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Othelino Neto: “ajuste do ICMS é necessário para enfrentar a crise”…

Othelino defendeu reajuste do ICMS

O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) foi à tribuna da Assembleia Legislativa, nesta quarta-feira, 15, e disse que o ajuste do ICMS determinado pelo governo Flávio Dino (PCdoB) foi necessário para aumentar a arrecadação.

– Não fosse através da melhoria na arrecadação, como o governo do Maranhão poderia conceder reajustes a servidores e manter os elevados investimentos? O Maranhão continua sendo o estado com a 7ª menor carga tributária do país. Produtores rurais, que consomem até 300 kw, permanecem isentos – argumentou o deputado, que se manifestou também nas redes sociais.

Em seu discurso, Othelino Neto reconheceu  que o aumento não é bom, mas necessário.

– Se imposto fosse bom, nem teria esse nome. Ninguém gosta de aumentar alíquota. Agora, claro que foi necessário fazer os ajustes para melhorar a arrecadação – ponderou.

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A venezuelização do Maranhão…

Com modelo comunista de gestão, governador Flávio Dino parece seguir o exemplo do país de Hugo Chavez que, por sua vez, seguiu o modelo cubano de Fidel Castro; e deu no que deu…

 

O comunista Flávio Dino mostrou seu estado puro em 2016

Desde o início da era do coronel Hugo Chavez- que, aliás, veio ao Maranhão durante o governo pedetista de Jackson Lago – a Venezuela passou a seguir um modelo de “cubanização” de sua Economia, com toda a estrutura pública e política moldada nos parâmetros da ilha comandada pelo recém-falecido Fidel Castro.

Mas a Venezuela cubanizada – em que até sabonete vira alvo de contrabando – também passou a ser modelo para lunáticos da América Latina e de todo o mundo. E parece influenciar também a economia do Maranhão, sob a égide do comunista Flávio Dino.

O recém-aumento de impostos em vários setores cruciais da economia – energia elétrica, combustíveis, construção civil… – pode levar à “venezuelização”do estado no período em que estiver sob o comando de Dino.

Um exemplo do risco de colapso está exatamente no setor da construção.

Flávio Dino, primeiro, aumentou em 50% a alíquota do ICMS da energia elétrica – passando de 12% para 18% – a partir de março. Significa que quem pagava R$ 10,00 de imposto na conta de luz passará a pagar R$ 15,00 daqui a 90 dias.

Não satisfeito, agora encaminha projeto aumentando em 80% a alíquota do mesmo ICMS para os insumos da construção civil- passando de 10% para 18%.

O resultado é o risco de colapso no setor de obras, já que, para segurar o aumento de impostos de energia, combustível e insumos, as empreiteiras tendem a cortar custos. E corte de custos significa desemprego.

E desemprego aliado à forte recessão significa, simplesmente, o caminho seguido pela Venezuela.

Da coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão, com ilustração do blog

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Construção civil também é alvo de Flávio Dino..

Comunista, que parece querer a “venezuelização” do Maranhão, vai aumentar em 80% o imposto para compra de material usado nas obras, o que deve encarecer e até inviabilizar investimentos no estado

 

Com a carga de impostos, setor da construção pode quebrar no Maranhão

Depois de aumentar ICMS da energia elétrica, da telefonia, do combustível e de alguns produtos de intenso consumo, como bebidas e cigarro, o governador Flávio Dino (PCdoB) segue sua sanha de taxar o maranhense para bancar sua máquina comunista.

O projeto de Lei nº 229/2016 já está na pauta da Assembleia Legislativa, e prevê aumento de 80% na alíquota do ICMS para compra de insumos da construção civil.

O general Flávio Dino segue sua “venezuelização” do estado

As empresas deste setor que pagavam 10% de ICMS nessas mercadorias, agora vão pagar 18%.

O novo reajuste, combinado com o aumento do imposto de energia elétrica, telefonia e combustível praticamente inviabiliza a atividade construção civil no Maranhão.

E o estado segue para a venezuelização de sua economia…

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De como o Maranhão andou para trás sob o comando de Flávio Dino…

Eleito como salvador da pátria, ex-juiz mostra pouca intimidade com a gestão administrativa, falta de conhecimento no planejamento das ações e incapacidade para gerenciar recursos públicos; o resultado é a estagnação do estado no cenário econômico

 

Dino: sem noção gerencial de um estado, usa métodos sindicais para inchar a folha

Dino: sem noção gerencial de um estado, usa métodos sindicais para inchar a folha

O governador Flávio Dino  (PCdoB) sempre ganhou a vida como servidor público de alto padrão.

Juiz federal, nunca teve a preocupação no gerenciamento de recursos e pouco se preocupou com a economia dos setores por onde passou.

Mas, político por natureza, soube aproveitar a oportunidade para trocar a toga pela gravata de deputado e de governador. E se deu bem.

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Fila do desemprego aumentou sob a gestão de Flávio Dino...

Fila do desemprego aumentou sob a gestão de Flávio Dino…

Conseguiu se eleger muito mais pelo cansaço de um modelo que dominava o Maranhão havia décadas do que pela própria comprovação de sua capacidade gerencial.

O resultado é que, hoje, quase um ano e meio depois de o comunista assumir o poder, o Maranhão amarga retração em sua economia.

Flávio Dino demonstra no dia a dia do comando do estado sua essência de servidor público.

Para ele, influenciar a economia é inchar a folha do serviço público; suas ações à frente do governo levou ao fechamento de empresas e perdas de postos de trabalho.   

E não conseguiu tocar sequer as obras iniciadas no governo passado.

O resultado é que o Maranhão, sob o comando de Flávio Dino, perdeu nada menos que 5% do seu Produto Interno Bruto em 2015, exatamente o primeiro ano de gestão do comunista, segundo estudo da revista valor Econômico.

A tradução óbvia do documento é uma só: a mudança proposta por Flávio Dino fez o Maranhão andar para trás.

E isso não há como questionar…

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Imagem do dia: prefeitos de Pires nas mãos…

Presidente da Famem e prefeito de São José de Ribamar, Gil Cutrim (PDT) fala aos prefeitos maranhenses em manifestação nesta terça-feira, 22, no Estreito dos Mosquitos, na BR-135. Os gestores reclama dos cortes drásticos no repasse do Fundo de Participação dos Municípios. Só em 2015 foram R$ 195 milhões a menos. A manifestação causou transtornos a motoristas, mas os prefeitos acreditam na repercussão. (imagem: Flora Dolores/O EstadoMaranhão)

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Prefeitos farão mobilização na BR-135…

Gestores querem chamar a atenção da sociedade para a queda de recursos nas Prefeituras do Maranhão

 

Prefeitos que estarão presentes no nato público de amanhã

Prefeitos que estarão presentes no nato público de amanhã0000

Um grupo de prefeitos maranhenses – representando várias regiões o estado – vão protagonizar um ato público, nesta terça-feira, 22, na BR-135. O objetivo é chamar a atenção da sociedade para a situação de crise financeira vivida pelos municípios maranhenses.

A mobilização inédita acontece a partir das 8h,  nas proximidades da ponte do Estreito dos Mosquitos.

Ao mesmo tempo, prefeituras de todo o Maranhão vão fecharas portas, mantendo apenas o serviços essenciais.

Informações da Secretaria do Tesouro Nacional revelam que as Prefeituras maranhenses irão encerrar o ano com uma perda de aproximadamente R$ 195 milhões de recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), repassado pelo Governo Federal.  

Só para ser uma ideia, no primeiro decênio do FPM deste mês de dezembro foi registrado déficit de 25,17% nos repasses em relação ao mesmo mês de 2014. Para janeiro de 2016, é esperado forte impacto negativo de 17,2%.

Durante o ato, os gestores irão apresentar dados que mostram as dificuldades pelas quais as administrações municipais estão passando para manter os serviços públicos em dias e executar novos.

Além da queda constante de recursos do FPM, prefeitos e prefeitas deverão abordar outros assuntos que, de acordo com eles, estão dificultando as gestões, dentre eles o subfinanciamento dos programas federais e judicialização das administrações municipais.

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Governador do Maranhão cria fantasia para defender Dilma em horário nacional do PCdoB…

Do blog de Linhares Júnior

Coube ao governador do Maranhão, Flávio Dino, o papel mais embaraçoso no horário político nacional do PCdoB vinculada em rede nacional na noite desta quinta-feira (26).

Apesar do governo Dilma ser reprovado por cerca de 70% da população, o horário político do partido do governador fez parecer que tudo não passa de um “golpe do PSDB. Aliás, Flávio Poderia ter dito que seu vice-governador é do PSDB é que há cerca de um ano atrás andava abraçado com Aécio Neves em uma convenção dos tucanos.

Entre as fantasias criadas para defender o governo, mais uma vez foi lançada a mentira sobre “crise econômica internacional” e coube a Flávio Dino.

É mentira que existe hoje uma grande crise econômica fora do país que afeta o Brasil.

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A verdade é que a grande maioria dos países conseguiu superar os efeitos da convulsão de 2009. Além disso, estimativas do Fundo Mundial Internacional indicam que o PIB mundial cresceu 3,3% em 2014 e que este ano ele deve crescer 3,8%. Como o mundo pode estar em crise se o PIB mundial cresce? Apenas nos devaneios mentirosos do PC do B que tem em Flávio Dino o porta-voz dessa conversa fiada.

Mas, digamos que o governador não estivesse falando de uma crise global, mas local. Que a situação ruim de nossos vizinhos sul-americanos esteja nos prejudicando. Também é mentira! Continue lendo aqui…

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Hildo Rocha e o debate sobre a crise econômica…

Hildo Rocha presidiu audiência na Câmara

Hildo Rocha presidiu audiência na Câmara

A Comissão de Finanças e Tributação realizou nesta terça-feira (27) audiência pública para debater acerca das dificuldades do setor de serviços no Brasil com a crise econômica. A audiência, solicitada pela deputada Simone Morgado (PMDB-PA), foi presidida pelo deputado Hildo Rocha (PMDB/MA).

O setor de serviços, responsável pelo maior peso no cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) é um dos mais afetados pela crise econômica. O setor é também o que oferta mais empregos formais e informais.

O evento teve a participação do presidente da Central Brasileira do Setor de Serviços (Cebrasse), Paulo Lofreta; do presidente da Federação Nacional dos Sindicatos de Empresas de Recursos Humanos, Trabalho Temporário e Terceirizado (Fenaserhtt), Vander Morales; do presidente da Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac), Edgar Segatto; da presidente da Câmara de Ensino Superior da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep), Amábile Pacios; do presidente da Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist), João Eliezer Palhuca; e do presidente da Federação Brasileira das Associações de Controladores de Vetores e Pragas Sinatrópicas (Feprag), Denilson Lehn.

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Mudança para pior! Maranhão tem nota de crédito novamente rebaixada…

É a segunda vez no governo Flávio Dino que o estado tem avaliação negativa das agências de risco, fato nunca antes visto na história

 

Flávio Dino: sob seu comando, economia do Maranhão só cai...

Flávio Dino: sob seu comando, economia do Maranhão só cai…

A agência de risco Fitch rebaixou a nota de crédito do Maranhão na tarde desta sexta-feira, 23.

Também foram rebaixadas as notas de São Paulo e Rio de Janeiro.

De acordo com a avaliação da agência, a perspectiva para o Maranhão é negativa. Sua avaliação foi rebaixada de BB+ para BB. (Veja aqui)

É a segunda vez que o Maranhão tem a sua nota de crédito rebaixada desde o início do governo Flávio Dino (PCdoB).

Em agosto, a agência Moody’s já havia rebaixado o estado. (Releia aqui)

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Flávio Dino não tem o que oferecer a Dilma…

Em profunda crise de credibilidade e de apoio, presidente petista quer dos governadores que convençam suas bases no Congresso a garantir a governabilidade; mas o governador maranhense simplesmente não tem base no Congresso

 

Flávio Dino com pate da bancada maranhense: a rigor, ele "controla" dois ou três...

Flávio Dino com parte da bancada maranhense: a rigor, ele “controla” dois ou três…

A mídia alinhada ao governador Flávio Dino (PCdoB) tenta, desde ontem, criar a ideia de que ele é um dos artífices do movimento de governadores em favor da moribunda presidente Dilma Rousseff (PT).

Mas o governador do Maranhão está apenas a reboque. E Dino está a reboque por que nada tem a oferecer a Dilma.

A presidente quer dos governadores que convençam seus deputados e senadores a garantir a governabilidade no Congresso, votando o “Ajuste Fiscal” e evitando rachas partidários.

Mas Flávio Dino não tem base parlamentar alguma no Congresso.

A começar pelo Senado, nenhum dos três senadores segue a cartilha do governador comunista.

Os peemedebistas Edson Lobão e João Alberto já compõem a própria base de Dilma e seguem o PMDB, querendo Dino ou não. O socialista Roberto Rocha, por sua vez, tem relações umbilicais – e projeto de poder – com o colega Aécio Neves (PSDB-MG); e dificilmente seguirá orientações de Dino para defender a presidente.

Na Câmara, a rigor, “fecham” incondicionalmente com o governador maranhense apenas os deputados Rubens Pereira Júnior (PCdoB), Eliziane Gama (PPS), José Reinaldo Tavares (PSB) e Weverton Rocha (PDT).

Ocorre que Weverton e Pereira Júnior já compõem a base e tendem a seguir o Planalto, independentemente da vontade de Dino. Eliziane e José Reinaldo, por outro lado, fazem oposição ao PT e a Dilma, queira ou não o comunista maranhense.

Outros deputados, como Zé Carlos (PT), André Fufuca (PEN), Juscelino Filho (PRP), João Castelo (PSDB), Waldir Maranhão (PP) e Júnior Marreca (PEN) – embora possam se alinhar ao governador – seguem posicionamento próprio na Câmara.

João Castelo, Andre Fufuca e Waldir Maranhão, por exemplo, têm pouca afinidade com o governo Dilma. Castelo, por razões óbvias e partidárias; Fufuca e Maranhão pela relação que têm hoje com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Por último, há os sarneysistas, ou independentes: Hildo Rocha (PMDB), Sarney Filho (PV), Pedro Fernandes (PTB), Alberto Filho (PMDB), João Marcelo Sousa (PMDB), Aluísio Mendes (PSDC) e Victor Mendes (PV).

Dificilmente algum deles seguirá qualquer orientação do governador maranhense.

Como se vê, Flávio Dino nada tem a oferecer a Dilma Rousseff para aplacar a crise no Congresso.

E se quiser vender um pacote – em troca de investimentos que salve ele próprio no estado – não terá como entregar a mercadoria…