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Josimar Maranhãozinho tem força para influenciar a eleição no Maranhão, estando ou não na disputa

Com o controle absoluto de mais de 50 prefeitos, mais de 700 vereadores, uma bancada própria de deputados federais e estaduais e o comando de segundas forças políticas em outros vários municípios, deputado federal pode até não chegar a um segundo turno, mas tem estrutura para se tornar o fiel da balança

 

Josimar Maranhãozinho tem força para reunir multidões e lideranças de todos os municípios em torno de si

O deputado federal Josimar Maranhãozinho (PL) é o pré-candidato a governador com a maior estrutura para se tornar a terceira via nas eleições de 2022, já polarizada entre o vice-governador  Carlos Brandão (PSDB) e o senador  Weverton Rocha (PDT).

E tem força para influenciar um eventual segundo turno, esteja ou não na disputa.

Embora figure atrás de nomes como o senador Roberto Rocha (PSDB) e o ex-prefeito de São Luís Edivaldo Júnior (PSD) na disputa pela terceira colocação nas pesquisas, Josimar é o único com estrutura própria para deslanchar durante a campanha.

Mas, se decidir abrir mão da candidatura por apoio a outro candidato, tem força suficiente para decidir a eleição.

O deputado federal do PL controla outros dois partidos no Maranhão – Avante e Patriotas – tem uma bancada própria de deputados federais e estaduais, controla mais de 50 prefeituras com prefeitos fieis ao seu mandato, reúne mais de 700 vereadores e lidera segundas forças políticas em outras diversas cidades.

Toda esta estrutura ele tem condições de levar para um lado ou para outro, caso decida abrir mão da disputa ou mesmo apoiar um nome no segundo turno, caso não se viabilize.

É Josimar, portanto, a tão esperada terceira via nas eleições do Maranhão.

E pode se tronar, também, o fiel da balança…

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A difícil missão da terceira via no Maranhão

Cada vez mais distantes do bloco principal de candidatos – liderado pelo senador Weverton Rocha – o senador  Roberto Rocha, o deputado federal Josimar Maranhãozinho, o ex-prefeito Edivaldo Júnior e o prefeito Lahésio Bonfim precisam encontrar um rumo para ainda sonhar com o segundo turno sonhado pelo Palácio dos Leões

 

Flávio Dino e Ricardo Capelli sonham em tirar Weverton Rocha do segundo turno, mas os candidatos esperados por ele não conseguem deslanchar nas pesquisas

A pesquisa Escutec divulgada nesta terça-feira, 22, pelo Grupo Mirante frustrou a cúpula do Governo Flávio Dino (PSB).

O Palácio dos Leões sonha – e trabalha – para tirar o senador Weverton Rocha (PDT) do segundo turno, para que o vice-governador Carlos Brandão (PSDSB) enfrente um nome alternativo, da chamada terceira via.

Mas, além de mostrar Weverton consolidado em primeiro lugar – com índices que podem variar entre 19% e 25% das intenções de voto – a pesquisa revelou que o bloco de candidatos que poderiam representar a chamada terceira via está cada vez mais distante da disputa pelo segundo turno.

O ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Júnior (PSD) aparece em terceiro lugar, com 12%, empatado tecnicamente com o senador  Roberto Rocha (PSDB), com 11%, mas a distância para Brandão – que pode ter entre 16% e 22%, dependendo da margem de erro – aumentou consideravelmente.

Já os outros dois candidatos alternativos, Lahésio Bonfim (Agir) e Josimar Maranhãozinho (PL) mostram-se ainda mais distantes, com 6% e 5%, respectivamente.

Os números da Escutec/Imirante confirmam as análises do blog Marco Aurélio D’Eça e mostram que a eleição está polarizada entre Weverton e Brandão, que tendem a disputar cabeça a cabeça o grosso do eleitorado.

Mesmo levando em consideração o número de indecisos, a missão da terceira via torna-se cada dia mais difícil, à medida que se aproximam as convenções.

E não adianta os agentes do Palácio dos Leões forçar a barra para criar artificialmente uma competitividade que não existe neste bloco de candidatos.

Os números não mentem… jamais. 

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Josimar pode ocupar espaço que deveria ser de Edivaldo Júnior…

Deputado federal tem deixado cada vez mais claro que é pra valer sua candidatura a governador do Maranhão, com estrutura própria, capilaridade e articulação estadual, o que o ex-prefeito de São Luís ainda não conseguiu alcançar

 

Com bancadas próprias de deputados federais e estaduais, apoios de prefeitos em todo o estado, Josimar tende a se consolidar como terceira força no Maranhão

A última entrevista do deputado federal Josimar Maranhãozinho (PL) ao programa Bastidores, da TV Mirante, na segunda-feira, 14, reforçou seu projeto de candidatura ao Governo do Estado.

Convencido de que pode ser a terceira força na disputa que vem sendo polarizada pelo senador Weverton Rocha (PDT) e pelo vice-governador Carlos Brandão (PSDB), Maranhãozinho tende a ocupar o espaço que se desenhava para o ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Júnior (PSD).

Na soma geral dos números das pesquisas divulgadas até o final de 2021, Edivaldo ainda disputa com Brandão a segunda colocação, mas sua candidatura tende a perder força por falta de estrutura partidária, alianças e movimentação política, diante do vácuo deixado pela campanha do ex-prefeito desde o anúncio de sua candidatura.

Josimar expõe maior estrutura partidária e financeira que Edivaldo, tem maior “bancada” de prefeitos, vice-prefeitos, ex-prefeitos e vereadores em todo o Maranhão, e tem bancadas próprias de deputados federais e estaduais.

Na entrevista à Mirante, Josimar deixou claro que não há intenção de recuar para apoiar Carlos Brandão, coisa que Edivaldo ainda mantém sob suspeita, já que não dá entrevistas e não fala publicamente de sua candidatura.

À frente dos demais pré-candidatos – como o senador Roberto Rocha (ainda no PSDB) e o prefeito Lahésio Bonfgim (PTC), Josimar caminha para ocupar o espaço de terceira força na disputa de outubro.

Daí a conseguir se viabilizar como terceira via é uma longa caminhada…

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“PSDB busca alternativa a Lula e Bolsonaro”, diz Eduardo Leite

Pré-candidato da legenda a presidente, governador do Rio Grande do Sul afirmou que as prévias de novembro irão oferecer ao país “o melhor candidato”, descartando a aliança com a esquerda e com o Centrão

 

Leite e Dória alinham o pensamento de candidatura própria no PSDB, como alternativa a Lula e a Bolsonaro

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, deixou claro, em entrevista ao jornal O Globo, esta semana, que o  PSDB terá sim candidato a presidente da República.

Ele descartou aliança com Lula ou com Bolsonaro; e mesmo apoio a uma candidatura que reúna todo o centro político, como espécie de terceira via.

– O PSDB não faz prévias para não ter candidato; faz para ter o melhor candidato. Não faz prévias para ser o dono da verdade, mas para construir coletivamente, desde o partido, uma alternativa a Lula e Bolsonaro. E assim será depois das prévias também com os demais partidos – disse Leite.

O governador gaúcho deve disputar as prévias tucanas com o governador de São Paulo, João Dória Jr., com o senador Tasso Jereissati (CE) e com o ex-prefeito de Manaus, Arthur Virgílio.

A postura de Eduardo Leite – que é repetida por João Dória – torna mais difícil uma aproximação do PSDB com o PT e outros partidos de centro-esquerda.

E descarta também aproximação com o Centrão, como defende o deputado federal e ex-candidato a presidente Aécio Neves.

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PSD respeitará relação de Edivaldo com Flávio Dino…

Presidente regional da legenda que terá o ex-prefeito como candidato a governador, deputado federal diz que buscará também diálogo com partidos de oposição

 

Edilázio deixou claro que não imporá restrições a Edivaldo como candidato do PSD a governador

O deputado federal Edilázio Júnior, presidente regional do PSD, afirmou nesta quarta-feira, 14, em entrevista ao quadro Bastidores, do programa Bom Dia Mirante, que vai buscar diálogo com todas as legendas.

Chamou atenção, no entanto, o tom amistoso que o parlamentar usou para tratar da relação do ex-prefeito Edivaldo Júnior – nome do partido à disputa de 2022 – com o governador  Flávio Dino (PSB).

– Eu, Edilázio, como representante do povo, seguirei sendo oposição ao governo Flávio Dino. Com relação ao Edivaldo, essa é uma decisão dele, o PSD é um partido democrático e se o Edivaldo decidir manter uma boa relação com o governador, isso não será problema algum – afirmou.

O blog Marco Aurélio D’Eça já havia adiantado que a entrada de Edivaldo no PSD não significaria que ele estaria automaticamente na oposição ao governo.

Na semana passada, em conversa com o secretário de Cidades, Márcio Jerry, o titular do blog ouviu que esperava qual seria a postura – “não de Edivaldo, mas de Edilázio” – para tratar da relação com o ex-prefeito como candidato a governador.

A possibilidade de ele ser uma espécie de terceira via do governo foi exposta no post “Flávio Dino ainda espera posição política de Edivaldo Júnior”.

– Palácio dos Leões não quer estimular rompimento com o ex-prefeito e aposta, até, em uma redução dos ataques do deputado Edilázio Júnior, um dos mais ácidos críticos do governo – adiantou o subtítulo do post.

Mas apesar do tom menos ferino em relação a Flávio Dino, Edilázio mostra-se aberto a outros partidos, inclusive os da oposição, com quem pretende conversar.

– Vamos abrir diálogo com todos os partidos e buscar uma chapa forte para 2022, para sairmos vitoriosos – destacou.

O blog Marco Aurélio D’Eça também já havia adiantado que o PSD vinha buscando diálogo com PV, MDB e PSC, partidos que fazem oposição a Flávio Dino.

De qualquer forma, Edivaldo Júnior passou a ser o pré-candidato a governador com movimentação mais intensa desde a reunião de Flávio Dino com os partidos da base.

Para quem entrou na disputa com índices de primeiro pelotão nas pesquisas esse é um trunfo importante.

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“Sistema” encontra em Eduardo Leite a terceira via de 2022

Governador do Rio Grande do Sul é apoiado por setores importantes da economia e tem a simpatia da Rede Globo, que já trabalha no debate presidencial uma pauta de inclusão de movimentos LGBTQIA+, de negros e do feminismo

 

Branco, bonito, gay e com índices de eficiência exemplares no Rio Grande do Sul, Eduardo Leite se encaixa no padrão 2022 da “terceira via” na corrida presidencial

Ensaio

A declaração pública sobre sua sexualidade no programa “Conversa com Bial”, da Rede Globo, elevou o governador do Rio Grande do Sul (PSDB) à condição de potencial “terceira via” nas eleições de 2022.

Há tempos o sistema procura uma alternativa à polarização radical entre o atual presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) e o ex-presidente Lula (PT); entenda-se por sistema o tripé formado por mercado, Judiciário e grande mídia – Rede Globo à frente.

Está claro que o “sistema” não suporta Bolsonaro; tampouco morre de amores por Lula.

A opção Eduardo Leite começa a ser construída partir de uma pauta pré-estabelecida, incluindo no debate questões como a dos LGBTQIA+, o movimento negro e o feminismo, em voga nas redes sociais.

Ao declarar-se gay em plena semana do “Orgulho LGBTQIA+ – e em um programa como o de Pedro Bial, com forte repercussão entre os formadores de opinião – Eduardo Leite correu um risco calculado.

E foi amplamente amparado pela própria pauta global, que vem dando abertura sistemática às questões gay, aos negros e às mulheres.

Para os incentivadores da “terceira via” a repercussão foi a melhor possível.

Apesar das piadinhas de grupos radicais de ultradireita, a declaração de homossexualidade de Eduardo Leite foi recebida com respeito por candidatos de centro-esquerda, enroscados na própria pauta progressista.

A Rede Globo e seus satélites trataram de manter o assunto em pauta nos dias seguintes, incluindo em horário nobre um programa exclusivo para tratar das “falas de orgulho” de gays, lésbicas, transsexuais, intersexuais e assexuais.

A TV Globo ampliou fortemente a pauta LGBTQIA+ em 2021, numa espécie de ensaio para 2022, onde o tema estará na agenda presidencial

Primeiro candidato a presidente assumidamente gay na história das eleições brasileiras – e ancorado em bons resultados do seu governo no Rio Grande do Sul – Eduardo Leite pode conquistar eleitores à esquerda e à direita.

E tem poder para calar vozes contrárias entre militares e no movimento evangélico, escaldados pelo fracasso da aposta no tresloucado Jair Bolsonaro.

E assim se constrói uma terceira via eleitoral…

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A aposta de Sarney e os 49% de indecisos sobre 2022…

Após receber Jair Bolsonaro e Lula, ex-presidente comentou com aliados que a rejeição dos dois deve favorecer o surgimento de um nome alternativo para a disputa presidencial, sobretudo pelo fato de que quase a metade do eleitorado ainda não se decidiu

 

Nas conversas que teve com Bolsonaro e com Lula, Sarney percebeu abertura para uma terceira via em 2022

O ex-presidente José Sarney (MDB) apontou no fim de semana um prognóstico alternativo para as eleições presidenciais de 2022.

De acordo com o jornal O Globo, Sarney vê chances abertas para uma terceira via, diante da polarização entre o presidente Jair Bolsonaro e o ex-p´residente Lula, ambos com altas taxas de rejeição.

Sarney recebeu tanto Bolsonaro quanto Lula, em Brasília, ambos interessados no apoio do MDB e no controle da CPI da CoVID-19, no Senado.

De acordo com a última pesquisa do Instituto Datafolha, divulgada semana passada, 49% do eleitorado ainda não se decidiu em quem votar nas eleições do ano que vem.

O índice, obtido na pesquisa espontânea, representa quase a metade do eleitorado, que pode optar por uma alternativa diferente da polarização ora em curso.

Embora aponte que a alta rejeição de Lula e Bolsonaro possa tirar um dos dois de um eventual segundo turno, o ex-presidente não cita nomes como alternativa à polarização.

Até por que, dos nomes já postos, nenhum alcançou dois dígitos…

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Eliziane Gama cada vez mais inserida na disputa presidencial…

Líder de bloco independente no Senado, parlamentar maranhense começa a influenciar o debate sobre a formação de uma candidatura alternativa à disputa já criada entre o presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Lula; e ganha espaço entre partidos como Cidadania, DEM, Rede, PSB e PDT

 

Como líder de bloco que reúne quatro partidos, Eliziane Gama tem hoje forte influência no debaste presidencial de 2022

A senadora Eliziane Gama (Cidadania) começa a se destacar como a maranhense mais efetiva no debate presidencial brasileiro.

Líder do Bloco Independente no Senado, Eliziane coordena senadores do Cidadania, da Rede, do PSB e do PDT e tem ocupado cada vez mais espaço na mídia nacional como oposição crítica ao governo Jair Bolsonaro.

Mas sua postura independente também defende alternativa ao projeto do ex-presidente Lula e do PT.

Com espaço importante na mídia construído ao longo dos últimos três anos, Eliziane tem sido porta-voz da defesa de uma terceira via na disputa presidencial, o que a põe como opção no debate.

Em sua defesa de uma candidatura alternativa ela passa a ocupar espaços importantes; e pode, inclusive, figurar na formação de eventual chapa presidencial em 2022.

Mas esta é uma outra história…

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Eliziane Gama vê amplas chances para a Terceira Via no Brasil…

Segundo a senadora maranhense, pesquisas sobre as eleições de 2022 mostram que 40% da população brasileira não quer nem Bolsonaro nem Lula na disputa do ano que vem, o que, na sua avaliação, será benéfico para a democracia

 

Líder do Bloco Independente no Senado, Eliziane Gama defendeu a Terceira Via nas eleições presidenciais de 2022

A senadora Eliziane Gama (Cidadania) defendeu nesta sexta-feira, 23, uma terceira opção de candidatura no Brasil, fora da dicotomia Lula X Bolsonaro.

– É cada vez mais clara a certeza de que a terceira via é real para a corrida presidencial de 2022 e pode vencer a eleição – afirmou Eliziane, em entrevista ao site O Antagonista.

Seguindo a senadora maranhense já está mais do que claro que quase a metade da população não quer nem o atual presidente Jair Bolsonaro e nem o ex-presidente Lula (PT).

– Pesquisas indicam que mais de 40% dos eleitores querem renovação – afirmou.

A senadora maranhense lidera no Congresso Nacional um bloco formado por Cidadania, Rede, PSB e PDT, partidos que buscam alternativas de terceira via nas eleições de 2022. 

– Há um grande espaço para a afirmação de uma candidatura alternativa no cenário nacional. Havendo mais de um candidato alternativo à polarização, a própria campanha se encarregará de fazer os ajustes necessários junto à opinião pública – disse ela.

Na avaliação de Eliziane Gama, o Brasil precisa superar a polarização, que tem se mostrado danosa às instituições

– Acredito que a terceira via é o melhor caminho para a pacificação do país e para o fortalecimento da democracia. A polarização já se mostrou maléfica e perigosa para as instituições. Precisamos superar essa dicotomia – concluiu.

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Roberto Rocha mostra força em convenção, mas não apresenta vice…

Candidato do PSDB ao governo consolidou a articulação que protagonizou nos últimos dias e levou milhares de lideranças e militantes para a convenção; mas ainda vai discutir o seu companheiro de chapa, o que indica uma possível espera por Maura Jorge

 

Militantes vieram a São Luís de todas as partes do Maranhão

O senador Roberto Rocha confirmou a força da estrutura político-partidária exibida nas últimas semanas e levou milhares de militantes para a convenção do PSDB, que reuniu também Podemos, PMN, PHS e PSDC.

Tentando impor-se como a terceira via no debate eleitoral – hoje protagonizado pelo governador Flávio Dino (PCdoB) e pela ex-governadora Roseana Sarney (MDB) – Rocha mostrou na convenção que pretende se mostrar ao eleitor como um político realizador, arrojado, de obras.

Para isso, contou até a pré-campanha com a força da Codevasf, companhia federal capaz de realizar obras e doar equipamentos e aparelhos públicos tanto quanto o Governo do Estado.

A festa do PSDB só não se completou porque o candidato a vice-governador não foi anunciado.

Roberto Rocha e as lideranças tucanas passaram a semana em busca de solucionar a querela interna pela vaga de candidatos a senador, que ficaram mesmo com o ex-governador José Reinaldo Tavares e com o deputado estadual Alexandre Almeida.

Eduardo Braide juntou-se ás lideranças dos demais partidos para reforçar a militância pró-Roberto Rocha

A espera pela vice seria uma estratégia para aguardar uma definição da ex-prefeita Maura Jorge (PSL), que também realizou convenção neste fim de semana.

Como tem até o dia 15 para registrar a chapa na Justiça Eleitoral, os tucanos entendem que ainda podem sonhar com o apoio de Maura Jorge.

O que consolidaria a Terceira Via na disputa pelo governo…