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Governo Bolsonaro conspira contra governadores..

Conversas entre o ministro Onyx Lorenzoni e o deputado Osmar Terra mostram que o núcleo mais próximo do presidente detesta as ações de Henrique Mandetta, tenta conspirar para afrouxar o isolamento nos estados e até faz estimativas sobre mortes no Brasil

 

Bolsonaro entre Onyx Lorenzoni e Osmar Terra: conspiração contra o isolamento social e estimativa de mortos no Brasil pela CoVID-19

A conversa vazada em reportagem da rede CNN Brasil – que mostrou diálogo entre o ministro Onyx Lorenzoni e o líder do governo Bolsonaro na Câmara Federal, Osmar Terra – é o exemplo acabado da conspiração que o presidente lidera contra as ações de combate ao coronavírus no Brasil.

Na conversa, captada pelo jornalista Caio Junqueira, Lorenzoni revela aspectos do que ocorreu na reunião em que o colega da Saúde, Luiz Henrique Mandetta seria exonerado, e ouve deboches de Terra contra Mandetta.

– Ele [Mandetta] não tem compromisso com nada que o Bolsonaro está fazendo. Eu acho que (Bolsonaro) deveria ter arcado [com as consequências de uma demissão]… – diz Lorenzoni.

– Ele se acha – respondeu Terra.

 O mais grave, no entanto, é a conspiração que o governo tenta, usando governadores, para afrouxar as regras de isolamento social impostas nos estados.

Segundo Osmar Terra, Bolsonaro aposta no governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), para o afrouxamento das regras. Na avaliação de  Terra – que almeja o cargo de Mandetta – se Rocha afrouxar, a tendencia é que os demais governadores também afrouxem.

Na conversa, eles calculam, inclusive, que as mortes no Brasil fiquem entre 3 mil e 4 mil.

Para o núcleo duro do governo, portanto, é fundamental derrotar a ideia de isolamento social para salvar o próprio presidente.

Pouco importa quantas pessoas morram por causa disso…

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STF manda Bolsonaro devolver bolsa-família aos nordestinos..

A pedido dos governadores, ministro Marco Aurélio Mello determinou a suspensão do corte que o presidente havia feito em quase 100 mil benefícios na região que o derrotou nas eleições de 2018

 

O governo Jair Bolsonaro vai ter que reintegrar ao programa Bolsa Família os quase 100 mil beneficiários que ele havia cortado, semana passada, na região Nordeste.

O ministro Marco Aurélio Mello determinou que os exatos 96.861 beneficiários que haviam sido cortados por Bolsonaro, semana passada, sejam reintegrados ao programa.

O ministro também determinou que, enquanto houver a crise do Coronavírus, as novas inscrições no programa beneficiem, uniformemente, as 27 unidades da federação.

A decisão do ministro do STF atendeu a pedido dos governadores, que alegaram ser o Nordeste uma das regiões mais atingidas pela pandemia do coronavírus.

A região Nordeste foi a única do país em que Bolsonaro perdeu as eleições de 2018.00

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São Luís receberá 11 governadores nesta semana..

Governadores da Amazônia Legal vão discutir políticas para a região em encontro no Maranhão

O 19° Fórum de Governadores da Amazônia Legal será realizado no Hotel Grand São Luís e no Palácio dos Leões, na quarta-feira, 27 e na quinta-feira, 28, reunindo governadores, secretários de estado e técnicos dos nove estados que compõem a região (Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Maranhão, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins).

N a mesma quinta-feira, 28 em que se encerra o fórum da Amazônia, começa a partir das 14h, no Palácio dos Leões, a programação do 21º Fórum de Governadores do Consórcio Interestadual para o Desenvolvimento do Brasil Central.

Além do governador Flávio Dino, o evento contará com a participação dos governadores dos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Tocantins e do Distrito Federal.

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O não-embate Flávio Dino X Bolsonaro no encontro de governadores…

Embora crítico, governador maranhense usou tom moderado e de conciliação, diante de um Bolsonaro sem reação diante da repercussão negativa de suas declarações sobre a crise da Amazônia

 

O que poderia ser um momento de crise entre o presidente Jair Bolsonaro (PSL) e o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) – num encontro de governadores da Amazônia Legal – acabou se transformando em uma espécie de armistício.

Dino até fez contraponto às declarações de Bolsonaro sobre as Organizações Não-Governamentais (ONG), mas usou tom mais ameno do que costuma usar nas redes sociais.

– É preciso respeitar as ONGs. Há ONGs com excelente trabalho em todo o mundo; não é tocando fogo nas ONGs que irá se resolver o problema da Amazônia. É preciso moderação – disse o governador maranhense.

Bolsonaro manteve-se em silêncio, sem confronto.

E o embate ficou para outra ocasião…

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Roberto Rocha pede apoio dos governadores para aprovar a reforma da previdência

Senador maranhense, no entanto, defende a proteção das aposentadorias rurais e alternativas ao BPC

 

O presidente da República Jair Bolsonaro voltou a pedir apoio dos governadores para aprovação da Reforma da Previdência, nesta quarta-feira (8), durante encontro com líderes do Senado e governadores, promovido pelo presidente do Senado Davi Alcolumbre (DEM-AP).

Bolsonaro disse que o governo está aberto ao diálogo e que as diferentes ideologias precisam ficar de lado. “Temos problemas que são comuns, outros não. Mas temos que ceder num dado momento para ganhar lá na frente. Se todo mundo agir com esse espírito, o Brasil sai da situação em que se encontra”, afirmou.

O líder do PSDB no Senado, Roberto Rocha (PSDB-MA), foi na mesma linha do presidente, mas fez ponderações quanto ao texto da Reforma da Previdência. “O Brasil precisa de um jejum ideológico e deixar as diferenças partidárias em outro campo pela aprovação da reforma. Mas, eu defendo que o texto precisa de ajustes que protejam as aposentadorias rurais, que hoje representam o bolo de 86% no Maranhão, além de uma regra alternativa ao que foi proposto pelo governo sobre o BPC”, defendeu o parlamentar maranhense.

Mais tarde, no plenário do Senado, Roberto Rocha voltou a comentar da necessidade de reformar a previdência como ponto de partida para a reorganização do pacto federativo e atender a outras agendas dos governadores. “A reforma precisa ser aprovada ainda este ano, por que senão for, claramente não será no ano que vem, quando teremos as eleições municipais. Aí estaremos acumulando um déficit público de mais de R$ 100 bilhões e o Brasil e os estados paralisam de vez”, explicou o líder do PSDB.

No final do seu discurso, Roberto Rocha pediu apoio aos governadores. “Todos nós temos o coração verde-amarelo e representamos o povo brasileiro. Não existe plano B. Eu faço um apelo para que se busque a compreensão de que precisamos aprovar a reforma e dar um futuro às crianças e aos jovens, porque se nada for feito urgente, o País não terá condições de aposentá-los e assim, estaremos hipotecando a nova geração de filhos e netos do Brasil”, concluiu.
Roberto Rocha pede apoio dos governadores para aprovar a reforma da previdência

Senador maranhense, no entanto, defende a proteção das aposentadorias rurais e alternativas ao BPC

O presidente da República Jair Bolsonaro voltou a pedir apoio dos governadores para aprovação da Reforma da Previdência, nesta quarta-feira (8), durante encontro com líderes do Senado e governadores, promovido pelo presidente do Senado Davi Alcolumbre (DEM-AP).

Bolsonaro disse que o governo está aberto ao diálogo e que as diferentes ideologias precisam ficar de lado. “Temos problemas que são comuns, outros não. Mas temos que ceder num dado momento para ganhar lá na frente. Se todo mundo agir com esse espírito, o Brasil sai da situação em que se encontra”, afirmou.

O líder do PSDB no Senado, Roberto Rocha (PSDB-MA), foi na mesma linha do presidente, mas fez ponderações quanto ao texto da Reforma da Previdência. “O Brasil precisa de um jejum ideológico e deixar as diferenças partidárias em outro campo pela aprovação da reforma. Mas, eu defendo que o texto precisa de ajustes que protejam as aposentadorias rurais, que hoje representam o bolo de 86% no Maranhão, além de uma regra alternativa ao que foi proposto pelo governo sobre o BPC”, defendeu o parlamentar maranhense.

Mais tarde, no plenário do Senado, Roberto Rocha voltou a comentar da necessidade de reformar a previdência como ponto de partida para a reorganização do pacto federativo e atender a outras agendas dos governadores. “A reforma precisa ser aprovada ainda este ano, por que senão for, claramente não será no ano que vem, quando teremos as eleições municipais. Aí estaremos acumulando um déficit público de mais de R$ 100 bilhões e o Brasil e os estados paralisam de vez”, explicou o líder do PSDB.

No final do seu discurso, Roberto Rocha pediu apoio aos governadores. “Todos nós temos o coração verde-amarelo e representamos o povo brasileiro. Não existe plano B. Eu faço um apelo para que se busque a compreensão de que precisamos aprovar a reforma e dar um futuro às crianças e aos jovens, porque se nada for feito urgente, o País não terá condições de aposentá-los e assim, estaremos hipotecando a nova geração de filhos e netos do Brasil”, concluiu.

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Partidos políticos e tempo na propaganda…

De uma forma ou de outra, candidatos a governador e senador terão que garantir espaço no horário eleitoral se quiserem se apresentar com consistência ao eleitor na campanha de 2018

 

Maura Jorge e Eduardo Braide ainda precisam encontrar coligação

Os pré-candidatos a governador e senador ganharam uma espécie de sobrevida em seus partidos até abril de 2018, para quando foi estendido o prazo mínimo de filiação partidária para quem vai disputar as eleições.

Mas, de uma forma ou de outra, boa parte deles terá de encontrar uma saída para a falta de tempo na propaganda eleitoral, fundamental para uma campanha consistente.

No caso de pretendentes à disputa de governador, vivem situação de expectativa a ex-prefeita Maura Jorge e o deputado estadual Eduardo Braide. Ela é filiada ao Podemos, que tem menos 15 segundos no horário eleitoral; ele é do PMN, que tem apenas seis segundos. Para fazer uma campanha que tenha consistência, ambos terão de buscar uma aliança que garanta o aumento desse tempo.

O problema é a falta de oferta de partidos dispostos a compor.

Todos os partidos com tempo igual ou superior a 30 segundos – o maior é o PT, que tem 53 segundos – já estão comprometidos em alguma coligação ou à espera de um candidato de grande partido, o que dificulta a margem de negociação de Maura e Braide.

Sarney Filho já decidiu que deixa o PV se for necessário; Eliziane é vinculada ao PPS

No caso da disputa de senador, os pré-candidatos Sarney Filho (PV) e Eliziane Gama (PPS) também estudam passos visando ao tempo partidário. A diferença é que Sarney Filho já decidiu trocar de legenda – e tem convite de partidos de peso, como PMDB, PSDB, DEM e PSD – ao contrário de Eliziane, confinada ao PPS.

Para se salvar, ela vai precisar coligar-se com um candidato de peso.

Isso se conseguir convencê-lo de sua viabilidade…

Da coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão

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“Sou recebido por governadores de todo o país, menos no meu estado”, reclama Wellington…

Deputado estadual que esteve em São Paulo, semana passada, destacou o tratamento respeitoso do governador Geraldo Alckmin, diferente de Flávio Dino, que nunca o recebeu em dois ano de mandato

 

Wellington com Alckmin: respeito no tratamento

O deputado Wellington do Curso (PP) voltou a criticar a forma desrespeitosa com que o governador Flávio Dino (PCdoB) trata a sua base de deputados na Assembleia Legislativa.

Após passagem por São Paulo, semana passada – ocasião em que foi recebido pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), Wellington lembrou que é tratado da mesma forma em outros estados, menos no Maranhão.

– Quero destacar a forma respeitosa e atenciosa que fomos recebidos pelo governado Geraldo Alckmin. Eu passeei dois anos na base do governador Flávio Dino, não sou mais da base, mas nunca fui recebido pelo governador do meu estado do Maranhão. Fui recebido duas vezes pelo governador do estado do Piauí, fui muito bem recebido pelo governador de São Paulo, mas nunca fui recebido pelo governador do Maranhão. Apesar disso, continuaremos fazendo política independente da forma que o Governo do Maranhão faz política. O governador de todos vocês, ou como se intitula, de todos nós – cutucou.

Para o deputado maranhense, a postura de Flávio Dino vai na contramão da postura que deveria ser adotada por uma pretensa liderança política.

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Blog repetirá série de posts sobre o legado dos prefeitos na capital…

Para lembrar os 403 anos de fundação da capital maranhense, o blog reeditará, por todo o dia 8 de setembro, a série de posts “30  anos de oposição em São Luís”, que faz um balanço da auação dos prefeitos desde a retomada das eleições diretas, em 1985

 

saoluis399Este blog será temático na terça-feira, 8 de setembro.

Para lembrar o aniversário de 403 anos de fundação de São Luís, será reeditada, ao longo de todo o dia, a série de posts “30 anos de oposição em São Luís”.

Trata-se de uma coletânea de artigos com o balanço do que foi feito – ou não – pelos seis prefeitos eleitos pela votação direta – retomada em 1985, com a eleição de Gardênia Gonçalves.

Uma visão particular do titular deste blog, testemunha ocular da história política deste período.

Os posts, publicados originalmente – e aleatoriamente – a partir de 2012, tratam do balanço específico da obra dos prefeitos Gardênia Gonçalves, Jackson Lago, Conceição Andrade, Tadeu Palácio, João Castelo e Edivaldo Júnior; e outro, que mostra as bases plantadas ainda pelos chamados prefeitos biônicos – eleitos por indicação do governador -, além do legado dos governadores na capital.

A série para o aniversário se São Luís tem ainda os adicionais sobre os mandatos da ex-governadora Roseana Sarney (PMDB), uma análise do João Castelo governador e do João Castelo prefeito, e uma luz no que pode ser o legado do atual prefeito, Edivaldo Júnior (PDT).

É uma coletânea – agora enfileirada e sequenciada – fundamentada em fatos concretos e documentais, para análise crítica do leitor.

É aguardar e conferir…

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Flávio Dino tenta fazer média com Dilma e é desmentido por Alckimin…

Governador do Maranhão usou palavras feitas para falar de governabilidade após a reunião com a presidente, mas o colega de São Paulo disse que o tema sequer foi tratado na reunião

 

Dilma com temer e os governadores. Dino tentou aparecer bem e se deu mal...

Dilma com temer e os governadores. Dino tentou aparecer bem e se deu mal…

Inábil e ainda neófito no jogo político nacional, o governador do Maranhão Flávio Dino (PCdoB) foi desautorizado por por pelo menos um colega ao tentar gerar um clima de comoção pró-Dilma, após reunião com a presidente, ontem.

Ao ser questionado por repórteres, Dino saiu-se com esta:

– Houve uma defesa clara e inequívoca da estabilidade institucional, da ordem democrática do Estado de direito e contra qualquer tipo de interrupção das regras constitucionais vigentes, portanto, a manutenção do mandato legítimo da presidenta Dilma Rousseff, que foi eleita para cumprir até o fim.

Mas, segundo o governador de São Paulo, Geraldo Alckimin (PSDB), o tema sequer foi tratado na reunião com Dilma.

Isso não foi dito pela presidente Dilma nem está em discussão. Em relação a isso, nós defendemos o quê? Investigação, investigação e investigação. Cumprir a Constituição. Isso não esteve na pauta – garantiu Alckimin.

E tudo indica ser Alckimin o dono da razão neste caso.

Basta ver que a declaração de Dino, dada após a reunião, é praticamente a mesma externada em seu perfil no Twitter, e replicada no site do PCdoB, ontem às 8h47 – mais de oito horas antes da reunião. (Leia aqui)

O que Flávio Dino fez, portanto, foi expressar um desejo pessoal à imprensa, tentando aparecer em sua primeira incursão na política nacional.

O que põe em xeque sua ainda incipiente credibilidade nacional…

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Flávio Dino é o 3º governador mais rico do Nordeste…

Com patrimônio declarado de quase R$ 1 milhão, comunista está à frente de seis colegas nordestinos e é o 15º com maior patrimônio do país, segundo levantamento do site Terra

 

Dino: parimõnio de quase R$ 1 milhão o põe entre os 15 mais ricos governadores

Dino: parimõnio de quase R$ 1 milhão o põe entre os 15 mais ricos governadores

O governador do Maranhão, Flávio Dino – único representante do PCdoB entre os chefes de estado brasileiros – é praticamente um milionário.

Seu patrimônio declarado à Justiça Eleitoral foi de R$ 933.605,93 o que o coloca na 15ª posição entre os 27 governadores do Brasil.

No Nordeste, a riqueza do comunista maranhenses é menor apenas que as dos governadores do Rio Grande do Norte, Robinson Faria (R$8,3 milhões), e de Ricardo Coutinho, da Paraíba (R$ 1,4 milhão).

Veja aqui o ranking completo

O ranking dos governadores mais ricos foi elaborado pelo site terra.com.br, com base na declaração de bens encaminhada pelos governadores à Justiça Eleitoral.

Ainda no primeiro mandato de governador – e com um mandato de deputado federal – os quase R$ 1 milhão declarados de Flávio Dino foram amealhados, deduz-se, nos seus 12 anos como juiz federal.

Carreira que encerrou em 2006 para entrar na política.