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Eduardo Braide pode reunir maior coligação em São Luís

Já fechado com o PSD e com o PMN, candidato do Podemos articula ainda o apoio de PL, Avante, PSL e PSDB, o que pode dar a ele aliança capaz de garantir a vitória ainda em primeiro turno

 

Eduardo Braide segue com forte apoio popular; e monta forte coligação que pode garantir a vitória em primeiro turno

Favorito nas eleições de outubro em São Luís, o deputado federal Eduardo Braide (Podemos) pode ter também uma das principais coligações, reunindo nada menos que sete partidos – e garantindo um dos maiores tempos na propaganda eleitoral.

Nesta segunda-feira, 17, o candidato fechou apoio do PSD; mas trabalha ainda aliança com PL, PSL, Avante e com o PSDB, o que garantiria uma das maiores coligações.

Para efeito de comparação, o secretário Rubens Pereira (PCdoB) tenta, até agora, conquistar o apoio do PP e do PT; Neto Evangelista (DEM), conversa com PDT e com o PTB, e Duarte Júnior (Republicanos) busca apoio do Cidadania.

Ao contrário de 2016 – quando entrou desacreditado na disputa e chegou, sozinho, ao segundo turno – Braide entra em 2020 como favorito e a bordo de uma forte coligação.

O que pode ser fundamental para uma eventual vitória em primeiro turno…

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“O clima é de insatisfação”, diz Arnaldo Melo sobre relação com PRTB…

Apesar de reconhecer a legitimidade de Márcio Coutinho, na busca por melhor aliança para seus candidatos, ex-governador pondera que muitos dos nomes da legenda foram levados da própria base do grupo Sarney

 

Arnaldo garante estar engajado na campanha de Roseana, mas reclama de aliados de Lobão

O ex-governador e ex-presidente da Assembleia Legislativa, Arnaldo Melo, pré-candidato a deputado estadual pelo MDB, disse hoje que o clima é de insatisfação com a postura do PRTB, de se alinhar a outro projeto estadual, mesmo tendo vínculos com o grupo Sarney.

– É legítima a intenção do Márcio Coutinho de buscar melhor posição para o PRTB. Mas é preciso entender que muitos desses candidatos que estão hoje na legenda foram retirados de nossas próprias bases, com a promessa de que continuariam conosco. É justo eles trabalharem por outro projeto agora? É ético? – perguntou Melo.

A insatisfação com o PRTB na base da campanha da ex-governadora Roseana Sarney (MDB) se dá, sobretudo, entre os cinco deputados que irão disputar a reeleição – César Pires, Rigo Teles e Adriano Sarney (todos do PV), Roberto Costa (MDB) e Nina Melo (MDB) que será substituída por Arnaldo.

Para tentar garantir a própria eleição de deputado federal – e a eleição de pelo menos dois deputados estaduais – Márcio Coutinho, que é ligado à família do senador Edison Lobão (MDB), optou por coligar com o PSL, da pré-candidata Maura Jorge. (Entenda aqui)

Na avaliação de Arnaldo Melo – que é a mesma dos demais candidatos – não é justo que eles trabalhem para fortalecer o grupo, buscando a eleição de Roseana e do próprio Lobão, pondo em risco a própria reeleição, enquanto Coutinho vai para outro lado por interesses próprios.

O blog quis saber de Arnaldo Melo se há uma indisposição do grupo com a candidatura de Lobão diante da postura de Márcio Coutinho.

– Você responde por mim e eu assino embaixo!!! – concluiu ele…

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Para onde vão PT, PSC e PP?!?

Embora listados em algumas coligações, estes partidos e outras legendas – que, juntos, têm cerca de cinco minutos de tempo na propaganda eleitoral – ainda podem mudar de rumo até o fim das convenções, em 5 de agosto

 

ATRELADOS? Petistas defendem aliança incondicional com Flávio Dino e o PCdoB, mas há quem pregue outro caminho eleitoral

É incerto o rumo de partidos políticos como PT, PSC, PP, Podemos, PMN, Rede e Avante no Maranhão.

Essas legendas, juntas, reúnem cerca de cinco minutos de tempo na propaganda eleitoral, mas ainda convivem com incertezas quanto ao futuro em alianças ou coligações.

PT e PP, por exemplo, são dados como certos na coligação do governador Flávio Dino (PCdoB), mas podem seguir outro caminho.

Os petistas dependem da decisão sobre seus candidatos majoritários e também de uma posição da direção nacional, que pode ou não homologar a coligação com os comunistas.

ACHE O FUFUQUINHA! Partido do deputado federal apoia candidatura de Weverton Rocha ao Senado, mas pode não fechar com Flávio Dino

O PP, por sua vez, sofre pressão do comando nacional para seguir outro caminho que não o de Flávio Dino.

PSC, Avante, Podemos e Rede – que vinham trabalhando alianças com os pré-candidatos Maura Jorge (PSL) ou Eduardo Braide (PMN) – também podem seguir outro rumo eleitoral.

O PSC, por exemplo, tem chances de indicar até o vice na chapa da ex-governadora Roseana Sarney (MDB) ou do senador Roberto Rocha (PSDB).

O prazo das convenções partidárias que definirão os caminhos partidários começa no dia 20 de julho, e vai até o dia 5 de agosto. 

Serão 15 dias de intensas negociações e pressões…

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Flávio Dino quer PT e DEM como suplentes do Senado…

Solução do governador comunista tenta acalmar os ânimos das legendas, mas suas lideranças entendem que precisam de participação efetiva, como vice ou candidato próprio a senador

 

Flávio Dino e aliados com Juscelino Filho; o DEM quer mais do que o comunistas pretende oferecer

O governador Flávio Dino enfrenta problemas na relação com partidos que atuam em sua base de apoio e caminham para coligação com seu PCdoB.

Ele quer contemplar o DEM e o PT apenas com indicações de suplentes de senador – alguns como segundo suplente, inclusive – entendendo que, assim, garantiria as legendas na chapa majoritária.

Nem ao PT, nem ao DEM agrada essa hipótese.

A direção nacional dos democratas aceitou a aliança com o comunista no Maranhão com a garantia de que o partido teria participação na chapa majoritária, com o candidato a vice ou a senador.

Dino ainda tentou essa solução com a filiação do secretário Felipe Camarão e a tentativa de filiação de Eliziane Gama (PPS), ambos movimentos frustrados.

Agora tenta convencer o DEM até as convenções.

Embora mais atrelado do ponto de vista ideológico, o PT também resiste às ofertas de Dino para o partido

Embora mais atrelado do ponto de vista ideológico e político, o PT também se ressente da falta de participação efetiva, e pressiona por participação como vice na chapa.

Entendem os petistas que o demais partidos que somam tempo de propaganda para o comunista já estão contemplados de uma forma ou de outra.

O problema de DEM e PT deve se arrastar até as convenções.

E pode, inclusive, dar novos rumos ao projeto das duas legendas…

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Luana Costa se filia ao PSC e encaminha aliança com Eduardo Braide…

Deputada federal deixou o PSB para trabalhar uma aliança fora do eixo comunista e se posiciona claramente em torno do deputado estadual do PMN, que pode ser fortalecido com o tempo de propaganda do novo partido, hoje em torno de 15 segundos

 

Luana Costa na tribuna: agora no PSC

Filiada desde a tarde de terça-feira, 3, ao PSC, a deputada federal Luana Costa confirmou, em entrevista exclusiva a este blog, que pretende fechar questão no partido em torno da candidatura do deputado estadual Eduardo Braide (PMN) ao Governo do Estado.

– Um dos motivos para me filiar é que sou evangélica. O outro: ter liberdade para conversar com os candidatos a governador [o que não teria no PSB]. E o caminho que eu defendo é a aliança com o deputado Eduardo Braide – afirmou Luana.

O apoio do PSC é uma injeção de razoável peso na campanha de Eduardo Braide.

O partido, comandado no Maranhão pelo deputado estadual Léo Cunha – cujo o irmão, Ribinha Cunha, é, inclusive, cotado como vice de Braide – tem algo em torno de 15 segundos no tempo de televisão.

Para se ter uma ideia da importância desta aliança, o DEM, disputado intensamente nos últimos tempos, tem de 17 a 19 segundos na propaganda.

Luana Costa disse que o comando do PSC continuará com Léo Cunha, mas ela recebeu autonomia do comando nacional para encaminhar as coligações, ressaltando a prioridade de eleger o maior número de deputados federais.

Além do PSC, Eduardo Braide negocia também com outras legendas…

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Voos partidários na base de Flávio Dino…

Com as articulações nacionais, governador comunista corre o risco de ver DEM e PPS fora da sua coligação e ainda ter que enfrentar o PSB, onde atuou para tirar Roberto Rocha, com o próprio Rocha em 2018

 

Flávio Dino corre o risco de ficar sem aliados fora do eixo formado por PDT e PT

Por mais que o governador Flávio Dino (PCdoB) venda a ideia de unidade em sua base de apoio, é quase impossível que, a depender da conjuntura nacional, ele consiga manter partidos como o DEM, o PPS e o PSB em seu palanque nas eleições de 2018.

Historicamente ligado ao PSDB, o DEM atua hoje em duas frentes: pode ser companheiro de chapa de um candidato do PMDB ou do PSD, no caso o ministro da Fazenda, Henrique Meireles. Para o posto, o partido já tem até nome: o presidente da Câmara Federal, deputado Rodrigo Maia (RJ).

Já o PPS e o PSB estão bem mais próximos de uma coligação com o PSDB, sobretudo se o candidato for o governador de São Paulo, Geraldo Alckimin. Para se ter idéia da força da articulação que envolve os três partidos, o ex-ministro Aldo Rebello deixou o PCdoB – filiando-se ao PSB – exatamente para ser candidato a vice de Alckimin.

A repercussão dessas movimentações no Maranhão terá peso importante no contexto da campanha de Dino. Sem o PSDB, ele precisaria exatamente do PSB e do DEM para ter o tempo necessário na propaganda partidária, já que o seu PCdoB tem tempo insignificante no horário eleitoral. Sem essas legendas, o comunista ficará refém do PT e do PDT, únicos em seu grupo com tempo satisfatório em uma campanha majoritária.

Além do tempo perdido na propaganda, Dino ainda terá que conviver com uma ironia: ver o PSB, legenda na qual atuou para ver o senador Roberto Rocha fora, coligada exatamente com o mesmo Rocha.

Da coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão

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Morte e vida severina…

O problema do PRP, comandado pelo “brilhante articulador” Severino Sales é um só: chapa de vereadores pesada demais para partido de menos. E sem ter o que oferecer em troca, só conseguirá formar coligação pela benevolência dos líderes partidários

 

Severino Sales e seus candidatos a vereador: peso de mais para qualquer chapa...

Severino Sales e seus candidatos a vereador: peso de mais para qualquer chapa…

Alguém,convenceu o ex-vereador Severino Sales, presidente do PRP, de que seria uma jogada de mestre incluir três vereadores pesos pesados, em uma legenda minúscula como a dele – sem tempo de TV, sem estrutura e sem qualquer apelo ideológico.

E o pior é que o Severino acreditou.

Agora, perambula de lado a lado carregando a sua pesada mala, representada nas figuras dos vereadores Sebastião Albuquerque, Nato e o ex-deputado Afonso Manoel, cada um com potencial de votos acima dos 5 mil.

E é exatamente por isso que ninguém quer coligar com o PRP.

Aceitar uma aliança com o partido do Severino é como ter uma espécie de gravidez em barriga alheia. Qualquer legenda que coligar com eles, terá apenas o ônus de ajudar na eleição dos seus vereadores, sem qualquer tipo de bônus.

Os candidatos a prefeito querem tempo de propaganda, e o PRP não tem.

Os chefes de coligação querem estrutura partidária, e o PRP não tem.

Os candidatos a prefeito querem o apoio dos seus candidatos a vereador, e nenhum do PRP vai deixar de apoiar Edivaldo Júnior.

Os candidatos a vereador de qualquer legenda querem coligação que dê chances iguais a todos, e o PRP não dá.

Inviabilizado pela sua própria articulação, Severino Sales agora vai ter que depender da benevolência – ou da opressão – das lideranças partidárias.

Só assim conseguirá salvar seus candidatos a vereador…

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Flávio Dino veta alianças de partidos de sua base com Wellington do Curso…

Governador recomendou expressamente às lideranças do Solidariedade, do PRP e do PSDC que não façam coligações com o candidato do PP, visto como “independente” pelo Palácio dos Leões

 

Wellington em foto antiga com Flávio Dino; comunista quer isolar o candidato do PP

Wellington em foto antiga com Flávio Dino; comunista quer isolar o candidato do PP

Se não se posicionou oficialmente por nenhum candidato a prefeito de São Luís, o governador Flávio Dino (PCdoB) já escolheu, pelo menos, aquele que ele não quer ver no comando da prefeitura.

O comunista tem determinado aos partidos alinhados à sua base de apoio – e que não cogitam aliança com o prefeito Edivaldo Júnior (PDT) – a evitar qualquer aproximação com o deputado estadual Wellington do Curso, candidato do PP.

O próprio Dino vetou que o secretário de Indústria e Comércio Simplício Araújo formalizasse aliança do seu Solidariedade com o pepista.

A mesma determinação foi dada ao PSDC e ao PRP.

Em terceiro lugar na disputa eleitoral, polarizando com os dois primeiros colocados, Wellington segue com apenas o PP às vésperas do fim do prazo das convenções.

Mas, mesmo contra o Palácio dos Leões, o deputado continua buscando alianças para fortalecer sua candidatura.

Tem até a próxima sexta-feira, 5, para se viabilizar…

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PV e PRP são os únicos ainda indefinidos em São Luís…

O dois partidos ainda não se posicionaram em relação à disputa na capital maranhense. PRP estava na coligação de Edivaldo Júnior, mas recuou; o PV, por sua vez, sequer apontou caminhos para coligação, o que só deve fazer no final do prazo das convenções

 

Edilázio e Adriano, do PV: partido ainda indefinido

Edilázio e Adriano, do PV: partido ainda indefinido

O partido Verde (PV) e o Partido Republicano Progressista (PRP) são as duas únicas legendas ainda indefinidas pra as eleições municipais de outubro em São Luís.

Todas as demais legendas têm candidatos a prefeito, estão aliadas com algum candidato ou têm, pelo menos, indicativo de que vai compor.

O PRP, que tem como comandante o secretário municipal Severino Sales,  chegou a sentar com o prefeito Edivaldo Júnior (PDT), mas problemas com formação de coligações proporcionais gerou crise entre as direções partidárias e o partido já cogita outras alianças.

Severino com sus candidatos a vereador: em busca de aliança viável

Severino com sus candidatos a vereador: em busca de aliança viável

O PV nunca definiu que caminho seguir.

A legenda, comandada pelo deputado estadual Adriano Sarney, chegou a realizar uma sabatina com os candidatos, mas nem mesmo o que saiu do encontro gerou condições de definição.

O partido tem mantido conversas com os candidatos Wellington do Curso (PP) e Eliziane Gama (PPS), mas só deve se decidir no final do prazo das convenções.

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Candidatos a prefeito sofrem pressão de candidatos a vereador…

Postulantes que  ainda não conseguiram coligações – como Wellington do Curso e Rose Sales – são cobrados por aqueles que pleiteiam mandato na Câmara e temem  que, sozinhos, fiquem sem participar do rateio das vagas

 

Rose Sales é candidata a prefeita, mas ainda não tem coligação, o que preocupa candidatos a vereador

Rose Sales é candidata a prefeita, mas ainda não tem coligação, o que preocupa candidatos a vereador

Faltando exatos 10 dias para o fim do prazo das convenções partidárias, os candidatos a prefeito Wellington do Curso (PP) e Rose Sales (PMB) começaram a sofrer pressão de sua chapa proporcional, que quer fechar alianças para ampliar as chances de vaga na Câmara.

Ocorre que o “mercado” de partidos está praticamente sem opções.

No partido de Rose, por exemplo, há nomes com amplas chances de ser um dos mais bem votados. Mas que podem, mesmo assim, ficar de fora da Câmara, já que, sozinho, seu PMB pode não alcançar o coeficiente partidário.

Por isso, já há até pressão para que Rose desista da candidatura em troca de uma boa coligação para seu partido.

Wellington apresneta Chaguyinha a eleitorado; mas o clima entre eles não está bom

Wellington apresenta Chaguinha a eleitorado; mas o clima entre eles não está bom

A situação de Wellington do Curso, mesmo disputando vaga no segundo turno, também não parece fácil.

Seu PP tem três vereadores de mandato – Francisco Chaguinha, Luciana Mendes e Manoel Rêgo – mas, se não tiver coligação, um, ou até dois deles, podem não se reeleger.

Terceiro lugar em todas as pesquisas – e com chances de vitória no segundo turno, dependendo do cenário – Wellington apostou que seu crescimento nas pesquisas atrairia automaticamente novas legendas para sua coligação.

Mas o tempo passou e a aposta não se concretizou.

Na reta final do prazo de coligações, os vereadores agora cobram uma solução imediata do candidato a prefeito.

Nem Wellington e nem Rose cogitaram, ainda, abrir mão da disputa majoritária.

Mas a pressão dos candidatos a vereador é cada vez maior…