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Governo Federal “ignora” oferta de ajuda de Dino às creches e pauta caminha para discurso vazio

Silêncio até o momento do Ministério da Educação para a contrapartida financeira bradada pelo governador no Palácio no dia de sua posse começa a se apresentar muito mais um discurso vazio do que uma ação prática.

Flávio Dino deverá especializar o seu segundo mandato em pautas improdutivas e que servem apenas para “jogar para a galera”

A falta de resposta, até o momento, do Governo Federal que recebeu uma oferta – uma ajuda financeira – do Governo do Maranhão para a reforma e recuperação de creches no estado é um indício claro de que a pauta lançada por Flávio Dino (PCdoB) da sacada do Palácio dos Leões durante a sua posse, na terça-feira (1º), não passou de discurso vazio. Tentando desvincular uma imagem de falência da gestão, Dino chegou a propor uma espécie de “pacto de solidariedade” com a União, mesmo tendo ignorado por várias vezes chamados de Jair Bolsonaro (PSL) para reuniões (lembre aqui).

Conforme apontou O Estado em sua recente coluna Estado Maior, a única parte mais concreta do discurso dinista ao assumir o segundo mandato foi muito mais um “jogar para a galera” do que uma preocupação com o bem-estar social.

O blog procurou desde a quarta-feira (2) o Ministério da Educação (MEC) para saber acerca da oferta feita pelo Governo do Estado. Até o momento, a pasta não se pronunciou. 

Aliás, “jogar para a galera” é uma especialidade do atual governo, que agora propõe um “equilíbrio fiscal” ao estado, após desequilibrar os cofres com gastos administrativos desnecessários que somente servir para aumentar o rombo em setores fundamentais, como a previdência. 

Pelo jeito esses próximos quatro anos serão longos aos maranhenses…

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As promessas não cumpridas de Flávio Dino e o aumento da miséria no MA…

Coincidência ou não, a maior parte do Plano de Governo apresentado pelo comunista à Justiça Eleitoral, em 2014, versava sobre a pobreza, que aumentou durante a sua gestão, segundo o IBGE

 

QUATRO ANOS ATRÁS Flávio Dino prometeu um Maranhão melhor a esta multidão, mas não cumpriu a promessa…

O enunciado principal da promessas de campanha apresentadas pelo governador Flávio Dino (PCdoB) à Justiça Eleitoral durante as eleições de 2014 era a transformação do Maranhão, que, segundo ele, havia “afundado nos 50 anos de mando do grupo Sarney”.

Neste ponto é preciso abrir um parêntese para destacar que, entre os anos de 2009 e 2014, período em que Roseana Sarney (MDB) comandou pela quarta vez o estado, o IBGE registrou redução nos índices de pobreza extrema no Maranhão.

Entre os itens 8 e 12 das propostas do governo comunista – que tinha 65 pontos, simbolizando o seu número de campanha – o tema “combate à pobreza” é uma constante.

Flávio Dino promete, dentre outras coisas, “Desenvolver ações destinadas a, progressivamente, retirar da linha de pobreza extrema as famílias maranhenses” e “Aplicar os recursos do Fundo de Combate à Pobreza (FUMACOP) em ações específicas de inserção produtiva das famílias e em melhoria nas condições de habitação e saneamento”.

MAIS MISÉRIA foi o resultado do não cumprimento das promessas do comunista no Maranhão

Mas o governador, como já se sabe, cumpriu apenas 22 das 65 promessas registradas na Justiça Eleitoral.

Três anos depois o IBGE apontou que o índice de “pobreza extrema no Maranhão” aumentou em 2% exatamente no período em que Flávio Dino está à frente do estado.

O comunista e sua gestão ideológica não conseguiram cumprir o que prometeram do alto do Palácio dos Leões ao povo maranhense, em 2014.

Coincidência ou não, para usar um termo do seu próprio programa de governo, o Maranhão afundou na pobreza extrema.

É simples assim…

Com informações de O EstadoMaranhão

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A fraude eleitoral de Flávio Dino…

Ao cumprir apenas 1/3 das promessas de campanha, em três anos, governador comunista pode, inclusive, ser processado e corre o risco de ficar inelegível por informações falsas à Justiça Eleitoral

 

Dino inventou promessas à Justiça Eleitoral e pode pagar por isso

O governador Flávio Dino (PCdoB) e seus aliados na imprensa passaram por um constrangimento desnecessário ao fazer publicidade de algo que não condiz com a realidade do seu governo.

Ao afirmar em suas redes sociais que o Portal G1 havia garantido ter ele cumprido 92% das promessas de campanha – o que não é verdade – Dino abriu a guarda para questionamentos de toda sorte.

E o que estava dormindo nos arquivos da Justiça Eleitoral acabou vindo a público.

E revelou-se que o governo comunista só conseguiu cumprir pouco mais de 1/3 das metas encaminhadas ao TRE durante a campanha.

Mas o fracasso do governo comunista – além do constrangimento de ser desmentido publicamente – guarda em si outro problema: o não cumprimento das promessas de campanha pode levar a processos eleitorais, inclusive com possibilidades de inelegibilidade e cassação de mandatos.

Quando decidiu exigir dos candidatos a cargos no Executivo a apresentação de seus planos de governo, com metas a cada ano de um eventual mandato, a Justiça Eleitoral tinha o propósito de evitar que aventureiros, capazes das promessas mais mirabolantes possíveis, chegassem a se eleger, iludindo eleitores.

É claro que, como muitos aspectos do sistema eleitoral, adversários não ligam, eleitores pouco se importam e a Justiça Eleitoral também faz vista grossa para esse não cumprimento.

Mas quando o próprio infrator se expõe da forma como se expôs Flávio Dino, natural que adversários, observadores e operadores do Direito Eleitoral busquem reparações e sanções.

Até porque, trata-se de uma fraude eleitoral…

Da coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão

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Dois anos…[E nada…]

Flávio Dino chega à metade do seu tempo de mandato sem apresentar nenhuma obra consistente e sem, sequer, cumprir as promessas de campanha

 

Dino: metade do mandato já foi… e nada

Em meio às solenidades de posse de 215 prefeitos eleitos e reeleitos no Maranhão, passou quase despercebido pelos maranhenses o fato de que o  governador Flávio Dino completou, neste domingo, 1º, exatos dois anos à frente do Maranhão. É metade do mandato que ele deixa para trás, sem nenhuma marca efetiva de sua gestão.

Para começo de conversa, logo na posse, em 1º de janeiro de 2015, Flávio Dino anunciou que iria dobrar, em quatro anos, o então efetivo da Polícia Militar, que, á época, era de cerca de 9 mil homens e mulheres.

Na prática, para cumprir a promessa, o comunista precisaria nomear quase três mil homens por ano. Seis mil novos policiais deveriam, portanto, estar sendo apresentados hoje aos maranhenses. Mas Dino ainda não conseguiu nomear nem ¼ deste efetivo, isso já incluindo os cerca de 400 novos que ele anunciou para início do treinamento.

Mas se a Segurança Pública é um fracasso comunista, a Saúde é o ponto mais fraco de sua gestão.

Em dois anos de mandato, Flávio Dino não apenas deixou de implantar as promessas de campanha como ainda desmontou todo o sistema de excelência herdado da gestão anterior. Muitos dos hospitais construídos e equipados com o que de mais moderno havia no setor, hoje estão abandonados ou fechados pelo atual governo.

E as UPAs, cujo atendimento chegou a rivalizar com o de hospitais particulares, hoje são apenas um arremedo do que eram até 2014.

Em 24 meses de mandato, o “governo da mudança” não conseguiu implementar também nenhuma novidade no que diz respeito ás estradas maranhenses, nenhuma ação que pudesse ser destacada na área da Educação e nenhuma rande obra de engenharia que pudesse marcar sua gestão.

E ele agora só tem metade do tempo para promover a revolução que pretendeu…

Publicado na coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão, em 3/01/2017, sob o título “Dois anos…”. A ilustração é do blog

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Edivaldo apresenta, de novo, promessas não cumpridas de 2012…

Programa de governo do candidato do PDT repete as mesmas propostas que ele garantiu iria começar a fazer “desde o primeiro dia” do seu mandato

 

Edivaldo faz juramento em 2012: promessas não cumpridas

Edivaldo faz juramento em 2012: promessas não cumpridas

O prefeito Edivaldo Júnior (PDT) prometeu “de um tudo” ao eleitor de São Luís para se eleger em 2012.

Não cumpriu nenhuma das promessas de campanha.

Prometeu o novo Hospital de Emergência Jackson Lago, que nunca saiu do papel.

Prometeu 25 creches e não construiu nenhuma.

Prometeu a manutenção do “programa do leite” que havia na gestão passada e acabou com o projeto.

Prometeu o Viaduto da Forquilha, que se transformou em uma “readequação do tráfego”.

Prometeu a licitação no transportes, que só agora começa a sair do papel, mesmo assim por determinação do Ministério Público.

Agora, Edivaldo Júnior volta a fazer em seu plano de governo muitas das  mesmas promessas feitas em 2012.

Está prometendo as mesmas modificações geométricas nos cruzamentos.

Também promete a mesma modernização da frota de ônibus de quatro anos atrás.

E volta a prometer o corredor de transportes que prometeu iniciar “desde o primeiro dia” do seu mandato.

Edivaldo promete mais uma vez a construção das creches que não fez nos últimos quatro anos.

E promete ainda manter a integralidade do calendário escolar na rede municipal, o que não conseguiu em nenhum dos quatro anos do atual mandato.

Edivaldo foi o candidato da mudança em 2012.

O que mudou em São Luís?!?

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Deputados mostram desconfiança quanto ao futuro do Maranhão sob Flávio Dino

Wellington do Curso cobrou do governador cumprimento das promessas de campanha; Edilázio Júnior destacou que o comunista mudou todas as promessas depois de eleito

 

Edilázio Júnior diz que Dino mudou pós-eleição

Edilázio Júnior diz que Dino mudou pós-eleição

O deputado estadual Edilázio Júnior (PV) expôs hoje, na Assembleia Legislativa, sentimento de descrença que paira sobre o Governo do Estado.

Ele ouvia o apelo do deputado Wellington do Curso (PPS) ao governador Flávio Dino (PCdoB), para que o comunista cumpra a promessa de campanha e implante o programa “Água para Todos”, quando pediu o aparte:

– Se ele [Flávio Dino] prometeu, não vai cumprir. Tudo o que falou na campanha depois de eleito foi mudado totalmente. Foi assim com a PEC 300 e assim com a questão dos 21,7%. Isso é notório para quem o apoia e para quem não o apoia. Todos sabem do descaso e da falta de responsabilidade que o governador Flávio Dino tem para com os mais humildes, os mais carentes – disse.

Wellington Vê perversidade com população mais pobre

Wellington Vê perversidade com população mais pobre

Ao final, Wellington lembrou que fez campanha para o governador do estado, e naquele período, levava ao seu eleitorado a proposta do Programa “Água para Todos”, que até o momento, segundo o popular socialista, não saiu do papel.

E concluiu:

– O que constatamos ontem é a maldade, perversidade com a população mais pobre do estado […] que fique claro, não estou aqui criticando o Governo do Estado, estou pedindo apoio. O Governo do Estado teve expressiva votação no município de Paço do Lumiar, e a população pede e merece ser ouvida, merece a atenção do Governo.

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Site de campanha de Holandinha é hackeado…

O site de Holandinha hackeado; sem informações de campanha

O site de Holandinha hackeado; sem informações de campanha

O site Edivaldo36, usado pelo prefeito Edvaldo Holanda Júnior (PTC), durante a campanha eleitoral de 2012, para apresentar suas propostas, está inacessível.

O portal servia para que a população comparasse o que o prefeito prometeu em campanha e o que foi executado.
Mas o site foi hackeado. O que aparece é a inscrição H4CK3D.

O que chama atenção é a inscrição logo abaixo do símbolo do hacker responsável pela alteração:

– Prefeito, vamos trabalhar! – diz a provocação…

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Recuperação do Italuís: promessas e nada mais…

Fevereiro de 2005, governo José Reinaldo Tavares (PSB) – Matéria do Jornal Pequeno destaca: “Garantidos recursos para o Projeto Italuís”. De acordo com o texto, O então governador se reuniu com o então ministro da integração Nacional, Ciro Gomes, e garantiu a liberação de R$ 31.465.601,00 para construção de 45 quilômetros de adutora (Leia aqui)

Abril de 2007, governo Jackson Lago (PDT) – Matéria do site comunista  “O Vermelho” dstaca: “Jackson Lago lança Plano de Metas para 2007”. O texto revela, entre as metas do governo para aquele ano, a “ampliação do sistema de abastecimento d’água de São Luís”. (reveja aqui).

Setembro de 2009, governo Roseana Sarney (PMDB) – Matéria do Jornal Pequeno do dia 26/9/2009 anuncia investimentos de R$ 255 milhões “para solucionar definitivamente os problemas de abastecimento d’água na capital”. De acordo com a matéria, os recursos seriam investidos na melhoria do Sistema Italuís.

12 de janeiro de 2011, governo Roseana : Adutora do Italuís rompe pela enésima vez deixando 55 bairros sem água. 

Seis anos de notícias sobre o assunto. Nada foi feito. Ficou o dito pelo não dito.

Só promessas, nada mais…