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A propina de R$ 1 bilhão do governo Bolsonaro

Auxiliares do presidente eleito com o discurso da não-corrupção bateram todos os recordes da cretinice ao tentar ganhar fortunas em meio ao luto de milhares de famílias que perderam vidas para a CoVID-19

 

Bolsonaro: doido, incompetente, despreparado, autoritário; e também corrupto

O governo Jair Bolsonaro entraria de qualquer jeito par a história política brasileira por incompetência, despreparo e truculência em todos os setores da gestão.

Agora, entrará para a história, também, pelo recorde da corrupção.

Auxiliares do presidente que se elegeu com o discurso do “pode ser tudo, menos corrupto”, queriam arrancar nada menos que R$ 1 bilhão para garantir vacina contra a CoVID-19 à população brasileira.

Em outras palavas, essas pessoas que auxiliam o presidente queriam roubar de quem mais precisava; e no momento mais difícil do país.

É um escândalo sem precedentes na história política brasileira.

O Brasil já estava estarrecido com a revelação de que o Ministério da Saúde – com o conhecimento do próprio Bolsonaro – pressionou para superfaturar em quase mil porcento o valor de uma vacina indiana.

Agora, sabe-se que agentes do mesmo Ministério da Saúde cobraram propina que chegaria a R$ 1 bilhão para comprar vacinas AstraZêneca.

O próprio governo Bolsonaro sabe da gravidade do escândalo; tanto sabe que demitiu o servidor acusado da negociação de propina menos de 24 horas depois da revelação do escândalo pelo jornal Folha de S.ç Paulo.

E também já havia suspendido o contrato com a representante indiana dias após vir à tona o superfaturamento.

Não há precedentes de corrupção deste tamanho na política brasileira.

Bolsonaro marcará a história do Brasil por ser tudo

Inclusive um governo corrupto…

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Corrupção quebra última justificativa dos defensores de Bolsonaro…

Tido até agora apenas como boçal, ignorante, despreparado e truculento, presidente recebia defesa de alguns setores por falta de provas de seu envolvimento direto em casos de ladroagem; a história da vacina covaxim joga este argumento por terra

 

Seu despreparo e truculência já eram conhecidos; agora, a corrupção de Bolsonaro também passa a ser melhor observada pelo Brasil

Ensaio

Quem ainda consegue defender o presidente Jair Bolsonaro e seu governo usava até agora o argumento de que ele pode ser truculento, boçal, ignorante e despreparado, mas não corrupto.

Esta justificativa começa a derreter com a denúncia de corrupção direta do presidente na compra de vacinas Covaxim por preços quase mil porcento superfaturados.

O blog Marco Aurélio D’Eça sempre considerou Jair Bolsonaro – e sua família – uns ladrões de galinha.

Eram corruptos que viviam de pequenos golpes no baixo clero do Congresso Nacional, não por serem ingênuos, mas por falta de acesso aos grandes esquemas.

Agora a corrupção campeia em seu governo em alto grau, do Ministério da Saúde ao Ministério do Meio Ambiente – cujo ministro foi demitido ontem – passando por todas as áreas com influência direta ou não do presidente.

Incompetente, despreparado, truculento, autoritário e ignorante, Bolsonaro chegou ao poder com o “pacto das elites”, espécie de trato envolvendo Toga, Capital e Militares, após o golpe de 2016 contra a ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

No último dia 21 de março, o blog Marco Aurélio D’Eça mostrou que o presidente havia perdido o apoio do mercado e já não tinha o apoio da toga. (Saiba mais aqui)

Mas pelo que a Rede Globo mostrou na última terça-feira, 22 – ao fazer chamada no Jornal Nacional de uma entrevista do vice-presidente Hamilton Mourão dada à Globonews – Bolsonaro já não tem também apoio da Caserna.

E tende a derreter até o final do mandato.

Isso não quer dizer que as elites – Capital, Toga e Militares – já encontraram o nome ideal para comandar o país; essa gente se desencantou com Bolsonaro, mas também não cogita a volta de Lula.

É óbvio que os donos do poder vão buscar um nome alternativo, embora a disputa esteja polarizada entre Bolsonaro e Lula, os dois extremos que resultaram no que se experimenta hoje no Brasil.

Com Bolsonaro agora envolto nas teias da corrupção direta em seu governo – e sendo despreparado, ignorante e truculento – a tendência é que ele nem vá para o segundo turno em 2022.

E Lula deve colocar as barbas de molho com relação à terceira via.

Ela com certeza ainda pode vir por aí…

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Acossado pela PF, Josimar de Maranhãozinho sai do foco

Com forte batalhão de deputados federais, estaduais, prefeitos, vice-prefeitos e vereadores, em São Luís e no interior, deputado federal pego na Operação Descalabro – que investigou desvio de emendas parlamentares – frustrou os que esperavam as milionárias festas de fim de ano que demonstravam a força política e econômica do seu grupo

 

Josimar com parte do seu grupo político: recolhimento após operação da Polícia Federal que flagrou desvio de emendas em São Luís

Acostumado a promover mega-eventos em São Luís e no interior do estado durante as festas e fim de ano, o deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL) está recolhido desde a operação da Polícia Federal que desbaratou esquema de desvio de recursos de emendas parlamentares no Maranhão.

Ele também orientou sua base e seus aliados a mergulhar neste fim de ano.

Controlador das ações  de três deputados federais – Marreca Filho (Patriotas), Júnior Lourenço (Avante) e Pastor Gyldenemir (PL) – Maranhãozinho tem poder também sobre o suplente Paulo Marinho júnior (PL), formando verdadeira sub-bancada na Câmara Federal.

Além disso, controla diretamente três deputados estaduais – Detinha, Leonardo Sá e Hélio Soares (todos do PL) – os vereadores de São luís Aldir Júnior (PL) e Daniel Oliveira (PL),; e centenas de prefeitos, vice-prefeitos e vereadores.

Este batalhão inteiro resultaria em festas de peso, tanto na capital quanto no interior, que mostraria força política de Josimar de Maranhãozinho; e daria cacife para suas pretensões de disputar o governo em 2022.

Mas veio a operação da Polícia Federal e agora a sua perspectiva é outra.

Por isso a decisão de fechar-se em copas…

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Marcelo Crivella é preso no Rio…

O Globo

A Polícia Civil e o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) prenderam, na manhã desta terça-feira (22), o Prefeito do Rio, Marcelo Crivella (Republicanos), o empresário Rafael Alves e o delegado aposentado Fernando Moraes.

Também é alvo da operação o ex-senador Eduardo Lopes, que no entanto não foi encontrado em sua casa no Rio. Ele teria se mudado para Belém e deverá se apresentar à polícia. Ele foi senador do Rio pelo Republicanos, ao herdar o cargo de Crivella, e foi secretário de Pecuária, Pesca e Abastecimento do governador afastado Wilson Witzel.

A ação é um desdobramento da Operação Hades, que investiga um suposto ‘QG da Propina’ na Prefeitura do Rio. Os mandados são cumpridos pela Coordenadoria de Investigação de Agentes com Foro (CIAF) da Polícia Civil e do Geocrim, do MP-RJ. A decisão é da desembargadora Rosa Helena Penna Macedo Guita.

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Denúncias de compra de votos e outros crimes eleitorais em João Lisboa

MDB representa contra Coligação de Vilson Soares por captação ilícita de voto e Abuso do Poder Econômico nas eleições do último dia 15

 

O auto de apreensão da polícia é prova da conduta vedada nas eleições de João Lisboa

Várias denúncias estão sendo feitas contra a coligação “João Lisboa não pode parar”, do candidato Vilson Soares (PDT), de captação ilícita de sufrágio ou compra votos, além de outros crimes eleitorais.

As denúncias e até mesmo flagrantes , já são de conhecimento da Promotoria Pública Eleitoral e, segundo o Promotor Fábio Henrique Mendes, tudo está sendo apurado e dentro dos prazos regimentais serão divulgados os resultados dessas apurações com a consequente tomada de providências amparadas pela legislação. 

“Tomamos conhecimento dessas denúncias e solicitamos apuração. Toda e qualquer notícia de crimes eleitorais que nos chegarem serão apurados, antes mesmo de qualquer representação já estávamos solicitando apuração”, disse o Promotor.

O dinheiro e os santinhos apreendidos pela polícia

Um desses casos, gravíssimos, foi flagrado pela própria polícia e se encontra registrado na delegacia local. Consta, segundo ROP 1203 da ocorrência feita pela Polícia Militar do Maranhão, guarnição de João Lisboa, sob o comando do Cabo PM Stênio, que a polícia foi informada via celular que pessoas estavam praticando crime de compra de votos pela cidade, com maior número de denúncias no bairro Norte Sul, então os mesmos em ronda nesses locais avistaram duas motocicletas com atitudes suspeitas e logo que avistaram a viatura empreenderam fuga havendo perseguição até que os suspeitos adentraram a uma chácara para se esconder, porém foram localizados escondidos atrás de um pé de manga.

Com um dos conduzidos, Samuel dos Santos Bezerra, foi encontrado uma grande quantidade de dinheiro e material de campanha, tais como santinhos e a chamada “cola” que geralmente o eleitor menos alfabetizado leva para a cabine eleitoral. O mesmo foi conduzido até o plantão central onde foi autuado em flagrante.

A cópia da ação de investigação interposta pelo diretório do MDB no município

Na manhã desta terça-feira,17, o Diretório Municipal do Partido Movimento Democrático Brasileiro, MDB, deu entrada na Justiça Eleitoral com uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral de Abuso de poder econômico, por parte da coligação encabeçada pelo candidato Vilson Ferreira Lima e outros.

Outras coligações que se dizem prejudicadas com o resultado do pleito, em destaque a do Dr. Fábio Holanda (PV), prometem entrar com ações questionando o resultado do pleito e solicitando o impedimento da diplomação do primeiro colocado, Vilson Lima, segundo apuração da Justiça Eleitoral.

Por Josué Moura

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Peritoró: Dr. Júnior prega renovação, mas é apoiado por condenados

Durante todo o período eleitoral, o candidato a prefeito de Peritoró, dr. Júnior (PP), vem pregando a renovação para a cidade. No entanto, o mesmo é acusado de fraude em licitação na Prefeitura de Codó, onde a sua empresa ADM Médica, presta serviços médicos.

Com os seus apoiadores não é diferente. O médico tem o apoio do ex-prefeito de Peritoró, dr. Agamenon Milhomem, que foi condenado pela 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Maranhão por não prestar contas referentes ao exercício financeiro de 2009 dentro do prazo determinado por lei. Milhomem foi obrigado a cumprir pena de 3 meses de detenção em regime aberto, convertida em prestação de serviços à comunidade.

Outro líder político que vem constantemente subindo do palanque de dr. Júnior, é o ex-prefeito de Coroatá, Luís da Amovelar. Ele foi condenado pela Justiça Federal por desvio de verbas federais destinadas à educação. O ex-gestor teve que devolver aos cofres municipais o valor de R$ 1.223.174,12 milhão.

O candidato do PP também é apoiado por Serapião Louro, irmão do deputado Vinicíus Louro. Serapião já foi preso por dever R$ 13 mil de pensão alimentícia.

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Filho de candidato a prefeito Júnior do Posto é preso em flagrante em São Domingos do Azeitão com 200 mil e arma de fogo

O empresário com a família, em foto de suas redes sociais durante a campanha em São Domingos do Azeitão

Na reta final das eleições municipais, nesta quinta feira, 12 de novembro de 2020, São Domingos do Azeitão é manchete novamente de páginas policiais. Desta vez mais um flagrante de crime eleitoral e penal que macula a imagem da cidade.

Gustavo Barros filho primogênito do candidato a prefeito Júnior do posto, foi preso em flagrante com o valor de 200 mil reais, prisão essa realizada pela Polícia Civil, na pessoa do delegado Edimar Cavalcante, em conjunto com o G.O.E.

Gustavo Barros Melo Leandro dos Santos, é o filho mais velho do candidato a prefeito de São Domingos do azeitão, Júnior do posto, e a sua primeira pessoa na campanha, como coordenador e finanças.

A justiça eleitoral deve entrar com o pedido de cassação da chapa, por compra de sufrágio e corrupção eleitoral.

Dinheiro apreendido no carro do empresário, filho do candidato a prefeito

Várias denúncias já foram feitas junto as autoridades competentes das práticas violentas de agressões, calúnias e difamações nas redes sociais, fake news e compra de votos realizada pelo grupo do Júnior do Posto, que transformou a pacata cidade de São Domingos do azeitão, numa verdadeira balbúrdia.

O desrespeito com a democracia no processo eleitoral de 2020 não tem
limite por parte da coligação que hoje mais uma vez comete outro crime. O flagrante foi executado no carro de propriedade do filho de Júnior, um corolla QRR – 6A06 adesivado com propaganda da campanha do pai.

Em razão de vários acontecimentos delituosos e práticas criminosas executadas pelo grupo do posto, o prefeito Nicodemos Ferreira, preocupado com a integridade da população de São Domingos e no intento de manter a ordem, a paz social e a segurança pública da cidade solicitou o reforço policial para tranquilizar os munícipes.

Abaixo, o auto de prisão do empresário: 

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Flávio Dino parte pra cima de Braide e Roberto Rocha

Cada vez mais envolvido na campanha – mesmo sem assumir um candidato específico – governador comunista tem chamado ao debate o candidato do Podemos, deixando claro à base quem são seus adversários em São Luís

 

A resposta de Flávio Dino nas redes sociais; governador cada vez mais ativo contra adversa´rios dos eu grupo político

O governador Flávio Dino (PCdoB) voltou nesta segunda-feira a responder e provocar o candidato do Podemos a prefeito de São Luís, Eduardo Braide. 

Desta vez, ele se incomodou com o principal aliado de Braide, o senador Roberto Rocha (PSDB), que o acusou de ter “patrocinado” matéria no jornal Folha de S. Paulo – já retirada por determinação da Justiça – apontando Braide como investigado por corrupção.

– A última agressão de um líder de Bolsonaro no Maranhão é me acusar de ter comprado uma matéria na  Folha de S. Paulo contra o candidato Braide – frisou Dino, sem citar o nome de Roberto Rocha.

No mesmo post, no Instagram, Dino referiu-se com provocações também a Braide.

– Quem deve explicações na Polícia e na Justiça deve prestá-las. E não mentir ou inventar factoides para desviar a atenção – ressaltou.

Têm sido cada vez mais frequentes as provocações ou respostas de Flávio Dino a Eduardo Braide, que lidera todas as pesquisas de intenção de votos em São Luís.

Mesmo sem se definir por um candidato específico, com a postura, ele deixa claro para a própria base quem são seus adversários.

Um sinal claro de que quer todos os aliados unidos no segundo turno…

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Em Porto Rico, candidato responde a processo na Justiça

O candidato Aldene Nogueira Passinho, o  (PL), que concorre à Prefeitura de Porto Rico-MA, é réu em um processo que tramita na 2ª Vara Federal Criminal.

Aldo Brown responde processo criminal por irregularidades em procedimentos licitatórios em diversos contratos na gestão da então prefeita de Porto Rico, Rosa Ivone Braga Fonseca.

Na época, os contratos foram feitos para aquisição de produtos de higiene e limpeza e à aquisição de materiais de expediente para diversas secretarias do município.

A empresa que vencia todos os pregões era a A.Z. Serviços LTDA., que um tem como sócio o candidato Aldo Brown, considerado o “braço direito” da ex-prefeita Rosa Ivone, segundo consta na documentação na Justiça Federal.

Na denúncia feita ao Ministério Público Federal (MPF) foi apontado fortes evidências de se tratar de “empresa fantasma”, uma vez que não possui sede própria (juntando fotos de comprovação da inexistência do endereço declarado) e forneceria notas fiscais frias para comprovar despesas sem o devido cumprimento dos contratos.

Em razão disso, foi determinado a realização de diligência in loco por um servidor da Procuradoria da República para fins de localizar e atestar o efetivo funcionamento da empresa investigada.

Ficou constado que no endereço informado funcionava um imóvel mercantil denominado “Passinho”, que, segundo informações dos vizinhos, teria se mudado para perto do 13º Batalhão da Polícia Militar. Ao se dirigir ao local, o servidor do MPF localizou imóvel com nome “Distribuidora Prime, AZ Serviços LTDA”, a qual, também segundo a vizinhança, estava fechada há algum tempo.

Em relatório da Secretaria de Estado da Fazenda do Maranhão consta relação de notas fiscais da empresa AZ Serviços LTDA com destino à Prefeitura e ao Fundo Municipal de Saúde de Porto Rico, comprovando a atividade da empresa e o grande volume de contratações entre tais entes.

A CGU (Controladoria-Geral da União) analisou diversos procedimentos licitatórios da empresa do candidato financiados com recursos federais e identificou várias irregularidades. Além disso, teve empresa que informou ao MPF que houve restrição de acesso aos editais e consequente limitação concorrencial nos certames licitatórios da Prefeitura de Porto Rico, evidenciando o favorecimento para empresa de Aldo Brown ganhar as licitações.

É esse o candidato que pretender governar a cidade de Porto Rico.

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Preso inúmeras vezes por corrupção, Eduardo DP declara apoio a Galego Mota em Dom Pedro

A chapa da coligação “Pra Frente Dom Pedro” traz um discurso de renovação para o município, por ter tanto o candidato a prefeito, Galego Mota (Solidariedade), quanto o vice, Lucyan Rezende (PP), novos na política. Ambos são empresários e nunca ocuparam um cargo político.

No entanto, os aspirantes a político estão recebendo apoio do empresário Eduardo Costa Barros, o Eduardo Imperador, velho conhecido da polícia por fraudar licitações e desviar recursos no município de Dom Pedro.

Imperador é filho da ex-prefeita de Dom Pedro, Maria Arlene Barros. A ex-gestora, comandou o município entre 2009 e 2012 e foi presa em 2016 por integrar uma quadrilha que desviava dinheiro público. A notícia repercutiu na mídia nacional.

Foram mais de R$ 5 milhões desviados dos recursos que deveriam ser destinados à merenda escolar, saúde e aluguel de máquinas. O esquema era liderado pelo filho Imperador, que tinha 10 empresas, em nome de laranjas, para fraudar as licitações no município.

Em 2015, Maria Arlene e Eduardo Imperador foram presos por envolvimento com agiotagem no estado do Maranhão. Foram presos já por diversas vezes.

Com Eduardo Imperador no mesmo palanque, fica inviável aos candidatos Galeco e Lucyan continuarem pregando o discurso da renovação em Dom Pedro, tendo ao seu lado um homem que já dilapidou os cofres públicos do município. Parceria bem controvérsia.