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Auxílio de R$ 600 beneficiou mais de mil mortos no Maranhão

Dinheiro do Governo Federal que deveria ajudar as pessoas sem renda suficiente durante a pandemia de coronavírus beneficiou já falecidos e até funcionários públicos de todos os níveis no estado

 

Nada menos que 1,3 mil mortos receberam o auxílio emergencial do Governo Federal no Maranhão.

O dinheiro, que vem sendo pago desde abril, foi uma forma de garantir aos que não têm renda suficiente um recurso a mais durante o período em que as atividades estiveram paralisadas no Brasil.

Mas o auxiliou acabou abastecendo até mesmo contas bancárias de servidores públicos federais, estaduais e municipais.

As irregularidades constam de auditoria preliminar encaminhado aos ministros do Tribunal de Contas da União (TCU).

E ainda podem aumentar, diante do cruzamento com outras fontes de dados…

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Justiça barra licitações em Coroatá já nos primeiros dias da nova gestão..

Titular da 2ª Vara, respondendo pela 1ª Vara, juiz Francisco Ferreira de Lima suspendeu tanto os pregões quanto as tomadas de preços determinados pelo prefeito Luiz Filho, em apenas 15 dias de mandato

 

Luiz Filho com o pai, Luiz da Amovelar: 15 dias de gestão e problemas coma Justiça

O juiz da 2ª Vara, respondendo pela 1ª Vara, Francisco Ferreira de Lima, determinou na última terça-feira, 17, a suspensão de todas as licitações da Prefeitura de Coroatá, na gestão do prefeito Luiz Filho (PCdoB), que acaba de completar os primeiros 15 dias.

O juiz atendeu a petição do escritório Amorim, Galdino & Moura, que alegaram falta de acesso de empresários locais aos editais de concorrência.

Na decisão, o juiz suspendeu tanto os pregões quanto as tomadas de preços determinadas por Luiz Filho.

Os advogados tentaram ter acesso aos editais de forma administrativa, tentando garantir a igualdade dos participante. Não tiveram sucesso.  Ajuizaram Mandado de Segurança, pedindo a suspensão de todas as licitações.

O juiz Ferreira Lima determinou ainda que a Prefeitura de Coroatá disponibilize imediatamente os editais das licitações.

E que todo o processo seja reiniciado…

Veja abaixo a decisão do juiz:

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Vídeo do dia: as imagens não mentem, jamais..

O bi-secretário Márcio Jerry – de Comunicaçao e de Articulação Política – é também o presidente do PCdoB maranhense há pelo menos quatro anos.

Nesta condição, comandou todas as ações do partido nas eleições de 2014.

Partia de Jerry qualquer decisão para gravações de programa, contratação de gente e divulgação de candidatos comunistas – proporcionais e majoritários.

É incabível, portanto, que o bi-secretário não saiba quem é Jean Carlos de Oliveira, que, sob sua batuta, gravou programas para o PCdoB nas eleições de 2014.

É simples assim…

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Dados da Econométrica contratada por funcionário da prefeitura vazam dois dias antes…

Comentários em redes sociais e aplicativos de mensagens apontam que o instituto – contratado por um assessor do próprio Edivaldo Júnior – dará o prefeito 5 pontos percentuais à frente

 

Print da conversa sobre a Econométrica; dois dias antes?

Print da conversa sobre a Econométrica; dois dias antes?

Contratada pelo blog do jornalista John Cutrim, uma pesquisa do Instituto Econométrica está prevista para ser divulgada nesta sexta-feira, 14.

Mas, desde a quarta-feira, 12, já havia comentários sobre seus resultados.

De acordo com o vazamento 48 horas antes da publicação, Edivaldo Júnior (PDT) vai aparecer à frente de Eduardo Braide (PMN).

Contratante da pesquisa, John Cutrim é assessor da Secretaria de Comunicação do próprio Edivaldo Júnior; e  diz ter pago R$ 10 mil do próprio bolso.

– E só adiantando: Econométrica vai colocar Edivaldo 5 pontos à frente – disse um membro de um grupo de Whatsapp, ainda na noite de quarta-feira, 12. (Veja o print acima)

Abre-se um debate no grupo e um participante pergunta quando sairá a Econométrica. É um terceiro que responde:

– Sexta-feira.

O segundo membro, então, complementa:

– Vou adiantar isso no blog.

Dado do registro Econométrica: R$ 10 mil "pagos" por John Cutrim e divulgação dois antes do prazo

Dado do registro Econométrica: R$ 10 mil “pagos” por John Cutrim e divulgação dois antes do prazo

Em outro grupo, críticas ao posicionamento do TRE

Em outro grupo, críticas ao posicionamento do TRE

Na tarde do mesmo dia, Holandinha já havia pedido a proibição da divulgação dos números da Escutec por que, segundo ele, os números foram divulgados antes do prazo determinado pelo registro. (Releia aqui)

Além da pesquisa Econométrica, outro instituto vinculado a Edivaldo tem pesquisa programada para divulgação.

O vazamento das informações das pesquisas gerou, inclusive, um debate em redes sociais.

Alguns questionaram o fato de que nenhuma ação contra o prefeito prospera no Tribunal Regional Eleitoral, enquanto que as dele contra adversários são julgadas a toque de caixa.

– Tu não tá vendo que Edivaldo ganha todas no TRE? Não vacila … – disse um dos membros de grupo de WhatsApp, ao ser levantado que a pesquisa Econométrica deveria ser suspensa.

– A Justiça pra Edivaldo sempre foi rápida. Imagine no segundo turno e perdendo – ponderou outro em outro grupo.

Tanto a Econométrica quanto a DataM tiveram contratos com a Prefeitura de São Luís na gestão Edivaldo Júnior.

Essas denúncias foram feitas ainda no primeiro turno.

Mas nunca foram julgadas pela Justiça Eleitoral…

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Há algo de suspeito no ar…

Em São Luís, institutos sem tradição alguma fazem pesquisas com mais de mil entrevistas  por um custo até dez vezes menor que o preço cobrado por empresas tradicionais para levantamentos com 805 eleitores; porquê a Justiça Eleitoral insiste em fingir que não vê o problema?!?

 

fraude

Editorial

Há quatro pesquisas de intenção de votos em São Luís registradas no TRE-MA para divulgação nos próximos dias.

Uma delas é a do Ibope, contratada pelo Grupo Mirante e supervisionada pela Rede Globo.

Valor para 805 entrevistas: R$ 63,5 mil.

Pesquisa do Ibope, instituto renomado no país custa R$ 63,5 mil para 805 entrevistas....

Pesquisa do Ibope, instituto renomado no país custa R$ 63,5 mil para 805 entrevistas….

As outras três são de institutos de pesquisas sem a menor tradição no ramo – e outros com histórico de suspeitas em seus levantamentos. A do notório DataM, por exemplo, será com 1 mil entrevistados, 200 a mais que a do Ibope, a um preço seis vezes menor: R$ 10 mil.

A do Instituto Prever, também com 1 mil questionários custará R$ 8.000.

E eis que surge um tal Impar Comunicações/Henrimond Comunicações, que fará 1.100 entrevistas ao custo de R$ 7 mil;

Ou seja, gastará R$ 6,36 por cada um dos questionários aplicados.

Leia também:

Um apelo aos juízes eleitorais…

Ecos de uma terra sem lei…

A mãe de todas as corrupções é a corrupção no Judiciário…

...Mas um tal JHneriMond consegeu fazer quase o dobro das entrevistas com um custo quase 10 vezes menor; será mesmo?

…Mas um tal HenriMond diz que faz quase o dobro das entrevistas com um custo quase 10 vezes menor; será mesmo?

Pesquisas de intenção de votos são legítimas quando usadas para orientar candidatos e eleitores sobre os rumos da corrida eleitoral. mas passam a ser perniciosas e até criminosas ao processo quando usadas para tentar influenciar a vontade popular.

Levantamentos deste tipo envolvem custos altíssimos, como treinamento e diárias de entrevistadores, fiscais e supervisores de equipes; alimentação, transporte e gastos com impressão e montagem dos questionários, sem  falar nos custos com estatísticos, analistas e tabuladores.

Impossível, portanto, que se consiga fazer pesquisas com menos de R$ 7,00 por questionário; há menos que elas sejam manipuladas e fantasiosas, apenas para atender a um interesse específico.

Mas isso é também manipular a vontade do eleitor e tentar forçar uma realidade inexistente no cenário real.

Em outras palavras, são fraudes pura e simplesmente.

E aqui se faz uma pergunta: por que os juízes eleitorais continuam fingindo que não veem nada disso? Por que o Ministério Público Eleitoral faz de conta que não é com ele?

Êh, Maranhão que não muda…

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Sobre fraudes em pesquisas…

Este blog é um dos mais efetivos críticos da manipulação dos índices aferidos pelos institutos eleitorais; e desde 2012 apresentou ao deputado federal Weverton Rocha proposta para tentar diminuir desconfianças, criando uma espécie de comitê de campanha para realização de levantamentos

 

Um dos objetivos das pesquisas é influenciar o eleitor

Um dos objetivos das pesquisas é influenciar o eleitor

 

Editorial

Em 2012, já no fim da campanha eleitoral que experimentou uma margem de manipulação de pesquisas sem precedentes na história eleitoral maranhense, o titular deste blog propôs ao deputado federal Weverton Rocha (PDT) uma espécie de regulamentação dos levantamentos eleitorais no país.

A proposta consistia no seguinte:

Cria-se, a cada campanha, um comitê central com representantes de todos os candidatos. Este comitê ficaria responsável por contratar, fiscalizar e divulgar os resultados das pesquisas – até o limite de três institutos, com rodízio a cada rodada – a partir de um determinado período do processo.

O parlamentar pedetista – que hoje coordena a campanha do prefeito Edivaldo Júnior (PDT) – mostrou-se muito entusiasmado com a ideia e propôs outras conversas para amadurecê-la. Ocorre que a própria dinâmica da vida política e jornalística acabou por fazer o assunto cair no esquecimento.

Mas eis que o tema das  pesquisas vem novamente ao debate neste processo eleitoral.

Nas últimas duas semanas, foram divulgadas mais pesquisas que em todos os 24 meses anteriores ao início do processo eleitoral, que se dá com o prazo de convenções partidárias.

Instituto Escutec, Econométrica, Exata, Prever, Data M e agora até um tal de Grupo Coronato divulgaram pesquisas neste período, embasados única e tão somente pelo tal registro na Justiça Eleitoral.

O dispositivo do registro para garantia de divulgação de pesquisa é um engodo que só funciona na teoria.

O tal sistema Pesqele é automático, impessoal, incapaz de detectar fraudes como manipulação de números ou direcionamento de territórios pesquisados.

Permite problemas como o da semana passada, envolvendo o Instituto Data M, que anunciou duas mil entrevistas, marcando uma data para divulgação, mas registrou apenas 1,2 mil, fazendo correção já depois do prazo de apuração dos números. (Saiba mais aqui)

O questionário da Coronato: três ou cinco candidatos?

O questionário da Coronato: três ou cinco candidatos?

Permite problemas ainda mais graves, como a da pesquisa do tal Grupo Coronato, divulgada nesta terça-feira, 2 – inclusive neste blog, mas com ressalvas – que registrou uma pergunta sobre três candidatos e listou cinco no questionário.

A criação do comitê pluripartidário para acompanhamento de pesquisas evitaria “erros” deste tipo – e as fraudes e manipulações – porque representantes de cada candidato, sob a supervisão de um representante da Justiça Eleitoral, acompanhariam os levantamentos desde a montagem dos questionários até a tabulação dos números por cada instituto selecionado a cada rodada”, diz o titular do blog. 

Os demais institutos poderiam continuar a fazer seus levantamentos, mas apenas para avaliação interna, as chamadas pesquisas qualitativas , que apontariam cenários e serviriam para correção de rumos.

O sistema baixaria custos para os candidatos e para a Justiça, garantiria a qualidade dos serviços dos institutos e evitaria que os números fossem usados apenas para influenciar ou manipular a vontade do eleitor.

E o cidadão poderia acompanhar com mais certeza quem são os melhores candidatos para gerenciar sua vida política.

Simples assim…

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Relação do Isec com a prefeitura pode virar escândalo de proporções gigantescas…

Contrato de mais de R$ 33 milhões firmado em meados de 2015 foi desfeito pela gestão do prefeito Edivaldo Júnior, fazendo com que milhares de pessoas deixassem de receber salário desde janeiro, entre elas indicações de políticos e até gente ligada ao Judiciário

 

Wellington pediu investigação, mas teve requerimento negado na AL

Wellington pediu investigação, mas teve requerimento negado na AL

Uma bomba-relógio está prestes a explodir no colo do prefeito Edivaldo Júnior (PDT).

Trata-se do contrato entre a Prefeitura de São Luís e o Instituto Superior de Educação Continuada (Isec), de exatos R$ 33.210.857,00 (Trinta e três milhões, duzentos e dez mil, quinhentos e cinquenta e sete reais), que acabou malogrado e levando milhares de “trabalhadores” a recorrer à Justiça do Trabalho para receber seus salários.

O contrato foi fechado em julho de 2015, entre o Isec e a Secretaria do Orçamento Participativo, sob suspeita de que os recursos serviriam para turbinar campanhas eleitorais de vereadores aliados de Holandinha – uma espécie de cabides de emprego para indicados – e até membros do Judiciário.

– São pessoas que dão o nome apenas para receber salário, sem definição alguma sobre que atividades executarão – alertou o vereador Fábio Câmara (PMDB), em post deste blog, publicado em 9 de setembro de 2015. (Releia aqui)

Contrato não estabeleceu em que trabalhariam os indicados

Contrato não estabeleceu em que trabalhariam os indicados

A Prefeitura fez repasses para o Isec nos meses subsequentes à assinatura do contrato, mas o instituto deixou de pagar os “trabalhadores” desde dezembro.

O caso chegou também à Assembleia Legislativa, por denúncia do deputado Wellington do Curso (PP), que chegou a cobrar explicações sobre o contrato, em requerimento rejeitado por aliados do prefeito.

– Independentemente disso, continuarei sim sendo a voz da população do Maranhão e não permitirei que os ludovicenses fiquem sem ter acesso à informação e, assim, à  justificativa da realização do exorbitante contrato que destina 33 milhões ao ISEC – declarou Wellington, em post do dia 15 de setembro. (Relembre aqui) 

Fábio Câmara: "indicados não precisavam trabalhar"

Fábio Câmara: “indicados não precisavam trabalhar”

Segundo apurou o blog, em abril foi feito um Destrato com o instituto, que já não pagava os trabalhadores há cinco meses, o que gerou a avalanche de denúncias na Justiça do Trabalho.

O caso também está sendo investigado – ou deveria – pelo Ministério Público, pelo Tribunal de Contas e foi denunciado ao próprio Tribunal de Justiça.

O problema é que, à época, surgiram informações que gente ligada a esses próprios órgãos também indicaram nomes para o quadro de “trabalhadores” do instituto.

O objetivo das investigações, agora, é saber quanto, efetivamente, foi repassado ao Isec no período entre julho de 2015 e abril de 2016.

E o que foi feito com este dinheiro…

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César Pires na luta contra adulteração de bombas de combustíveis…

cesarpires1O deputado César Pires (DEM) voltou ao tema da adulteração das bombas de combustíveis no Maranhão, assunto que já rendeu, inclusive, forte repercussão na mídia nacional.

Por intermédio da Assembleia Legislativa, o parlamentar pediu informações ao Instituto de Metrologia e Qualidade Industrial do Maranhão (INMEQ).

– Pedimos que seja detalhado nome, endereço e o número das bombas dos postos de combustíveis autuados ou interditados pela fiscalização da Força Tarefa – ressaltou o deputado.

Segundo César Pires, uma Força Tarefa composta pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), Secretaria de Estado da Fazenda, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar do Maranhão detectou irregularidades em 69 postos de combustíveis, numa fiscalização efetuada em São Luís.

De acordo com o deputado, estes fatos foram noticiados na imprensa local e foi motivo de pronunciamento proferido por ele, na tribuna da Assembleia Legislativa.

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Com denúncia parada há nove anos, portal da Ufma ainda afirma: “indicativo de fraude é inaceitável na instituição”…

Em uma nota arrogante, que tenta até ensinar a se fazer jornalismo, o Portal da Ufma falou hoje pela primeira vez sobre a denúncia do professor Wildoberto Batista Gurgel, de que também na instituição, há fraudes em notas de estudantes, nos moldes da acontecida no Uniceuma.

Curiosamente, o texto do portal trata a denúncia do professor como “suposição” e chega a advertir, didaticamente, como devem ser divulgadas as denúncias contra a Ufma.

O processo por fraude em notas, que a Ufma finge não existir

Só esqueceu de dizer que a denúncia, feita oficialmente pelo professor Gurgel, adomerce há nove anos na Secretaria de Colegiados Superiores, como revelou o blog do jornalista Gilberto Léda.

E parece debochar da imprensa ao falar do assunto: Há, inclusive, uma determinação da Administração Superior da UFMA para que casos assim sejam apurados rigorosamente pelos setores competentes para identificação e punição jurídica, administrativa e/ou pedagógica dos possíveis responsáveis.

O rigor na Ufma dura nove longos anos???

Ao final da nota, o portal passa a acusar o professor Ayala Gurgel, que teria sido “afastado da Ufma em decorrência de posturas não-éticas”.

E faz proselitismo da administração do reitor Natalino Salgado. E só.

Nenhuma explicação para a a paralisação das investigações das denúncias de fraude em notas.

Lamentável postura…

Leia a íntegra da nota da Ufma no blog de John Cutrim

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João Castelo cercado…

O Tribunal de Justiça poderá julgar hoje a ação do deputado Roberto Costa (PMDB) contra a cobrança do IPTU 2011.

Embora não esteja na pauta do Pleno, a ação pode ser analisada pelos desembargadores por tratar-se de questão de urgência.

Além desta, o próprio Roberto Costa tem outra ação contra o tributo, esta tramitando na 2ª Vara da Fazenda Pública, sob a custódia do juiz Carlos Veloso.

Ontem, esta ação da 2ª VFP, recebeu a juntada do pedido de inquérito feito pelo também deputado Raimundo Cutrim (DEM) ao delegado-geral de Polícia Civil, Nordman Ribeiro.

Cutrim quer que Castelo seja investigado pelos crimes de formação de quadrilha e falsidade ideológica, junto com os secretários Mário Bitencourt (Fazenda) e Domingos Brito ( Obras).

Uma outra ação contra João Castelo parte da seccional maranhense da Ordem dos Advogados do Brasil. A entidade também quer a suspensão da cobrança de IPTU por causa de fraudes na elaboração da Planta Genérica de Valores.

E a procuradora-geral de Justiça, Fátima Travassos, ainda nem decidiu se denuncia o prefeito pelas fraudes apontadas pelo promotor José Osmar Alves, da Promotoria da Ordem Tributária.

Como se vê, João Castelo é pressionado por todos os lados na questão do IPTU.

Será que só ele está certo???