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Culpar Sarney de novo pela miséria, comunistas?!? Não dá mais, né?!?

Desde que saiu a notícia de que a pobreza extrema no Maranhão se manteve durante o governo Flávio Dino, blogs alinhados ao Palácio dos Leões voltaram com a mesma cantilena de responsabilizar a oligarquia; usar esses discurso cinco anos depois – e após duas vitórias seguidas do comunista – é cinismo puro

PLACA REPRESENTA BEM A SITUAÇÃO DE MISÉRIA EM QUE O MARANHÃO SE ENCONTRA, mesmo após cinco anos de governo comunista

Editorial

Blogs e jornalistas alinhados ao Palácio dos Leões entraram em polvorosa desde a manhã de ontem, quando foi divulgada a Síntese dos Indicadores Sociais do IBGE, mostrando que Flávio Dino (PCdoB) fracassou no combate à pobreza no Maranhão. (Entenda aqui)

Eles saíram-se com a velha cantilena, usada desde 2006 – quando Jackson Lago (PDT) derrotou o Grupo Sarney pela primeira vez – de que a culpa da pobreza é da tal “oligarquia Sarney”.

Ora, chega a ser vergonhoso que os aliados de Flávio Dino ainda tentem fazer média com o Palácio dos Leões usando argumentos surrados, que nem o próprio comunista acredita mais. (não entendeu? Entenda aqui e aqui)

– Essa triste realidade dificulta ainda mais estados pobres, como o Maranhão que foi herdado da oligarquia Sarney, de saírem desta situação – justifica um dos releases espalhados pelos palacianos. (Leia aqui)

Flávio Dino venceu as eleições de 2014 e assumiu em 2015 com o discurso poderoso de que, em quatro anos, nenhuma cidade do Maranhão estaria mais na relação da linha de pobreza.

Fracassou na missão.

NEM O PRÓPRIO FLÁVIO DINO AINDA INSISTE NO DISCURSO DE OLIGARQUIA SARNEY; sinal de que seus aliados ainda vivem numa bolha criada pelo Palácio dos Leões

Mesmo assim, se reelegeu em 2018, com o mesmo discurso e culpando o grupo Sarney pela própria incapacidade de combater a miséria maranhense.

O governador comunista elegeu dois senadores, a maioria da bancada na Câmara Federal e já está um ano no poder.

O grupo Sarney não tem mais nenhum representante legítimo nas instâncias de poder em Brasília – Câmara e Senado – e o único representante da família na Assembleia é Adriano Sarney (PV), que faz solitária, mas digna oposição ao governo que prometeu mudar o estado..

É cínico, portanto, que os aliados comunistas ainda tentem jogar nos outros a culpa do próprio fracasso.

Simples assim…

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Flávio Dino conclui mandato com mais da metade dos maranhenses na pobreza absoluta…

De acordo com o IBGE, gestão do comunista provocou a volta da miséria ao estado a partir de 2016, mostrando o fracasso dos programas anunciados em vasta propaganda; e ele ainda tem mais quatro anos de mandato

 

Flávio Dino em seu discurso de posse, em 2015: fracasso das promessas e aumento da miséria no Maranhão

O Maranhão chega ao final do primeiro mandato do governador comunista Flávio Dino com 54,1% dos maranhenses na linha da pobreza extrema.

De acordo com o IBGE, mais da metade da população vive com menos de R$ 406,00 por mês, segundo revelou o blog Atual7 nesta quinta-feira, 27.

E Flávio Dino ainda tem mais quatro anos de mandato pela frente.

Em seu discurso de posse, o comunista maranhense prometeu que, ao fim do seu mandato, “nenhuma das cidades maranhenses” estaria “no rol das 100 piores do Brasil”, afirmação depois negada por ele próprio durante a campanha. (Releia aqui)

O fato é que, durante o período do governo Dino, o comunismo produziu no Maranhão nada menos que 312 mil miseráveis, como apontou o IBGE. (Relembre aqui)

E ainda faltam os dados de 2017 e 2018…

Leia também:

100  mil miseráveis por ano no período comunista no MA…

Governo Flávio Dino: fracasso por todos os lados…

Ainda a miséria e o PCdoB…

Flávio Dino, Roseana e o aumento da pobreza…

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“Espero que o Maranhão possa dar um passo adiante”, diz Roberto Rocha, sobre índices de pobreza..

Em um aparte à fala do senador Paulo Paim (PT-RS), sobre os dados do IBGE referentes à situação de extrema pobreza no Brasil, o senador Roberto Rocha (PSDB-MA) manifestou-se em relação à posição do Maranhão como o estado com o maior percentual de pessoas em situação de pobreza da federação.

“Nós temos dois Brasis: No Brasil da metade pra baixo, a sociedade é maior que o governo. No Brasil da metade pra cima, o governo é maior que a sociedade, sendo que o maior agravo se dá no Nordeste, em particular, no Maranhão, em que, nessa pesquisa do IBGE, infelizmente foi identificado como o estado em pior situação. Tem a maior parte da população vivendo absolutamente abaixo da linha da pobreza”, contextualizou Rocha.

Ao externar sua preocupação com os índices maranhenses de pobreza, Roberto Rocha lembrou da abrangência do projeto de lei de sua autoria (PL 217/2015), que dobra o repasse de recursos para alimentação escolar em municípios com situação de extrema pobreza.

“Nós aprovamos, nesta casa, um projeto que dobra a percapita da merenda escolar para os municípios em extrema pobreza do País. Foram detectados no Brasil 470 municípios. Desses, 108 estão no Maranhão. Mais recentemente, o IPEA divulgou  30 municípios do Brasil sem nenhum organismo público de atendimento, dos quais 16 são do Maranhão”, revelou o parlamentar.

O senador maranhense finalizou seu aparte evidenciando que os índices sociais podem melhorar por meio do investimento na economia do estado.

“Eu só acredito no desenvolvimento social, quando está aliado ao desenvolvimento econômico. O desenvolvimento econômico não é inimigo do social, mas, sim puxa o social para cima. Eu espero que o nosso estado, o Maranhão, que termina criando um problema pro Brasil, na medida em que puxa os índices pra baixo, possa dar o passo adiante”.

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Governo Flávio Dino: fracasso por todos os lados…

Sob qualquer aspecto que se analise – econômico, social, cultural, na educação, na Saúde ou na segurança – o comunista que assola o Maranhão atrasou em quatro anos o desenvolvimento do estado

 

Comunista assola o Maranhão há quatro anos; e o resultado é o balanço que integra esta página

Editorial

A cada entrevista, sabatina ou debate dos quais participa com adversário ou com os setores da imprensa independente, o governador Flávio Dino (PCdoB) vai sendo confrontado com a realidade do Maranhão sob seu comando.

E o resultado deste confronto é apenas um: o comunista que assola o Maranhão fracassou em todas as suas promessas de campanha e atrasou o estado em pelo menos quatro anos.

E o fracasso se dá em todos os aspectos.

O governo comunista gerou, segundo o IBGE, nada menos que 312 mil miseráveis em apenas três anos. (Saiba mais aqui e aqui)

Ao mesmo tempo, gerou desemprego, com aumento de impostos e favorecimento a grupos econômicos, forçando a falência de outros grupos. (Saiba mais aqui, aqui e aqui)

Com a falta de emprego, muitos maranhenses buscaram no transporte alternativo uma opção de trabalho.

A apreensão de carros e motos foi uma das grandes causas do fracasso comunista

E Flávio Dino fez o quê? mandou tomar e vender a moto e o carro do trabalhador que estive ao menos com uma parcela do IPVA atrasada. (Relembre aqui, aqui e também aqui)

Em 2015, Flávio Dino prometeu tirar as 30 cidades com pior Índice de Desenvolvimento Humano da listas das 100 mais miseráveis do país. Outro fracasso do comunista. (Releia aqui)

Na Educação, ele também piorou o ensino, segundo estudo do jornal O Estado de S. Paulo. O IDEB das séries iniciais do Ensino Fundamental – 1º a 5º ano – caiu de 4.3 em 2-15 para 4.1 nas escolas da rede estadual. (Releia aqui e aqui)

E fracassou também na tentativa de dobrar o número de policiais militares.

Em quatro anos, apesar de chamar concursados a toque de caixa, reduzir o tempo de treinamento dos soldados – o que ela mais riscos à população – o comunista só conseguiu criar 3,5 mil vagas no sistema de Segurança, segundo seu próprio Plano de Governo entregue à Justiça Eleitoral.

A geração de 312 mil miseráveis em três anos é um dos maiores legados do governo comunista que assola o Maranhão

O comunista que assola o Maranhão conseguiu destruir também o sistema de Saúde, que recebeu com nível de excelência há quatro anos atrás. (Relembre aqui, aqui, aqui e aqui)

Este é o balanço sucinto do governo comunista maranhense, após quase quatro anos de mandato e em meio à sua campanha para tentar se reeleger.

Ele merece novo mandato?!?

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Flávio Dino, Roseana e o aumento da pobreza…

Sem contestação do comunista, ex-governadora afirma que tirou mais de 500 mil maranhenses da situação de miséria; por outro lado, o IBGE aponta que mais de 300 mil voltaram à essa condição nos últimos três anos

 

A ex-governadora Roseana Sarney mantém um discurso forte contra o seu adversário Flávio Dino (PCdoB) no que diz respeito à pobreza no Maranhão.

Com dados econômicos de sua época de governo, a emedebista garante ter tirado mais de 500 mil maranhenses da linha da pobreza com programas sociais do tipo “Primeiro Emprego”, “Viva Luz” e “Viva Água”.

E não recebe contestação alguma por parte do comunista.

Por outro lado, foi no governo Flávio Dino, segundo o IBGE, que 312 mil maranhenses voltaram à condição de miseráveis.

E este dado nem tem como ser contestado pelo comunista.

Para Roseana, a decisão de Flávio Dino de acabar com programas sociais criados por ela, combinada com o aumento desmedido de impostos, falta de grandes investimentos empresarias, levaram ao caos no Maranhão.

E fizeram com que 312 mil voltassem à linha da pobreza.

Simples assim…

Leia também:

As promessas não cumpridas de Flávio Dino e o aumento da miséria no MA…

Flávio Dino e a miséria no Maranhão…

De como Flávio Dino faliu o Maranhão em três anos…

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Tropeço e autoritarismo…

Ao negar promessa dele mesmo de acabar com “os piores IDHs” do Maranhão, governador Flávio Dino se perde em argumentos descabidos e agressões aos que ousam contestar suas inverdades

 

A cara de Flávio Dino mostra a revolta que ele tem de quem ousa contestar seu governo

O governador Flávio Dino protagonizou mais um episódio patético em sua tentativa de amordaçar os veículos do grupo Mirante, impedindo que se questione os malfeitos do seu governo.

Desde a chegada até a saída da TV Mirante, onde foi entrevistado, ele fez questão de carregar o clima, com desrespeito a profissionais, agressões gratuitas e gestos deselegantes por onde passou.

Mas nem o autoritarismo de Flávio Dino o livrou do confronto com suas próprias promessas.

A maior delas, desmascarada em questionamento do jornalista Sidney Pereira: a de que, ao fim do seu mandato, “nenhuma das cidades maranhenses” estaria “no rol das 100 piores do Brasil”. E as aspas são necessárias para restaurar discurso do próprio Dino, na sacada do Palácio dos Leões, em janeiro de 2015.

Flávio Dino concluirá o mandato em dezembro entregando ao Maranhão mais 312 mil miseráveis gerados em seu governo, segundo dados oficiais do IBGE. O comunista tentou negar que tenha feito tal promessa e ainda a classificou de “absurda”.

Um absurdo que ele mesmo criou, como foi comprovado apenas horas depois de sua entrevista, quando começou a circular o vídeo de seu discurso de posse, exatamente no trecho em que ele faz a promessa fracassada.

Talvez já sabendo disso é que Dino deixou a Mirante com incontido mau humor.

Da coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão

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A venezuelização do Maranhão…

A miséria e o desemprego gerados no governo comunista, somados à idolatria do PCdoB ao ditador da Venezuela, mostram que Flávio Dino caminha para seguir o mesmo caminho de Nicolas Maduro

 

A miséria que destrói o povo venezuelano já começa a ser vivida também no Maranhão, no governo Flávio Dino

Na Saúde, o instituto que gerenciava o Hospital Carlos Macieira tem o contrato cancelado pelo governo Flávio Dino (PCdoB), que levanta, em nota, suspeitas sobre a conduta da empresa que ele próprio contratou.

Em resposta, o Instituto Gerir diz que teve o contrato encerrado após calote do governo, da ordem de cerca de R$ 60 milhões.

Na Segurança, o governo age de forma ditatorial e retira um outdoor pago pelo Sindicato dos Policiais Civis (Simpol), em que tece críticas e aponta equívocos na gestão do governo no setor.

Em resposta, o mesmo Simpol chama Flávio Dino de ditador, epíteto que já começou a ganhar fama em todo o estado.

Gestos de Flávio Dino têm muito a ver com os dos ídolos do seu partido na Coreia e na Venezuela

E assim vai sendo conduzido o governo comunista do Maranhão, que pregou a mudança e novas práticas administrativas, mais o que se viu, três anos depois, foram miséria, desemprego e perseguição em todos os níveis.

Talvez até para fazer valer a postura do PCdoB, que exalta em seu próprio site o regime ditatorial e perseguidor de Nicolas Maduro, na Venezuela, Flávio Dino demonstra, cada vez mais, estar parecido com esse ídolo do partido, que acaba de ser reeleito em uma fraude eleitoral condenada em todos os regimes democráticos do mundo.

Curiosamente, o mesmo Flávio Dino conduz o processo de sua reeleição nos mesmos moldes de Nicolas Maduro, com perseguição a adversários, espionagem da Polícia Militar, manipulação da propaganda e geração de notícias falsas contra seus adversários.

Maduro é visto como ditador pelo mundo livre e democrático.

Flávio Dino já foi chamado de ditador por vozes do peso da ex-governadora Roseana Sarney, da ex-prefeita Maura Jorge e, agora, do prestigiado Sindicato dos Policiais.

É a venezuelização do Maranhão em todos os seus aspectos.

Da coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão

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Desemprego é mais um número negativo na conta de Flávio Dino…

Governador que já destruiu a economia, aumentou o número de miseráveis e perseguiu empresários e funcionários públicos agora registra o maior número de fechamento de vagas de trabalho no Maranhão assolado pelo comunismo

 

Os quatro anos de Dino só geraram miséria, corrupção e desemprego

Editorial

O governo Flávio Dino (PCdoB) gerou o maior número de desempregados no Maranhão desde 2012, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o levantamento, a taxa de desocupados chegou a 15,6% no primeiro trimestre de 2018.

O índice é fruto direto da política comunista adotada por Flávio Dino no Maranhão, quer ele goste ou não. E nem adianta culpar o governo anterior; afinal, já se vão sete anos desde a taxa mais alta.

Os dados do IBGE refletem exatamente o assolamento do Maranhão em todos os níveis.

O governo Flávio Dino que aumentou o número de desempregados, é o mesmo que destruiu a economia, perseguiu empresários e gerou mais miseráveis no Maranhão.

A política de Flávio Dino tem se mostrado nociva ao estado em todos os seus aspectos.

Há mais desemprego;

menos segurança;

Piorou a Saúde;

E há mais miseráveis no estado.

É assim que o comunismo assola o Maranhão desde 2014…

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“Atraso” no salário aponta para falência do estado sob Flávio Dino…

Além de elevar os índices de miséria no Maranhão, nos últimos dois anos, Flávio Dino quebrou uma tradição do governo: o de pagamento antecipado do salário, o que aponta para riscos de atrasos no decorrer do ano

 

A miséria do Maranhão sob Flávio Dino vem marcando todos os anos do governo comunista

As duas notícias do setor econômico sobre o Maranhão não foram lisonjeiras para o governador Flávio Dino (PCdoB).

De acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), o comunista aumentou o índice de miseráveis no Maranhão, fruto de uma política de aumento de impostos e perseguição a empresários, o que limita o emprego e a renda.

Além disso, Dino quebrou uma tradição de 20 anos no Maranhão: a de que os servidores estaduais recebiam sempre seu salário dentro do mês trabalhado.

E o fez exatamente quando se comemora o Dia do Trabalhador.

O salário dos servidores públicos não chegou no mês trabalhado, uma quebra de tradição

O mais grave nessa questão é que o “atraso” do salário aponta para uma suspeita que ronda o Palácio dos Leões há mais de um ano: o governo está com dificuldade de pagar seus servidores, e há ameaça de atrasos nos salários.

As duas notícias encerram ainda um fato inquestionável, goste ou não o governador: Flávio Dino quebrou o Maranhão, elevou a miséria no estado e acabou com o seus projetos de desenvolvimento.

E isso, nem o mais cretino comunista é capaz de negar…

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Sarney mostra, em números, a marcha-ré do Maranhão no governo Flávio Dino…

Em sua coluna no jornal O EstadoMaranhão, ex-presidente aponta que tudo piorou nos últimos anos e avalia que o estado vive um drama subordinado ao comunismo

 

Dino tenta conquistar Sarney, que mostra a ele o seu devido lugar

O ex-presidente José Sarney exibiu neste domingo números inquestionáveis – de várias fontes oficiais – para provar que o governo Flávio Dino (PCdoB) acabou com a perspectiva de desenvolvimento que vinha experimentando até 2014.

– O Maranhão vive um drama impressionante: parece que engatou a marcha-ré e tudo piorou nos últimos tempos – avalia Sarney, para revelar números que corroboram sua percepção.

De acordo com o ex-presidente, além de aumentar m 312 mil o número de pobres, de arrochar empresários com impostos e de perseguir pequenos trabalhadores tomando seus veículos, outros números revelam a falência o estado sob Flávio Dino.

– Até três anos atrás, o índice dos maranhenses que não estudam nem trabalham estava melhorando, mas, em 2016, piorou 13% – citou Sarney, usando dados do IBGE.

Na avaliação do líder peemedebista, a situação é difícil sob quaisquer aspectos que se veja o Maranhão. O PIB – número que mede a riqueza de uma região, caiu 3,3% em 2015 e 6,9% em 2016, revela o ex-presidente.

– Somos hoje o único estado em que mais da metade da população vive abaixo da linha de pobreza – alerta o ex-presidente.

Na coluna do EMA, Sarney destrincha todos os dados para mostrar o fracasso comunista de Flávio Dino.

Ele cita dados da Confederação Nacional dos Transportes que apontam as estradas estaduais maranhenses como as piores do país e um sem-número de obras paralisadas pela burocracia e incompetência.

Para o ex-presidentes, todos os dados, baseados em pesquisas de campo, constatam um fato inquestionável:

– O andar para trás é real – apontou Sarney…