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Dr. Yglésio busca saídas para deixar o PSB…

Deputado estadual sente-se perseguido no partido desde os tempos do governo Flávio Dino e busca uma legenda que garanta sua candidatura a prefeito como opção da direita bolsonarista em São Luís

 

Yglésio se aproximou de Bolsonaro em 2022, agora busca formas de deixar o PSB e conquistar a direita

O deputado estadual Dr. Yglésio Moyses confirmou esta semana que está em busca de uma forma para deixar o PSB sem por o mandato parlamentar em risco.

Yglésio sente-se perseguido na legenda desde o governo Flávio Dino e chegou a ser ameaçado de expulsão pelo então secretário de Comunicação Ricardo Capelli.

Estou buscando formas de deixar o PSB. Me sinto perseguido no partido e preciso de uma legenda para minha candidatura a prefeito de São Luís – disse o parlamentar.

Dr. Yglésio assumiu uma postura mais de direita – e abertamente bolsonarista – no segundo turno das eleições presidenciais, após romper com Flávio Dino.

Hoje o ministro da Justiça é alvo constante de suas críticas na Assembléia, o que torna insustentável sua permanência no PSB.

A opção de assumir uma postura mais ligada ao ex- presidente Jair Bolsonaro (PL) tem espaço pela falta de um candidato abertamente desta linha ideológica dentre os postulantes à sucessão do prefeito Eduardo Braide (PSD).

Mas ele precisa ganhar a confiança da ala bolsonarista e da direita tradicional de São Luís.

E, sobretudo, achar um partido para chamar de seu…

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“Não” do PDT ao PSB não envolve eleições municipais…

Embora descarte, agora, formação de federação com os socialistas, pedetistas podem conversar com eles para a sucessão municipal, inclusive em São Luís

 

Os líderes pedetistas querem estar livres para negociar com todos os partidos em 2024

As lideranças do PDT maranhense já decidiram: não pretendem antecipar para 2024 uma federação partidária com o PSB que só precisa ser efetivada em 2026.

Ao contrário do que interpretaram setores da mídia, no entanto, esse “Não” pedetista à federação não significa um não a uma aliança eleitoral em 2024.

A posição é simples: o PDT quer sentir-se livre para negociar com qualquer outro partido – inclusive o PSB – na sucessão municipal, liberdade que não teria com a federação.

Em São Luís, o PSB tem três opções para disputar a prefeitura: o deputado federal Duarte Júnior e os estaduais Dr. Yglésio e Carlos Lula; o PDT ainda discute nomes internamente, mas pretende estar na linha de frente dos debates.

Sem a federação, os pedetistas poderão tratar com todas as legendas – do PSB ao PSD, do PT ao PCdoB.

Por isso, a federação é pensada apenas para 2026…

 

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PDT maranhense ainda indefinido sobre federação com PSB…

Partido do senador Weverton Rocha diz que o início das conversas partiu apenas dos socialistas, ainda sem nenhuma discussão interna entre os pedetistas

 

Os pedetistas maranhenses ainda não se empolgam com federação com PSB

O debate sobre a formação de uma federação partidária entre o PSB e o PDT é um assunto que ainda não empolgou os pedetistas maranhenses.

– É um início de conversa que parte do PSB, mas não há nada em debate no PDT, a executiva também não tratou disso – disse ao blog Marco Aurélio d’Eça o senador Weverton Rocha, presidente regional do PDT.

A federação partidária vem sendo notícia nacional desde o início do ano, mas sempre partindo de fontes do PSB, a quem parece interessar mais a formação da aliança.

O projeto enfrenta, inclusive, resistências por parte de alguns pedetistas.

– É uma rendição – sintetiza o ex-secretário Abdelaziz Santos, para quem a fusão não tem razão de ser.

Além da resistência pedetista, o projeto enfrenta outras questões, como a inclusão do Solidariedade, partido que está também em processo de fusão com o PROS.

Pelas especulações socialistas, a federação já teria impacto nas eleições municipais de 2024, o que também não parece agradar ao PDT.

De qualquer forma, o debate está aberto entre pedetistas e socialistas…

 

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Duarte Jr. tem garantia do PSB nacional para candidatura em SLZ

Deputado federal que ficou em segundo lugar nas eleições de 2020 recebeu o aval partidário quando decidiu mudar de legenda nas eleições de 2022; e tem ainda o cacife de estar em segundo lugar nas intenções de voto

 

Candidato preferido de Flávio Dino, Duarte tem aval do PSB e bons indicadores nas pesquisas

Ensaio

O deputado federal Duarte Jr. (PSB) tem um trunfo significativo em relação aos demais pré-candidatos a prefeito de São Luís: ele é o único que tem a garantia partidária para concorrer em 2024.

Nem mesmo o prefeito Eduardo Braide (PSD) tem garantias do seu partido para a disputa.

Duarte recebeu esse aval do PSB ainda em 2022, quando decidiu entrar no partido para concorrer à Câmara Federal.

No PSB há outros dois interessados na disputa em São Luís, o agora secretário Bira do Pindaré e o deputado estadual Carlos Lula; nenhum dos dois, porém, tem os trunfos que Duarte tem.

Além do aval do PSB, Duarte é também o candidato da preferência do ministro da Justiça, Flávio Dino (PSB), que chegou a quebrar lanças por ele em 2020.

E ocupa nada menos que o segundo lugar nas pesquisas, próximo dos 20% de intenções de votos.

Duarte tem uma forte dificuldade de interlocução política, isso é verdade; muito por conta do seu temperamento personalista.

Mas seu cacife para 2024 é o maior dentre todos os postulantes a prefeito.

E isso não se pode negar…

 

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Postura reativa de Flávio Dino diminui seu tamanho em Brasília…

Pavio curto, ministro da Justiça reage automaticamente a qualquer provocação, críticas e xingamentos, até no meio da rua, em mais um traço de personalidade que demonstra pouca inteligência emocional, o que é incompatível com o jogo de poder na capital federal

 

Estilo reativo de Flávio Dino pode transformá-lo em figura folclórica na capital federal

Análise da Notícia

O ministro da Justiça Flávio Dino (PSB) voltou à mídia nesta sexta-feira, 10, novamente por bate-boca com adversários; desta vez, reagiu à provocação do deputado Gilson Cardoso Fahur (PSD-PR), que o chamou de “seu merda” em uma audiência com a bancada da bala, em Brasília.

Além de se vitimizar nas redes sociais, Dino cobrou da bancada do PSB uma reação, e os colegas parlamentares vão pedir a cassação do deputado-xingador.

Mas a postura reativa do ministro da Justiça pode diminuir seu tamanho em Brasília.

Dia desses ele reagiu de forma virulenta a um transeunte que o chamou de “ladrão” nas ruas de Brasília; acabou indo registrar queixa contra o provocador em uma delegacia da capital federal.

Antes disso, cobrou retratação de um locutor lá do longínquo Rio Grande do Sul que o chamou de “gordo” e “comilão” em um programa de rádio.

O blog Marco Aurélio d’Eça abordou a falta de inteligência emocional do ministro Flávio Dino em um post que mostrava o risco de ele tentar ser maior que Lula em Brasília, intitulado “Flávio Dino tenta ofuscar brilho de Lula e quebra primeira lei do poder…”.

Mas o traço da reação automática a qualquer provocação é ainda mais grave.

Do alto do poder no comando do Ministério da Justiça, Flávio Dino ameaça com processo, prisões e ações outras qualquer um que ouse fazer qualquer tipo de comentário que ele considere agressivo, xingamento, desprezo ou preconceito.

O bate-boca público, a reação a qualquer provocação, por mais inútil que ela seja, é um traço da personalidade de Flávio Dino que pode trazer problemas a ele no convívio público em Brasília.

E transformá-lo, até mesmo, em uma figura folclórica…

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A confusão ideológica de Dr. Yglésio…

Ex-filiado ao PT – partido pelo qual concorreu a vereador – com passagens por PDT e PROS, deputado estadual foi reeleito pelo PSB, do ministro Flávio Dino, bandeou-se para o bolsonarismo no segundo turno, quer tornar-se referência na direita maranhense, mas não quer perder os laços com o governo lulista de Carlos Brandão

 

Dr. Yglésio faz esforço para se aproximar de Bolsonaro e da direita, mas não quer perder os laços com o governador Carlos Brandão, aliado de Lula

Análise da notícia

O deputado estadual reeleito Dr. Yglésio Moyses reclamou, e vários blogs repercutiram, de não ter sido chamado para uma reunião com os membros do PSB e o governador Carlos Brandão.

O parlamentar parece viver uma confusão ideológica mental desde o fim das eleições de 2022.

Filiado por anos ao PT, partido pelo qual concorreu a uma vaga de vereador em São Luís, teve passagens também pelo PDT, por onde tentou concorrer a prefeito; entrou no PROS para ter a vaga de candidato, mas mudou-se para o PSB na campanha pela reeleição.

Após a confirmação da reeleição, mudou radicalmente de posição, rompeu com o ministro Flávio Dino (PSB) e declarou-se bolsonarista no segundo turno presidencial, mas declarando-se, ao mesmo tempo, aliado do governador lulista Carlos Brandão (PSB).

Agora, pretende ser a referência da direita maranhense, mesmo tentando manter-se alinhado ao governo Brandão, que não o chamou para a reunião da quarta-feira, 18.

Não faz sentido algum a posição ideológico-pragmática de Yglésio.

Se ele quer ser referência da direita maranhense, precisa pagar o preço, afastando-se da base do governo Brandão, que pretende atuar diretamente com o governo Lula da Silva (PT); se não for assim, jamais terá a confiança da direita e do bolsonarismo.

E sem referência política, não pode, sequer, sonhar com a eleição municipal de 2024.

É simples assim…

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Fábio Câmara vê importância na fusão PDT/PSB, mas pondera sobre relação de poder dos atores estaduais

Ao contrário do ex-secretário Aziz Santos – que criticou a possível criação de uma nova legenda – vereador de São Luís, filiado ao PDT e ex-candidato a prefeito da capital maranhense, entende que o governador Carlos Brandão e o senador eleito Flávio Dino devam sentar à cabeceira da nova legenda, desde que, no contexto da divisão do poder, sejam ressalvadas a importância do senador Weverton Rocha e a própria história do PDT maranhense

 

Câmara entende que a mesma visão de unir-se para somar entre PDT e PSB seja pensada incluindo também os atores maranhenses do PDT, como o senador Weverton Rocha

O vereador Fábio Câmara (PDT) avaliou nesta quarta-feira, 30, o debate sobre a possível fusão entre o PDT e o PSB, que deve resultar na criação de uma nova legenda de centro-esquerda, com forte repercussão na política do Maranhão.

Para Câmara, no longo prazo o debate se dá pela necessidade de sobrevivência das duas legendas, com foco nas eleições de 2024 e busca de novo crescimento a partir de 2026; e no curtíssimo prazo, a eleição das mesas da Câmara Federal e do Senado, além da ocupação de postos estratégicos no futuro governo Lula (PT).

– É naturalmente sabido que costuras de âmbito nacional tal qual esta, num ou noutro âmbito local exigirá maiores graus de renúncias. E no nosso caso, o Maranhão, Brandão e Flávio Dino, ambos do PSB, assentam-se à mesa na cabeceira. Porém, há que se considerar como altamente relevantes a deferência do presidente Carlos Lupi para com o PDT do Maranhão, o mandato de senador da República no qual está empossado Weverton Rocha por mais 4 anos e a inquestionável força respaldada pelos números e pela tradição histórica da Rosa e do 12 consolidados na Capital – ponderou Câmara.

O ex-candidato a prefeito de São Luís é a segunda liderança pedetista a comentar a possível junção do partido com o PSB; antes dele, o ex-secretário do governo Jackson Lago, Abdelaziz Santos, posicionou-se criticamente e mostrou-se avesso à possibilidade de fusão.

Fábio Câmara lembrou que a busca de simbiose entre PSB e PDT já vem sendo desenhada desde 1999, por Leonel Brizola, maior expoente do PDT, e Miguel Arraes, lenda do PSB.

– A intenção [naquela época] já era fortalecer ambas as siglas partidárias e, ainda hoje, mudados os atores e resguardadas as devidas proporções e peculiaridades, somar para subsistir e participar dos espaços decisórios de poder segue sendo a tônica! – destacou.

O parlamentar pedetista assevera, no entanto, que a mesma tônica deve ser seguida no âmbito local, caso a fusão se concretize de fato.

– Se para o contexto nacional a premissa que se advoga é agregar para governar, para o cenário local – Maranhão e São Luís – os tambores precisam rufar no mesmo som e tom, a saber: guarnicê para superar! E, não necessariamente nessa mesma ordem. “Alea Jacta est!” – concluiu Fábio Câmara.

Abaixo, a íntegra do texto do vereador:

O ano era 1999. Leonel Brizola pelo PDT e Miguel Arraes pelo PSB firmavam tratativas no sentido de fundirem ambos os partidos.

A intenção já era fortalecer ambas as siglas partidárias e, ainda hoje, mudados os atores e resguardadas as devidas proporções e peculiaridades, somar para subsistir e participar dos espaços decisórios de poder segue sendo a tônica!

Atualmente com 23 deputados, o PSB elegeu apenas 14 detentores de cadeiras na câmara federal para a legislatura que se iniciará no ano de 2023. Já os pedetistas caíram de 19 para apenas 17 cadeiras.

Com as luzes amarelas acesas no semáforo das cláusulas de barreira, 2024 passa a ser estratégico para o fortalecimento das agremiações e o foco precisa ser eleger nas capitais para projetar lideranças capazes de gerarem deputados federais em 2026. Essa é a preocupação maior e que tem foco de médio e de longo prazos.

Para o curtíssimo prazo, as eleições das mesas da câmara e do senado, bem como a ocupação de postos estratégicos no primeiro e no segundo escalões do governo federal, compõem obrigatória e urgente necessidades além de constituírem medidas fundamentais para o fortalecimento de uma ala governista capaz de fazer frente, qualitativa e quantitativamente ao PL e aos partidos do já conhecido “centrão”.

Carlos Lupi (presidente do PDT) e Carlos Siqueira (presidente do PSB), como hábeis políticos e estrategistas, ainda não bateram o martelo quanto a natureza ou tipo de associação! Porém, é fato que uma união tal é de imensa valia para ambos os partidos além de impactar significativa e positivamente o quadro político nacional, com destaque para o fortalecimento da questão governabilidade.

É naturalmente sabido que costuras de âmbito nacional tal qual esta, num ou noutro âmbito local exigirá maiores graus de renúncias. E no nosso caso, o Maranhão, em caso de operar-se mesmo uma fusão, Brandão e Flávio Dino, ambos do PSB, assentam-se à mesa na cabeceira.

Porém, há que se considerar como altamente relevantes a deferência do presidente Carlos Lupi para com o PDT do Maranhão, o mandato de senador da república no qual está empossado o senador Weverton Rocha por mais 4 anos e a inquestionável força respaldada pelos números e pela tradição histórica da Rosa e do 12 consolidados na Capital, São Luís do Maranhão.

E assim, se para o contexto nacional a premissa que se advoga é agregar para governar, para o cenário local – MARANHÃO e SÃO LUÍS – os tambores precisam rufar no mesmo som e tom, a saber: GUARNICÊ para superar!

E, não necessariamente nessa mesma ordem.

“Alea Jacta est!”

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Pedetista histórico critica fusão com PSB e vê “rendição” em aliança com Brandão…

Ex-secretário do governo Jackson Lago, Abdelaziz Santos pondera que a junção significaria a morte prematura do partido de Leonel Brizola e Neiva Moreira no Maranhão, uma vez que Flávio Dino e Carlos Brandão tenderiam a controlar a nova legenda

 

Aziz Santos faz ponderações sobre os rumos do PDT após derrota nas eleições maranhenses

Em texto divulgado nas redes sociais e aplicativos de troca de mensagens, o ex-secretário de Planejamento do governo Jackson Lago, Abdelaziz Santos, ponderou criticamente sobre a possibildiade de fusão do PDT com o PSB.

A fusão está sendo discutida nacionalmente e terá forte repercussão no estado.

Na avaliação de Aziz Santos, tanto o PDT quanto o PSB perderiam a própria identidade histórica.

– De mais a mais, tal ideia, se implementada, causaria a morte prematura do PDT aqui no Maranhão, posto que o governador Carlos Brandão e o senador Flávio Dino tenderiam a dirigir o partido resultante – avaliou o ex-secretário.

Para o ex-secretário de Jackson Lago, o PDT entrou numa situação complicada após as eleições de outubro, mas tem caminhos a seguir sem a necessidade de capitular em favor de outras correntes políticas.

– O que se oferece ao PDT pós eleição no Maranhão? Aceitar compor com o governo Brandão se chamaria de RENDIÇÃO, e com essa atitude o partido estaria dizendo à sociedade que declina de ser a OPOSIÇÃO consciente e necessária desses tempos obscuros – diz o ex-secretário, no te4xto intitulado “PDT, emergências, enigmas e desafios”.

Para ele, a criação do Observatório do Maranhão, ideia do senador e presidente regional do PDT, Weverton Rocha, seria o caminho ideal para o partido.

– Vejo com bons olhos a ideia do senador Weverton de instituir o OBSERVATÓRIO DO MARANHÃO, a partir do qual o PDT cumpriria o papel de construir uma visão equilibrada e democrática das políticas públicas do Governo Brandão, com base no Plano de Governo que a sua equipe elaborou e que contou com consultores experientes de norte a sul do Brasil – disse.

No texto encaminhado ao público, Aziz Santos nem considera a possibilidade de incomrporação do PTB.

Abaixo, a íntegra do artigo de Aziz Santos:

PDT, emergências, enigmas e desafios

Por Abdelaziz Santos

Está aí o PDT com suas dificuldades transitórias, emergências, enigmas e desafios. No plano nacional, a ideia de assumir o PTB, combalido, de triste memória desde Ivete Vargas, passando pelo famigerado Roberto Jefferson, nem pensar.

A outra opção, – fusão com o PSB – ambos perderiam sua identidade, e não dá para comparar a história de um e de outro, embora respeitemos Miguel Arraes e Eduardo Campos, mas longe estamos da grandeza histórica do Brizola, Darcy Ribeiro, Pasqualini, Abdias Nascimento, Doutel de Andrade, Francisco Julião, Neiva Moreira, Jackson Lago, Teotônio dos Santos, para citar os principais líderes da agremiação.

De mais a mais, tal ideia, se implementada, causaria a morte prematura do PDT aqui no Maranhão, posto que o governador Carlos Brandão e o senador Flávio Dino tenderiam a dirigir o partido resultante.

A alternativa de criar uma federação em que cada qual manteria sua identidade, caminhando juntos em programa e atitudes comuns será sempre objeto de tensão nos estados. Mesmo sendo o PDT maior que o PSB em nível nacional, aqui no Maranhão um arranjo partidário desse tipo irá se defrontar com decisões difíceis e conflitantes nas eleições de 2026.

Restaria, no meu entender, a opção da formação de um bloco parlamentar, com identidades preservadas e passos comuns em assuntos de real interesse do povo brasileiro. Isto é uma ideia extraordinária? Claro que não, mas nas circunstâncias atuais talvez a mais palatável.

Fora isso, o que se oferece ao PDT pós eleição no Maranhão? Aceitar compor com o governo Brandão se chamaria de RENDIÇÃO, e com essa atitude o partido estaria dizendo à sociedade que declina de ser a OPOSIÇÃO consciente e necessária desses tempos obscuros.

O Jornal Pequeno que, no campo da imprensa, cumpria o papel de levar aos seus leitores a luta oposicionista, tomou a sua legítima posição de estar com o governo, e com essa atitude abre espaço para o nascimento de um DIÁRIO que tenha essa finalidade.

Vejo com bons olhos a ideia do senador Weverton de instituir o OBSERVATÓRIO DO MARANHÃO, a partir do qual o PDT cumpriria o papel de construir uma visão equilibrada e democrática das políticas públicas do Governo Brandão, com base no Plano de Governo que a sua equipe elaborou e que contou com consultores experientes de norte a sul do Brasil.

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Carlos Brandão e Weverton podem estar juntos em São Luís em 2024…

PSB do governador e PDT, comandado pelo senador, articulam uma aliança nacional que visa fortalecer as legendas no Congresso nacional e nas eleições municipais, o que levará a formação de coligação para a sucessão do prefeito Eduardo Braide

 

Brandão e Weverton disputaram o Governo do Estado, mas podem estar novamente lado a lado nas eleições municipais de 2024

O governador reeleito Carlos Brandão (PDT) e o senador  Weverton Rocha (PDT) – que ficou em terceiro lugar na disputa – podem estar no mesmo palanque nas eleições de 2024, sobretudo em São Luís.

Brandão é liderança do PSB e Weverton controla o PDT no estado; os dois partidos estão trabalhando uma aliança nacional que visa não apenas fortalecê-los no Congresso Nacional, mas também garantir vitórias nos principais municípios nas eleições de 2024.

Nas capitais onde o PSB tiver candidato com maior cacife, o PDT apresentará o vice; e vice-versa.

Em São Luís, o partido de Brandão tem como principal nome para a disputa o deputado federal eleito Duarte Júnior, embora o próprio governador tenha mais simpatia pela candidatura do vereador e presidente eleito da Câmara Paulo Victor, que está no PCdoB.

O PDT, por outro lado, tem como principais opções em São Luís o atual presidente da Câmara e deputado estadual eleito Osmar Filho, além do vereador Fábio Câmara, que já disputou a prefeitura.

Discutida em âmbito nacional, a aliança entre os dois partidos abre possibilidade até mesmo para fusão.

É aguardar e conferir…

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Dr. Yglesio busca ocupar espaços na direita maranhense…

Deputado estadual reeleito deve se transferir do PSB para o PP, partido pelo qual pretende disputar a Prefeitura de São Luís em 2024 como representante do campo conservador na capital maranhense, que ele entende ainda forte, mesmo após derrota do presidente Jair Bolsonaro nas urnas de outubro

 

Yglésio vai se articular no campo da direita maranhense para as eleições de 2024 em São Luís

O deputado estadual Dr. Yglésio já tem um projeto definido para por em prática com vista às eleições de 2024: ele vai buscar ocupar espaços na chamada direita maranhense, sobretudo entre os bolsonarista.

Yglésio pretende trocar o PSB pelo PP, legenda que pretende controlar em São Luís para articular um campo direitista.

Mesmo derrotado nas eleições de outubro, o presidente Jair Bolsonaro (PL) mantém um patamar de 25% dos votos em São Luís, entende Dr. Yglésio; e é este contingente que ele espera aglutinar em torno do seu nome nas eleições municipais.

Pelo campo da direita, ele espera atrair partidos como o PL, do próprio Bolsonaro, e lideranças da direita conservadora.

E com este grupo entrar competitivo na sucessão do prefeito Eduardo Braide (Sem partido).