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Flávio Dino é o 3º governador mais rico do Nordeste…

Com patrimônio declarado de quase R$ 1 milhão, comunista está à frente de seis colegas nordestinos e é o 15º com maior patrimônio do país, segundo levantamento do site Terra

 

Dino: parimõnio de quase R$ 1 milhão o põe entre os 15 mais ricos governadores

Dino: parimõnio de quase R$ 1 milhão o põe entre os 15 mais ricos governadores

O governador do Maranhão, Flávio Dino – único representante do PCdoB entre os chefes de estado brasileiros – é praticamente um milionário.

Seu patrimônio declarado à Justiça Eleitoral foi de R$ 933.605,93 o que o coloca na 15ª posição entre os 27 governadores do Brasil.

No Nordeste, a riqueza do comunista maranhenses é menor apenas que as dos governadores do Rio Grande do Norte, Robinson Faria (R$8,3 milhões), e de Ricardo Coutinho, da Paraíba (R$ 1,4 milhão).

Veja aqui o ranking completo

O ranking dos governadores mais ricos foi elaborado pelo site terra.com.br, com base na declaração de bens encaminhada pelos governadores à Justiça Eleitoral.

Ainda no primeiro mandato de governador – e com um mandato de deputado federal – os quase R$ 1 milhão declarados de Flávio Dino foram amealhados, deduz-se, nos seus 12 anos como juiz federal.

Carreira que encerrou em 2006 para entrar na política.

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Imagem do dia: a primeira fatia do bolo…

Holandinha feliz com Dino devorando o bolo. Uma fatia é do prefeito..

A imagem acima mostra o prefeito Edivaldo Júnior (PTC) ao lado do governador Flávio Dino (PCdoB), em uma comemoração não identificada. A foto não tem data confirmada, mas representa bem o momento do governador, que comemorou aniversário esta semana. Só deveria ser o contrário, com Holandinha recebendo a primeira fatia do bolo, o que seria simbólico para São Luís. poderia gerar ciúmes, mas que seria um símbolo, isso seria…

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Edivaldo usa sofisma para justificar hegemonia do vermelho na campanha…

Edivaldo em 2010, com paletó, em programa de TV

A assessoria do candidato Edivaldo Holanda Júnior (PTC) encaminhou a este blog fotos selecionadas de campanha anteriores para afirmar que as roupas de cor vermelha eram usadas por ele em campanhas anteriores.

Mas o blog não tratou disso.

Aqui, já este ano, mas antes de ser ungido por Flávio Dino

Selecionando, é possível encontrar Holandinha com camisas vermelhas, azuis, amarelas, brancas e até rosas.

A cor da roupa, no entanto, não era usada por ele como farda de campanha.

Nos eventos evangélicos, por exemplo, ele as evitava.

Tanto não era, que o blog também selecionou imagens dele na mesma campanha de 2010. Às vezes ele está de branco, às vezes de paletó preto e algumas vezes de camisa listrada.

Esta é uma das fotos mandadas pela assessoria…

O que o blog critica é que o vermelho, agora, virou farda de campanha.

E entende isso como uma perda de identidade do candidato, que tenta se vincular cada vez mais à imagem do padrinho, Flávio Dino (PCdoB).

O que se vê na campanbha do candidato são roupas vermelhas em profusão.

O blog mantém a crítica de que ele tem adotado o vermelho como uniforme por exigência dos comunistas que controlam sua campanha.

Repita-se: que ele não usava antes com tanta insistência…

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A fantasia comunista de Holanda Júnior…

Holnada Júnior começou a se fantasiar já na convenção…

Nenhum outro candidato a prefeito de São Luís perdeu tanto a identidade neste início de campanha quanto o evangélico Edivaldo Holanda Júnior (PTC).

Em nome do poder, o candidato praticamente assumiu a imagem do padrinho, Flávio Dino (PCdoB), se transformando em uma espécie de filhote de comunista, com trejeitos e ações ensaiadas à exaustão para parecerem naturais.

…E agora, só aparece em público fantasiado de comunista

Este blog já criticou à submissão de Holandinha à imagem de Dino, defendendo que ele falasse por si só. (Releia aqui)

Mas não esperava que chegasse a tanto.

O candidato é hoje uma mera cópia diminuta do comunista – nos gestos, no jeito de falar e até na vestimenta.

E o quesito modo de vestir merece um capítulo à parte.

De família tradicional da política – com raízes fortemente fincadas no evangelho – ele sempre se vestiu de forma sóbria, com cores considerada até “caretas” para a idade.

Chega a ser difícil até imaginar que Holandinha tivesse uma camisa vermelha no guarda-roupa.

Antes, suas camisas eram sóbrias, como esta que usou no próprio lançamento de candidatura…

Mas desde que foi “ungido” por Flávio Dino, passou a usar vermelho como cor de campanha, o que acabou dando um ar ainda mais artificial ao candidato.

Holanda Júnior não parece mais Holanda Júnior. E parece fazer questão de ser Flávio Dino.

A artificialidade é ainda maior quando vem a lembrança das eleições de 2008, na qual e seu pai, então aliados do prefeito João Castelo (PSDB), foram protagonistas de ações nas igrejas evangélicas contra o próprio Dino – acusado de ser comunista, ateu e até agressor do próprio pai. (Relembre aqui)

Mas Holanda parece ter esquecido tudo isso em nome do poder.

Gestos artificais, como este, o deixam ainda mais caricato…

Esqueceu até a própria identidade, transformando-se num mero produto de marketing, embalado para ser vendido como mercadoria.

As fotos que ilustram este texto mostram a mudança de identidade da criatura inventada pelo PCdoB, cópia cada vez mais artificial do próprio comandante-em-chefe do partido.

Até quando lançou sua própria candidatura, as cores predominante eram branca ou azul claro, nunca vermelho. Mas bastou ser apoiado pelo PCdoB para comprar um guarda-roupa inteiro de camisas – talvez orientado por algum gênio do marketing no Maranhão.

Quando as ações de um candidato não são naturais, o eleitor percebe claramente e passa a vê-lo como um ser artificial, fabricado e sem gestos próprios.

E a tendência é rejeitar estas invenções e buscar coisas mais autênticas.

Ensaiado ou não, Holanda Júnior, definitivamente, jamais será um comunista.

Mesmo que aceite se fantasiar de um…

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Minha tentativa de debate com Márcio Jerry…

Este blog revelou, no início do mês, a história de Samuel Barroso. Ele publicou em seu blog, suposta conversa com o presidente do PT regional, Raimundo Monteiro, depois negada pelo próprio Monteiro. Em meio à polêmica, descobriu-se ser Samuel Barroso irmão do jornalista Márcio Jerry, assessor do deputado federal Flávio Dino (PCdoB).

Instado ao debate, Márcio Jerry desdenhou deste blog publicamente, mas o acusou, em e-mail encaminhado ao titular – em outras palavras, tentou conversar às escondidas.

Duas coisas impressionaram na conversa com Jerry: sua baixa capacidade de debate e a necessidade quase patológica de auto-afirmação como ético, sério e militante de esquerda.

É esta conversa, a tentativa de debate, que passa agora a ser narrada:

Como se vê, parece que Márcio Jerry preferiu ignorar a pergunta final…

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O beicinho de Flávio Dino…

Do blog de Matias Marinho

O problema é que Flávio chora de mais...

Tenho dito que o ainda deputado federal Flávio Dino (PCdoB) é uma pessoa para o público e, nos bastidores, é outra totalmente diferente.

Melhor definindo, alguém de duas caras.

Logo que soube que Roseana disse, na última quinta-feira, durante uma entrevista concedida pela governadora aos blogueiros Marco D´Éça, Décio Sá e Caio Hostílio, que queria conversar com ele, o comunista foi para o seu microblog no Twitter responder ao convite.

Ríspido e irônico, postou: “Reitero: estou à disposição da governadora Roseana Sarney para uma reunião. Pauta: denúncias de corrupção e os 72 hospitais”.

Não deu um pio, no entanto, sobre a lamúria de Roseana com relação ao fato dele não ter feito qualquer contato para parabenizá-la pela vitória, como manda os bons costumes, atitude de gente bem educada.

Preferiu, ao seu modo, dizer que não quer conversar com Roseana. Como é que se convida alguém, para a própria casa, que esteja empunhando uma faca no pescoço do anfitrião?

Além do mais, falando propriamente sobre a irônica pauta de Dino, todos os focos de denúncia de corrupção, ocorridos no governo de Roseana, receberam energicamente ação de combate por parte do Executivo. Um exemplo foi à própria demissão do secretário de Educação, Anselmo Raposo.

Lamentavelmente, nas oportunidades que tem, de demonstrar seu espírito público e sua boa educação, Flávio Dino a deixa escapar, por ingenuidade ou mesmo por irresponsabilidade.

Não teve a decência de ligar para Roseana para parabenizá-la pela vitória, mas, pior do que isso, não deu as caras na reunião da bancada federal maranhense, ocorrida na última terça-feira, dia 23.

Prefere ficar no Twitter jogando para a plateia, enquanto faz beicinho para as boas intenções da governadora e dos demais deputados federais maranhenses.

Esse é o verdadeiro Flávio Dino.