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Mirinzal: Hospital usa pedaço de madeira em paciente com perna quebrada…

Vítima de acidente com fratura exposta teve a “tala” amarrada com pedaço de fita amarela; na falta de material disponível, profissionais de saúde recorreram ao improviso

 

Pedaço de madeira foi usado como “tala” em perna fraturada de vítima

Um caso inusitado, ocasionado pela falta de estrutura da Saúde em Mirinzal, ocorreu na última terça-feira, 21; um vítima de acidente com fratura exposta teve a perna amarrada com um pedaço de madeira e fita, por falta de “tala” e atadura no Hospital Nossa Senhora da Vitória.

A denúncia foi feita pelo blog Mirinzalense.

O homem, identificado por Idex foi levado para o hospital com fratura exposta, e teve que correr o risco de contrair uma infecção.

De acordo com o blog, a Secretaria de Saúde de Mirinzal só comprou o material que falta no Hospital Nossa Senhora da Vitória após a divulgação do caso envolvendo o homem tratado com um pedaço de pau.

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Prefeitura de Santa Rita distribui kits para diabéticos…

Kits com tiras reagentes, lancetas, aparelhos para medir o nível de glicose no sangue, seringas e agulhas para o acompanhamento da diabetes estão sendo distribuídos para os pacientes que fazem uso da insulina e que são cadastrados no programa de Hipertensão e Diabetes da Prefeitura de Santa Rita. A entrega foi iniciada na última sexta-feira (10), pela Secretaria Municipal de Saúde.

Vale lembrar que a iniciativa do prefeito Hilton Gonçalo é um cumprimento da lei federal 11.347/2006 que exige o fornecimento do glicosímetro. De acordo com a lei, os portadores de diabetes receberão, gratuitamente, do Sistema Único de Saúde – SUS, os medicamentos necessários para o tratamento de sua condição e os materiais necessários à sua aplicação e à monitoração da glicemia capilar.

“Sei que muitos não aplicam a lei, porém em Santa Rita, a população tem a garantia de uma busca pela melhoria e bem estar. A Prefeitura está presente e cuidando da vida das pessoas”, destacou o prefeito.

A meta de Hilton Gonçalo é distribuir até 4 mil kits, uma vez que existe uma estimativa que 10% da população do município seja portadora da doença. Porém nesta primeira fase estão sendo contemplados usuários do sistema municipal de Saúde que já possuem o diagnóstico de diabetes. Existe uma estimativa de investimento de mais de R$200 mil no programa de saúde.

O prefeito Hilton Gonçalo conta que houve uma orientação das equipes do Programa Saúde da Família, sendo desenvolvido um treinamento para fazer a distribuição e a orientação aos pacientes.

”É muito importante que o nosso povo tenha uma orientação. Trabalhando na melhoria da saúde básica, evitamos doenças mais graves e a a super lotação da nossa urgência hospitalar. Esse material ainda ajuda na prevenção da doença por aqueles que ainda não adquiriram, mas precisam fazer o controle da taxa de glicose”, relatou.

Com formação em medicina, Hilton Gonçalo diz ter grande preocupação com os pacientes diabéticos.

“São pessoas que, se ficarem sem esse material para controlar a taxa de glicose, podem ter complicações diversas. Por isso, me empenhei em reestruturar esse programa e regular a entrega dos kits”, contou.

Ele afirma ainda que, exatamente pela importância do material para os usuários, o número de pessoas contempladas vai além do estimado como forma de tentar prevenir o diabetes.

Os kits vão suprir a necessidade desses usuários durante 50 dias. O aparelho glicosímetro será útil por mais tempo, contudo deverá ser trocado por outro, quando a equipe do programa convocar os usuários para isso. Após esse período, eles serão contatados para receberem os novos kits. A insulina deve ser adquirida nas Unidades de Saúde de Santa Rita.

Glicosímetro

O aparelho é para medir o nível de glicose no sangue, o que deve ser feito duas vezes por dia. Se a taxa estiver baixa, o paciente precisa recorrer à dieta. Se estiver alta, é preciso tomar insulina, para regular a taxa de glicose no sangue.

Em caso de defeito em algum aparelho recebido pelo paciente, ele deve procurar a unidade de saúde.

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Governo, Femaci e Conguarás iniciam gestão do Tratamento Fora do Domicílio…

Municípios vão poder contar com ações consorciadas dentro do projeto, tendo apoio de todos os entes envolvidos

 

Representando a Femaci, Ronald Damasceno fala sobre a gestão do TFD

Prefeitos de municípios que fazem parte do Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Regional da Baixada Ocidental e Floresta dos Guarás (Conguarás) já têm à disposição uma equipe técnica para o levantamento de toda a estrutura necessária para a implantação da gestão consorciada do Tratamento Fora de Domicílio (TFD) no litoral Norte.

O aparato foi disponibilizado pela Secretaria de Estado de Saúde, durante reunião realizada na sede da SES.

– O secretário Carlos Lula aprovou integralmente a iniciativa do Conguarás, já colocando uma equipe técnica à disposição, além da logística, para que os trabalhos tenham início no que se refere à competência do estado. O Estado acredita ser esse um dos caminhos para regularizar a questão do Tratamento Fora do Domicílio no Maranhão – ressaltou o representante da SES, Mariano Castro.

A coordenadora do projeto do TFD Consorciado, Magda Gonçalves, detalhou as ações previstas no projeto acordado com o Governo do Estado.

Entre as ações previstas, está a aquisição de ônibus adaptados que atendam à demanda da região para o transporte sanitário de pacientes. A proposta trata ainda da reestruturação do programa de ação em saúde utilizando o sistema de Regulação de Vagas (SISREG), do Ministério da Saúde, e estabelecendo a regulação entre os municípios do Conguarás , com a prefeitura de São Luís e o Governo do Estado.

– Nós, prefeitos do consórcio, estipulamos que trabalharíamos sempre com o temas de extrema importância para o litoral norte. O primeiro foi o TFD, problema que perdura por todos os quatro cantos do Maranhão. Apresentamos uma proposta ao ministro da Saúde, em Brasília, e ao Governo do Estado, que foi muito bem aceita. Esse ‘sim’ do Estado a nosso trabalho de união em prol de toda a população de nossa região é de extrema importância para a administração dessa dificuldade comum a nós, gestores, e para mais saúde e qualidade de vida para nossas populações – ressaltou o prefeito de Apicum-Açu e presidente do Conguarás, Claúdio Cunha.

…E ouve represnetantes de outros entes também expor suas ideias

Para o secretário-geral da Federação Maranhense de Consórcios Intermunicipais (Femaci), Ronald Damasceno, este é um projeto-piloto para a construção de um novo processo para a construção da política pública para a saúde no estado.

– O Conguarás dá início a um novo momento para a saúde no Maranhão. A gente acredita que essa vontade política dos prefeitos vai realmente trazer resultados palpáveis com relação a este que é um dos principais gargalos da saúde, pois a população precisa ser assistida – concluiu.

Participaram da discussão com o assessor técnico da Secretaria de Saúde do Estado, Mariano Castro, os prefeitos de Apicum-Açu (Cláudio Cunha), de Guimarães (Margarete Ribeiro), de Cururupu (Profª Rosinha), de Bacuri (Drº Whashington), de Porto Rico (Tatyana Mendes), e de Bequimão (Zé Martins). Também estiveram presentes a secretária municipal de Saúde de São Luís, Helena Duailibe, e a secretária da Comissão Intergestores Regional de Pinheiro, Rosiane Araujo Marinho, além de vários secretários municipais.

Também participaram da reunião os prefeitos Ronildo Campos, de Penalva, e Linielda de Eldo, de Matinha.

Ambos representando o Conlagos (Consórcio Intermunicipal dos Lagos Maranhenses), que é o próximo território para a implantação do projeto TFD consorciado.

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Juscelino Filho quer isentar do IR portadores de doenças graves…

Deputado é autor de projeto de lei que inclui entre as categorias de cidadãos dispensadas de prestar contas com o leão os portadores de câncer em estágio avançado, Aids e esclerose, entre outras doenças

 

Jucelino: mais um projeto de peso social

O deputado federal Juscelino Filho (DEM), apresentou à Câmara dos Deputados Requerimento que pede rapidez na tramitação de um Projeto de Lei de sua autoria, que inclui entre os isentos no Imposto de Renda, pessoas que sofrem de alguns tipos de doenças graves, como esclerose múltipla e sistêmica, câncer em estágio avançado e Aids.

– Doenças graves geram altos custos com medicamentos, com equipamentos e para algumas pessoas, até com profissionais como enfermeiros, e isso é tanto para os aposentados como para os trabalhadores que estão na ativa. Acredito e defendo que todos sejam beneficiados com a isenção. Ao fazer com que as pessoas se aposentem para obtê-la, a lei atual prejudica o servidor e perde mão de obra para a inatividade, desnecessariamente – destacou o deputado Juscelino Filho, que também é médico.

A proposta modifica a Legislação Tributária Federal (Lei 7.713/1988), que só prevê a isenção para as pessoas que estejam aposentadas por causa dessas doenças ou por acidente em serviço.

A proposta de Juscelino foi apensada ao PL 4703/2012, que está pronto para ser votado…

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Holandinha fracassa em inauguração do Hospital da Criança e tira a placa com a data da entrega…

Com a obra que iniciou ainda em 2014 paralisada desde o fim do segundo turno, prefeito não conseguiu entregá-la no dia 11 de fevereiro, e preferiu esconder a data a ter que explicar denúncia do site “Desboando”

 

A placa previa inauguração em 11 de fevereiro; perceba que a primeira data já havia sido coberta…

A data acima, 11 de fevereiro de 2017, constava da placa identificativa da reforma do Hospital da Criança, obra que se arrasta desde 2014.

Era o dia em que o prefeito Edivaldo Júnior (PDT) deveria entregar o hospital à população.

Mas, ao contrário disso – e porque a obra está paralisada desde o fim das eleições em São Luís – ao invés de entregar o prédio no último sábado, Holandinha determinou foi a retirada da placa, como mostra a imagem abaixo.

Agora só tem a placa que ficava ao lado da outra, e não há mais data alguma para entrega da obra, que se arrasta desde 2014

E determinou a retirada por causa do vídeo abaixo, do repórter “Desboando”, canal satírico das redes sociais, que mostra, de forma bem humorada, os casos e descasos envolvendo os políticos maranhenses.

No sábado, 11 de fevereiro, o “Desboando” foi ao local da obra; só encontrou escombros. (Veja abaixo)

Além de retirar a placa que previa a inauguração para o início de fevereiro, a prefeitura não emitiu sequer uma nota para informar como anda a obra e quando o hospital deve funcionar.

Maternidade

Mas não é a primeira vez que Edivaldo Júnior marca data de inauguração para obra que sequer foi levantada.

Durante a campanha, adversários chegaram a gravar imagens do local onde deveria ser entregue – no dia 25 de junho – uma maternidade promessa de campanha na Cidade Operária.

Após a denúncia da paralisação da obra, o prefeito gravou imagens no local, ao lado da secretária de Saúde, Helena Duailibe, anunciando a retomada das obras.

Qual nada!

Até hoje, a obra da Cidade Operária, a exemplo do Hospital da Criança, continua abandonada à própria sorte.

E agora também sem data de inauguração…

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Júnior Verde quer levar Carreta da Mulher a municípios do interior…

O deputado estadual Júnior Verde (PRB) solicitou ao governador Flávio Dino (PCdoB), por meio de Indicação, o envio da Carreta da Mulher Maranhense a municípios de diversas regiões maranhenses.

A carreta dispõe de um mamógrafo móvel e realiza gratuitamente atendimentos clínicos e laboratoriais voltados para o público feminino.

– É de fundamental importância levar aos municípios maranhenses, sobretudo os mais carentes, ações preventivas que possibilitem o cuidado com a saúde da mulher, fortalecendo assim suas garantias, bem como garantir acesso à população de localidades mais afastadas a atendimento médico específico – justificou Júnior Verde.

Foram contemplados no requerimento Santa Luzia do Paruá, Zé Doca e Governador Newton Bello, além de Viana e municípios das regiões do Alto Turi e Tocantina, incluindo Balsas.

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Famem vai reunir prefeitos com a bancada federal maranhense…

Encontro marcado para a próxima quarta-feira, 15, vai discutir o aumento do recebimento per capta dos recursos da saúde para os municípios maranhenses, que hoje estão na penúltima posição no país

 

Os prefeitos maranhenses têm encontro marcado para a próxima quarta-feira, 15, em Brasília, com os membros da bancada federal maranhense.

O convite é da Federação dos Municípios do Maranhão (Famem), e foi feito diretamente pelo seu presidente, Cleomar Tema Cunha. (Veja vídeo)

A reunião com deputados e senadores terá como objetivo debater medidas que viabilizem o aumento dos recursos repassados pela União para custeio dos serviços de média e alta complexidade na saúde.

Cleomar Tema apresentará um estudo técnico que mostra que o Maranhão é o penúltimo estado da federação no que diz respeito ao recebimento de recursos per capita – recebe R$ 137 por habitante.

A proposta defendida pela Famem é de que este teto seja pelo menos igual ao da média nacional – R$ 194 por habitante, o que representaria ás prefeituras incremento anual de R$ 240 milhões – ou R$ 20 milhões mensais.

Até o momento, 70 prefeitos confirmaram participação na caravana municipalista, que terá a presença também do secretário de Saúde, Carlos Lula.

A reunião acontecerá no Plenário 14 da Câmara Federal, a partir das 17h…

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Medicamento que custou R$ 360 no Maranhão foi vendido a R$ 54 em SP…

Deputada Andrea Murad revela novos casos de superfaturamento de contrato da Certa Medicamentos com a Secretaria de Saúde do governo Flávio Dino

 

Temozolamida foi vendido em São Paulo por preço sete vezes menor que o pago pelo governo Flávio Dino

A deputada Andrea Murad (PMDB) revelou nesta quarta-feira, 8, que o medicamento Temozolomida, vendido à Secretaria de Saúde do Maranhão, no governo Flávio Dino (PCdoB), por mais de R$ 360 foi vendido por apenas R$ 54 ao Governo de São Paulo, pela mesma Certa Medicamentos.

De acordo com a denúncia de Andrea Murad, a própria SES mantinha Ata de Registro de Preços com o valor do medicamento a R$ 67,00, mas preferiu comprar superfaturado, sem licitação.

A dispensa custou ao Maranhão mais de R$ 32 milhões. (Releia aqui)

Em seu discurso nesta quarta-feira, 8, Andrea Murad revelou também a compra de outros medicamentos com preços superfaturados.

– O medicamento Capecitabina de 500 mg foi registrado no valor unitário de R$ 7,63 na Ata de Registro De Preços nº 052/2016, celebrada entre a EMSERH (empresa que presta serviços à Secretaria de Saúde) e a empresa BH Farma Comércio LTDA. Esse mesmo medicamento foi adquirido da empresa Certa Medicamentos Comercial LTDA EPP, em setembro de 2016, com dispensa de licitação, no valor unitário de R$ 12,95. Isso representa 69% de sobrepreço acima do registrado – diz Andrea Murad.

A Secretaria de Saúde o governo Flávio Dino tem justificado que comprou o medicamentos acima do preço por “situação de emergência”.

Para Andrea Murad, as explicações não convencem…

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R$ 32 milhões sem licitação na Saúde suspeitos de superfaturamento, revela Andrea Murad

Série de denúncias que a deputada vem fazendo, desde segunda-feira na Assembleia, põe em xeque a seriedade do tratamento de câncer oferecido pela Secretaria de Saúde do governo Flávio Dino. A própria SES admite a compra acima do preço, sob o argumento de “necessidade emergencial”

 

Andrea Murad quer que o Ministério Público investigue a compra de R$ 32 milhões

 

Foram dois dias consecutivos de denúncias na Assembleia Legislativa, o que levou os deputados governistas ao ataque pessoal contra a autora.

De acordo com Andrea Murad (PMDB), a Secretaria de Estado da Saúde comprou, sem licitação – e com preços acima dos oferecidos nas próprias atas de licitação da pasta – nada menos que R$ 32.722.168,78.

Um exemplo: a própria SES registrou ata de licitação com valores de R$ 67,20 e R$ 67,00 para o medicamento Temozolamida 100mg.  Mas a Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH), assinou contrato com a Certa Medicamentos, sem licitação, em que o mesmo medicamento custou R$ 390,67.

Só neste contrato houve sobrepreço de mais de 500%.

– O que eu questiono é por que a EMSERH passou de janeiro a novembro de 2016 praticando o valor de R$ 67,00 através de pregões eletrônicos e, nesse meio tempo, compra o mesmo medicamento, por dispensa, no valor de R$ 390,67. Entendam: o Estado registrou no começo do ano o medicamento pelo preço de R$ 67,00. Em novembro contratou pelo preço R$ 67,00. Então porquê, em setembro e outubro, contratou pelo valor R$ 390,67? – perguntou a deputada.

Duas das versões comerciais do Temozolamida: sobrepreço na SES supera os 500%

Em suas explicações, a EMSERH alega que precisou comprar o medicamento da Certa Medicamentos por preço mais alto – bem mais alto – apenas em setembro e outubro, de forma emergencial, enquanto aguardava os procedimentos para contratação de outra empresa, a Oncório Distribuidora de Medicamentos LTDA.

– O processo teve conclusão em novembro, com a assinatura do contrato com a empresa Oncorio Distribuidora de Medicamentos Ltda, vencedora de Pregão Eletrônico. A Emserh adotou o procedimento de contratação direta, em caráter emergencial, durante os meses de setembro e outubro, enquanto os trâmites administrativos para contratação de empresa fornecedora do Temozolomida estavam em curso na CCL – diz o comunicado.

Para Andrea Murad, a SES não esclareceu as dúvidas sobre os valores mais altos na compra do Temozolamida.

A deputada pretende denunciar o caso na Procuradoria-Geral de Justiça, para que seja aberta investigação.

– Até por que, diz ela, existem outros casos de valores praticados acima do preço – frisou…

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Caos na Saúde de Pinheiro…

Problemas em toda a rede de atendimento levou o prefeito Luciano Genésio a decretar estado de emergência no setor

 

Genésio busca solução para o caos

O prefeito de Pinheiro, Luciano Genésio (PP), decretou estado de emergência na Saúde municipal logo no primeiro dia útil deste ano.

Com a decisão, “ficam dispensados de licitação os contratos de aquisição de bens necessários às atividades de resposta à situação de emergência nas searas de atendimento, internação, cirurgias, exames, locomoção, insumos, aquisição de combustível para veículos da Secretaria de Saúde, manutenção, medicamentos e reparos e reformas no âmbito da saúde municipal”.

De acordo com o prefeito, ações do Ministério Público constataram precariedade no atendimento em Pinheiro. E a dificuldade de acesso às informações da gestão anterior – por falta de transição – prejudicaram ainda mais a situação.

O decreto, assinado em 2 de janeiro e publicado no dia 19, vale por 30 dias…