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Para Aluisio Mendes, Jefferson Portela persegue a própria classe de delegados…

Deputado federal critica decisão do secretário de retirar entidades classistas do Conselho de Polícia, e diz que ele está indo de encontro a tudo que pregou quando esteve na Adepol

 

Para Aluisio Mendes, Jefferson Portela age contra sua própria classe profissional

O deputado Aluisio Mendes fez duras críticas à decisão do secretário de Segurança Pública Jefferson Portela, de propor alteração no Estatuto da Policia Civil para excluir a Associação dos Delegados (Adepol) e demais entidades representativas de classe do Conselho da Polícia Civil.

Para o parlamentar, as categorias estão sendo tratadas com autoritarismo e perseguição inaceitáveis.

– Antes de ser secretário de Segurança, Jefferson Portela sempre defendeu as entidades de classe. Agora está contrariando tudo que pregou como dirigente sindical, agindo com autoritarismo e perseguindo todos que se opõem às suas arbitrariedades – criticou Aluisio Mendes.

Ele declarou total apoio à Adepol e demais entidades, destacando que elas são fundamentais para a melhoria da segurança pública do Maranhão.

Em nota de repúdio divulgada semana passada, a direção da Adepol definiu a proposta do secretário como um ato “reprovável, despropositado, antidemocrático, anticlassista e prejudicial à instituição” e condenou “a ausência absoluta de diálogo e de respostas do secretário de Segurança e do Delegado Geral sobre o diagnóstico da Polícia Civil e reiteradas solicitações de audiências”.

Na opinião do delegado Sebastião Uchoa, a intenção dessa proposta de exclusão do Conselho da Policia Civil objetiva Criar uma relação unilateral de gestão sem ouvir os trabalhadores do setor da segurança pública.

– Nós não vamos aceitar que as entidades de classe sejam subjugadas a governo nenhum. Ja reagimos e vamos continuar reagindo na forma da lei – afirmou ele.

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Governo vai premiar policiais por apreensão de armas…

Projeto de Flávio Dino estimula membros das forças de segurança com benefício em dinheiro, que varia de R$ 300,00 a R$ 1,5 mil por arma

 

As armas apreendiddas por policiais de serviço renderão prêmios em dinheiro..

As armas apreendiddas por policiais de serviço renderão prêmios em dinheiro..

O Governo Flávio Dino vai premiar policiais civis e militares que, no exercício de suas funções, apreender armas de fogo em situação irregular.

Para cada arma apreendida o agente de segurança receberá entre R$ 300,00 e 1,5 mil , dependendo do calibre e do potencial ofensivo.

O projeto governista é inspirado em outro, do Rio de Janeiro, e visa estimular o desarmamento ilegal no estado.

Veja abaixo a íntegra do projeto:

projeto

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A carta do delegado…

É imprescindível que seja tornado público o que escreveu o delegado Alex Aragão, que se matou na última sexta-feira; há relatos de que ele tenha se sentido retaliado em suas ações

 

O delegado Alex Aragão: seu corpo foi encontrado em sua casa

O delegado Alex Aragão: seu corpo foi encontrado em sua casa

A carta que o delegado Alex Aragão escreveu ao cometer o ato extremo de se matar, na última sexta-feria, 8, é o ponto-chave para explicar o que o levou a cometer o suicídio.

conversaPelo que já se viu de mensagens telefônicas trocadas entre Aragão e colegas, o delegado estava deprimido por ter sido transferido de Coroatá para São Raimundo das Mangabeiras.

Ao que tudo incia, a transferência pode ter sido uma represália da Secretaria de Segurança.

Mas é a carta deixada pelo delegado – provavelmente já nas mãos da polícia – que vai poder esclarecer os motivos que levaram Aragão a se matar.

E é fundamental que as questões envolvendo este documento sejam tornadas públicas.

Até para evitar juízos de valores – para o bem ou para o mal – de tudo que envolve esta morte.

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Júnior Verde faz apelo para convocação dos aprovados na Polícia Civil

Júnior Verde com os colegas deputados e os policiais civis

Júnior Verde com os colegas deputados e os policiais civis

No dia do servidor público, o deputado estadual Júnior Verde (PRB) fez um apelo durante pronunciamento no Plenário da Assembleia para a convocação dos policiais aprovados no último concurso da Polícia Civil.

Mais cedo, o parlamentar recebeu um grupo de excedentes durante reunião da Comissão de Segurança Pública da Casa. Eles reivindicam a convocação para a última etapa, da Academia, para o curso de formação e posterior ingresso nos quadros da instituição.

– Faço esta referência porque hoje é um dia especial, do Servidor Público. Parabenizo a todos os servidores do Estado do Maranhão, aqueles que por determinação, vontade, desejo e realização, hoje, exercem a atividade de servir as pessoas. Destaco o trabalho também de todos os nossos policiais militares, civis, que defendem a sociedade com zelo e compromisso, e reafirmo minha luta para conseguirmos ver os policiais concursados desempenhando suas atividades e contribuindo para melhorar nossa Segurança – destacou.

Júnior Verde pontuou Projetos, Indicações e Requerimentos que tramitam na Assembleia com objetivo de valorizar os funcionários públicos, e fez referência à Indicação 956, para a região de Balsas, no Sul do Maranhão.

– No povoado Aldeia, a iluminação está precária, com os postes de madeira. Conheço a Aldeia e já inclusive encaminhei recursos para a construção de uma praça em breve, no local. Agora, vamos lutar para que as famílias que lá vivem recebam o benefício da energia elétrica – explicou.

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“O diálogo prevaleceu”, diz Júnior Verde, sobre fim da greve…

Júnior Verde com os colegas policiais

Júnior Verde com os colegas policiais

A greve dos policiais civis do Maranhão está suspensa até o dia 4 de setembro, quando o Governo definirá a proposta apresentada pela categoria. Será mantido o estado de greve. A decisão foi tomada ontem (10) durante Assembleia Geral realizada pela categoria, oportunidade em que o deputado estadual Júnior Verde (PRB) reforçou a permanència de um diálogo entre a categoria e o Governo Estadual.

O grupo que faz parte do movimento grevista se reuniu em frente à REFESA, onde funcionava o Plantão Central da Polícia Civil, no centro de São Luís. A suspensão foi definida por uma diferença mínima.

Para Júnior Verde, convidado para participar da reunião, “o mais importante é que o  diálogo prevaleceu”.

Na semana passada, uma comissão de deputados recebeu um grupo de policiais civis para negociar o fim do movimento. A comissão composta por Júnior verde, Eduardo Braide, Valéria Marcelo, Cabo Campos, Dr. Levi e Wellington do Curso ajudou nas negociações entre membros da diretoria do Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol) e o secretário de Articulação Política do Estado, Márcio Jerry.

O Governo vai avaliar o reajuste escalonado, que vai de 2016 a 2018, recompondo assim, as questões salariais, objeto de reivindicação da categoria. Através de um entendimento com o presidente da Assembleia, Humberto Coutinho, o Legislativo Estadual não votará a Lei Orçamentária enquanto não forem encaminhadas as tabelas de reajuste, dentro dos valores propostos pelo governo.

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Imagem do dia: policiais mantêm greve…

GREVEReunidos neste sábado,8, em Assembleia Geral, os policiais civis decidiram manter a greve, mesmo diante das ameaças judiciais e das tentativas de intimidação do governo Flávio Dino. Eles voltam a se reunir segunda-feira – quando a greve completa uma semana – para decidir se retomam a tentativa de diálogo com o governo (imagem: De Jesus/O EstadoMaranhão)

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Policiais decidem manter a greve…

Policiais reunidos no parque do Bome Menino (imagem: De Jesus/O EstadoMaranhão)

Policiais reunidos no parque do Bome Menino (imagem: De Jesus/O EstadoMaranhão)

Em Assembleia Geral agora à tarde, os policiais civis decidiram na tarde desta quarta-feira, 5, manter a greve da categoria, iniciada segunda-feira.

Os policiais entenderam que, mesmo com a decisão judicial de multar o sindicato em R$ 20 mil  por cada dia de paralisação, a manifestação terá continuidade.

Também não funcionaram as negociações dos deputados com os secretários do governo Flávio Dino (PCdoB).

E a paralisação continua….

 

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Comissão de deputados negocia fim da greve da polícia…

Policial civil, Júnior Verde influenciou fim da greve

Policial civil, Júnior Verde influenciou fim da greve

Uma comissão de deputados estaduais recebeu nesta quarta (05) um grupo de policiais civis que estão em greve desde segunda (03) para negociar o fim do movimento.

O deputado Júnior Verde, que é investigador de polícia, teve um papel importante na intermediação do diálogo entre o governo e os grevistas.

– Na tarde da terça, a Justiça decretou a ilegalidade da greve, mas percebemos que o governo quis o entendimento e se comprometeu em reunir as devidas secretarias visando a finalização da proposta. Fizemos nosso papel e só quem ganha é a sociedade – declarou Júnior Verde.

A comissão composta por Eduardo Braide (PMN), Valéria Marcelo (PDT), Cabo Campos (PP), Levi Pontes (PTdoB) e Wellington do Curso (PPS) ajudaram nas negociações entre membros da diretoria do Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol) e o secretário de Articulação Política do Estado, Márcio Jerry.

Ainda nesta quarta, uma equipe do Governo vai avaliar o reajuste escalonado, que vai de 2016 a 2018, recompondo assim, as questões salariais, objeto de reivindicação, assim como fez com os delegados e policiais militares.

Através de um entendimento com o presidente da Assembleia, Humberto Coutinho (PDT), o Legislativo Estadual não votará a Lei Orçamentária enquanto não forem encaminhadas as tabelas de reajuste, dentro dos valores propostos pelo governo.