” – que revela a intenção do governo Flávio Dino.

E a partir disto se pode afirmar que o Hospital de Peritoró, que atua na média complexidade, pode ser entregue à gestão da prefeitura, como vários outros no Maranhão.

O que resultará, fatalmente, no colapso do sistema que funcionou em excelência na gestão passada.

É simples assim…