Eudes Barros convoca donos de terrenos e aciona Defesa Civil para evitar alagamentos em comunidades de Raposa

 

Com a proximidade do período mais intenso de chuvas em Raposa, a gestão do prefeito Eudes Barros iniciou um levantamento das áreas com risco de alagamentos no município.

A ação foi determinada pelo prefeito e está sendo conduzida pela Secretaria Municipal de Segurança, por meio da Defesa Civil.

Durante o monitoramento das áreas consideradas sensíveis, foi identificada uma região, no bairro Vila Laci, onde moradores podem ser afetados pelo grande volume de água no período chuvoso.

Mesmo se tratando de uma área privada, localizada entre um empreendimento do Grupo Mateus e o empreendimento do empresário João Bragança, a Prefeitura decidiu agir preventivamente para evitar transtornos à comunidade.

Na última sexta-feira, os responsáveis pelos dois empreendimentos foram acionados pela Secretaria de Infraestrutura para discutir medidas que possam reduzir os impactos do acúmulo de água na região. A iniciativa busca construir, em diálogo com os proprietários, soluções que minimizem riscos para as famílias que vivem nas proximidades.

A área em questão sofre historicamente com os efeitos de invernos mais rigorosos. Embora o local esteja dentro de propriedades privadas — o que exige respeito ao direito de propriedade — a gestão municipal tem buscado alternativas dentro da legalidade para garantir maior segurança aos moradores.

O prefeito Eudes Barros informou que continuará acompanhando a situação por meio da Defesa Civil e mantendo diálogo com os envolvidos para que medidas preventivas sejam adotadas antes do período mais crítico das chuvas.

Roberto Costa lidera ações emergenciais após chuva causar alagamentos e quedas de árvores em Bacabal

 

Uma forte chuva foi registrada na madrugada desta terça-feira, 27, no município de Bacabal. Ventos intensos e o grande volume de água provocaram alagamentos em diversas vias públicas, queda de árvores e interrupções no fornecimento de energia elétrica em vários bairros da cidade.

Logo nas primeiras horas da manhã, o prefeito Roberto Costa esteve nos principais pontos atingidos, acompanhando de perto os estragos causados pela chuva torrencial. Ainda ao amanhecer, o gestor acionou as equipes da Secretaria Municipal de Obras para realizar a desobstrução de ruas, avenidas e também das estradas da zona rural, onde árvores caídas impediam a passagem de veículos e moradores.

“A chuva causou grandes prejuízos, alagamentos em vários pontos da cidade, várias árvores caíram, mas estamos trabalhando com nossas equipes desde as 6h da manhã para fazer a desobstrução das avenidas e das ruas que foram muito afetadas”, disse o prefeito.

Durante as vistorias, o prefeito também esteve no bairro Jardim Valéria, onde várias residências foram atingidas pela água da chuva em decorrência de um loteamento existente na área.

No local, Roberto Costa explicou que o empreendimento não conta com projeto de drenagem, o que faz com que a água das chuvas invada as casas próximas, causando prejuízos à população.

Além de informar que a construção do loteamento foi suspensa, o prefeito fez um alerta sobre a necessidade de combater construções irregulares, especialmente aquelas erguidas sobre bueiros, galerias e passagens d’água.

“Aqui não teve um projeto de drenagem, não teve projeto de passagem de água e isso tem causado um grande prejuízo para os moradores. Nós já suspendemos esse loteamento, como outros loteamentos que estão sendo feitos. Mas eu preciso do apoio da população para que possa denunciar essas construções irregulares, construções em cima de bueiros, em passagem de água, porque isso termina causando um grande prejuízo para toda a nossa cidade”, afirmou.

A Prefeitura de Bacabal segue mobilizada, com equipes em campo, monitorando as áreas afetadas e adotando todas as medidas necessárias para minimizar os impactos causados pelas chuvas e garantir a segurança da população.

Braide gastou, só em 2025, R$ 105,8 milhões em drenagem que não resolveu problemas de São Luís…

Somente no intervalo de um ano, prefeito pagou uma fortuna milionária a apenas uma empresa, sem que os resultados possam ser vistos pela população

 

ESSA É A RUA DO CHUMBO, NO COROADO. Os mais de R$ 105 milhões gastos por Braide em suposta drenagem não resolveram o problema do bairro

O prefeito Eduardo Braide (PSD) pagou em 2025 a apenas uma emrpesa – a Moriah Terraplanagem Construções e Comércio  LTDA. – o valor de R$ 105.897.673,48 para manutenção e realização de serviços de drenagem em São Luís. Mas os serviços supostamente realizados não apresentaram solução para os alagamentos na capital maranhense.

Este blog Marco Aurélio d’Eça mostrou, ainda em dezembro, que, em ao menos uma área, o dinheiro gasto foi levado pela enxurrada de fim de ano, no post “Obra mentirosa de Braide não resolve problema da Africanos e do Coroado…”.

A planilha de gastos de Braide com a Moriah Terraplanagem foi publicada nesta segunda-feira, 19, pelo blog Observatório da Imprensa, assinado elo jornalista Jadson Pires.

  • foram 22 pagamentos realizados ao longo do ano de 2025;
  • a última delas foi paga em 19/12, no valor de R$ 2,8 milhões.

“Os serviços, que são realizados às pressas, sem fiscalização e apenas mostrados pelo instagram do prefeito, não aguentaram às primeiras chuvas e estão indo literalmente pelo ralo”, afirma o blog Observatório da Blogosfera. (Veja a lista completa dos pagamentos aqui) 

No caso específico do Corado, este blog Marco Aurélio d’Eça já mostrou e remostrou que a solução para o alagamento se dá com menos de R$ 250 mil, em valores atuais.

Atualmente, Braide mantém ao menos uma obra de drenagem a olhos vistos: a da avenida Edson Brandão, no Anil, que, além dos transtornos, não apresentam qualquer solução do problema de alagamento.

No caso da obra do Coroado e da Africanos, após a denúncia deste blog Marco Aurélio d’Eça o prefeito ainda tentou remediar, fazendo a limpeza de galerias nos limites entre o bairro e a avenida, o que também, não resolve o problema.

R$ 105 milhões é uma fortuna  sob qualquer ângulo que se veja.

Fortuna literalmente levada pelas enxurradas…

Braide deixa bairros inteiros sem agentes e risco de dengue aumenta em São Luís…

Prefeito iniciou janeiro com a demissão de 113 agentes, que não foram substituídos pelos aprovados no seletivo; sindicato da categoria denuncia o caso

 

DEMITIDOS POR BRAIDE, AGENTES DEIXAS AS RUAS, o que expõe a população aos riscos da dengue em São Luís

O prefeito de São Luís Eduardo Braide (PSD) está pondo em risco uma boa parcela da população de São Luís com a falta de agentes no combate à dengue em diversas comunidades; no início de janeiro, a prefeitura anunciou a demissão de 113 agentes, como revelou este blog Marco Aurélio d’Eça no postagem “Gestão Braide anuncia demissão em massa de agentes de endemias…”.

  • mas ate agora esses agentes não foram substituídos pelos aproados no seletivo;
  • há denúncia de que no bairro João de deus uma pessoa morreu por dengue. 

“Bairros como João de Deus, Parque Universitário, Planalto, Jaguarema, Santos Dumont e Pirapora estão abandonados e em perigo, pois o período chuvoso se aproxima. Salientando que houve óbito no João Deus de uma moradora com dengue hemorrágica”, denunciou um dos agentes, na rede social Facebook.

Nesta sexta-feira, 16, o Sindicato dos Trabalhadores do Controle de Endemias do Estado do Maranhão (Sintracema) encaminhou à secretária municipal de Saúde, Carolina Mitra, o Ofício nº 01/2026, em que denúncia o déficit de agentes nas ruas, alerta para o i9níci9o do período chuvoso e cobra explicações sobre os contratados”.

“O prefeito de São Luís deu prova de preocupação com a população: demitiu 113 agentes de endemias com o pretexto de colocar os que fizeram seletivo. Só que estes ainda não assumiram por falta de material e fardamento, mediante isto sem ter nenhuma organização e respeito com a população”, ponderam os agentes.

Com sempre faz em qualquer área de sua gestão, o prefeito Eduardo Braide silencia e ignora os reclames da categoria.

E a população que se vire com as endemias de início de ano…

Obra mentirosa de Braide não resolve problema da Africanos e Coroado…

Bastaram as primeiras chuvas deste Natal para provar que o serviço feito pelo prefeito – que chegou a gravar dentro do Rio das Bicas – não passou de mais uma jogada de propaganda

 

A AVENIDA DOS AFRICANOS INUNDOU no mesmo trecho que o prefeito disse estar resolvido desde março

 

No dia 21 de março, este blog Marco Aurélio d’Eça publicou o post “De como Eduardo Braide pretende impedir alagamentos no Coroado…”; mesmo diante do inúmeros alertas deste blog sobre as formas como o problema pode ser resolvido, o prefeito insistiu em mais uma ação meramente estética.

  • ele utilizou uma escavadeira anfíbia para aprofundar o rio das Bicas e aumentou o espaçod e vazão na pequena ponte da avenida dos Nobres, que dá acesso ao Pindorama;
  • mas ignorou o problema principal: o fechamento do bueiro da rua Carlos Macieira, que dava vazão ás aguas que escorriam desde a praça da Conquista, descendo pela feira do João Paulo. 

“Este blog Marco Aurélio d’Eça tem acompanhado as obras, e as primeiras impressões mostram – mesmo com as chuvas intensas dos últimos dias – uma redução do volume de água acumulada na rua Dr. Carlos Macieira, Rua do Chumbo, Rua da Mandioca, Rua do Milho e Rua do Potássio, trecho conhecido por ‘Leblon'”, destacou o texto da época, dando um voto de confiança no prefeito.

Mas, feita praticamente no fim do período de chuvas, a obra mostrou-se absolutamente inútil, como mostram as imagens que ilustram esta postagem.

  • bastaram as primeiras chuvas desta quinta-feira, 25, em pleno dia de Natal, para que o alagamento do Coroado – e da própria Avenida dos Africanos;
  • as águas chegaram com violência, destruindo o descanso dos moradores das mesmas ruas Carlos Macieira, da Mandioca, do Chumbo, do Milho e do Potássio;

ESTA É A RUA DO CHUMBO, NA ENTRADA DA DOMVEL AFRICANOS. Sem coleta de lixo e sem escoamento das água, ela vira este mar de imundície

Eduardo Braide gastou alguns milhões na obra, que, no fim das contas, serviram apenas como melhora estética para moradores do parque Pindorama, Parque timbiras e parque dos Nobres.; mas o Coroado continua a sofrer com o alagamentos, já no início do período chuvoso.

Mas este blog insiste em apontar a solução do problema, que deve custar menos de 200 mil, como já mostrado e remostrado no post “Solução para alagamento no Coroado custa menos de R$ 200 mil.

Basta que o prefeito queira, de fato, resolver o problema…

Bombeiros mapeiam 20 áreas de risco em São Luís…

Comandante da corporação, coronel Célio Roberto Araújo alerta que as famílias precisam ser retiradas desses locais; no interior, municípios declaram Emergência ou Calamidade Pública

 

ÁREAS MONITORADAS. As equipes da Defesa Civil acompanham a situação de cada bairro de São Luís

O Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão mapeou pelo menos 20 áreas de risco em São Luís afetadas por alagamentos, inundações e outros problemas decorrentes das chuvas; essas áreas estão sendo monitoradas durante todo o período de chuvas pela Defesa Civil.

  • as regiões com pontos de risco são Coroadinho, Parque Pindorama, Salinas do Sacavém, Sacavém, Matança/Anil, Novo Angelim, Angelim, João de Deus;
  • também são listadas Santo Antônio/Pirapora, Barreto, Isabel Cafeteira, Fumacê, Sá Viana, Vila Bacanga, Vila Embratel, Anjo da Guarda e Cidade Olímpica.

“A Defesa Civil Estadual vem trabalhando para garantir a segurança de todos e minimizar os danos, apoiando o órgão municipal, na capital e também no interior do Estado. Essa parceria com os municípios e a colaboração das comunidades são diferencial para enfrentamento da situação e proteção da vida. Nossa orientação é que estas famílias sejam removidas das áreas de risco, a fim de evitar tragédias neste período chuvas”, reafirma o comandante do CBMMA, coronel Célio Roberto Araújo.

TODOS EM AÇÃO. Bombeiros orientam equipes do governo e da prefeitura, além da população, sobre os procedimentos durante as chuvas

Essas áreas vêm sendo monitoradas periodicamente, o trabalho que se intensifica em virtude do avanço das chuvas. Com a previsão de chuvas mais fortes e intensas, o problema deve se agravar nessas áreas.

No interior, municípios decretaram Situação de Emergência, por conta das chuvas: Formosa da Serra Negra, Grajaú, Buriti Bravo, Pindaré-Mirim, Monção, Bom Jardim, Codó, Peri Mirim, Pedro do Rosário, São João do Sóter, Arame, Turilândia e Afonso Cunha.

Estreito e Buriticupu decretaram Estado de Calamidade Pública.

A medida foi tomada após as fortes chuvas que afetaram as regiões e causaram transtornos como alagamentos, deslizamentos de terra, obstrução de vias, deixando muitas famílias em situações de vulnerabilidade.

A Defesa Civil Estadual presta apoio aos órgãos municipais, na mitigação dos danos e no suporte aos afetados.

Com informações e imagens da Ascom/CBMMA

Raposa enfrenta níveis alarmantes de problemas com as chuvas…

Além de alagamentos em diversos pontos e riscos de danos estruturais graves na MA-203, as águas têm invadido órgãos públicos e comércios com perdas expressivas

 

A cidade de Raposa enfrenta dias difíceis devido às fortes chuvas que têm castigado o município. Diversos pontos foram tomados pela água, provocando alagamentos nunca antes registrados na mesma intensidade nos últimos quatro anos. O cenário inclui ruas completamente inundadas, estabelecimentos comerciais prejudicados, prédios públicos invadidos pela água e transtornos generalizados para a população.

  • Um dos maiores motivos de preocupação está na estrada da Raposa, MA-203, principal via de acesso à cidade.
  • Além dos alagamentos que comprometem o tráfego, há risco concreto de que a rodovia sofra danos estruturais graves.

 

No ano passado, o risco foi grande mas houve uma intervenção do Estado, que foi chamado pela prefeitura para dar apoio e a erosão na beira da estrada foi contida. Mas o impacto das chuvas deste ano pode agravar a situação, ameaçando deixar Raposa isolada de sua principal rota de acesso.

Comerciantes e moradores relatam perdas expressivas, tanto materiais quanto estruturais, e já demonstram temor com a possibilidade de que o cenário piore, caso as chuvas continuem com a mesma intensidade nos próximos dias. Para os empreendedores locais, que dependem da movimentação de turistas e visitantes, a ameaça à MA-203 é ainda mais preocupante, visto que a cidade é reconhecida por sua vocação turística e precisa de um acesso viável para manter sua economia funcionando.

Enquanto isso, as autoridades municipais estão em alerta máximo.

Equipes foram deslocadas para monitorar os pontos mais críticos da cidade, e estudos preliminares já indicam a necessidade de obras emergenciais na MA-203, tanto para evitar novos alagamentos quanto para proteger a estrutura da rodovia contra danos mais sérios.

A prioridade, neste momento, é evitar que os impactos das chuvas se intensifiquem, mas o episódio já evidencia a urgência de planejamento e ações preventivas que possam proteger a cidade em períodos de chuvas mais intensas.

Com os alagamentos ainda presentes em várias áreas e a ameaça concreta à MA-203, Raposa vive dias de incerteza e espera por respostas rápidas que possam trazer alívio aos moradores e comerciantes, além de preservar a principal rota de acesso ao município.

Corpo de Bombeiros vistoria áreas atingidas pelas chuvas

Em conjunto com a Defesa Civil Estadual e Municipal, corporação orienta sobre riscos resultantes do grande volume de chuvas

ALAGAMENTO GENERALIZADO. Praticamente toda Grande São Luís sofreu com a falta de drenagem adequada na ilha

O Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão vistoriou na manhã desta terça-feira, 14, diversos bairros e condomínios, sobretudo ao longo da Estrada de Ribamar.

Essas localidades sofreram com as fortes chuvas que se abateram na Grande São Luís desde a noite desta segunda-feira, 13; O cenário é de alerta, devido à previsão da continuidade das chuvas intensas, o que pode agravar ainda mais a situação nas regiões vulneráveis.

  • Nas últimas horas, choveu 287mm em São Luís, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais.
  • O volume de apenas 12 horas é maior que a média mensal histórica, de 227 mm.

“Estamos realizando um trabalho intenso de monitoramento e resgate, priorizando as regiões mais afetadas. O nosso objetivo é garantir a segurança dos moradores e tentar minimizar os danos causados pelas chuvas. As equipes estão divididas entre as áreas de maior risco e preparadas para atuar com resposta rápida à população”, explicou o comandante do CBMMA, coronel Célio Roberto Araújo.

VISTORIA GERAL. Comandantes dos Bombeiros e da Defesa Civil conversam com chefe da Sinfra em condomínio na ilha

A Defesa Civil Estadual também tem prestado suporte a moradores, em apoio ao trabalho do órgão municipal.

  • A previsão é de que as chuvas continuem nas próximas horas, ainda mais intensas, e exigindo máxima vigilância.
  • O Corpo de Bombeiros segue monitorando a situação; em caso de emergência, acionar as equipes pelo 193

“A situação é de alerta e estamos fazendo tudo o que é possível para garantir a segurança e o bem-estar das pessoas afetadas. A prioridade neste momento é realizar os resgates e oferecer todo o apoio logístico necessário”, explicou o chefe da Defesa Civil Estadual, coronel Sandro Amorim.

Ao longo do dia, as equipes seguem visitando pontos atingidos na capital, para avaliar a situação, oferecer suporte aos moradores e orientar sobre medidas de segurança, como evacuação de áreas de risco e cuidados com alagamentos.

Braide culpa a Caema e o cidadão pelo caos na drenagem de São Luís

Prefeito ocupou suas redes sociais por quase toda a manhã para dizer que os serviços da companhia de água e o mau hábito da população no descarte de lixo levam aos alagamentos crônicos na capital maranhense

 

ISENTÃO. Prefeito passou a manhã nas redes sociais tentando explicar o caso dos alagamentos em mais uma segunda-feira de chuvas

O prefeito de São Luís Eduardo Braide (PSD) passou a manhã em vídeo ao vivo nas suas redes sociais para tentar explicar o mal funcionamento dos serviços de drenagem realizado em vários bairros de São Luís; e culpou a Caema e o próprio cidadão pelo alagamento generalizado na capital maranhense.

“Tivemos um afundamento na drenagem causado por vazamento na rede da Caema, na avenida principal do São Raimundo e na avenida Joaquim Mochel no Cohatrac. A Caema já pediu ajuda  às equipes da prefeitura e já estamos ajudando. As obras de drenagem funcionaram muito bem; em alguns casos de não funcionamento a gente percebeu lixo. Façam o descarte regular do lixo. Se a gente fizer a nossa parte descartando lixo no lugar correto a gente evita alagamentos”, declarou o prefeito.

  • Mas o prefeito reconheceu, ao menos, o afundamento de sua rede de drenagem na Avenida São Jerônimo, no Santa Bárbara;
  • no vídeo, ele ignorou os alagamentos crônicos, sem solução e que ele próprio dizia ter sido resolvido já na sua gestão.

 

CULPA DA CAEMA. Drenagem no Cohatrac, divulgada pelo prefeito, afundou nesta segunda-feira, 13; segundo ele, por causa de obras da companhia de água

O prefeito tem razão ao cobrar do cidadão melhor tratamento no lixo doméstico, mas nesta segunda-feira, 13, as equipes de limpeza não passaram em diversos bairros, a exemplo do Coroado, que este blog Marco Aurélio d’Eça acompanha bem mais de perto.

Na maioria dos bairros, os moradores deixam o lixo na porta para recolhimento da equipe da prefeitura; se os caminhões de limpeza não passam, em época de chuva, essa lixarada vai direto para as galerias de escoamento das águas.

E aconteceu exatamente isso nesta segunda-feira, 13, no Coroado.

Com relação á má qualidade dos serviços da Caema, Eduardo Braide fala com conhecimento de causa.

Ele foi presidente da companhia no governo José Reinaldo Tavares…

Braide vai gastar só no carnaval valor de três drenagens profundas em São Luís

Recursos usados para pagar artistas e estruturas de festas entre janeiro e março – mais de R$ 15 milhões – seriam suficientes para resolver o problema de bairros como Centro, Liberdade e Coroado, que voltaram a alagar com as chuvas da segunda-feira, 6

 

O EDITAL DO CARNAVAL DE BRAIDE. R$ 15 milhões gastos com festa em meio a alagamentos de vários bairros

A Prefeitura de São Luís publicou o Edital de Chamamento Público nº 01/2025 para contratação de “Organização da Sociedade Civil” que irá gerenciar o carnaval de São Luís em 2025, desde a montagem da estrutura, passando por contratação de som e luz, até o pagamento de artistas.

  • Valor do gasto: R$ 15.408.856,05.

Tendo como referência matéria disponível no site da própria Prefeitura de São Luís, o dinheiro gasto com carnaval poderia resolver o problema de drenagem em ao menos três bairros de São Luís.

  • iniciada em novembro de 2023, a drenagem profunda da Cidade Olímpica, de cerca de 1,5 quilômetros, está orçada em cerca de R$ 5 milhões;
  • neste caso, os R$ 15 milhões gastos no carnaval resolveriam a drenagem profunda no Centro, na Liberdade e no Coroado, com extensão menor;
  • com apenas meia hora de chuvas nesta segunda-feira, 6, em São Luís, tanto a Liberdade quanto o Coroado voltaram a sofrer com alagamento.

“Com um investimento em torno de R$ 5 milhões, provenientes dos cofres municipais, as obras [da Cidade Olímpica] abrangem a drenagem do canal em 1,5 km de extensão, desde a Avenida Alexandra Tavares até todo o perímetro da Cidade Olímpica, chegando ao bairro Janaína. O prazo de conclusão dos serviços está estimado em seis meses”, diz o release publicado no site da Prefeitura de São Luís em 12 de novembro de 2023. (Leia aqui)

FESTA E ALAGAMENTO. Rua do Coroado na última segunda-feira, após apenas 10 minutos das primeiras chuvas

No caso específico do Coroado, a maior parte do problema de alagamento poderia ser resolvido com um serviço bem mais barato, de cerca de R$ 200 mil; esse valor seria usado na indenização de um morador que construiu uma casa em cima da galeria de escoamento, sob a vista grossa da própria prefeitura.

Os fatos narrados acima mostram que há recursos sim.

Mas a prioridade da prefeitura parece ser outra…