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Imagem do dia: dia mundial da troca…

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Consumidores foram às lojas, hoje, para exercer o direito no Dia Internacional da Troca, após festa dos presentes do Natal. Apesar de não serem obrigadas, as lojas acabam trocando os produtos mesmo se for apenas por questões de gosto. Cada um apresenta os argumentos para a troca. A imagem é de Biné Morais (O EstadoMaranhão)

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César Pires desconfia de Cartel do cimento no MA…

Entre agosto e dezembro, preço do produto subiu apenas R$ 0,40 na fábrica, mas foi de R$ 24,00 para até R$ 38,00 no mesmo período. Deputado desconfia que atravessadores estejam comprando a produção e escondendo, forçando uma alta artificial

 

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Pires: desconfiado com alta do cimento (Foto: Felipe Klamt)

(Foto: Felipe Klamt)

O líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado César Pires (DEM) pretende levar à Casa a discussão sobre um possível cartel do cimento no Maranhão.

O preço do produto subiu quase 100% nos postos de venda, quando nas fábricas o aumento não passou de R$ 0,40 entre agosto e dezembro.

– Desde agosto, tenho sido procurado por consumidores que reclamaram do preço do cimento e da escassez do produto, mesmo com uma fábrica no Maranhão. Investiguei e descobri que os preços ao consumidor final não têm razão de ser – afirmou o parlamentar, que pretende levar o caso também ao Ministério Público.

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Algumas das marcas à venda: alta de quase 100% 

César Pires conta que foi até Codó, na fábrica de cimento Nassau, o mais consumido no estado. Lá, foi informado que, entre dezembro e agosto, o preço do produto subiu de R$ 21,79 para R$ 22,20.

– Como pode? O cimento subiu na fábrica apenas 41 centavos em quatro meses; mas no comércio, subiu de R$ 24,00, em agosto, para até R$ 38,00. É quase o dobro do preço – ponderou o deputado.

O líder governista desconfia que esteja havendo um cartel, com atravessadores comprando a produção nas fábricas e escondendo o produto para forçar uma lata artificial dos preços.

O deputado pretende articular uma investigação da Comissão de defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa.

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Em nota, Unimed reconhece problemas com segurados e diz que “busca readequação de sua rede”…

unimedA Cooperativa de Trabalhos Médicos de São Luís (Unimed), reconheceu hoje os problemas gerados em sua rede credenciada e afirmou que não se esquivará da solução.

– A Unimed São Luís sabe dos problemas gerados na sua rede de beneficiários e em nenhum momento se esquivou ou se esquivará das responsabilidades inerentes, mas afirma que nunca deixou de buscar a solução para os problemas existentes – disse a Unimed, em nota divulgada agora à tarde.

A promotora de Defesa do Consumidor, Lítia Cavalcanti, instaurou inquérito para apurar irregularidades no atendimento do plano de saúde, e classificou a situação de “gravíssima”.

A cooperativa anuncia a inauguração de um hospital próprio, nos próximos dias, além de readequar toda a sua rede de credenciados.

Abaixo, a íntegra da nota da Unimed:

A Cooperativa de Trabalho Médico de São Luís – UNIMED São Luis, vem informar que tem ciência dos fatos noticiados pela imprensa local, que sabe dos problemas gerados na sua rede de beneficiários e que em nenhum momento se esquivou ou se esquivará das responsabilidades inerentes, mas afirma que nunca deixou de buscar a solução para os problemas existentes.

            A operadora de saúde busca a readequação de sua rede de cooperados, o que vem sendo feito já há algum tempo, pois o número de beneficiários e o número de médicos da rede já reduziu consideravelmente, o que implica na segmentação dos atendimentos dos beneficiários, que invariavelmente podem ficar sem o retorno imediato de suas pretensões como a marcação de consultas e realização de exames.

            Contudo, a Unimed São Luís tem procurado resolver de imediato os problemas que surgem na seara administrativa visando atender a sua rede de beneficiários, assim como, atendendo as ordens judiciais porventura existentes.

            De cunho prático, deve ser frisado que a Unimed São Luís arrendou um Hospital no centro da cidade, tendo reformado toda a estrutura hoteleira, adquirindo maquinário e equipamento hospitalar novo, sempre visando o atendimento emergencial e internações, com o fim de trazer o melhor aos beneficiários do plano de saúde. Cumpre ressaltar que referido hospital, denominado Hospital Ludovicense, está atendendo por segmento, cuja data para inauguração integral depende da adequação de alguns setores às regras e normas do segmento hospitalar.

            Com o investimento feito junto ao Hospital aliado à redução da receita decorrente da perda de beneficiários, a situação financeira do plano de saúde está fragilizada, mas, em nenhum momento, a mesma deixou de buscar a regularização da situação com a adequação dos pagamentos à atual realidade financeira da Unimed São Luís.  

            No tocante ao inquérito movido pela Promotoria do Consumidor, o plano de saúde ainda não foi cientificado do mesmo, momento em que buscará levar à autoridade competente as informações que lhe forem solicitadas para os esclarecimentos necessários.

            E quanto ao procedimento existente junto à Agência Reguladora, a operadora de saúde encontra-se em regime de Direção Fiscal, instaurada pela própria ANS com fim de averiguar eventuais anormalidades econômico-financeiras ou administrativas que impliquem em prejuízo na qualidade de atendimento dos beneficiários. E dentro do referido procedimento administrativo a Unimed São Luís vem procurando atender a todas as instruções normativas determinadas pelo Diretor Fiscal, visando a regularização das anomalias apontadas pela ANS. 

            Atenciosamente.

Unimed São Luís

Diretoria

 

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Grifes exploram mão-de-obra; no Brasil e na China…

Fiscal da Receita vistoria oficina em que bolivianos trabalham em São Paulo

Uma série de reportagens do jornal Folha de S. Paulo – com repercussão também na TV Folha, programa que o grupo mantém na TV Cultura (SP) – gerou forte mal-estar na São Paulo Fashion Week, semana de moda que aconteceu no último final de semana.

A reportagem da Folha descobriu um grupo de bolivianos que viviam ilegalmente em São Paulo, trabalhando para grifes com presença na SPFW em troca de comida e gorjetas por peças prontas.

Modelos desfilam peças da Lacoste em uma das feiras de moda

A Folha entrevistou um dos chefes destas famílias bolivianas – aliciadas em La Paz –  que contou receber R$ 1,20 pela costura de uma calça simples.

Em São Paulo, eles contraíam dívidas com as oficinas, responsáveis pela produção das grifes de luxo.

Essas dívidas – com passagens e vales – eram descontadas integralmente do miserável salário. (Leia uma das matérias aqui)

Na reportagem exibida na TV Folha, um estilista mostra-se exultante ao ser elogiado por usar roupa da GEP, mas perde o rebolado ao ser perguntado se sabia que a roupa é produzida por mão-de-obra explorada em países miseráveis.

É comum o uso de mão-de-obra barata – no Brasil, Vietnam, Taiwan, Peru, Bolívia e China – pelas grifes internacionais do mercado de luxo.

Até a Apple, gigante dos computadores, se rendeu ao baixo custo da mão-de-obra chinesa, como revela reportagem “Por que a Apple fabrica IPhone na China”

As italianas Prada e Gucci, e as francesas Louis Vuitton e Lacoste são outras das exploradoras.

Que pagam misérias a quem fabrica e cobram altíssimo de quem as usa.

E todo mundo usa…

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Comércio de São Luís é preguiçoso

Caso você precise de algo com urgência entre os horários das 12h e 14h, são poucos os comércios de São Luís que estarão abertos neste espaço de tempo para atendê-los.

Os poucos você encontra no Centro da cidade e nos shoppings. Nos demais bairros quase que é inexistente encontrar sequer um armarinho aberto.

Uma situação difícil de encontrar em outros bairros onde a maioria dos comerciantes tem suas casas próximas ao negócio: o dono vai almoçar, tira um cochilo e depois volta para reabrir a loja.

Atitude um tanto quanto preguiçosa se comparada aos comércios de outras capitais como São Paulo que ficam 24h abertos independentes de qualquer coisa.

Mesmo com a violência que lá é sem dúvida mais alarmante do que aqui.

Um prejuízo para a economia local.

 

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ANP diz que gasolina no Maranhão aumentou só 2,19%

Segundo nova pesquisa realizada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o Maranhão foi um dos estados que registrou menor aumento na gasolina.

O levantamento realizado por semana em cerca de 8,6 mil postos no Brasil, mostrou que registrou porcentagem totalmente abaixo do que o ministro Guido Mantega havia previsto de aumento ao consumidor, no caso 4%. O Estado registrou apenas 2,19% de aumento nas bombas.

Mesmo com o preço ainda menor que o estado do mapá, por exemplo, que mantém a maior média do país, cerca de 7,18%, o movimento nacional online Na Mesma Moeda não cessou as reivindicações em prol da diminuição da cobrança pelos combustíveis no país.

Está marcado outro protesto, dessa vez para o dia 02 de março, às 12h, em São Luís, da mesma forma do que foi realizado anteriormente (reveja aqui) no mês passado.

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Folder da campanha

 

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Greve no Mateus…

Do blog de Itevaldo Júnior

Cerca de mil trabalhadores do Grupo Mateus (entre as empresas o Supermercado Mateus) pararam as atividades na manhã desta quinta-feira (dia 20), na sede da indústria Mateus – Bumba Meu Pão, no Distrito Industrial (BR 135), por tempo indeterminado.

Os trabalhadores parados produzem para as 14 padarias de São Luís e para cidades do interior do Estado.

Os funcionários reivindicam o fechamento do Acordo Coletivo 2013, cuja data-base é 1° de janeiro, além de melhorias nas condições de trabalho.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores com Produtos Alimentícios de São Luís (Sindpanip), Boaventura Maia, o Mateus foi procurado para tentar um entendimento, sendo que já aconteceram três reuniões de negociação, mas a gerência do Mateus dificulta e demonstra descaso com a categoria. Continue lendo aqui…

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Petrobrás deve anunciar possível reajuste na gasolina em 2013

A Petrobras “certamente” irá fazer um reajuste no preço da gasolina em 2013, com impacto na bomba, segundo admitiu o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Segundo ele, não se trata de uma medida excepcional, já que houve um reajuste este ano no preço dos combustíveis.

O reajuste em 2012, no entanto, não foi sentida pelos consumidores porque o governo terminou “zerando” a Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico (Cide), um tributo cobrado sobre o preço do produto.

 Deixando claro que falava como ministro da Fazenda e não como presidente do Conselho Administrativo da Petrobras, Mantega disse que, no momento adequado, a Petrobras fará o anuncio.

Enquanto a Petrobrás prepara o discurso, é hora de preparar o bolso também.

*Com informações da Agência Brasil