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Eliziane critica ação de Bolsonaro contra governadores e prefeitos

Acusado de não agir contra a pandemia de coronavírus, presidente quer, agora, impedir as medidas restritivas dos demais gestores; para senadora maranhense, Governo Federal causa desordem no país

 

Eliziane Gama criticou Jair Bolsonaro, que não age contra pandemia e não quer deixar prefeitos e governadores agirem

A senadora Eliziane Gama (Cidadania) criticou nas redes sociais a notícia de que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) com ações contrárias às medidas restritivas que prefeitos e governadores estão adotando para tentar frear a disseminação do novo coronavírus.

Segundo Bolsonaro, um dos instrumentos é uma ação direta de inconstitucionalidade no STF (Supremo Tribunal Federal) contra decretos de três governadores, que ele não especificou quem são.

Para Eliziane, “o povo está em ordem” e qualquer desordem no país tem sido causada, na verdade, pelo próprio presidente.

Ao invés de trabalhar com a sociedade para mitigar a pandemia, o PR anuncia que vai ao Congresso e STF para ‘restabelecer a ordem no Brasil’. Ora, o povo está em ordem, se existe desordem, ela está na falta de um comando, de uma política de saúde séria e comprometida.

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A integração efetiva do grupo de Weverton Rocha…

Pela primeira vez em anos, um senador consegue liderar um grupo com espaços de poder para todos os seus membros e ações integradas envolvendo deputados estaduais, prefeitos, vereadores e deputados federais em todo o estado

 

Weverton mantém alianças com Edivaldo Júnior, com Othelino Neto, com Osmar Filho e com diversos deputados federais, estaduais, prefeitos e vereadores

Análise de conjuntura

Principal nome da corrida pela sucessão do governador Flávio Dino (PCdoB), o senador Weverton Rocha (PDT) conduz um grupo que envolve não apenas seus aliados mais próximos, mas também líderes de instâncias de poder com peso estadual.

E a integração com que as ações dessas instituições são efetivadas garante não apenas benefícios à população, mas cria a argamassa necessária para construir de forma sólida a própria trajetória do líder pedetista rumo ao governo.

Weverton Rocha conta com o apoio aberto do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Othelino Neto (PCdoB), do presidente da Federação dos Municípios (Famem), prefeito Erlânio Xavier (PDT), e do presidente da Câmara Municipal de São Luís, vereador Osmar Filho (PDT).

Além disso, mantém alianças consolidadas com a maior parte da bancada federal maranhense e com mais da metade dos membros da Assembleia Legislativa.

Erlânio Xavier, na Famem, por exemplo, articula a relação com os prefeitos, que têm estado cada vez mais em Brasília, acompanhados diretamente pelo senador, seja nos ministérios, em busca de recursos diretos do Governo Federal, seja na garantia da liberação de emendas parlamentares para obras nas cidades.

Othelino Neto também é aliado de peso, com força estadual, inclusive, para pleitear a vaga de senador ora ocupada pelo tucano Roberto Rocha.

Já o vereador Osmar Filho mantém uma forte agenda de integração com os colegas vereadores no interior do estado, fortalecendo a base do poder municipal.

Erlânio Xavier é o principal articulador da relação com os prefeitos maranhenses, com forte atuação em todos os municípios

Weverton Rocha, portanto, empodera aliados e consolida alianças desde os mais altos escalões da política local, em Brasília, até os círculos adjacentes da política local, mesmo nos menores municípios.

Entre 2016 e 2018, o blog Marco Aurélio D’Eça contou a trajetória do senador pedetista, desde a perspectiva de ser candidato a senador, até o ponto em que ele tornou irreversível sua candidatura, vitoriosa com quase 2 milhões votos, a maior votação já registrada no Maranhão. (Relembre aqui, aqui, aqui e também aqui)

É com esta mesma capacidade de aglutinação e socialização do poder que o senador vai tornando também irreversível a disposição do seu nome para apreciação do eleitor maranhense em 2022.

E vai ocupando cada vez mais espaços…

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Brandão é derrotado de novo e perde força para 2022

Mesmo no cargo de governador – “com a caneta cheia”, como ele mesmo disse – vice-governador mostrou que não consegue articular os prefeitos maranhenses e perdeu a eleição da Famem para o grupo do senador Weverton Rocha

 

Erlânio venceu na Famem, fortalecendo ainda mais o grupo liderado pelo senador Weverton Rocha no Maranhão

Sentado no cargo de governador em exercício e com a “caneta cheia” liberada por Flávio Dino, o vice-governador Carlos Brandão (PRB) viu seu candidato, Fábio Gentil (PRB), perder a eleição da Federação dos Municípios do Maranhão (Famem) nesta quarta-feira, 14.

O atual presidente, Erlânio Xavier (PDT),  ligado ao grupo do senador Weverton Rocha (PDT) venceu bem.

É a terceira derrota seguida de Brandão para Weverton, que praticamente se consolidou como a principal força eleitoral para a sucessão do governador Flávio Dino (PCdoB).

Ele já havia sido derrotado no segundo turno das eleições de São Luís, quando o senador apoiou a candidatura de Eduardo Braide (Podemos) e na Câmara Municipal, na qual sequer conseguiu montar chapa contra o presidente Osmar Filho (PDT).

Brandão sai da cadeira de governador em exercício – Flávio Dino reassume nesta sexta-feira, 15 – enfraquecido como candidato em 2022 e tem somente mais uma chance para tentar provar que pode ser viável, quando assumir definitivamente o governo, em abril de 2022.

Mas até lá, Weverton continuará solto, construindo a sua candidatura com a força de seu mandato senatorial e do seu grupo, cada vez mais empoderado…

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Erlânio quer independência política e parcerias produtivas na Famem

Atual presidente da entidade municipalista diz que o processo de fortalecimento da entidade passa pela liberdade ampla dos gestores em articular seus municípios com relação institucional – e não dependência – do governo

 

O prefeito Erlanio Xavier, candidato a presidente da Famem no biênio 2021-2022 pela “Chapa 1 Sálvio Dino – Municipalismo na Prática”, destaca como principal proposta da gestão o fortalecimento do municipalismo, a independência política e parcerias produtivas.

No entendimento do prefeito de Igarapé Grande em segundo mandato, a eleição da Famem definirá o projeto que os prefeitos desejam para seus municípios. “Estou muito feliz com a receptividade de todos com quem mantive contato. E, particularmente, grato a cada um pelo reconhecimento ao trabalho e adesão dos prefeitos”, disse Erlanio Xavier.

Segundo avaliação do candidato à reeleição, no período em que dirigiu a entidade, manteve relação institucional, e, sobretudo, de amizade com os prefeitos.

“Estivemos ao lado dos prefeitos, dando-lhes toda a atenção e defendendo firmemente seus interesses. Todos somos capazes de discernir aquilo que é promessa e o que é a realidade”, destacou o prefeito. A continuidade do trabalho, de acordo com o candidato, será fortalecida com o acúmulo de experiências adquiridas. 

Em quase 20 meses que esteve na presidência da Famem, o prefeito Erlanio Xavier protagonizou o movimento municipalista no estado, agregando forças políticas variadas.  Como prefeito de Igarapé Grande, Erlanio demonstrou imensa capacidade administrativa chegando mesmo a abdicar de fazer campanha para que a população avaliasse seu trabalho. O resultado foi a vitória retumbante nas urnas, com mais de 84% dos votos válidos, legitimando a qualidade da gestão.

“Temos a clareza e a humildade de quem tem trabalho a apresentar. Daí, estou pedindo o voto consciente para darmos continuidade ao trabalho de atenção aos prefeitos e municípios”, afirmou.

A atuação destacada de Erlanio na presidência da Famem levou a entidade a registrar recorde de adesão dos municípios. Com a filiação de todos os 217 municípios do estado, a entidade municipalista do Maranhão obteve destaque nacional. 

 

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Zé Inacio com prefeitos em encontro com Brandão

O deputado estadual Zé Inácio esteve nos últimos dias acompanhando os prefeitos João Martins, de Bequimão, França do Macaquinho, de Santa Luzia, e Antônio Coelho, de Sítio Novo, em reunião com o governador em exercício Carlos Brandão.

Durante as reuniões o parlamentar e os prefeitos trataram de pautas relacionadas à saúde, educação, infraestrutura e outras melhorias para os municípios.

O parlamentar também acompanhou os prefeitos de Bequimão, João Martins, e de Santa Luzia, França do Macaquinho, em audiência com Brandão.

Zé Inácio disse ser “extremamente importante manter as boas relações entre municípios e estado. Isso demonstra o interesse dos gestores em buscar melhores condições de vida para seu povo”.

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Brandão deve comandar reunião com novos prefeitos em janeiro

Vice-governador deve assumir o Governo do Estado a partir do dia 4 de janeiro, às vésperas de reunião com gestores municipais eleitos e reeleitos em 2020; base será toda convidada para o evento

 

Brandão estará à frente do governo em janeiro, período de eleição da Famem e de posse dos novos prefeitos maranhenses

O vice-governador Carlos Brandão (PRB) deve ser o presidente de um encontro estadual com todos os prefeitos eleitos e reeleitos em 2020 no Maranhão.

Ele deve assumir o comando do estado em janeiro, quando o titular Flávio Dino (PCdoB) tira as tradicionais férias de início de ano.

Para o encontro com os gestores, Brandão deve chamar também asa lideranças de todos os partidos da base governista – incluindo os senadores Weverton Rocha (PDT) e Eliziane Gama (Cidadania), também cotados como opção para o governo em 2022.

O evento acontecerás às vésperas da eleição para a Federação dos Municípios (Famem), mas o governo não deverá interferir no processo; a tendência é que Erlânio Xavier (PDT) seja reeleito.

Será a primeira reunião envolvendo toda a base do governo Dino desde as eleições de 2020, que gerou forte disputa interna entre os alados do governador.

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Weverton se fortalece em grandes colégios eleitorais…

Senador poderia ter deixado a corrida eleitoral de 2020 em maus lençóis, mas movimentos equivocados de adversários – combinado com o seu próprio tino político – acabaram por abrir relações do pedetista com outros atores em São Luís, Imperatriz e Pinheiro

 

Com Assis Ramos, Weverton finca importante base no segundo maior colégio eleitoral do Maranhão; ele avança também em São Luís

Análise de conjuntura

Ao fim do primeiro turno das eleições em São Luís e em outros municípios, o senador Weverton Rocha (PDT) poderia ter sido carimbado com o selo da derrota,

Apesar de o seu PDT ter elegido a maioria dos prefeitos, ele havia ficado de fora do segundo turno na capital e perdido em colégios importantes, como Codó, Rosário e São José de Ribamar.

Mas seus potenciais adversários de 2022 resolveram esticar a corda e fazer movimentos equivocados, que acabaram pondo o senador pedetista no colo de alguns prefeitos importantes.

Em São Luís, Weverton aproximou-se efetivamente do prefeito eleito Eduardo Braide (Podemos), levando todo o grupo – que inclui, além do PDT, o DEM, o PTB, o MDB e partes do PT, do PCdoB, do PP e do PSB – à base do novo líder ludovicense.

A aliança de Braide e Weverton tem sólidos pilares para 2022, que deve se consolidar ainda mais ao longo de 2021.

A partir da aliança com o deputado federal Juscelino Filho (DEM), Weverton acaba de garantir também o apoio do prefeito de Imperatriz, Assis Ramos (DEM), fortalecendo-se no segundo maior colégio eleitoral do Maranhão.

A sólida amizade com o presidente da Assembleia Legislativa, Othelino Neto (PCdoB), o levou ao prefeito de Pinheiro, Luciano Genésio (PP), outro a cerrar fileiras em favor do projeto pedetista para 2022.

O senador já tinha apoio do grupo Leitoa, em Timon, que manteve a força na cidade, elegendo a prefeita Dinair Veloso (PSB).

Grupo de Weverton tem nos deputados Neto Evangelista, Othelino Neto, Juscelino Filho e Glalbert Cutrim alguns dos importantes líderes

Com uma forte base de prefeitos pedetistas, democratas e trabalhistas, que podem se somar aos emedebistas e progressistas, Weverton é sem dúvida o principal candidato a governador nas eleições de 2022.

Diante da conjuntura atual, resta agora saber o que dizem os números das pesquisas específicas sobre a sucessão do governador Flávio Dino (PCdoB).

Números que começam a sair a partir de janeiro de 2021.

É aguardar e conferir….

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Brandão tenta cooptar prefeitos na eleição da Famem…

Apesar das advertências do Palácio dos Leões, vice-governador usa o próprio gabinete para tentar gerar um clima de competição na eleição da Famem; mas ainda não conseguiu construir uma candidatura competitiva

 

Carlos Brandão não tem dado ouvidos à pregação de unidade do governador Flávio Dino e tem usado o Palácio dos Leões para operar nas eleições da Famem

O vice-governador Carlos Brandão (Republicanos) resolveu agir mesmo por conta própria e está utilizando a estrutura do governo para gerar um clima de competição na Federação dos Municípios do Maranhão (Famem).

Brandão tem ligado pessoalmente – ou recebido prefeitos em seu gabinete – pregando contra a candidatura do atual presidente, Erlânio Xavier (PDT), mesmo diante da pregação de unidade do governador Flávio Dino (PCdoB).

E para isso conta, também, com o apoio do chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares (PSB).

O blog Marco Aurélio D’Eça apurou com os gestores municipais – alguns eleitos e outros reeleitos – que o vice-governador ligou para prefeitos do PCdoB, do PTB e do PP com o argumento de que “o governador vai tirar cargos do PDT”.

O problema é que ele sequer conseguiu apresentar um candidato para a disputa na Famem.

Tentou o prefeito reeleito de Caxias, Fábio Gentil (PRB), mas não obteve resposta; foi em busca de outros nomes e não conseguiu ninguém para o projeto; precisou se aliar a Josimar de Maranhãozinho (PL), que pode lançar um nome da sua cepa de prefeitos.

A movimentação de Brandão tem criado um clima de tensão na base do governo, por gerar expectativa quanto à definição de Flávio Dino em relação ao que ocorreu em 2020 e ao projeto para 2022.

Os aliados mais próximos do governador têm buscado a reunificação da base, mas enfrentam a resistência da sangria desatada do vice-governador.

Que, ansioso, está cada dia mais afoito por 2022…

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Com liderança de Weverton, PDT sai fortalecido das eleições 2020

Com maior número de prefeitos e vereadores eleitos, legenda cresceu 40% em comparação com a eleição de 2016, chegando ao comando de 42 municípios maranhenses, fortalecendo o projeto de 2022

 

Weverton Rocha comanda a máquina partidária mais vitoriosa nas eleições de 2020 em todo o Maranhão, fortalecendo seu projeto de 2022

 

O PDT foi o partido que elegeu o maior número de prefeitos e de vereadores no Maranhão.

A legenda, presidida no estado pelo senador Weverton, teve um crescimento significativo. De 30 prefeitos eleitos em 2016, o partido passa a ter 42 para o mandato que vai de 2021 a 2024.

O número de vereadores eleitos pelo partido também subiu de 206, em 2016, para 350 nas eleições deste ano.

“Tivemos um domingo de muitas vitórias no nosso estado, com a defesa do trabalhador chegando como uma bandeira forte, que alcançou o coração das pessoas”, declarou o presidente do PDT no Maranhão, senador Weverton (PDT).

O senador em discurso para militantes de todo o maranhão: partidos aliados também somaram prefeitos que podem contribuir para 2022

Weverton atribui o crescimento da legenda ao trabalho de organização das bases partidárias em todo o estado e a gestões eficientes.

“Fizemos alguns dos prefeitos mais votados do estado, como Erlânio Xavier, em Igarapé Grande, e dr. Erik, em Balsas, que obtiveram 84,44% e 83,97% dos votos respectivamente, isso em uma reeleição. Essa votação expressiva é o resultado de gestões bem feitas, porque o partido tem ótimos quadros”, completou o senador.

Partidos aliados

Em suas páginas nas redes sociais, Weverton parabenizou os eleitos do seu partido e de partidos aliados.

“Além dos quadros do PDT, temos ótimos nomes de outros partidos, aliados nossos, que foram reconhecidos nas urnas. É o fortalecimento de um projeto de compromisso com o Maranhão, que aposta na renovação de idéias e em gestões eficientes para resolver os problemas da população”, declarou o presidente estadual do PDT.

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Inócuo falar de adiamento de eleições neste momento…

Com orçamento e calendário já devidamente definidos, processo de escolha dos novos prefeitos e vereadores só começará, de fato, a partir de julho, com as convenções; até lá, pelo histórico mundial, a crise do coronavírus já deverá ter sido superada

 

Ainda há muito tempo entre o pico de coronavírus e o início efetivo da campanha eleitoral propriamente dita no Brasil

Editorial

É descabida, extemporânea e desnecessária a discussão sobre o adiamento das eleições de outubro no país, quando se escolherá novos prefeitos e vereadores nos municípios brasileiros.

Primeiro, que o orçamento e o calendário eleitoral já estão absolutamente definidos; não importando em nenhuma ação nova ou estratégica, independentemente da crise do coronavírus. 

Segundo, que a campanha sequer existe de fato; e só começará efetivamente a partir de julho, quando das convenções que escolherão os candidatos.

A única data significativa da pré-campanha é o dia 4 de abril, quando termina o prazo para desincompatibilização de pré-candidatos e de filiação partidária para quem pretende concorrer em outubro. 

E não há, dentre os principais candidatos a prefeito e vereador – pelo menos em São Luís – nenhuma pendência partidária  ou funcional que precise de maiores mobilizações.

No Maranhão, o adiamento das eleições foi proposto pela primeira vez pelo pré-candidato do Solidariedade, Carlos Madeira, logo após confirmação dos primeiros casos de CoVID-19 no Brasil.

Sua proposta é hoje debatida em quase todos os estados e também em Brasília.

Uma desnecessidade.

Pelo histórico mundial da pandemia do coronavírus – e mantidas as mesmas condições de temperatura e pressão de hoje – é provável, e esperado, que as infecções por CoVID-19 alcance o achatamento da curva (quando começam a diminuir o número de infectados diários) lá pelo final de maio, início de julho.

O Brasil terá, portanto, mais de um mês para retomar a rotina sócio-político-econômico-administrativa a tempo de preparar o cenário para as convenções, que só começam a partir de 20 de julho. (Saiba mais aqui)

A partir daí, caberá aos candidatos e ao partidos – com ou sem dinheiro para a campanha – usar da criatividade para conquistar o eleitor. 

A histeria pelo adiamento das eleições, neste momento, é, portanto, inócuo.

Há bastante tempo para se pensar nisso.

Simples assim…