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Família maranhense entre as vítima de desabamento no Rio…

O casal e o filho foram soterrados pelos escombros de prédio que caiu na madrugada da última sexta-feira, e agora aguarda decisão sobre traslado para a terra natal

 

ÁREA ONDE O PRÉDIO DESABOU, NA ZONA OESTE DO RIO; maranhenses entre as vítimas

Um casal de maranhenses e o filho menor também foram mortos no desabamento de um prédio no Rio de Janeiro,m na última sexta-feira, 12.

Hilton Berto Rodrigues Souza e Maria de Nazaré Sá Sodré foram retirados mortos dos escombros. O filho, Hilton Guilherme Sodré de Souza, 13, chegou a ser levado para o hospital, mas morreu na mesa de cirurgia.

O casal era morador do prédio, que caiu, matando 7 pessoas até agora. outras 10 ainda estão desaparecidas.

A Prefeitura do Rio de Janeiro se prontificou a arcar com os custos do sepultamento dos três, mas familiares das vítimas querem trazê-los para o Maranhão.

Não há informações sobre movimentação para que esse desejo seja atendido…

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São José de Ribamar: estrada da Boa Viagem virou lamaçal…

Rodovia que leva a várias comunidades e a uma das mais belas praias da ilha foi abandonada pela prefeitura e se transformou nisso que é mostrado nas fotos e no vídeo abaixo

 

O vídeo e as fotos que ilustram este post mostram o resultado do abandono da Estrada da Boa Viagem, em São José de Ribamar, rodovia que deveria levar ás comunidades carentes do município e a uma das mais belas praias da região.

É possível ver um ônibus escolar atolado em meio ao lamaçal em que se transformou a estrada, que um dia foi asfaltada.

FOI PRECISO USAR UM CAMINHÃO DE LIXO para ajudar a desatolar o ônibus escolar

A fracassada gestão de Luis Fernando Silva (PSDB) simplesmente abandonou a rodovia, que se transformou neste lamaçal.

Os vídeos não mostram, mas os próprios estudantes foram obrigados a empurrar o ônibus na lama para tirá-lo do atoleiro.

Triste fim para um gestão cujo titular preferiu fugir a enfrentar os problemas da cidade…

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Domingos Dutra decreta situação de emergência em Paço do Lumiar

O prefeito Domingos Dutra (PCdoB) decretou situação de emergência em Paço do Lumiar em decorrência dos estragos causados no município pelas fortes chuvas dos últimos dias. Com o decreto de emergência, o Município poderá fazer contratações de equipamentos, comprar bens e contratar serviços em caráter de emergência para reverter os danos causados à população, restabelecendo a normalidade. O decreto é válido por 90 dias, mas pode ser prorrogado.

Para concretizar a situação de emergência, é preciso a homologação do decreto pelo Governo do Estado, após o preenchimento de formalidades exigidas pela Defesa Civil Nacional, atos que estão em fase de finalização.

Na manhã desta quarta-feira, 3, o prefeito Domingos Dutra; o titular da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Urbanismo (Semiu), Walburg Ribeiro Neto, e o presidente da Agência Metropolitana, Lívio Corrêa, percorreram algumas vias do Conjunto Maiobão que foram bastante castigadas com as chuvas de terça-feira. O prefeito Dutra conversou com os moradores das áreas atingidas, se comprometendo a adotar medidas urgentes para garantir a mobilidade das pessoas, bem como ressarcir os danos materiais.
 
“Os serviços de contingência nessas vias já foram iniciados com o intuito de devolver a mobilidade das pessoas e veículos nessas ruas. Determinei ainda que a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Semdes) cadastrasse as famílias que foram mais prejudicadas com as chuvas para providenciar o ressarcimento dos bens materiais que foram destruídos”, disse o prefeito.

Decreto

O decreto de situação de emergência de Paço do Lumiar já foi publicado no Diário Oficial do Município, faltando apenas a homologação por parte do Governo do Estado. A Prefeitura já realizou relatórios fotográficos das áreas atingidas, das escolas e unidades básicas de saúde danificadas. Todo esse material foi encaminhado para a Defesa Civil do Estado para a homologação da situação de emergência.

Somente nos dias 23 e 24 de março, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), choveu 236,2 milímetros, correspondentes a 51% da média de chuva normal para todo o mês de março deste ano, maior volume medido em 24 horas sobre a Ilha de São Luís em 48 anos. A previsão aponta um volume maior de chuvas para este mês de abril.

As chuvas já extrapolaram a capacidade de escoamento da rede pluvial provocando acúmulo de água nas vias públicas, bem como a deterioração de outras infraestruturas urbanas e rurais, afetando sobremaneira a mobilidade em diversas vias e estradas vicinais, abrindo crateras em várias localidades.

O conjunto Maiobão e povoados mais antigos como Mojó, Iguaíba e Pau Deitado, por exemplo, foram os mais atingidos. As chuvas também causaram prejuízos na área rural do Município, comprometendo a produtividade de diversas lavouras cultivadas.

“O decreto de situação de emergência tem o intuito de colocar em prática medidas urgentes para atender, emergencialmente, a população atingida, visando restabelecer a normalidade na vida das pessoas. Já recuperamos a Avenida 08 do Maiobão. Evitamos o colapso da Estrada do Mojó e já estamos recuperando as ruas 11, 135 e 139, que foram atingidas na terça-feira”, detalhou o prefeito Dutra.

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Gutemberg Araújo manifesta preocupação com estragos causados pela chuva em São Luís.

Gutemberg demonstrou preocupação com a situação de atingidos pelas chuvas

 

Em reunião realizada na tarde desta quarta-feira, dia 27, na Câmara Municipal de São Luís, foram discutidos diversos assuntos relacionados ao plano emergencial desenvolvido pela Prefeitura da cidade para o enfrentamento dos estragos ocasionados pelas chuvas na capital.
O vereador Dr. Gutemberg Araújo (PRTB) demonstrou sua preocupação as pessoas atingidas pela chuva, inclusive com os moradores do bairro Matança, localizado entre os bairros Vera Cruz e Santa Cruz, e em especial com os estudantes que precisam atravessar todos os dias a ponte que fica naquela região para assistir as aulas nas escolas Sá Valle e no Cintra. Estiveram presentes, além dos vereadores, os secretários municipais Antônio Araújo (Obras e Serviços Públicos), Andréia Lauande (Assistência Social), Héryco Coqueiro (Segurança com Cidadania) e Jota Pinto (Articulação Política); além de coordenadores da Defesa Civil.
Em sua fala, o parlamentar fez uma comparação. ” O diagnóstico está feito: São Luís, como várias outras cidades, tem doenças e estamos vendo que uma dessas doenças agudizou. Quando você tem uma doença aguda, temos que pensar urgente no socorro ao doente. O cenário que assistimos é resultado de diversas  questões estruturais .
O vereador prosseguiu falando que vem estudando o assunto e tomado medidas objetivas.
“Levantamos todas as áreas de risco desta cidade, bem como todos os imóveis e prédios abandonados com risco de cair. Vamos apresentar esses dados aqui numa audiência que já solicitamos com a presença da Defesa Civil. Agora, muito mais que fazer o diagnóstico, devemos nos questionar o que devemos fazer para contribuir, pois acredito que este seja o ponto fundamental, diante de todo esse processo. Vamos levantar a presença do governo federal, estadual e municipal. O Brasil só passou a ter o Plano Nacional da Defesa Civil a partir de 2012. Esta é uma responsabilidade compartilhada entre três esferas de poder. A causa todos sabemos. Tenho conversado muito com o vereador Osmar Filho sobre esses temas que preocupam a cidade, como a ocupação desordenada, a agressão às matas ciliares, à nascente de nossos rios, o lixo acondicionado de forma irregular”, enumerou.
O vereador também reconheceu o trabalho do titular da Semosp, Antonio Araújo, por quem se disse ser sempre bem atendido. “”Algumas demandas não foram solucionadas, mas sei que foi por falta de meios”, afirmou. Reconheceu ainda o trabalho da Defesa Civil. “Tenho estudado o trabalho que este órgão desenvolve e sei que os servidores e servidoras são verdadeiros herois e heroínas. Desenvolvem uma tarefa herculea, a despeito de grandes dificuldades”
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Alagados por chuvas de novembro, moradores do Altos do Calhau temem por novas enchentes…

Todas as casas da Rua Duque Bacelar, no condomínio que fica ao lado do Athenas Park, foram inundadas; quase dois meses depois, nenhuma providência foi tomada pelas autoridades

 

A marca de lama em um dos quartos revela até que altura a água subiu nas chuvas de 30 de novembro

Os moradores da quadra 11, da Rua Duque Bacelar, no Recanto dos Nobres, condomínio do Altos do Calhau, vivem há dois meses em um espécie de “vigília da angústia”, esperando pelas chuvas.

No dia 30 de novembro, no primeiro sinal de que o período chuvoso de 2019 será intenso e rigoroso, as casas desses moradores foram todas inundadas por uma espécie de mistura de água e esgoto.

Eles resolveram mandar fotos e vídeos ao blog Marco Aurélio D’Eça depois de um post, que denunciava um esgoto jorrando há quase três meses na região do Parque Athenas. (Relembre aqui)

Foi justamente este esgoto que invadiu as casas dos moradores da região.

– Para melhor entendimento, pelos bairros Recanto dos Nobres-Altos do Calhau (Rua Duque Bacelar), Parque Atenas, Vila Conceição e Quintas do Calhau, passa uma galeria que, corriqueiramente, está sendo fechada, tampada, obstruída por construções irregulares e pela falta de limpeza e manutenção. Tais construções não obedecem o plano de drenagem devido – explica o morador Vitor Augusto, morador da área.

Ele conta que, há 10 anos, quando chegou à área, a vala era aberta, mas a construção das demais casas, e, principalmente, “a construção irregular de centro comercial a vala foi completamente fechada”.

O drama dos moradores do Recanto dos Nobres se repete entre os bairros e conjuntos habitacionais da região do Cohajap, Parque Shalon, Altos do Calhau, Barramar, Quintas do Calhau e as vilas Conceição e Portelinha.

– Vale salientar que já fomos à Prefeitura (SEMOSP e Blitz Urbana) registrar a denúncia e solicitar as devidas providências, mas, infelizmente, nada foi feito até o presente momento – denuncia Vitor Augusto.

Todas as casas tiveram quase 1 metro de alagamento durante as chuvas do início e do fim de 2018; e nenhum serviço foi feito

E o drama de esperar, torcendo para que as chuvas demorem o máximo, vai angustiando os moradores em plena época de festas de fim de ano.

Em tempo: o esgoto denunciado neste blog, continua jorrando imundície, diante da omissão da Caema…

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Esgoto estourado espalha imundície há mais de dois meses no Parque Athenas…

Dejetos estão espalhados pela avenida Santo Antonio e vários outros bueiros estourados nas ruas internas dos bairros da área, sem que a Caema tome qualquer providência

 

O carros são obrigados a trafegar por cima da água imunda que jorra ia e noite no Parque Atenas

Um esgoto estourado há mais de dois meses jorra , dia e noite, imundície no asfalto da avenida Santo Antonio do Calhau, na altura do Parque Atenas.

Um verdadeiro mar de dejetos toma conta da avenida, em plena entrada do bairro, para quem vem do Calhau.

O estouro do que deveria ser uma rede de esgotos atinge também diversas ruas do condomínio Athenas Park e de outros conjuntos da área.

A avenida Santo Antonio do Calhau é  bem nova, mas já cansada de guerra.

O esgoto estourado jorra bem próximo a um trecho em que a Caema esteve há menos de um mês

Para se ter uma ideia, este esgoto estourado já estava aí há quase um mês, quando a Caema tentou intervir em outro ponto da avenida, gerando uma cratera que engoliu vários carros no início de dezembro, fato, inclusive, divulgado neste blog. (Relembre aqui)

O mal cheiro é insuportável, e atinge toda a região do Calhau, Cohajap, Barramar e Altos do Calhau.

E a Caema faz de conta que nada tem a ver com isso…

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A deliquência diária do chamado “cidadão de bem”…

Ao invadir agências bancárias para saquear dinheiro deixado por bandidos que arrombaram bancos, em Bacabal, moradores da cidade igualam-se aos marginais e dão mau exemplo para o mundo

 

Policial conta dinheiro recuperado após assalto à agência do BB em Bacabal

Editorial

Certamente, alguns deles deveriam estar, meses atrás, gritando palavras de ordem contra políticos corruptos ou a favor da moralização.

Não há dúvidas de que, ao ver matérias com crimes e corrupção nos telejornais, muitos se indignaram ao longo da vida e chegaram a pregar pena de morte a criminosos.

Mas foram estes mesmos “cidadãos de bem” que se aproveitaram da ação de uma quadrilha em Bacabal, para saquear dinheiro das agências bancárias invadidas pelos criminosos.

Moradores da cidade, em meio ao caos deixado pelos bandidos, agiram como tais, levando o dinheiro deixado.

São pessoas que, certamente, gritam contra políticos corruptos enquanto se aproveitam do jeitinho para furar fila ou ter atendimento prioritário onde chegam.

É a deliquência diária do chamado cidadão de bem, que esbraveja contra o crime dos outros, mas não pestaneja para se dar bem no cotidiano.

E o mau exemplo ganhou o mundo em imagens tão chocantes quanto as da ação dos criminosos.

E agora esses “cidadãos de bem” vão ter que responder pela associação criminosa…

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Melhore o serviço, taxista; só isso resolve…

Categoria insiste em criar problemas para a população e a ameaçar membros do Uber, mas esquece que, para recuperar o mercado, precisa ter duas coisas fundamentais: preço baixo e qualidade no atendimento

 

Taxistas na cabeceira da ponte: ação que só afasta mais a população (imagens: Flora Dolores/O EstadoMaranhão)

Os motoristas de taxi de São Luís voltaram a criar transtornos nesta segunda-feira, 21, em protesto contra a implantação do aplicativo de transportes Uber em São Luís.

E mais uma vez erraram na dose.

Não é pela força, com a habitual violência, com ameaças ao Uber ou com transtornos à população que os taxistas recuperarão o mercado de transportes na capital maranhense.

Para reconquistar o passageiro, motoristas de taxi precisam ter preço baixo e qualidade no atendimento, coisas que a maioria não conseguiu implantar, mesmo após o advento do Uber.

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Com o protesto, trânsito foi de transtorno durante quase toda a manhã no Centro de São Luís

Geralmente com pouca formação cultural, grosseiros e mal educados, os taxistas de São Luís sempre se deram ao luxo de cobrar quanto quisessem por uma corrida; e até a escolher que trajeto fazer para levar o passageiro.

O Uber mudou esta lógica, com garantia de segurança, atendimento de qualidade e, sobretudo, preço baixo, às vezes até 1/3 do que cobram taxistas.

E não adianta os donos de taxi gritar, espernear, agredir e ameaçar sem mudar a lógica de seu atendimento.

Mesmo diante de tudo isso, o passageiro ainda continua preferindo o Uber.

É simples assim…

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Em respeito a Edivaldo Júnior…

Mesmo crítico duro da gestão do prefeito de São Luís este blog não pode deixar de reconhecer as dificuldades climáticas como obstáculos às ações nos bairros da capital maranhense

 

EM AÇÃO
Edivaldo, apesar das dificuldades, se esforça para cumprir cronograma de obras

É fato que este blog faz críticas duras à gestão do prefeito Edivaldo Júnior (PDT) desde o seu primeiro mandato; e sempre críticas pertinentes.

Mas este blog não pode deixar de reconhecer que Edivaldo enfrenta dificuldades gigantescas neste início de segundo mandato, dificuldades estas que fogem de qualquer controle pessoal.

As chuvas intensas que caem na capital são fatores que precisam ser considerados em relação às obras de infraestrutura urbana e em outras construções e reformas.

A precipitação pluviométrica medida pela Universidade Estadual do Maranhão (Uema) superou, em 2017, a média dos últimos 30 anos.

MUITA CHUVA
O índice pluviométrico tem sido alto em São Luís; note que janeiro e fevereiro registraram quase o dobro do ano passado

Em alguns meses, o índice de chuva foi quase o dobro, tanto da média histórica quanto em comparação com 2016. (Veja quadro acima)

Apenas nos primeiros três dias de maio já choveu mais de 10% do que é esperado para o mês inteiro.

É praticamente impossível trabalhar em ruas e avenidas nestas condições; serviços de drenagem superficial  profunda ficam inviabilizados, sem falar na recuperação asfáltica, impossível de ser feita.

Não dá para deixar de reconhecer também o esforço do prefeito e de sua equipe para tentar, ao menos manter o padrão de algum serviços.

Edivaldo Júnior ainda precisa melhorar muito, é verdade.

Mas é preciso compreender também as adversidades deste período do ano em São Luís.

Assim se faz a cobrança justa…

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Edivaldo culpa a população pela má drenagem em São Luís…

Prefeito vai às redes sociais para dizer que o volume de lixo encontrado nas galerias é muito alto, o que impede a vazão das águas nas chuvas. Mas cabe à prefeitura, no entanto, a limpeza regular das galerias, a coleta regular do lixo e, sobretudo, a punição a quem descarta lixo de forma errada

 

O print acima é uma espécie de exortação à população.

Nele, o prefeito Edivaldo Júnior (PDT) culpa o cidadão pelas enchentes no período de chuvas. Ele sugere que o volume de lixo nas galerias – e não a falta de drenagem adequada – é o responsável pelas inundações.

O prefeito pode até querer eximir-se das responsabilidades, mas há três ponderações a fazer em relação ao seu apelo:

1 – Se o volume de lixo é tanto, a falha está no serviço de coleta de lixo e de limpeza urbana mantido pela própria prefeitura.

2 – Se o cidadão descarta lixo mesmo tendo a coleta regular em seu bairro, a responsabilidade também é da prefeitura, a quem cabe as campanhas de conscientização e, sobretudo, fiscalização, advertência e sanção a quem comete tais irregularidades.

3 – Se as galerias acumulam tanto lixo – mesmo com a má educação da população – significa que elas passam praticamente o ano inteiro sem limpeza.

E se a prefeitura não cumpre nenhuma dessas obrigações – como não cumpriu em 2013, 2014, 2015, 2016 e 2017 – não adianta culpar o cidadão pela própria desgraça.

De uma forma ou de outra, portanto, a prefeitura tem responsabilidade no caos causado pelas chuvas.

Como teve em  2013, 2014, 2015, 2016 e 2017…