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Polícia Federal vai unificar ações que envolvem Josimar de Maranhãozinho

Deputado é citado nas operações Ágio Final – que envolve também o colega Pastor Gildenemyr, o ex-prefeito de Ribamar, Eudes Sampaio e o agiota Pacovan – e na operação Descalabro, que apreendeu R$ 2 milhões em seus escritórios

 

Josimar de Maranhãozinho é investigado pela Polícia Federal em duas ações que envolvem recursos de emendas parlamentares

A Polícia Federal vai unificar duas investigações que seguiam paralelas,  mas envolvem o deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL) e a suspeita de desvio de recursos de emendas parlamentares.

As primeira operação, denominada Ágio Final, investiga pagamento de propina de emendas parlamentares e extorsão; e envolve também o deputado federal Pastor Gil (PL), o ex-prefeito de São José de Ribamar, Eudes Sampaio (PTB), e o agiota Josival Cavalcante, o Pacovan.

A outra operação, denominada Descalabro, tem como alvo direto o próprio Josimar de Maranhãozinho, e resultou na apreensão de R$ 2 milhões em endereços ligados a ele.

Ambas as operações corriam de forma independente, mas depoimentos já obtidos pela Polícia Federal mostraram que tratam do mesmo tema: desvio de recurso de emendas parlamentares.

Com o pedido de compartilhamento de informações, as duas ações da PF ficarão sob a custódia do Supremo Tribunal Federal, que coordena a operação Descalabro, contra Maranhãozinho, esta em segredo de Justiça.

De acordo com as primeiras investigações, só a operação Ágio Final movimentou cerca de R$ 6,6 milhões em emendas parlamentares, com suspeita de pagamento de propina da ordem de R$ 1,6 milhão. 

Os deputados federais ainda não foram ouvidos pela Polícia Federal…

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Te cuida Josimar!!! PF deflagra operação contra desvio de emendas…

Assim como adiantou o blog Marco Aurélio D’Eça, policiais federais estão realizando busca e apreensões em endereços ligados ao esquema que supostamente desviou cerca de R$ 15 milhões em emendas que deveriam ser usadas na saúde

 

Josimar e seu grupo de “corretores de emendas; Polícia Federal pode desbaratar quadrilha que já desviou milhões dos cofres públicos”

Policiais federais estão desde cedo nas ruas do Maranhão cumprindo mandados de busca e apreensão em endereços vinculados a um esquema de desvio de recursos de emendas federais para a área da Saúde.

Embora sem dar nomes, a própria PF revela que há um deputado federal como alvo da operação, acusado de desviar os recursos de suas emendas.

A operação acontece quatro dias depois de o blog Marco Aurélio D’Eça revelar, com exclusividade, que o deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL) controla as emendas dos colegas Pastor Gyldenemir (PL), Júnior Lourenço (Avante) e Marreca Filho (Patriota).

Na semana passada, a Polícia Federal prendeu o agiota Josival Cavalcante , o Pacovan, apontado como “corretor” do esquema de desvio das emendas. Ele tentava extorquir o prefeito de Ribamar, Eudes Sampaio (PTB), com quem Gyldenemir negociou emendas.

O esquema de compra e venda de emendas vem sendo denunciado pelo blog Marco Aurélio d’Eça desde o início de 2019.

Mas o escândalo é bem mais antigo,. e vem desde 2011, como comprova posts deste blog.

Agora, a PF começa a desbaratar as quadrilhas que roubam o dinheiro que deveria ser investido nos municípios…

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As estranhas coincidências na denúncia de Bardal contra Portela…

Delegado que acusa o secretário de mandar investigar membros do Tribunal de Justiça teve, ele mesmo, pelo menos uma das denúncias contra desembargadores aceitas no Conselho Nacional de Justiça

 

BARDAL TRANSFORMOU-SE EM UMA BOMBA RELÓGIO para o governo Flávio Dino

Há uma estranha coincidência entre a denúncia do ex-titular da Superintendência de Investigações Criminais, delegado Thiago Bardal – de que o chefe da Segurança Pública ordenara a investigação de desembargadores – seus próprios atos na SEIC, e sua prisão, sob acusação de envolvimento com contrabando.

Para lembrar: em depoimento ao juiz titular da 2ª Vara Criminal de São Luís, José Ribamar D’Oliveira Costa Júnior, Bardal revelou que o secretário Jefferson Portela mandou investigar os desembargadores Fróz Sobrinho, Tyrone José Silva, Guerreiro Júnior e Nelma Sarney, como revelou o blog de Neto Ferreira.

Ocorre que, no início de dezembro de 2017, quando ainda comandava a SEIC, o próprio Bardal denunciou os desembargadores Tyrone José e Fróz Sobrinho ao Conselho Nacional de Justiça.

O CNJ acatou pelo menos uma das denúncias, contra Tyrone José Silva, sob acusação de envolvimento com o agiota Pacovan. Froz Sobrinho, junto com Tyrone, foi acusado de favorecer o contrabandista de armas e traficante de drogas Heverton Soares Oliveira.

No dia 14 de dezembro de 2018, o conselheiro do CNJ, João Otávio de Noronha, assina o despacho para que Tyrone desse explicações. (Saiba mais aqui)

Em 22 de fevereiro de 2018, dois meses após a denúncia de Bardal contra os desembargadores, o delegado é exonerado da Seic pelo secretário Jeferson Portela, após ser preso em uma operação contra contrabandistas. (Relembre aqui e aqui)

De lá para cá, começou a guerra de informações entre Bardal e Portela, com a Associação de Delegados (Adepol) se posicionando sempre a favor do delegado preso. (entenda aqui)

O depoimento de Bardal ao juiz criminal, no último dia 12 de fevereiro, apenas refez a linha do tempo desta história cheia de estranhas coincidências.

DESEMBARGADOR TYRONE JOSÉ: pelo menos ele foi denunciado por Thiago Bardal quando este comandada a Seic

O escândalo envolvendo a Secretaria de Segurança do governo Flávio Dino (PCdoB) e Tribunal de Justiça leva a outros casos, como a espionagem da PMMA, o assassinato de Décio Sá e a antiga CPI do Crime Organizado.

E reforça a ideia de que, no Maranhão, o sistema de polícia é só um instrumento de manipulação para acusar e vilipendiar quem contraria os que o controlam.

Enquanto isso, criminosos seguem encastelados com benefícios dos poderes Executivo e Judiciário.

É simples assim…

Veja abaixo o despacho do CNJ por explicações do desembargador Tyrone:

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Polícia suspeita de decisão judicial em favor de agiota…

Liberação de postos de combustíveis de Josival Cavalcanti da Silva, o Pacovan, foi decidida pelo desembargador Tyrone Silva, que, segundo a polícia, tem relações próximas com a advogada do agiota

 

Pacovan: beneficiário de decisões judiciais

Uma decisão do desembargador Tyrone José Silva em favor do agiota Josival Cavalcanti Silva, o Pacovan, preso diversas vezes por crimes de agiotagem e lavagem de dinheiro, chamou a atenção da polícia na última quinta-feira, 24.

O magistrado determinou o desbloqueio de todos os postos de combustíveis controlados pelo agiota.

Na avaliação da Polícia e do Ministério Público, os postos são usados por Pacovan para lavar dinheiro de operações ilícitas.

Mas o que chama a atenção na decisão, segundo revelou o blog de Gilberto Léda, é o fato de Tyrone Silva ter como amigo íntimo o oficial de gabinete do TJ Marcelo Mota, que é casado com a advogada que defende o empresário. (Leia aqui)

O Ministério Público pretende recorrer da decisão do desembargador…

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Histórias de agiotagem…

Prisão do maior operador deste tipo de atividade no Maranhão reabre o debate sobre a relação entre a classe política e os emprestadores de dinheiro nos bastidores do poder; e ele tem muito a contar à polícia

 

ARQUIVO VIVO
Pacovan, esposa e alguns de seus devedores em uma de suas várias prisões: ele tem muito a falar, mas é preciso interesse

O agiota Josival Cavalcanti, o Pacovan, começou com uma venda de banana na Ceasa; hoje, é um dos homens mais ricos do Maranhão.

Aprendeu a ganhar a vida emprestando dinheiro a juros – primeiro para os colegas feirantes; depois, para quem aceitasse se submeter aos juros escorchantes e ameaças várias.

A prisão de Pacovan – a enésima nos últimos 10 anos – reabriu o debate sobre o financiamento clandestino de campanhas no Maranhão.

E o agiota pode contribuir muito se a polícia e o Ministério Público quiserem.

Pacovan tem nas mãos políticos de todos o cacifes – dos mais altos aos mais baixos escalões eleitorais – e movimenta milhões e milhões de reais todos os anos.

Nos corredores da Assembleia Legislativa são comuns relatos de visitas dele e de outros “financiadores” a gabinetes estrelados.

A maioria paga o financiamento com dinheiro público, como ficou revelado nas primeiras investigações da agiotagem após a morte do jornalista Décio Sá – e que o governo Flávio Dino (PCdoB), estranhamente, decidiu manter nas gavetas. (Saiba mais aqui)

E foi aí que Pacovan se perdeu.

Leia também:

O organograma da agiotagem…

Quem são os sócios da agiotagem?!?

Polícia Federal estima três, quadrilhas de agiotas no MA…

 

DINHEIRO PÚBLICO
Gláucio e seu pai, Miranda; eles também se seduziram pelo retorno dos financiamentos de campanha

Dono de postos de combustíveis, lojas, prédios, casas e salas comerciais amealhados em confiscos por falta de pagamento de seus “empréstimos”, o agiota, assim como outros de sua estirpe, foi seduzido pelo dinheiro fácil das prefeituras.

E a partir do controle de talões de cheques inteiros de alguns municípios, atraiu a atenção da polícia.

Mas acontece que não é só a Política que sobrevive ás custas do dinheiro fácil de Pacovan.

Talvez por isso seja melhor ele ficar calado…

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Pacovan deixa a prisão em São Luís…

Agiota havia sido preso, junto com a esposa, empresários e prefeitos, desde o dia 18 de novembro, e foi solto ontem à noite

 

Pacovan, de novo em liberdade

Pacovan, de novo em liberdade

Por decisão do desembargador Jorge Rachid Mubárack Maluf, a Secretaria de Segurança libertou ontem à noite o agiota Josival Cavalcanti da Silva, o Pacovan.

Ele estava custodiado no presídio São Luís I, desde o dia 18 de novembro, quando foi preso em operação da Polícia Civil, junto com a esposa, com o empresário Eduardo DP e com o ex-prefeito de Bacabal, Raimundo Lisboa.

DP já havia sido libertado semana passada.

Permanecem presos Lisboa  a mulher do agiota…

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Operações contra agiotagem param após atingir aliados de Dino…

Cheque de Miltinho Aragão foi o primeiro a ser descoberto; e o caso abafado rapidamente

Cheque de Miltinho Aragão foi o primeiro a ser descoberto; e o caso abafado rapidamente

Por Maicon Sousa, do Maranhão em Foco

As operações policiais realizadas pela a Polícia Civil para prender integrantes da rede de agiotagem que desviou milhões dos cofres públicos, pararam de ser realizadas após as investigações atingirem aliados de primeira hora do governador Flávio Dino (PCdoB), a exemplo do prefeito de São Mateus, Miltinho Aragão, filiado ao PSB.

As operações foram desencadeadas no dia 4 de maio e resultaram nas prisões do prefeito de Bacuri, Richard Nixon dos Santos, do prefeito de Marajá do Sena, Edvan Costa, do ex-prefeito de Zé Doca, Raimundo Nonato e do ex-prefeito de Marajá do Sena, Perachi Farias. Além destes também foi preso Josival Cavalcanti, o Pacovan, apontado pelas as investigações como um dos principais envolvidos no mega-esquema de desvio de dinheiro público.

Rocha Júnior também teve cheque encontrato com Pacova, o pai Roberto deu pressão e o caso também foi deixado pra lá

Rocha Jr. também teve cheque com Pacovan, mas o pai Roberto deu pressão e o caso também foi deixado pra lá

No dia 19 de maio foi desencadeada a operação “El Berite”, que prendeu o ex-prefeito de Bacabal, Raimundo Lisboa e mais cinco pessoas ligadas à prefeitura do município no governo de Lisboa. Parte dos presos eram aliados da família Sarney.

42 prefeituras estão na lista de investigação dos delegados que integram a Comissão de Combate à Agiotagem, criada em fevereiro deste ano, pelo Governador Flávio Dino, inclusive a prefeitura de Caxias, quando comandada pelo ex-prefeito Humberto Coutinho, atual presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão e aliado de Dino.

Wellington Silva "perdeu" o posto no governo, mas mantém forte relação com o governo comunista

Wellington Silva “perdeu” o posto no governo, mas mantém forte relação com o governo comunista

Ao todo foram realizadas quatro operações policiais, sendo elas, “Maharaja”, “Morta-Viva”, “El Berite”, e “Imperador”, todas desdobramentos da “Operação Detonando”, realizada em 2012 para investigar a morte do jornalista Décio Sá, que denunciou o esquema em seu blog.

À medida que as investigações foram se aprofundando, atingiram aliados do governador e desde então as operações pararam. Continue lendo aqui…

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Mais um, Márcio Jerry?!?

É bem mais grave que a revelação anterior – de um assessor com cheque em mãos de Pacovan – a nova denúncia sobre auxiliar da Articulação Política do governo Flávio Dino ser sócio de empresa utilizada em esquema do agiota

 

Márcio Jerry pode ter muitas dores de cabeça pela negligência na escolha de auxilaires

Márcio Jerry pode ter muitas dores de cabeça pela negligência na escolha de auxilaires

A denúncia do blog Atual7 é gravíssima.

Apenas um dia depois de o governo Flávio Dino (PCdoB) se livrar de uma dor de cabeça – ao demitir assessor da Articulação Política que tinha um cheque com o agiota Josival Cavalcante, o Pacovan – eis que surge uma revelação ainda mais grave na pasta.

De acordo com o blog, Walter França Silva Júnior, Assessor Especial da mesma pasta, chefiada pelo homem de confiança de Dino, o jornalsita Márcio Jerry, é um dos donos da construtora fantasma Ramos França Ltda, em sociedade com Uthan Avelino de Jesus Carvalho, que teve três folhas de cheques em seu nome encontrados pela Polícia Civil e pela Gaeco no cofre do agiota Pacovan. (Leia aqui)

A denúncia traz de volta o foco da agiotagem para próximo do lugar-tenente do governador.

E mostra que a página pode ser um foco de assessores, cobradores, sócios e devedores do principal agiota investigado pelo governo.

Quando estourou a relação do auxiliar Wellington com Pacovan, Jerry disse que não era adivinho para saber das relações dele com agiotas.

Mas o segundo caso mostra que o principal auxiliar do governador deveria ser mais cuidadoso ao nomear assessores…

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Agora é Andrea versus Stênio…

A oposicionista e o decano iniciaram ontem debate que pode se estender à semana que vem..

A oposicionista e o decano iniciaram ontem debate que pode se estender à semana que vem..

O líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Rogério Cafeteira (PSC), deu uma discreta paralisação nos embates com a deputada oposicionista Andrea Murad (PMDB).

Mas a parlamentar não tende a ficar falando sozinha.

Ontem, o decano da Assembleia, Stênio Rezende (PRTB), estreou no debate com Andrea – não na tribuna, mas na mídia – questionando suas crítica à presença no governo, de um envolvido com o agiota Josival Cavalcante, o Pacovan.

– Na ânsia de fazer oposição a qualquer custo, a deputada Andrea Murad comete equívocos ao tentar envolver o governador em episódios que ele não tem nada haver – provocou Rezende, referindo-se ao caso do superintendente José Wellington Silva Leite, que tem um cheque pessoal no cofre do agiota Pacovan.

A resposta de Andrea Murad veio também via blogs, embora tenha chamado o colega para o debate na tribuna da Casa, a partir da semana que vem.

– Eu estou dizendo que o assessor é, repito, é — e não era, — cobrador do agiota. Ele ainda é o chefe da cobrança. Daí a gravidade da denúncia. E eu pergunto: como um governador que jurou que iria fazer um governo sem fichas sujas, sem condenados, um governo de pessoas limpas coloca dentro do Palácio, ao lado do seu gabinete, um funcionário de um dos maiores agiotas do Maranhão? Sei que o superintendente é pessoa íntima do governador e do seu secretário Marcio Jerry, porque acompanhei a campanha e vi como são próximos – reafirmou a peemedebista.

Ontem à noite o governo Flávio Dino finalmente anunciou que Wellington Leite não suportou a pressão do escândalo e “pediu para sair”.

Aguada-se novos embates entre Andrea e Stênio.

E quem venceu o primeiro round?!?

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Era a única saída…

Governo Flávio Dino acerta ao aceitar o pedido de afastamento do assessor José Wellington Leite, que teve um cheque pessoal encontrado em cofre do agiota Josival Cavalcante, o Pacovan. Sua permanência sangraria ainda mais o já conturbado governo comunista

 

Márcio Jerry, o nhomem qu deveria checar informações dos auxiliares, e Flávio Dino ao lado de Wellington, o homem do cheque do Pacovan

Márcio Jerry, o homem que deveria checar informações dos auxiliares, e Flávio Dino ao lado de Wellington, agora fora do governo

Não havia outra saída para o governador Flávio Dino (PCdoB).

Ou ele demitiria o superintendente José Wellington da Silva Leite, da Secretaria de Articulação Política, ou viria o governo sangrar por dias, envolvido com o escândalo de agiotagem que o próprio governo vem investigando.

O cheque de Wellington nas mãos de Pacovan era o que se chama de “batom na cueca”, impossível de ser explicado.

para evitar constrangimentos ainda maiores, adotou-se a prática do “ele pediu para sair”, tão comum nestes casos.

Agora, que o ex-assessor explique sozinho á polícia suas relações com Pacovan…