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Roberto Rocha pede apoio dos governadores para aprovar a reforma da previdência

Senador maranhense, no entanto, defende a proteção das aposentadorias rurais e alternativas ao BPC

 

O presidente da República Jair Bolsonaro voltou a pedir apoio dos governadores para aprovação da Reforma da Previdência, nesta quarta-feira (8), durante encontro com líderes do Senado e governadores, promovido pelo presidente do Senado Davi Alcolumbre (DEM-AP).

Bolsonaro disse que o governo está aberto ao diálogo e que as diferentes ideologias precisam ficar de lado. “Temos problemas que são comuns, outros não. Mas temos que ceder num dado momento para ganhar lá na frente. Se todo mundo agir com esse espírito, o Brasil sai da situação em que se encontra”, afirmou.

O líder do PSDB no Senado, Roberto Rocha (PSDB-MA), foi na mesma linha do presidente, mas fez ponderações quanto ao texto da Reforma da Previdência. “O Brasil precisa de um jejum ideológico e deixar as diferenças partidárias em outro campo pela aprovação da reforma. Mas, eu defendo que o texto precisa de ajustes que protejam as aposentadorias rurais, que hoje representam o bolo de 86% no Maranhão, além de uma regra alternativa ao que foi proposto pelo governo sobre o BPC”, defendeu o parlamentar maranhense.

Mais tarde, no plenário do Senado, Roberto Rocha voltou a comentar da necessidade de reformar a previdência como ponto de partida para a reorganização do pacto federativo e atender a outras agendas dos governadores. “A reforma precisa ser aprovada ainda este ano, por que senão for, claramente não será no ano que vem, quando teremos as eleições municipais. Aí estaremos acumulando um déficit público de mais de R$ 100 bilhões e o Brasil e os estados paralisam de vez”, explicou o líder do PSDB.

No final do seu discurso, Roberto Rocha pediu apoio aos governadores. “Todos nós temos o coração verde-amarelo e representamos o povo brasileiro. Não existe plano B. Eu faço um apelo para que se busque a compreensão de que precisamos aprovar a reforma e dar um futuro às crianças e aos jovens, porque se nada for feito urgente, o País não terá condições de aposentá-los e assim, estaremos hipotecando a nova geração de filhos e netos do Brasil”, concluiu.
Roberto Rocha pede apoio dos governadores para aprovar a reforma da previdência

Senador maranhense, no entanto, defende a proteção das aposentadorias rurais e alternativas ao BPC

O presidente da República Jair Bolsonaro voltou a pedir apoio dos governadores para aprovação da Reforma da Previdência, nesta quarta-feira (8), durante encontro com líderes do Senado e governadores, promovido pelo presidente do Senado Davi Alcolumbre (DEM-AP).

Bolsonaro disse que o governo está aberto ao diálogo e que as diferentes ideologias precisam ficar de lado. “Temos problemas que são comuns, outros não. Mas temos que ceder num dado momento para ganhar lá na frente. Se todo mundo agir com esse espírito, o Brasil sai da situação em que se encontra”, afirmou.

O líder do PSDB no Senado, Roberto Rocha (PSDB-MA), foi na mesma linha do presidente, mas fez ponderações quanto ao texto da Reforma da Previdência. “O Brasil precisa de um jejum ideológico e deixar as diferenças partidárias em outro campo pela aprovação da reforma. Mas, eu defendo que o texto precisa de ajustes que protejam as aposentadorias rurais, que hoje representam o bolo de 86% no Maranhão, além de uma regra alternativa ao que foi proposto pelo governo sobre o BPC”, defendeu o parlamentar maranhense.

Mais tarde, no plenário do Senado, Roberto Rocha voltou a comentar da necessidade de reformar a previdência como ponto de partida para a reorganização do pacto federativo e atender a outras agendas dos governadores. “A reforma precisa ser aprovada ainda este ano, por que senão for, claramente não será no ano que vem, quando teremos as eleições municipais. Aí estaremos acumulando um déficit público de mais de R$ 100 bilhões e o Brasil e os estados paralisam de vez”, explicou o líder do PSDB.

No final do seu discurso, Roberto Rocha pediu apoio aos governadores. “Todos nós temos o coração verde-amarelo e representamos o povo brasileiro. Não existe plano B. Eu faço um apelo para que se busque a compreensão de que precisamos aprovar a reforma e dar um futuro às crianças e aos jovens, porque se nada for feito urgente, o País não terá condições de aposentá-los e assim, estaremos hipotecando a nova geração de filhos e netos do Brasil”, concluiu.

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Partidos políticos e tempo na propaganda…

De uma forma ou de outra, candidatos a governador e senador terão que garantir espaço no horário eleitoral se quiserem se apresentar com consistência ao eleitor na campanha de 2018

 

Maura Jorge e Eduardo Braide ainda precisam encontrar coligação

Os pré-candidatos a governador e senador ganharam uma espécie de sobrevida em seus partidos até abril de 2018, para quando foi estendido o prazo mínimo de filiação partidária para quem vai disputar as eleições.

Mas, de uma forma ou de outra, boa parte deles terá de encontrar uma saída para a falta de tempo na propaganda eleitoral, fundamental para uma campanha consistente.

No caso de pretendentes à disputa de governador, vivem situação de expectativa a ex-prefeita Maura Jorge e o deputado estadual Eduardo Braide. Ela é filiada ao Podemos, que tem menos 15 segundos no horário eleitoral; ele é do PMN, que tem apenas seis segundos. Para fazer uma campanha que tenha consistência, ambos terão de buscar uma aliança que garanta o aumento desse tempo.

O problema é a falta de oferta de partidos dispostos a compor.

Todos os partidos com tempo igual ou superior a 30 segundos – o maior é o PT, que tem 53 segundos – já estão comprometidos em alguma coligação ou à espera de um candidato de grande partido, o que dificulta a margem de negociação de Maura e Braide.

Sarney Filho já decidiu que deixa o PV se for necessário; Eliziane é vinculada ao PPS

No caso da disputa de senador, os pré-candidatos Sarney Filho (PV) e Eliziane Gama (PPS) também estudam passos visando ao tempo partidário. A diferença é que Sarney Filho já decidiu trocar de legenda – e tem convite de partidos de peso, como PMDB, PSDB, DEM e PSD – ao contrário de Eliziane, confinada ao PPS.

Para se salvar, ela vai precisar coligar-se com um candidato de peso.

Isso se conseguir convencê-lo de sua viabilidade…

Da coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão

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“Sou recebido por governadores de todo o país, menos no meu estado”, reclama Wellington…

Deputado estadual que esteve em São Paulo, semana passada, destacou o tratamento respeitoso do governador Geraldo Alckmin, diferente de Flávio Dino, que nunca o recebeu em dois ano de mandato

 

Wellington com Alckmin: respeito no tratamento

O deputado Wellington do Curso (PP) voltou a criticar a forma desrespeitosa com que o governador Flávio Dino (PCdoB) trata a sua base de deputados na Assembleia Legislativa.

Após passagem por São Paulo, semana passada – ocasião em que foi recebido pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), Wellington lembrou que é tratado da mesma forma em outros estados, menos no Maranhão.

– Quero destacar a forma respeitosa e atenciosa que fomos recebidos pelo governado Geraldo Alckmin. Eu passeei dois anos na base do governador Flávio Dino, não sou mais da base, mas nunca fui recebido pelo governador do meu estado do Maranhão. Fui recebido duas vezes pelo governador do estado do Piauí, fui muito bem recebido pelo governador de São Paulo, mas nunca fui recebido pelo governador do Maranhão. Apesar disso, continuaremos fazendo política independente da forma que o Governo do Maranhão faz política. O governador de todos vocês, ou como se intitula, de todos nós – cutucou.

Para o deputado maranhense, a postura de Flávio Dino vai na contramão da postura que deveria ser adotada por uma pretensa liderança política.

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Blog repetirá série de posts sobre o legado dos prefeitos na capital…

Para lembrar os 403 anos de fundação da capital maranhense, o blog reeditará, por todo o dia 8 de setembro, a série de posts “30  anos de oposição em São Luís”, que faz um balanço da auação dos prefeitos desde a retomada das eleições diretas, em 1985

 

saoluis399Este blog será temático na terça-feira, 8 de setembro.

Para lembrar o aniversário de 403 anos de fundação de São Luís, será reeditada, ao longo de todo o dia, a série de posts “30 anos de oposição em São Luís”.

Trata-se de uma coletânea de artigos com o balanço do que foi feito – ou não – pelos seis prefeitos eleitos pela votação direta – retomada em 1985, com a eleição de Gardênia Gonçalves.

Uma visão particular do titular deste blog, testemunha ocular da história política deste período.

Os posts, publicados originalmente – e aleatoriamente – a partir de 2012, tratam do balanço específico da obra dos prefeitos Gardênia Gonçalves, Jackson Lago, Conceição Andrade, Tadeu Palácio, João Castelo e Edivaldo Júnior; e outro, que mostra as bases plantadas ainda pelos chamados prefeitos biônicos – eleitos por indicação do governador -, além do legado dos governadores na capital.

A série para o aniversário se São Luís tem ainda os adicionais sobre os mandatos da ex-governadora Roseana Sarney (PMDB), uma análise do João Castelo governador e do João Castelo prefeito, e uma luz no que pode ser o legado do atual prefeito, Edivaldo Júnior (PDT).

É uma coletânea – agora enfileirada e sequenciada – fundamentada em fatos concretos e documentais, para análise crítica do leitor.

É aguardar e conferir…

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Flávio Dino tenta fazer média com Dilma e é desmentido por Alckimin…

Governador do Maranhão usou palavras feitas para falar de governabilidade após a reunião com a presidente, mas o colega de São Paulo disse que o tema sequer foi tratado na reunião

 

Dilma com temer e os governadores. Dino tentou aparecer bem e se deu mal...

Dilma com temer e os governadores. Dino tentou aparecer bem e se deu mal…

Inábil e ainda neófito no jogo político nacional, o governador do Maranhão Flávio Dino (PCdoB) foi desautorizado por por pelo menos um colega ao tentar gerar um clima de comoção pró-Dilma, após reunião com a presidente, ontem.

Ao ser questionado por repórteres, Dino saiu-se com esta:

– Houve uma defesa clara e inequívoca da estabilidade institucional, da ordem democrática do Estado de direito e contra qualquer tipo de interrupção das regras constitucionais vigentes, portanto, a manutenção do mandato legítimo da presidenta Dilma Rousseff, que foi eleita para cumprir até o fim.

Mas, segundo o governador de São Paulo, Geraldo Alckimin (PSDB), o tema sequer foi tratado na reunião com Dilma.

Isso não foi dito pela presidente Dilma nem está em discussão. Em relação a isso, nós defendemos o quê? Investigação, investigação e investigação. Cumprir a Constituição. Isso não esteve na pauta – garantiu Alckimin.

E tudo indica ser Alckimin o dono da razão neste caso.

Basta ver que a declaração de Dino, dada após a reunião, é praticamente a mesma externada em seu perfil no Twitter, e replicada no site do PCdoB, ontem às 8h47 – mais de oito horas antes da reunião. (Leia aqui)

O que Flávio Dino fez, portanto, foi expressar um desejo pessoal à imprensa, tentando aparecer em sua primeira incursão na política nacional.

O que põe em xeque sua ainda incipiente credibilidade nacional…

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Flávio Dino é o 3º governador mais rico do Nordeste…

Com patrimônio declarado de quase R$ 1 milhão, comunista está à frente de seis colegas nordestinos e é o 15º com maior patrimônio do país, segundo levantamento do site Terra

 

Dino: parimõnio de quase R$ 1 milhão o põe entre os 15 mais ricos governadores

Dino: parimõnio de quase R$ 1 milhão o põe entre os 15 mais ricos governadores

O governador do Maranhão, Flávio Dino – único representante do PCdoB entre os chefes de estado brasileiros – é praticamente um milionário.

Seu patrimônio declarado à Justiça Eleitoral foi de R$ 933.605,93 o que o coloca na 15ª posição entre os 27 governadores do Brasil.

No Nordeste, a riqueza do comunista maranhenses é menor apenas que as dos governadores do Rio Grande do Norte, Robinson Faria (R$8,3 milhões), e de Ricardo Coutinho, da Paraíba (R$ 1,4 milhão).

Veja aqui o ranking completo

O ranking dos governadores mais ricos foi elaborado pelo site terra.com.br, com base na declaração de bens encaminhada pelos governadores à Justiça Eleitoral.

Ainda no primeiro mandato de governador – e com um mandato de deputado federal – os quase R$ 1 milhão declarados de Flávio Dino foram amealhados, deduz-se, nos seus 12 anos como juiz federal.

Carreira que encerrou em 2006 para entrar na política.

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Troca de governadores em série não tem previsão legal…

Roseana licenciou-se para a posse de Washington Oliveira...

Não passa de uma concessão pessoal de um para outro a série de transmissões de cargos de governador do Maranhão nos últimos dias.

Iniciada pela eleita Roseana Sarney (PMDB), a festa termina com o presidente  do Tribunal de Justiça, desembargador Jamil Gedeon, que assume apenas para ir à Caxias inaugurar um fórum.

De Roseana passou para Washington Oliveira; de Oliveira para Arnaldo Melo e de Arnaldo para Jamil Gedeon.

Oliiera passou para Arnaldo, que, por sua vez, passará a Gedeon

Roseana Sarney não precisaria se afastar do governo para realizar os exames clínicos e até a cirurgia da vista, em São Paulo. Bastaria ir e pronto. Pediu licença apenas para desencadear o mexe-remexe que leva Gedeon ao posto hoje.

A Constituição Estadual estabelece que o posto de governador é exercido plenamente em sua circunscrição, o que inclui visitas – oificiais olu não – aos outros estados do país.

O governador de Pernanbuco, Eduardo Campos (PSB), por exemplo, pode vir ao Maranhão para um evento do PSB e continua sendo governador. Roseana pode participar de um ensaio da Beija-Flor, no Rio de Janeiro, e, mesmo assim, continua com as prerrogativas governamentais.

A única previsão legal da Constituição para exercício temporário do cargo àqueles que estão na linha de sucessão diz que o vice – ou aquele que o sucede – ocupará o cargo quando o titular se afastar do país por período superior a 15 dias.

A festa de posses em série dos últimos dias, portanto, é apenas uma questão pessoal.

Que carrega, por isso, toda a carga de contestação…

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O povo não está nem aí!

Estes dois já foram; falta mais um...

Tem pouca importância para o grosso da população a profusão de governadores em exercício nestes primeiros dias de novembro.

Numa avaliação empírica, analisando-se por consultas boca-boca, percebe-se que a gente do povo, em sua maioria, nem sabe que Roseana Sarney (PMDB) licenciou-se do governo.

E sabe menos ainda que, neste período, dois governadores-tampão já assumiram, num prazo de cinco dias, e outro se prepara para tomar posse logo após o feriado.´

A população gosta mesmo é de programas policiais – as notícias de suas comunidades periféricas, abandonadas pelo sistema que ela própria ajuda a construir.

Washington Oliveira governador é fato tão desconhecido quanto a própria condição de vice-governador eleito que ele enverga.

Muito menos é sabido nas camadas populares que a Assembléia Legislativa tem um presidente – e que este presidente chama-se Arnaldo Melo (PMDB) e está no exercício do governo.

Informação para meia-dúzia de informados. Dado que circula em pequenas rodas ou no chamado mètier político. E só.

O povo, este maior abandonado, quer saber mesmo é da próxima trama da novela, do futebol ou dos shows popularescos previstos para cada fim-de-semana…

Pouco importa o Maranhão com um, dois, três ou quatro governadores.

Afinal, não importa o número de chefes.

A realidade é sempre a mesma…

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Maranhão pode ter quatro governadores em dez dias…

Roseana transferiu o poder para Washington

Se for por falta de governador, o Maranhão não terá  problema de representação nos próximos dez dias.

Neste período, podem ser até quatro os chefes do estado.

Desde ontem, 27, a eleita para o cargo, Roseana Sarney (PMDB), está licenciada para resolução de problemas pessoais – dentre os quais uma pequena cirurgia no olho.

Em seu lugar, já assumiu o vice-governador, Washington Oliveira, que leva o PT, pela primeira vez, ao comando do Maranhão.

Arnaldo Melo deve assumir segunda-feira

Mas Washginton também deve pedir pra sair, segunda-feira, por conta de “compromissos particulares já assumidos”.

Ele vai ao Ceará, sua terra natal, para resolução de questões familiares.

Quem assume, neste caso, é 0 presidente da Assembléia Legislativa, Arnaldo Melo (PMDB), que já teria agendado um jantar no Palácio dos Leões, na condição de governador em exercício.

Jamil é o terceiro na linha de sucessão

Existe, porém, a possibilidade de o próprio Arnaldo abrir vaga para o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Jamil Gedeon Neto, que ficaria pelo menos dois dias na condição de governador de estado.

Roseana Sarney retoma o comando maranhense no dia 7 de novembro…

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Governadores do PSB na festa de filiação de Roberto Rocha…

Sem Rocha, PSDB ficará com Castelo e Vidigal

Quatro governadores já teriam confirmado presença na festa de filiação do ex-deputado Roberto Rocha ao PSB.

O partido comanda seis estados brasileiros desde as eleições do ano passado.

Além do governador de Pernambuco, Eduardo Carmpos, presidente nacional da legenda, e autor do convite a Rocha, devem vir a São Luís os governadores do Espírito Santo, Renato Casagrande, do Ceará, Cid Gomes, e do Piauí, Wilson Martins, além de deputados federais da legenda.

A filiação de Rocha ao PSB está prevista para o dia 28 de julho – próxima quinta-feira – na Assembléia Legislativa.

A filiação do ex-deputado – que ainda não confirmou desligamento da presidência do PSDB – foi criticada pelo ex-governador José Reinaldo Tavares, cujo grupo controla a legenda no estado.

Mas foi bem recebida pelos históricos e, principalmente, pelos diretório interior maranhense.

Junto com Rocha devem se filiar prefeitos, vereadores e lideranças políticas em todo o estado…