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Números não mentem…

Flávio Dino e seus agentes atacaram, vilipendiaram e agrediram a pesquisa Escutec, mas não conseguiram minimizar um fato fundamental: seu projeto de mudança fracassou perante os maranhenses

 

As milhares de pessoas que foram ao largo do Palácio, em 2015, frustraram-se após três anos de promessas não cumpridas…

Os números da pesquisa Escutec divulgados no fim de semana podem ter deixado o governo Flávio Dino soltando fogo pelo nariz, mas cabe a ele analisá-los com frieza e buscar entender o que houve com o seu tal projeto de mudança iniciado em 2014.

E eles mostram claramente que os riscos de o comunista ser apeado do poder após fracassar nas promessas que fez aos maranhenses são cada vez mais reais.

Sem grandes obras consolidadas para mostrar ao eleitor, sem projeto claro para o Maranhão e ostentando problemas em diversas secretarias, Dino segue uma marcha autoritária, tentando abafar contrapontos e usando mentiras deslavadas para vender sua própria imagem.

Mas os números não mentem, jamais.

E como não mentem, mostram que o eleitor não engoliu as falácias comunistas nem a enfadonha cantilena de culpar adversários pelos próprios fracassos da sua gestão.

No ápice do ilusionismo palaciano que parece encarnar como governador, Flávio Dino chegou a comemorar, no fim de semana, o fato de que manteria, em 2018, exatamente os mesmos índices de votos que obteve em 2014.

Ora, se após três anos de gestão de um mandato que surgiu sob o signo de que tudo seria diferente no Maranhão a partir do comunismo os índices ainda são os mesmos de 2014, isso significa apenas que não se avançou em nada, passados três anos de “mudança”.

É isso que os números da Escutec mostraram a quem quiser ver.

E como já se disse: os números não mentem. Jamais…

Da coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão

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Edivaldo apresenta, de novo, promessas não cumpridas de 2012…

Programa de governo do candidato do PDT repete as mesmas propostas que ele garantiu iria começar a fazer “desde o primeiro dia” do seu mandato

 

Edivaldo faz juramento em 2012: promessas não cumpridas

Edivaldo faz juramento em 2012: promessas não cumpridas

O prefeito Edivaldo Júnior (PDT) prometeu “de um tudo” ao eleitor de São Luís para se eleger em 2012.

Não cumpriu nenhuma das promessas de campanha.

Prometeu o novo Hospital de Emergência Jackson Lago, que nunca saiu do papel.

Prometeu 25 creches e não construiu nenhuma.

Prometeu a manutenção do “programa do leite” que havia na gestão passada e acabou com o projeto.

Prometeu o Viaduto da Forquilha, que se transformou em uma “readequação do tráfego”.

Prometeu a licitação no transportes, que só agora começa a sair do papel, mesmo assim por determinação do Ministério Público.

Agora, Edivaldo Júnior volta a fazer em seu plano de governo muitas das  mesmas promessas feitas em 2012.

Está prometendo as mesmas modificações geométricas nos cruzamentos.

Também promete a mesma modernização da frota de ônibus de quatro anos atrás.

E volta a prometer o corredor de transportes que prometeu iniciar “desde o primeiro dia” do seu mandato.

Edivaldo promete mais uma vez a construção das creches que não fez nos últimos quatro anos.

E promete ainda manter a integralidade do calendário escolar na rede municipal, o que não conseguiu em nenhum dos quatro anos do atual mandato.

Edivaldo foi o candidato da mudança em 2012.

O que mudou em São Luís?!?

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Começam as mudanças na equipe de Edivaldo…

Secretários de Educação, Geraldo Castro; de Comunicação, Batista Matos; e o presidente do IPAM, Raimundo Penha, deixam seus cargos para disputar vaga na Câmara Municipal. Entram Moacir Feitosa (Semed), Conceição Castro (Secom) e Maria José (IPAM)

 

Geraldo, Batista e Penha já devem deixar amanhã o governo municipal

Geraldo, Batista e Penha já devem deixar amanhã o governo municipal

O prefeito Edivaldo Júnior (PDT) começa a promover mudanças em suas equipe a partir desta quarta-feira.

Deixam os postos os auxiliares que pretendem disputar as eleições municipais.

Deixa a Secretaria de Educação o professor Geraldo Castro Sobrinho; para o seu lugar vai o ex-titular da pasta Moacir Feitosa, do PDT.

para o lugar do secretário de Comunicação, jornalista Batista Matos, está confirmada a adjunta, Conceição Castro.

E o presidente do Iphan, Raimundo Penha, será substituído por Maria José.

Geraldo castro (PcdoB0, Batista Matos (PCdoB) e Raimundo Penha (PDT) são candidatos a vereador em São Luís.

As mudanças deverão ser efetivadas entre esta quarta-feira, 17, e a sexta-feira, 19…

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Medo e perseguição…

perseguidor

Dino tem cultivado imagem de perseguidor

Uma simples declaração de um especialista em marketing político e eleitoral causou, na semana que passou, reação desenfreada dos líderes do governo Flávio Dino (PCdoB); e mostrou, mais uma vez, o temor que os comunistas têm com a história que estão construindo à frente do governo do Maranhão.

Em sua página em uma rede social, Guga Fleury – um dos mais destacados especialistas e consultores em marketing político – disse ter ficado preocupado com a imagem de perseguidor que está se formando no seio do governo Dino, desde a posse, em janeiro de 2015.

Textualmente, o especialista declarou: “Embora admire muito o governador Flávio Dino, vejo que o mesmo esteja talvez caminhando para um lado equivocado. Em recente observação técnica em São Luís, pude notar que a imagem de perseguidor parece cada vez mais se cristalizar em classes sociais diferentes”.

A declaração de Guga Fleury foi feita em meio ao debate sobre a decisão de Flávio Dino de retirar de prédios públicos nomes de seus adversários políticos, o que repercutiu negativamente. E ele somou a isso conversas com outras lideranças de São Luís, para perceber que a “perseguição” tem sido a tônica do governo.

Leia também:

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Deputado compara Dino a Diocleciano, o perseguidor…

É pelo medo que Dino se impõe…

“Prepotente e descontrolado”, diz pastoral sobre Dino…

Aliados de Dino e até membros do próprio governo partiram para cima do marqueteiro nas redes sociais, primeiro com a já surrada tática de desqualificar o oponente; depois, atacando quem tivesse ousado publicar o texto.

Mas o fato é que Guga Fleury – que, repise-se, é consultor na área e um dos mais renomados marqueteiros do país – expressou um sentimento que já vinha sendo posto por vários observadores da cena política: a de que o governador tem se imposto mais pelo medo do que pelo carisma. Já escreveram sobre o tema políticos como Ricardo Murad, Edinho Lobão, Gastão Vieira e Wellington do Curso; e escritores como Joaquim Itapary e Joaquim Haickel.

Mais do que rebater e atacar quem ouse dar esta opinião, o governo precisa refletir e repensar sua forma de relacionamento – com aliados e com adversários.

Afinal, só está no segundo ano do mandato…

Da coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão, com ilustrações do blog

 

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Sinais de racha…

Planejada e efetivada para ser o que de mais novo estaria sendo implantado no Maranhão em 2015, a gestão do governador Flávio Dino (PCdoB) entra em seu oitavo mês com a confirmação do que se pode chamar de o quarto racha entre os aliados que o ajudaram a se eleger.

Desde o início, são claros os sinais de insatisfação de gente como o ex-governador José Reinaldo Tavares (PSB), o senador Roberto Rocha (PSB), o ex-deputado Domingos Dutra (SDD) e, agora, a deputada federal Eliziane Gama (PPS), algumas das figuras de proa de sua campanha.

Dutra foi o primeiro a se indispor, ao nem assumir a pasta que lhe foi destinada, o escritório de representação em Brasília. E saiu atirando, alegando que não iria “fazer disputa política com ninguém”. Roberto Rocha tem relação de tensão com Dino desde a posse. Os dois têm praticamente a mesma idade e o mesmo projeto de poder. E Rocha sabe que vai precisar se impor em relação a Dino se quiser surgir como opção no cenário dos próximos anos.

O caso de José Reinaldo foi o mais curioso: responsável pela criação do nome político de Flávio Dino, parec e decepcionado com sua gestão sete meses depois, chegando a defender um pacto com o senador José Sarney, como única saída para o desenvolvimento do Maranhão. Para muitos, a posição de Tavares tem a ver com decepção em relação ao governador.

Agora foi a vez de Eliziane Gama. Ela foi obrigada por Dino a aceitar como sua a indicação de Ester Marques para a Secretaria de Cultura. Brigou com a “Indicada”, tentou tirá-la, mas não conseguiu. E quando Ester caiu, Dino fechou as portas para a aliada, ventando seus indicados e apontando ele próprio o novo secretário de Cultura.

O caso de José Reinaldo foi o mais curioso: responsável pela criação do nome político de Flávio Dino, parec e decepcionado com sua gestão sete meses depois, chegando a defender um pacto com o senador José Sarney, como única saída para o desenvolvimento do Maranhão. Para muitos, a posição de Tavares tem a ver com decepção em relação ao governador.

Hoje, Flávio Dino reina praticamente sozinho em seu governo, ao lado do chefe de Articulação Política, Márcio Jerry, com os aliados de outrora apenas observando, muitos ressentidos.

E muitos outros mostram-se insatisfeitos nos bastidores.

E o governo está apenas em seu oitavo mês.

Publicado na coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão, em 06/08/2015
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O risco Ricardo Murad para Flávio Dino…

Presença do ex-secretário na disputa pela sucessão do prefeito Edivaldo Júnior garante também a exposição das questões envolvendo o “projeto da mudança” no Maranhão

 

Ricardo Murad é a pedra no sapato que Flávio Dino teme em 2016

Ricardo Murad é a pedra no sapato que Flávio Dino teme em 2016

Nenhum outro candidato a prefeito de São Luís terá tanta força midiática quanto o ex-secretário Ricardo Murad (PMDB), independentemente do tempo de propaganda que ele conseguir.

Além da capacidade administrativa já comprovada – e que será exibida diariamente à população – Murad tem força pessoal para gerar fatos, sobretudo ao demonstrar, com documentos e informações exclusivas, as entranhas do governo Flávio Dino (PCdoB).

E é por isso que Dino tenta tirá-lo da disputa na capital maranhense, movimentando peças dentro e fora do seu tabuleiro político.

O comunista quer uma campanha que o deixe fora dos holofotes.

E tenta montar um quadro de candidatos apenas com membros de seu próprio grupo – para que possam se engalfinhar sem expor os problemas de sua gestão.

E será assim se a disputa se apresentar apenas com candidatos como o próprio Edivaldo Júnior (PTC) e Eliziane Gama (PPS), João Castelo (PSDB), Bira do Pindaré (PSB) ou Neto Evangelista (PSDB).

Todos eles, de uma forma ou de outra, devem obediência a Dino.

Sem a presença de Ricardo Murad na disputa, portanto, a campanha de 2016 será uma espécie de propaganda da gestão comunista, com todos querendo a bênção do governador.

Com Ricardo Murad, Flávio Dino será chamado ao debate e seu projeto de mudança  – iniciado ainda em 2012, com a eleição de Holandinha – será posto em questão.

E certamente, exposto ao público em suas falhas, o comunista chegará mais desgastado em 2018, qualquer que seja o resultado de 2016.

Por isso Dino de tudo faz para barrar Ricardo Murad.

É simples assim…

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Um governo de mudanças…

nojoUm governo de blábláblá e de “mudanças” no Maranhão

“Mudança” de moradores do Coroadinho por ordem de bandidos.

“Mudança” de policiais do interior para reforçar policiamento na capital.

“Mudança” da data de pagamento de funcionários estaduais.

“Mudança” de nome de governador ( apenas isso ).

“Mudança” de nada pra coisa alguma.

E outras mudanças afins, que ainda virão até o final desse governo estúpido.

Comentário do leitor identificado por Zé do Riba
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Enquanto isso, em Barcelona…

Brandão, a quilômetros de distância. Em Barcelona é bem melhor...

Brandão, a quilômetros de distância. Em Barcelona é bem melhor…

O Maranhão vive um caos na Segurança Pública, com explosões diárias em agências bancárias, expulsão de moradores das próprias casas por bandidos sem controle da polícia, crise no sistema de Saúde, falta de esperança do povo que acreditou na “mudança”… Enquanto isso, o vice-governador Carlos Brandão (PSDB) enfrenta uma “difícil” missão em Barcelona, representando o estado: participa da da Reunião Anual da Força-Tarefa dos Governadores para o Clima e as Florestas (GCF).