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Polícia fecha cerco contra grupos de pirâmides financeiras em São Luís

Anúncio da suposta tentativa de suicídio de um coordenador desse esquema de arrecadação de dinheiro abriu o leque de investigações, que podem atingir, inclusive, médicos, empresários, políticos e magistrados

 

O FARAÓ PH SENDO ATENDIDO APÓS SUPOSTA TENTATIVA DE SUICÍDIO; pirâmides financeiras envolvem médicos, empresários, magistrados e políticos

A recente notícia da suposta tentativa de suicídio do homem identificado por Pedro Henrique, ou PH, chamou atenção da polícia para um esquema que pode estar sendo usado até na lavagem de dinheiro em São Luís.

De acordo com noticias vinculadas em blogs, PH tentou se matar após receber pressão por débitos de R$ 20 milhões no sistema de pirâmide financeira.

Trata-se de um esquema de “investimento” em que os primeiros ganham fortunas, enquanto os que chegam por último pagam o prejuízo e perdem milhares de reais.

Após notícia do ato de Pedro Henrique, descobriu-se outro esquema, envolvendo o homem, conhecido por Germano Braga de Oliveira Filho, que seria um dos maiores “faraós” deste esquema em São Luís.

De acordo com o blog de Neto Ferreira, em poder de Oliveira Filho há anotações envolvendo uma série de empresas maranhenses, com movimentação fraudulenta de recursos da ordem de R$ 10 milhões.

A polícia passou a investigar este esquema após denúncia contra outro “faraó” das pirâmides, o médico Abdon Murad Júnior.  (Relembre aqui)

Por isso o esquema envolve outras centenas de médicos maranhenses.

O problema é que, nas investigações, há nomes de deputados, magistrados, altos funcionários públicos e até policiais envolvidos no esquema.

Mesmo assim, a casa já caiu para alguns destes “faraós”…

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A farsa da prestação de contas eleitorais…

Com uma justiça que finge que analisa o faz-de-contas apresentado pelos partidos, processo gera aberrações como a do PCdoB, que tem chancela do TRE até para suspeitas de lavagem de dinheiro

 

REINO DE FAZ DE CONTA. O PCdoB de Flávio Dino e Márcio Jerry é mais um fruto da aberração eleitoral brasileira

Editorial

Só sistemas como o adotado pela Justiça Eleitoral brasileira são capazes de construir aberrações como a do ex-presidente estadual do PCdoB, Márcio Jerry, que sai por aí a bater no peito e a dizer que as contas do seu partido “foram aprovadas pela Justiça Eleitoral”.

Ora, com este sistema de faz-de-contas, a Justiça Eleitoral aprova qualquer conta, mesmo que tenha suspeitas de lavagem de dinheiro, como as levantadas agora em relação ao PCdoB do Jerry.

No sistema eleitoral brasileiro, os TREs fingem que analisam as contas, enquanto os partidos fazem de conta que prestam todos o dados.

Só isso pode explicar crimes como o do PCdoB de Jerry, que recebeu R$ 1,3 milhão sabe-se lá de quem e, no mesmo dia, retirou esses mesmos R$ 1,3 milhão, mandando apenas R$ 500 mil para a conta de uma empresa – e os outros R$ 800 mil sabe-se lá para onde.

Como pode uma Justiça Eleitoral aprovar uma conta com aberração tão grotesca?!?

Diante dessa falha judicial é que criminosos podem sair por aí a bater no peito, dizendo ter suas contas aprovadas, sem precisar mais dar satisfações a ninguém.

É o reino do faz de conta eleitoral brasileiro…

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Márcio Jerry agride, mas não explica lavagem de dinheiro do PCdoB…

Lugar-tenente do governador Flávio Dino tenta politizar um escândalo eminentemente criminoso, fazendo-se de vítima para deixar de explicar onde meteu R$ 880 mil que chegaram na conta comunista e saíram,  tomando rumo ignorado

 

Márcio Jerry aparece citado na denúncia de lavagem de dinheiro do PCdoB na campanha de Flávio Dino

O ex-presidente do PCdoB maranhense, ex-coordenador da campanha de Flávio Dino em 2014 e ex-todo-poderoso do governo comunista, jornalista Márcio Jerry, agiu ontem, da maneira que se espera dele.

Em uma nota cheia de ódio, agrediu a imprensa livre e tentou se fazer de vítima para não explicar o destino de R$ 880 mil que entraram e saíram da conta do PCdoB em plena campanha eleitoral, tomando ignorado.

O capi-de-capo do comunismo diz apenas que prestou contas de campanha, aprovadas regularmente no TRE-MA, como se isso fosse um fato extraordinário na leniente Justiça Eleitoral maranhense.

– Como já esclarecido a empresa foi contratada, prestou serviços, teve uma parte do pagamento efetuado e outra assumida como débito, tudo em conformidade com as leis; e com prestação de contas feita e aprovada – diz o blablablá jerrysta.

Nenhuma palavra sobre o destino dos R$ 880 mil, que saíram da conta do PCdoB para a Aldo Imagem LTDA. mas não chegaram à conta da empresa, mesmo com a nota fiscal já emitida.

Márcio Jerry tem muito a ver com a suspeita de lavagem por que era, na época, além do coordenador de campanha de Flávio Dino, também o presidente do próprio PCdoB.

Goste ou não o lugar-tenente do governador, ele vai ter que aturar, também,  a acusação – não deste blog, mas do empresário Aldo Oberdan Oliveira Montenegro, em entrevista gravada – que acusa um ex-presidente do PCdoB de tê-lo ameaçado de morte.

Se vestiu a carapuça, Márcio Jerry, o problema é seu.

Simples assim…

Abaixo, a íntegra da verborragia do ex-secretário:

1. As armações dirigidas por José Sarney e alguns asseclas para tentar conturbar o processo eleitoral estão voltadas neste momento para inexistente irregularidade em contratação de produtora pelo PCdoB em 2014.

2. Como já esclarecido a empresa foi contratada, prestou serviços, teve uma parte do pagamento efetuado e outra assumida como débito, tudo em conformidade com as leis; e com prestação de contas feita e aprovada.

3. Na exploração do caso já devidamente esclarecido abrem o esgoto das baixarias, acusações absurdas, mentiras e até insinuações criminosas.

4. A baixaria chega ao ponto de afirmarem, de forma coordenada, que o “presidente do PCdoB “ ameaçou uma pessoa de morte. Faz lembrar o caso de 2014 em que a mesma turma ligada à Zé Sarney fez um preso acusar Flávio Dino de ter participado de assalto a banco.

5. Em 2014 a trama diabólica e macabra tinha como suspeita de capítulo final o assassinato do presidiário, que em novo depoimento negou a acusação e disse que tinha sido orientado por pessoas ligadas à segurança pública de então a fazê-la .

6. Tais práticas da politicagem de esgoto, tão recorrentes no grupo liderado por Sarney, apenas revelam o desespero com mais uma iminente derrota. As pessoas de bem são a imensissíma maioria, repelem essas baixarias e querem nosso Maranhão decente, no rumo certo.

Márcio Jerry 
Presidente do PCdoB Maranhão

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Ameaça de morte também marca denúncia de lavagem de dinheiro no PCdoB…

Empresário que acusa comunistas de usarem sua empresa para justificar movimentação de R$ 1,3 milhão na campanha de Flávio Dino disse que um dos ex-presidentes do partido perguntou se ele não tinha medo de morrer

 

LAVAGEM E AMEAÇA. Márcio Jerry presidiu o PCdoB desde 2013; além dele, só Haroldão teve relações com empresário

O empresário Aldo Oberdan Oliveira Montenegro, dono da empresa homônima que denunciou suspeita de lavagem de dinheiro pelo PCdoB maranhense na campanha de 2014 do governador Flávio Dino, diz ter sofrido ameaça de morte de um presidente comunista.

Sem citar o nome do dirigente, Oberdan conta que foi procurá-lo para tratar dos cerca de R$ 800 mil cujas notas fiscais sua empresa emitiu, mas que não caíram em sua conta.

Foi quando recebeu a ameaça.

– Falei com o presidente do partido na época, o nome dele hoje não me lembro mais. Ele virou pra mim e disse assim: se eu não tinha medo de morrer. Eu disse: “mas eu não fiz nada de errado, meu irmão – conta o empresário.

Levando-se em conta apenas o diretório estadual, responsável pelas contas da campanha de 2014, o PCdoB teve como presidente, desde 2013, o próprio ex-secretário Márcio Jerry, também citado na denúncia. (Saiba mais aqui)

Além de Jerry, comandou a legenda em São Luís, à época da campanha de 2014, o militante Haroldo Silva, o Haroldão, já falecido.

O PCdoB não se manifestou sobre esta acusação específica de Oberdan Montenegro…

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Não há como escapar…

Incongruências nas explicações do PCdoB para um dinheiro que saiu de sua conta, mas não chegou à conta onde deveria dá a certeza  de dores de cabeça para os comunistas em futuro breve

Márcio Jerry aparece citado na denúncia de lavagem de dinheiro do PCdoB na campanha de Flávio Dino

O PCdoB, o governo Flávio Dino e os seus aliados têm tentado minimizar os efeitos da denúncia segundo a qual o partido lavou dinheiro na campanha eleitoral ele 2014. Mas a cada explicação – ou tentativa de – os comunistas se enrolam cada vez mais em uma teia que levanta suspeitas gravíssimas de ilegalidade pura e simples para eleger Flávio Dino governador.

O partido admite ter uma dívida, de cerca de R$ 800 mil, com a empresa Aldo Oberdan Pinheiro Montenegro-ME. Mas não consegue explicar para onde foram esses R$ 800 mil, já que os R$ 1,3 milhão entraram e saíram da conta do partido no mesmo dia.

E se não pousaram na conta da empresa, para algum outro lugar foi desviado.

Outro problema envolve as notas fiscais da Aldo Oberdan Montenegro.

Os documentos comprovam o recebimento do dinheiro total – e não apenas parte, como alega o PCdoB. É bem nesse ponto que se levanta as suspeitas de lavagem de dinheiro, uma vez que o dinheiro saiu da conta do PCdoB. A empresa – que neste período estava sob administração de um terceiro, ligado ao próprio partido, e não do seu titular – emitiu a nota dando conta do recebimento, mas apenas parte do recurso chegou, efetivamente, na conta.

O curioso, e ainda mais complicado para os comunistas é que as datas coincidem coma as suspeitas envolvendo o parido de Flávio Dino e as empresas investigadas na operação Lava Jato. Foi nessa época, segundo delatores, que foram repassados recursos para o PCdoB, e para o próprio Dino, segundo relatos nunca investigados pelo Ministério Público Federal.

O PCdoB, portanto, pode dizer o que quiser – e tem mostrado em suas notas que não tem muito o que dizer – mas não conseguirá escapar, pelo menos, de ter de se explicar à Justiça Eleitoral e à Justiça Federal.

E se a explicação continuar nesses termos, terá problemas sérios a resolver no futuro.

Da coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão

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Escândalo da lavagem de dinheiro: o problema, PCdoB, é a nota fiscal…

Para tentar escapar da acusação de que usou a campanha eleitoral de Flávio Dino para lavar dinheiro sem origem ou destino explicados, comunistas até admitem a dívida, mas não explicam porque as notas fiscais foram baixadas

 

Márcio Jerry aparece citado na denúncia de lavagem de dinheiro do PCdoB na campanha de Flávio Dino

Há um problema grave para o PCdoB na denúncia envolvendo o pagamento não-explicado de R$ 1,3 milhão à empresa Aldo Oberdan Pinheiro Montenegro-ME, também conhecida por AldoImagem LTDA.: o partido até admite o pagamento de R$ 500 mil, e diz que os demais R$ 800 mil foram assumidos como dívida.

Ocorre que a notas fiscais que compõem a Representação apresentada à Procuradoria-Geral da República contem extratos bancários, notas fiscais e recibo dando conta da quitação total do débito.

Ou seja, oficialmente, o PCdoB pagou R$ 1,3 milhão à AldoImagem LTDA., mas a empresa recebeu apenas R$ 500 mil em sua conta, embora tenha assinado recibo de quitação total.

Para onde, então, foram os outros R$ 800 mil?!?

É isso que o PCdoB não consegue explicar.

E é isso que o Ministério Público vai investigar…

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Vereadores condenam troca de acusações entre Horonato e Beto Castro…

Parlamentares lavaram a roupa suja em plena sessão da Câmara, semana passada – com gritos de bandido e acusações de lavagem de dinheiro da prefeitura – o que foi condenado pelos colegas

 

Beto Castro e Honorato: acusações podem atrair os holofotes para a Câmara

Pelo menos dois vereadores manifestaram-se criticamente em relação à postura dos colegas Beto Castro (Pros) e Honorato Fernandes (PT), que trocaram acusações em baixo nível durante sessão na semana passada.

Beto Castro acusou Honorato de usar suas emendas para lavar dinheiro desviado da prefeitura pelo instituto de sua família, o Isec; Fernandes rebateu, lembrando que Castro já foi preso por usar diversos documentos falsos.

Para o vereador Cézar Bombeiro classificou de “lamentável a postura dos colegas.

– O conflito entre os vereadores Beto Castro e Honorato Fernandes, sob todos os aspectos, foi profundamente lamentável e pode perfeitamente ocorrer entre outros vereadores, o que devemos ter a responsabilidade de evitar. O meu posicionamento diante do fato é que cabe a todos nós vereadores somarmos esforços para semear a paz e a união entre os dois colegas e evitarmos que um problema sério de ordem do executivo venha a ser motivador de discórdia e até de proporção lamentável dentro da Câmara Municipal – destacou o vereador Cézar Bombeiro.

Presidente do Legislativo Municipal,  Astro de Ogum (PR) exigiu a retratação de Honorato e Castro – além de um pedido de desculpas à população – o que foi feito na manhã desta segunda-feira, 10.

As acusações de Beto Castro serão investigadas pelo Ministério Público…