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Fábio Câmara mantém rotina nas comunidades…

Na semana de início do carnaval, candidato do PDT a prefeito – um dos três únicos efetivamente em pré-campanha – reforça presença na zona rural e na periferia de São Luís com reuniões diárias e contato com militantes e moradores desassistidos pelo poder público e sem acesso ao carnaval da orla marítima e do Centro Histórico

 

Fábio Câmara em discurso forte de conscientização nas comunidades desasssistidas pelo poder público

O pré-candidato do PDT a prefeito de São Luís, ex-vereador Fábio Câmara, mantém uma forte rotina de visitas e reuniões às comunidades da periferia e da zona rural na capital maranhense; em meio às festas financiadas pelo poder público no Centro Histórico e na orla marítima, Câmara busca oferecer aos desassistidos uma oportunidade de também brincar o carnaval.

– Conseguimos ajudar diversos bloquinhos nas comunidades com a confecção de mais de oito mil abadás; esses bloquinhos fazem a festa nas comunidades desassistidas e sem acesso ao milionário carnaval da “zona sul” de São Luís –disse o vereador.

 

Em meio às polêmicas envolvendo os gastos do prefeito Eduardo Braide (PSD) e a disputa entre prefeitura e governo pelo carnaval, Fábio Câmara manteve sua rotina de reuniões nas comunidades, mostrando a importância de se ter um candidato preto à prefeitura de São Luís.

– É claro que eles vão se zangar quando se dá ênfase ao fato de eu ser preto, por que eles não querem esse debate; eles não querem discutir a questão da cor, querem continuar o racismo velado, e trazer isso á tona os incomoda; mas é fundamental que se apresente o debate da raça e a pergunta do porque São Luís nunca teve um prefeito negro – ressalta o candidato pedetista.

 

Com diversas pequenas reuniões diárias, Fábio Câmara vai construindo a base de sua pré-campanha como terceira via na disputa em São Luís

Fábio Câmara é um dos três únicos pré-candidatos efetivamente em pré-campanha pela Prefeitura de São Luís.

Enquanto o prefeito Eduardo Braide (PSD) tem a estrutura da própria prefeitura à sua disposição – e o deputado federal Duarte Júnior (PSB) conta com o poder verticalizado do Governo do Estado – Câmara aposta na militância do PDT e na coragem das comunidades mais afastadas para se firmar como a terceira via na disputa.

– A zona rural, as comunidades mais afastadas vão surpreende meio mundo de gente quando a campanha começar efetivamente; essa polarização forçada será desfeita pela nossa campanha de rua, de base, de militância pedetista – pregou o candidato do PDT.

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Líder comunitário volta a destacar importância de Fábio Câmara na sucessão municipal

Com forte atuação na área Itaqui-Bacanga, Sebastião Santos critica os setores mais quatrocentões da imprensa maranhense que ainda resistem em aceitar o candidato do PDT na disputa em São Luís, mas ressalta que, no fechamento de 2023, é possível crer que “São Luís poderá ter, de fato, o primeiro candidato negro eleito prefeito”

 

Fábio Câmara criou um dos principais símbolos da campanha em São Luís, a rosa vermelha, que compõe a marca do próprio PDT

O líder comunitário e ex-candidato a vereador Sebastião Santos, um dos mais influentes da área Itaqui-Bacanga – fecha o ano de 2023 com uma pergunta em suas redes sociais: “O que você acha? Fábio Câmara pode ser o próximo prefeito de São Luís?”.

A pergunta tem sentido quando se faz o balanço do ano de 2023 e aponta-se para 2024.

Até meados de setembro, o PDT vivia uma indefinição que o colocava totalmente fora da sucessão municipal; até que o senador Weverton Rocha finalmente ouviu a voz rouca da militância e admitiu pela primeira vez, ter Fábio Câmara como candidato a prefeito.

– Mesmo ainda parte da imprensa de São Luís não querer divulgar, e sim esconder da população a informação que Fábio Câmara cada dia mais segue em evidencia, as redes sociais estão aí para mostrar que pela primeira vez a capital maranhense caminha para ter o seu primeiro prefeito negro eleito – pontua Santos.

Há, de fato, uma resistência de setores da imprensa com a candidatura do PDT representada por Fábio Câmara – sabe-se lá se por ele ser negro ou vindo das camadas mais populares; um setor ultraconservador da imprensa, que este blog Marco Aurélio d’Eça classifica de “mídia quatrocentona”, numa referência aos escribas que gravitam na história em torno dos palácios, a escrever apenas o que agrada aos “reis”. (Saiba mais aqui)

Mas independentemente desta “ignorância forçada” à candidatura do ex-vereador, ele, de fato, fecha 2023 podendo comemorar uma vitória, o alcance das metas traçadas ainda no limiar da pré-campanha: estar nas pesquisas de intenção de votos.

Hoje, Weverton já reconhece a candidatura do PDT como consolidada, o que é um passo para o avanço – mesmo que ainda viva uma dúvida ideológica sobre seu futuro e o do próprio partido.

Este blog Marco Aurélio d’Eça – inclusive reconhecido pelo próprio Sebastião Santos por “mostrar a população os fatos reais” – escreve desde sempre que a polarização na disputa em São Luís tende a enxugar o número de candidatos, o que facilitará o surgimento de uma terceira via em São Luís.

E é neste vácuo que surgem as opções desdenhadas pelos quatrocentões…

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PDT fecha 2023 com espaço para ser o fiel da balança em 2024…

Ex-vereador Fábio Câmara conseguiu construir em meio às comunidades da zona rural e da periferia uma candidatura a prefeito que recolocou o partido no jogo da sucessão na capital maranhense; e o enxugamento das candidaturas da base governista deve colocá-lo como terceira via na tentativa de polarização entre Eduardo Braide e Duarte Júnior

 

Fábio Câmara já distribuiu mais de 10 mil rosas vermelhas em quase 100 reuniões comunitárias desde agosto, numa marca da pré-campanha

Foi este blog Marco Aurélio d’Eça quem apresentou, ainda em agosto, à pré-candidatura do ex-vereador Fábio Câmara a prefeito de São Luís, quando as lideranças do PDT já admitiam até mesmo nem entrar na corrida sucessória de 2024.

Desde então, com o foco na zona rural e nas comunidades da periferia – em uma campanha voltada ao povo e à militância pedetista, tendo a rosa vermelha como símbolo – Fábio Câmara conseguiu fechar 2023 entre os quatro principais candidatos, com um índice de intenção de votos que varia entre 2% e 5%, dependendo da margem de erro.

Com Câmara, o PDT conseguiu reinserir-se no debate pela prefeitura, lugar de fala onde esteve nos últimos 35 anos e ampliando as chances de boa bancada na Câmara.

Mais ainda: o desenho eleitoral na capital maranhense dá ao partido as chances de ser o fiel da balança ou a terceira via na disputa de 2024.

Falando diretamente à população menos assistida da capital maranhense, Câmara recolocou o PDT no debate sucessório

Este blog Marco Aurélio d’Eça também apontava desde agosto o afunilamento das candidaturas, com muitos nomes caminhando para ficar fora da disputa por falta de espaços partidários, como mostrado aqui, aqui e aqui.

A tendência é que o prefeito Eduardo Braide (PSD), por um lado, absorva, uma gama de partidos não-alinhados ao Palácio dos Leões, como PSD, PSC, PMN, PRB e outros.

Com o apoio do governo, o deputado federal Duarte Júnior (PSB) reunirá em torno de si outros vários partidos, do PT ao PSDB; do MDB ao União Brasil, tirando do páreo diversos outros nomes da base.

Fábio Câmara tem estrutura partidária, tempo de TV e participação garantida pela Lei Eleitoral em qualquer debate

Com a disputa reduzida provavelmente a quatro nomes – Braide, Duarte, Diogo Gualhardo (Novo) e Fábio Câmara – o PDT passa a ser a terceira via natural, pela estrutura partidária, pelo tempo na propaganda e pela presença garantida nos debates.

A rosa vermelha plantada em 2023, portanto, já germinou…

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Eduardo Braide e Duarte Júnior estagnados nas pesquisas

Desde o início da atual série de levantamentos sobre a disputa em São Luís, ainda em maio, prefeito aparece estacionado na casa dos 30% de intenção de votos – o que para muitos é sinal de que ele tende a perder terreno ao longo da campanha propriamente dita – mas é preciso perceber que seus índices representam quase o dobro do segundo colocado, Duarte Júnior, também com teto na casa dos 20%

 

Candidato-espelho um do outro, Braide e Duarte sonham repetir o duelo de 2020, mas estagnaram e podem dar margem à terceira via

Ensaio

Este blog Marco Aurélio d’Eça já publicou cerca de 10 pesquisas desde maio, quando se iniciou a atual série de levantamentos sobre a corrida eleitoral em São Luís; em todas elas, o prefeito Eduardo Braide (PSD) aparece na casa dos 30% e o deputado federal Duarte Júnior (PSB) figura abaixo dos 20% de intenção de votos. (Releia aqui, aqui, aqui, aqui e também aqui)

Não há dúvidas de que há uma estagnação tanto de Braide quanto de Duarte, o que anima os adversários a sonhar com uma chance no segundo turno e até com uma eventual vitória nas urnas.

Para muitos, a paralisação numérica de Braide é mais preocupante pelo fato de ele estar à frente da prefeitura, com uma soma de obras e serviços fortemente divulgados e uma forte presença nas comunidades.

A estas alturas, para alguns analistas, o prefeito deveria estar em condições de vencer em primeiro turno, ainda que se levasse em conta tratar-se apenas do primeiro período da pré-campanha.

A partir dos índices de Braide, seria natural afirmar que o seu principal adversário – Duarte Júnior – pode vencê-lo em um eventual segundo turno; só que não…

Duarte também parece ter atingido o seu teto eleitoral.

A situação é ainda pior; Duarte nunca superou a margem de erro do seu índice histórico – na casa dos 20% – nem nesta, nem nas eleições de 2020. Só no segundo turno de quatro anos atrás atingiu 44%, mas quando estava em confronto direto com o próprio Braide.

Em 2020, o deputado socialista foi para o segundo turno com 22,15%; para efeito de comparação, em 2022, quando foi o deputado federal mais votado na capital maranhense, atingiu 13,12%

O cenário vivido por Braide e por Duarte mostra que o eleitor está ainda aguardando o surgimento de uma terceira via que anime a disputa.

Três nomes demonstram mais condições de ser esta via: O ex-prefeito Edivaldo Júnior (ainda sem partido), o vereador Paulo Victor (PSDB) e o deputado estadual Neto Evangelista (União Brasil), não necessariamente nesta ordem.

A estas alturas da pré-campanha, com os números dos dois primeiros colocados se repetindo sistematicamente, apontando um teto, é possível dizer que qualquer um dos três do segundo pelotão – Edivaldo, Neto ou Victor –  têm amplas chances de vencer as eleições de São Luís.

Basta ajustar a campanha, fortalecer a relação com a população e montar um forte grupo político.

São os números que mostram isso

E os números não mentem, jamais…

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Os candidatos sem partido e os partidos sem candidatos em São Luís…

Edivaldo Júnior, Wellington do Curso e Dr. Yglesio Moyses tem menos de um ano para conseguir uma legenda que garanta a eles o direito de concorrer à prefeitura da capital maranhense; por outro lado, PDT e PL são as duas únicas grandes agremiações ainda sem nomes para entrar na disputa pela sucessão do prefeito Eduardo Braide

 

Edivaldo perdeu o PSD para Braide, mesmo caminho que deve seguir o PSC, de Wellington; Yglésio precisa encontrar saída para deixar o PSB

Ensaio

O rol de pré-candidatos a prefeito de São Luís apresentado pela pesquisa EPO tem, pelo menos, três nomes ainda sem rumo partidário definido para concorrer nas eleições de 2024.

Ex-prefeito de São Luís e terceiro colocado no levantamento – em condição de empate técnico na segunda posição com o deputado federal Duarte Jr. (PSB) – o ex-prefeito Edivaldo Júnior é o único não filiado a qualquer partido; no início do ano, ele perdeu o PSD exatamente para o próprio Eduardo Braide, que lidera a disputa.

Quinto colocado, segundo a EPO, o deputado estadual Wellington do Curso anunciou nesta terça-feira, 20, que “não apenas concorrerá à prefeitura, mas estará no segundo turno contra o atual prefeito”; o problema é que o partido em que ele está filiado, o PSC, deve apoiar exatamente aquele que ele espera enfrentar em um tète-a-tète.

O também deputado estadual Dr. Yglésio Moyses está em uma guerra judicial tentando sair do PSB, que usa a mesma guerra para tomar-lhe o mandato caso ele decida sair; Yglésio acredita que até setembro resolve sua situação no atual partido, ficando livre para outro rumo partidário.

Mas se há três pré-candidatos sem rumo partidário, pelo menos dois dos maiores partidos maranhenses – PL e PDT – ainda estão em busca de um rumo eleitoral para 2024.

São as únicas legendas nesta situação por que, embora sem candidato próprio, agremiações como MDB, PSDB, PP e PT , devem figurar em coligações de candidatos da base do governo Carlos Brandão (PSB).

Controlado pelo deputado federal Josimar Maranhãozinho, o PL apoiou Duarte Jr. (PSB) em 2020 e hoje ensaia aliança com o presidente da Câmara Paulo Victor, segundo já declarou o também vereador Aldir Júnior; ocorre que, na última semana, Aldir foi substituído no comando municipal da legenda pela deputada federal Detinha, esposa de Josimar.

É Detinha quem vai articular as alianças em São Luís, mas o PL não demonstra proximidade com nenhum dos demais candidatos além do próprio Paulo Victor.

Protagonista de todas as eleições na capital maranhense entre 1988 e 2020 – com candidato próprio ou na linha de frente da coligação – o PDT parece perdido desde o resultado das eleições de 2022, quando ficou em terceiro lugar na disputa pelo Governo do Estado.

No início do ano, o ex-presidente municipal vereador Raimundo Penha chegou a anunciar que o partido não teria candidato em 2024, posição considerada um erro estratégico pela própria militância.

Em busca de rearrumação da casa, o senador Weverton Rocha, comandante do partido, entregou o debate sobre a sucessão ao deputado estadual Osmar Filho e ensaiou reuniões para discutir o processo, que não avançaram.

Se há candidatos sem partido e partidos sem candidatos, os caminhos de Edivaldo Júnior e o PDT podem até se reencontrar, uma vez que o ex-prefeito ganhou as duas eleições na capital com apoio da legenda de Weverton, uma delas – a de 2016 – já como filiado. 

E como PDT e PL estiveram coligados em 2022 – com candidato ao governo e a vice, respectivamente – podem até surgir como a terceira via na guerra anunciada entre o prefeito Braide e a base do governador Brandão.

Para isso, no entanto, precisarão de maturidade para aparar pontudas arestas criadas nos últimos anos…

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Josimar Maranhãozinho tem força para influenciar a eleição no Maranhão, estando ou não na disputa

Com o controle absoluto de mais de 50 prefeitos, mais de 700 vereadores, uma bancada própria de deputados federais e estaduais e o comando de segundas forças políticas em outros vários municípios, deputado federal pode até não chegar a um segundo turno, mas tem estrutura para se tornar o fiel da balança

 

Josimar Maranhãozinho tem força para reunir multidões e lideranças de todos os municípios em torno de si

O deputado federal Josimar Maranhãozinho (PL) é o pré-candidato a governador com a maior estrutura para se tornar a terceira via nas eleições de 2022, já polarizada entre o vice-governador  Carlos Brandão (PSDB) e o senador  Weverton Rocha (PDT).

E tem força para influenciar um eventual segundo turno, esteja ou não na disputa.

Embora figure atrás de nomes como o senador Roberto Rocha (PSDB) e o ex-prefeito de São Luís Edivaldo Júnior (PSD) na disputa pela terceira colocação nas pesquisas, Josimar é o único com estrutura própria para deslanchar durante a campanha.

Mas, se decidir abrir mão da candidatura por apoio a outro candidato, tem força suficiente para decidir a eleição.

O deputado federal do PL controla outros dois partidos no Maranhão – Avante e Patriotas – tem uma bancada própria de deputados federais e estaduais, controla mais de 50 prefeituras com prefeitos fieis ao seu mandato, reúne mais de 700 vereadores e lidera segundas forças políticas em outras diversas cidades.

Toda esta estrutura ele tem condições de levar para um lado ou para outro, caso decida abrir mão da disputa ou mesmo apoiar um nome no segundo turno, caso não se viabilize.

É Josimar, portanto, a tão esperada terceira via nas eleições do Maranhão.

E pode se tronar, também, o fiel da balança…

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A difícil missão da terceira via no Maranhão

Cada vez mais distantes do bloco principal de candidatos – liderado pelo senador Weverton Rocha – o senador  Roberto Rocha, o deputado federal Josimar Maranhãozinho, o ex-prefeito Edivaldo Júnior e o prefeito Lahésio Bonfim precisam encontrar um rumo para ainda sonhar com o segundo turno sonhado pelo Palácio dos Leões

 

Flávio Dino e Ricardo Capelli sonham em tirar Weverton Rocha do segundo turno, mas os candidatos esperados por ele não conseguem deslanchar nas pesquisas

A pesquisa Escutec divulgada nesta terça-feira, 22, pelo Grupo Mirante frustrou a cúpula do Governo Flávio Dino (PSB).

O Palácio dos Leões sonha – e trabalha – para tirar o senador Weverton Rocha (PDT) do segundo turno, para que o vice-governador Carlos Brandão (PSDSB) enfrente um nome alternativo, da chamada terceira via.

Mas, além de mostrar Weverton consolidado em primeiro lugar – com índices que podem variar entre 19% e 25% das intenções de voto – a pesquisa revelou que o bloco de candidatos que poderiam representar a chamada terceira via está cada vez mais distante da disputa pelo segundo turno.

O ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Júnior (PSD) aparece em terceiro lugar, com 12%, empatado tecnicamente com o senador  Roberto Rocha (PSDB), com 11%, mas a distância para Brandão – que pode ter entre 16% e 22%, dependendo da margem de erro – aumentou consideravelmente.

Já os outros dois candidatos alternativos, Lahésio Bonfim (Agir) e Josimar Maranhãozinho (PL) mostram-se ainda mais distantes, com 6% e 5%, respectivamente.

Os números da Escutec/Imirante confirmam as análises do blog Marco Aurélio D’Eça e mostram que a eleição está polarizada entre Weverton e Brandão, que tendem a disputar cabeça a cabeça o grosso do eleitorado.

Mesmo levando em consideração o número de indecisos, a missão da terceira via torna-se cada dia mais difícil, à medida que se aproximam as convenções.

E não adianta os agentes do Palácio dos Leões forçar a barra para criar artificialmente uma competitividade que não existe neste bloco de candidatos.

Os números não mentem… jamais. 

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Josimar pode ocupar espaço que deveria ser de Edivaldo Júnior…

Deputado federal tem deixado cada vez mais claro que é pra valer sua candidatura a governador do Maranhão, com estrutura própria, capilaridade e articulação estadual, o que o ex-prefeito de São Luís ainda não conseguiu alcançar

 

Com bancadas próprias de deputados federais e estaduais, apoios de prefeitos em todo o estado, Josimar tende a se consolidar como terceira força no Maranhão

A última entrevista do deputado federal Josimar Maranhãozinho (PL) ao programa Bastidores, da TV Mirante, na segunda-feira, 14, reforçou seu projeto de candidatura ao Governo do Estado.

Convencido de que pode ser a terceira força na disputa que vem sendo polarizada pelo senador Weverton Rocha (PDT) e pelo vice-governador Carlos Brandão (PSDB), Maranhãozinho tende a ocupar o espaço que se desenhava para o ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Júnior (PSD).

Na soma geral dos números das pesquisas divulgadas até o final de 2021, Edivaldo ainda disputa com Brandão a segunda colocação, mas sua candidatura tende a perder força por falta de estrutura partidária, alianças e movimentação política, diante do vácuo deixado pela campanha do ex-prefeito desde o anúncio de sua candidatura.

Josimar expõe maior estrutura partidária e financeira que Edivaldo, tem maior “bancada” de prefeitos, vice-prefeitos, ex-prefeitos e vereadores em todo o Maranhão, e tem bancadas próprias de deputados federais e estaduais.

Na entrevista à Mirante, Josimar deixou claro que não há intenção de recuar para apoiar Carlos Brandão, coisa que Edivaldo ainda mantém sob suspeita, já que não dá entrevistas e não fala publicamente de sua candidatura.

À frente dos demais pré-candidatos – como o senador Roberto Rocha (ainda no PSDB) e o prefeito Lahésio Bonfgim (PTC), Josimar caminha para ocupar o espaço de terceira força na disputa de outubro.

Daí a conseguir se viabilizar como terceira via é uma longa caminhada…

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“PSDB busca alternativa a Lula e Bolsonaro”, diz Eduardo Leite

Pré-candidato da legenda a presidente, governador do Rio Grande do Sul afirmou que as prévias de novembro irão oferecer ao país “o melhor candidato”, descartando a aliança com a esquerda e com o Centrão

 

Leite e Dória alinham o pensamento de candidatura própria no PSDB, como alternativa a Lula e a Bolsonaro

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, deixou claro, em entrevista ao jornal O Globo, esta semana, que o  PSDB terá sim candidato a presidente da República.

Ele descartou aliança com Lula ou com Bolsonaro; e mesmo apoio a uma candidatura que reúna todo o centro político, como espécie de terceira via.

– O PSDB não faz prévias para não ter candidato; faz para ter o melhor candidato. Não faz prévias para ser o dono da verdade, mas para construir coletivamente, desde o partido, uma alternativa a Lula e Bolsonaro. E assim será depois das prévias também com os demais partidos – disse Leite.

O governador gaúcho deve disputar as prévias tucanas com o governador de São Paulo, João Dória Jr., com o senador Tasso Jereissati (CE) e com o ex-prefeito de Manaus, Arthur Virgílio.

A postura de Eduardo Leite – que é repetida por João Dória – torna mais difícil uma aproximação do PSDB com o PT e outros partidos de centro-esquerda.

E descarta também aproximação com o Centrão, como defende o deputado federal e ex-candidato a presidente Aécio Neves.

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PSD respeitará relação de Edivaldo com Flávio Dino…

Presidente regional da legenda que terá o ex-prefeito como candidato a governador, deputado federal diz que buscará também diálogo com partidos de oposição

 

Edilázio deixou claro que não imporá restrições a Edivaldo como candidato do PSD a governador

O deputado federal Edilázio Júnior, presidente regional do PSD, afirmou nesta quarta-feira, 14, em entrevista ao quadro Bastidores, do programa Bom Dia Mirante, que vai buscar diálogo com todas as legendas.

Chamou atenção, no entanto, o tom amistoso que o parlamentar usou para tratar da relação do ex-prefeito Edivaldo Júnior – nome do partido à disputa de 2022 – com o governador  Flávio Dino (PSB).

– Eu, Edilázio, como representante do povo, seguirei sendo oposição ao governo Flávio Dino. Com relação ao Edivaldo, essa é uma decisão dele, o PSD é um partido democrático e se o Edivaldo decidir manter uma boa relação com o governador, isso não será problema algum – afirmou.

O blog Marco Aurélio D’Eça já havia adiantado que a entrada de Edivaldo no PSD não significaria que ele estaria automaticamente na oposição ao governo.

Na semana passada, em conversa com o secretário de Cidades, Márcio Jerry, o titular do blog ouviu que esperava qual seria a postura – “não de Edivaldo, mas de Edilázio” – para tratar da relação com o ex-prefeito como candidato a governador.

A possibilidade de ele ser uma espécie de terceira via do governo foi exposta no post “Flávio Dino ainda espera posição política de Edivaldo Júnior”.

– Palácio dos Leões não quer estimular rompimento com o ex-prefeito e aposta, até, em uma redução dos ataques do deputado Edilázio Júnior, um dos mais ácidos críticos do governo – adiantou o subtítulo do post.

Mas apesar do tom menos ferino em relação a Flávio Dino, Edilázio mostra-se aberto a outros partidos, inclusive os da oposição, com quem pretende conversar.

– Vamos abrir diálogo com todos os partidos e buscar uma chapa forte para 2022, para sairmos vitoriosos – destacou.

O blog Marco Aurélio D’Eça também já havia adiantado que o PSD vinha buscando diálogo com PV, MDB e PSC, partidos que fazem oposição a Flávio Dino.

De qualquer forma, Edivaldo Júnior passou a ser o pré-candidato a governador com movimentação mais intensa desde a reunião de Flávio Dino com os partidos da base.

Para quem entrou na disputa com índices de primeiro pelotão nas pesquisas esse é um trunfo importante.