Moradores do bairro entendem que o descarte irregular chegou a um nível insuportável, que precisa punição, com base na Lei de Crimes Ambientais

URUBUS ESPREITAM DIARIAMENTE O LIXÃO CRÔNICO na subida da feira do João Paulo, que desce todo para o Coroado nas chuvas
O vídeo-denúncia deste blog Marco Aurélio d’Eça, mostrando o descarte irregular de lixo na subida da feira do João Paulo gerou fortes debates nas redes sociais e grupos comunitários de WhatsApp.
Independente da opinião de moradores – contra ou a favor do vídeo – as lideranças do Coroado, bairro que mais sofre com o problema, chegaram à conclusão de que é preciso tomar medidas urgentes contra o lixão crônico a céu aberto.
- O debate gira agora em torno de formas de evitar definitivamente a proliferação do lixão;
- Uma das propostas é o videomonitoramento da área, com base na Lei de Crimes Ambientais.
“Vamos organizar isso. E vai da certo, nem que seja interditando o local”, afirmou o líder comunitário Emanuel Ferreira, ex-dirigente da União de Moradores do Coroado.
A Lei de Crimes Ambientais (Lei Federal n° 9.605/98) inclui o descarte irregular na lista de crimes contra o meio ambiente, o que pode gerar multa e até prisão.
Para a comunidade do Coroado, principal vítima do lixão a céu aberto – que escorre todo para as ruas do bairro durante as chuvas – só com a punição dura aos sujões a população poderá respirar aliviada.
Literalmente…











