0

Corpo de Bombeiros cataloga seis municípios em estado de emergência

Sob o comando pessoal do coronel Célio Roberto  Araújo, corporação auxilia diretamente na atenção a desabrigados, com distribuição de alimentos, vestimentas e cobertores, além de monitorar áreas de riscos em todo o estado

 

O Corpo de Bombeiros é o principal responsável pela assistência a desabrigados no interior maranhense; os homens da corporação também monitoram áreas de risco

O Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBMMA) intensificou as ações de auxílio às famílias afetadas pelas chuvas no estado.

Segundo o órgão, até o momento, seis municípios já decretaram situação de emergência, são eles: Mirador, Grajaú, Barra do Corda, Jatobá, Paraibano e Formosa da Serra Negra.

São 779 famílias desabrigadas ou desalojadas.

Os Bombeiros executam ações de apoio nas regiões, realizando o transporte e resgate das famílias atingidas; e distribuindo alimentos e medicamentos.

“Todo o trabalho é no sentido de auxiliar essas famílias neste momento de dificuldades e evitar que haja riscos maiores. Nós prosseguimos com a distribuição dos alimentos aos que precisam, monitorando as áreas de forma contínua e fazendo os deslocamentos necessários, enquanto o nível dos rios não volta ao normal. O Corpo de Bombeiros está atuando para que as famílias atingidas possam levar uma vida normal, apesar dos problemas causados por esse período de chuvas”, pontuou o capitão do Corpo de Bombeiros, José Lisboa.

Em Imperatriz, o nível do Rio Tocantins subiu e chegou a marca de 9,60 metros. No município, 244 famílias estão desabrigadas ou desalojadas.

Em Mirador, o Rio Itapecuru apresenta tendência de baixa, porém ainda acumula grande volume, marcando o nível de 4,78 metros. Alguns povoados da cidade ainda estão isolados.

Em Trizidela do Vale e Pedreiras, o nível do Rio Mearim está próximo da cota de inundação. Por conta do aumento do nível do rio, as cidades permanecem em alerta. Bombeiros, com apoio de agentes das prefeituras, trabalham na retirada de famílias dos locais de maior risco. Há quase 100 abrigos públicos disponíveis.

Além das equipes operacionais e do monitoramento periódico das condições do tempo e volumes dos rios, o Corpo de Bombeiros segue prestando apoio técnico aos municípios. Das orientações e promoção de procedimentos legais para decretação da Situação de Emergência e na execução de processos para solicitar auxílio às famílias atingidas.

3

Márcio Jerry passa a ser o comandante do governo Flávio Dino…

Com a quarentena do governador após contaminação por CoVID-19 – e a curtição do vice-governador Carlos Brandão nos Estados Unidos – Secretário de Cidades tem sido o coordenador das ações de assistência aos atingidos pelas chuvas no interior

 

Ao lado do comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Célio Roberto, Márcio Jerry coordena ações contra as enchentes em Mirador

O secretário de Cidades Márcio Jerry (PCdoB) passou a ser a cara do governo Flávio Dino (PSB) nos telejornais maranhenses desde a última terça-feira, 4, quando se confirmou a contaminação por  CoVID-19 do governador.

O papel de Jerry deveria estar sendo exercido pelo vice-governador Carlos Brandão (PSDB), que ainda se esbalda em férias nos Estados Unidos e só chega ao Brasil nesta sexta-feira, 7.

 

Mesmo com Flávio Dino acamado por COVID-19, Carlos Brandão continua de pernas pro ar nos Estados Unidos

Jerry tem sido figura onipresente na TV Mirante e nas demais emissoras de TV do estado, como homem forte do governo nas ações de assistência aos atingidos pelas enchentes.

O secretário de Cidades já esteve em Mirador, município mais atingido no Maranhão; ele coordena comissão do governo.

5

Brandão se esbalda nos EUA e sua gente sofre com as enchentes no MA

Com o governador Flávio Dino de quarentena por causa da coVID-19, vice-governador deveria estar na linha de frente da assistência aos desabrigados, mas preferiu manter a tradição quatrocentona de viagem de fim do ano, “chova ou faça sol”

 

Enquanto o Maranhão sofre com as enchentes, Brandão curte a vida intensamente, como um típico quatrocentão maranhense, em férias nos Estados Unidos (Imagem: blog do Pedro Jorge)

Análise da notícia

O Maranhão vive o drama das enchentes causadas pelas intensas chuvas que assolam o interior, mas o comando do estado está acéfalo.

Enquanto o governador Flávio Dino (PSB) se recupera da coVID-19, o vice-governador Carlos Brandão (PSDB) – que deveria estar à frente das ações emergenciais – preferiu manter uma tradição típica dos quatrocentões maranhenses, de viagens de férias no fim do ano, chova ou faça sol.

Nos Estados Unidos enquanto sua gente sofre com as enchentes, inclusive em Colinas, seu próprio município, Brandão já anunciou que estará de volta apenas nesta sexta-feira, 7.

Quem fez o papel de liderança estadual nos últimos dais foi o senador Weverton Rocha (PDT), que acompanhou pessoalmente a assistência aos desabrigados, e a distribuição de roupas e alimentos em vários municípios da região tocantina.

Mas Weverton precisou encerrar sua passagem por Imperatriz, nesta quarta-feira, 5, após ter confirmado o diagnóstico de CoVID-19.

Ao lado do prefeito de Imperatriz, e sempre de máscaras, Weverton deu sua assistência aos atingidos pelas enchentes, mas encerrou sua ação por ter sido diagnosticado com CoVID-19

Com o governador fora de combate e o vice-governador se esbaldando nas férias – mesmo após críticas de agentes do próprio governo maranhense às férias do presidente Jair Bolsonaro – tem cabido aos prefeitos, secretários e parlamentares o trabalho de auxílio aos atingidos pelas enchentes.

Mas são essas pequenas diferenças que dão a certeza de que o Maranhão precisa dar um passo à frente.

E não voltar atrás na política…

0

A triste sina do Coroado….

Entra prefeito e sai prefeito e a comunidade na região central de São luís sofre com os alagamentos devido à falta de drenagem, serviço no qual já foram supostamente gastos quase R$ 1 bilhão nos últimos 15 anos; detalhe; o problema se resolve com apenas 000,1% do que já foi “investido”

 

Imagem registrada às 19h desta terça-feira, 20, após menos de uma hora de chuva na região do Coroado

Ano após ano, a comunidade do Coroado – uma das mais charmosas da região central de São Luís – sofre com alagamentos como o da foto acima, ocorrido no início da noite desta terça-feira, 20, com apenas umas poucas horas de chuva.

Nos últimos 15 anos, o blog Marco Aurélio D’Eça já registrou anúncios de obras que, somadas, aproximam de R$ 1 bilhão os valores supostamente gastos na região, sem que ninguém visse nenhum tipo de resultado. (Relembre aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, e também aqui).

O último serviço foi apenas maquiagem, realizado no final do ano passado na gestão de Edivaldo Júnior, obra, inclusive, que ficou inacabada, deixando a vala da Rua da Felicidade parcialmente aberta.

A gestão do prefeito Eduardo Braide (Podemos) ainda não se manifestou sobre a conclusão deste serviço de Edivaldo e nem com a solução para o problema – que se resolve com a aquisição de qualquer imóvel construído em cima do escoamento da água na avenida Carlos Macieira.

O custo de um imóvel deste é mínimo diante do astronômico valor que já se gastou na obra…

3

Coroado pela enésima vez debaixo d’água…

Assim como se repete ano após ano desde a fundação do bairro, bastam as primeiras chuvas do ano para que as ruas fiquem inundadas; obras de asfaltamento feitas no ano passado representam apenas mais uma maquiagem

 

Da mesma forma como vem sofrendo há décadas, Coroado enfrentou mais uma vez nesta segunda-feria, 22, os alagamentos característicos da falta de drenagem

As chuvas que caíram na tarde desta segunda-feria, 22, reforçaram uma característica do bairro do Coroado, esquecido pelo poder público em pleno Centro da Cidade.

Mais uma vez, o bairro inteiro ficou alagado, mostrando a necessidade urgente de um serviço de drenagem, que aliás, já foi pago por diversas vezes sem resultado concreto.

Os serviços de asfaltamento feitos por Edivaldo Júnior serviram apenas para maquiar as ruas, agora inundadas pelas chuvas

As obras de asfaltamento do ano passado não passaram de mais uma maquiagem para enganar os moradores em época de eleição.

Nenhuma das ruas do Coroado escapou da inundação provocada pelas chuvas desta segunda-feira, como se repete há anos

Obras que,. aliás, sequer foram concluídas, como a maioria das que foram entregues no final do ano.

Espera-se que, agora, na gestão Eduardo Braide (Podemos), o Coroado possa ter melhor sorte…

3

Entregue há menos de dois meses, obra da prefeitura se desmancha no Anel Viário

Reforma de todo o circuito que compreende o Anel Viário foi inaugurado em dezembro – mesmo ainda inacabado – e não aguentou as primeiras chuvas, transformando em um verdadeiro caos o trânsito na área

 

Os buracos tomaram conta do asfalto de péssima qualidade colocado às pressas para dar tempo da inauguração

A reforma da rampa Campos Melo, incluindo todo o complexo do circuito de carnaval do Anel Viário foi entregue em dezembro, ainda inacabado, pelo então prefeito Edivaldo Júnior (PDT).

Dois meses depois, a construtora Ducol vai ter que refazer todo o serviço, levado como areia pelas chuvas de janeiro e fevereiro, menos de dois meses depois de inaugurado.

Fruto do pacote de obras de Edivaldo Júnior na reta final do seu mandato, a obra consta de recuperação de toda as rampas de transporte coletivo, construção de uma praça com área de skate e reforma de todos os quiosques, com novo traçado de avenidas.

Os quiosques nunca foram entregues e agora estão comprometidos com a qualidade da obra, levada pelas chuvas de janeiro e fevereiro

Mas nem tudo foi entregue a tempo.

E o que foi liberado ficou destruído com as chuvas de janeiro e fevereiro, como mostram as imagens que ilustram este post, feitas no início da tarde desta sexta-feria, 19.

Verdadeiras crateras tomam conta da avenida, impedindo o fluxo normal de trânsito em meios às chuvas desta semana

Os problemas apresentados na obra transformaram em caos o trânsito na área, com buracos e longos engarrafamentos.

Operários da Ducol estão na área tentando corrigir os problemas, em meio às chuvas que caem em São Luís desde a última segunda-feira, 15.

Imagens: Denis Guterres

0

Imperatriz: drenagem profunda, pontes e limpeza de riachos diminuem alagamentos

Medidas tomadas pela gestão do prefeito Assis Ramos visam melhorar a qualidade de vida da população, com mais segurança para enfrentamento do período chuvoso

 

A Prefeitura de Imperatriz trabalha na construção de drenagens profunda nos Parques Alvorada I e II, e outras regiões, visando reduzir pontos de alagamentos durante o período chuvoso. Medida visa diminuir os transtornos causados pelas chuvas e melhorar a qualidade de vida da população da segunda maior cidade do Maranhão.

O município construiu 620 metros de drenagem profunda na Rua Mário Bambila; 590 na Campinas; 80 na Avenida Estocolmo; 15 na Rua Alcântara e investe 30 metros na Itaúna, no Parque Alvorada I. No geral, chega a 1335 metros de drenagem profunda. Investimento em drenagem profunda é realizado pelo município para diminuir os impactos causados pelas chuvas no bairro.

Também foram construídos 1250 metros de drenagem superficial na Avenida Estocolmo, no Parque Alvorada I. Além disso, foram realizadas intervenções de limpeza de bueiros e bocas de lobo; troca de manilhas; retirada de entulhos objetos do leito dos riachos e córregos através do efetivo programa Cata Treco.

“A Prefeitura realiza ações permanente de manutenção de redes de drenagens profunda, inclusive substituindo antigas galerias com apresentavam problemas durante os rigorosos períodos chuvosos em Imperatriz”, descreve o secretário de Infraestrutura, Zigomar Filho.

Segundo ele, o município realizou ainda uma “força-tarefa” de limpeza da calha do riacho Cacau, e de outros riachos, utilizando máquinas pesadas e caçambas para remoção de entulhos e, principalmente, aprofundamento do leito dos rios que cortam a cidade de Imperatriz. “Essas ações foram pontuais para evitar alagamentos em alguns bairros, reduzindo os impactos das intensas chuvas na cidade”, disse ele.

Parque Alvorada II

O secretário Zigomar Filho e o coordenador da Defesa Civil, Josiano Galvão, definiram, ainda no ano passado, ‘plano de ação’ para contenção de alagamentos nos bairros de Imperatriz, como por exemplo, construção de galeria na Avenida Principal para escoamento d’água da grota da Infraero, no Parque Alvorada.

Também consta a construção de 460 metros de drenagens profunda na Rua Primavera, e 124, na Castro Alves, para melhorar o escoamento de águas pluviais. Foram colocados ainda bueiros em diversas ruas para canalização de água no bairro.

Outra medida para reduzir o grande volume d’água no riacho Cacau, no inverno, foi a construção de um muro de contenção na região do Parque Alvorada II. Barreira evitou que vários imóveis fossem atingidos e, que, famílias fossem atingidas pela enxurrada.

0

Imperatriz: áreas afetadas pelas chuvas recebem ações de limpeza

Nesta quarta-feira, 18, a Prefeitura de Imperatriz leva o mutirão de serviços do Arrastão da Limpeza para pontos afetados pelas fortes chuvas do início da semana.

A iniciativa desenvolvida por intermediação da Secretaria de Limpeza Pública, SLP, conta principalmente com remoção de entulhos e de pontas de lixo, assim como paliação de montes, varrição manual, roço, poda e remoção de gralharias e resíduos verdes.

A ação acontece nas avenidas Liberdade e JK, e no Sebastião Régis.

Em decorrência das recomendações do Ministério da Saúde, para conter o avanço do novo Coronavírus, o Covid-19, no país, muitos serviços públicos estão temporariamente suspensos ou atuando de forma reduzida, porém, por ser considerado um serviço indispensável para a população, e para evitar que novas enfermidades surjam em decorrência do acúmulo de lixo aliado aos alagamentos na cidade, o trabalho de limpeza pública continua funcionando de forma plena.

0

Imperatriz: Defesa Civil e Sinfra continuam monitoramento em período chuvoso

O trabalho da Superintendência de Proteção e Defesa Civil e da Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos, Sinfra, continua durante o período chuvoso que atinge a cidade. Os órgãos competentes fazem monitoramento do volume de chuva diário durante a semana  e realizam vistorias constantes nas áreas de risco, como riachos, bairros com maior índice de alagamentos e outros pontos críticos em Imperatriz. 

O volume de precipitação previsto para esta terça-feira, 11, é de 20mm, com previsão de diminuição nos dias posteriores – 14mm na quarta, 10mm na quinta e 12mm na sexta. Final de semana traz a possibilidade de chuvas, com 20mm de precipitação estimada para sábado e domingo com o risco de chuva pequeno. A população deve ficar atenta e seguir uma série de cuidados em caso de alagamentos. 

Superintendente da Defesa Civil, Josiano Galvão, ressalta precauções que devem ser tomadas diante da previsão das fortes chuvas. O risco maior é de quem se arrisca em aventuras e brincadeiras durante as precipitações. “O contato com a água das chuvas podem ocasionar uma série de doenças. Para quem se aventura, acidentes e afogamentos podem acontecer. A população precisa colaborar com o nosso serviço e ficar atenta”, explicou.  

Nos pontos da cidade onde há necessidade de uma atenção maior, Defesa Civil e Sinfra dispõe sinalização indicativa de risco. Vale ressaltar que o trabalho preventivo da Prefeitura tem sido realizado desde o ano passado, com serviços de drenagem, recuperação de vias, limpeza de bueiros e desobstrução de riachos. Tudo no sentido de eliminar e amenizar possíveis transtornos ocasionados pelas chuvas. 

Contudo, o superintendente destaca que os cidadãos devem cooperar com as frentes de serviço dos órgãos municipais. “Estamos monitorando tudo e queremos tranquilizar a população, mas também pedir a colaboração de toda a comunidade. Se cada um ajudar jogando o lixo no lugar correto, certamente o período chuvoso não terá grandes transtornos. Então, todos saímos ganhando”, completou.

1

Coroado: as mesmas cenas ano após ano…

Ruas do bairro alagam nos mesmos locais a cada período de chuvas, sem que nenhuma ação seja feita pelo poder público; e após milhões e milhões serem gastos em uma drenagem nunca concluída

 

A Rua Carlos Macieira tem diversos trechos assim em toda a sua extensão; e nenhum metro de asfalto do início ao fim de seu trajeto, que liga a Avenida dos Africanos ao João Paulo

A foto acima é um trecho da Rua Dr. Carlos Macieira, no Coroado, no cruzamento com a Avenida Projetada, que dá acesso à Feira do joão Paulo.

A via está assim desde que começou a chover, simplesmente por que não tem canais de escoamento, nem galerias.

E ficou assim em 2019, 2018, 2017, 2016, 2015, 2014, 2013, 2012, 2011, 2010, 2009, 2008… enfim, está assim desde que se tem notícia.

O blog Marco Aurélio D’Eça mostra a situação – não apenas da Carlos Macieira, mas de todo o Coroado – desde que inciou suas atividades, em 2006; ou seja, cobrou das gestões de Tadeu Palácio (PDT), João Castelo (PSDB) e Edivaldo Júnior (PDT).

E nada foi feito.

Desde o início da gestão Castelo foram gastos quase R$ 100 milhões em uma especie de drenagem desnecessária do canal que corta o bairro, um verdadeiro escoadouro de dinheiro público, como se pode ver aqui, aqui, aqui também, aqui, mais aqui, também aqui e aqui…

O blog Marco Aurélio D’Eça também já mostrou que bastam apenas algo em torno de apenas R$ 20 mil para resolver o problema histórico.

Este é o custo aproximado da compra de apenas um terreno de 3 metros de frente, na mesma Rua Carlos Macieira,  na zona mais próxima da Avenida dos Africanos; este terreno seria transformado em uma espécie de bueiro para escoamento das águas da chuvas para o igarapé que margeia as matas do quartel do Exército, que já é um pântano.

Entenda no post “Solução para alagamento no Coroado custa menos de R$ 20 mil…”

Tudo isso já foi dito não uma, mas duas, cinco, dez vezes para os técnicos da Prefeitura de São Luís, que insistem em um imaginário projeto de drenagem profunda cortando todo o bairro – e que nunca é efetivado.

E o problema atinge a todos, indiscriminadamente.

Esta via mostrada no vídeo acima, por exemplo, é a quadra 42, onde fica o Pub Sarará Grill, atual símbolo da cultura e do lazer no bairro, que gera emprego e renda na região.

Mesmo assim, sofre com alagamentos de dia e de noite.

Sem a criação dos bueiros para escoamento da água, o Coroado sofre com os alagamentos constantes, mas também com a  falta de asfalto, que a prefeitura não faz exatamente por que alega que precisa fazer antes a drenagem.

E nunca faz nenhuma coisa nem outra.

Os anos vão passando e a comunidade do Coroado vai ficando esquecida pelo poder público, vivendo às margens da sociedade e recebendo toda a carga de preconceito oriundo exatamente da falta de infraestrutura.

E tudo bem ali, coladinho ao Centro de São Luís…