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Bolsonaro aprova, mas desfigura lei de Pedro Lucas sobre máscaras

Presidente sancionou a matéria aprovada na Câmara, mas tirou a obrigatoriedade do uso nos estabelecimentos comercias, industriais e de ensino; para tentar garantir a viabilidade da proposta, o deputado maranhense já articula com os colegas a derrubada dos vetos

 

Pedro Lucas já está conversando com os deputados sobre os vetos de Bolsonaro em seu projeto de uso de máscaras

O presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei do deputado federal Pedro Lucas Fernandes (PTB), sobre a obrigatoriedade do uso de máscaras em locais públicos e nos meios de transportes em todo o Brasil.

Na decisão, o presidente, porém, desfigurou o projeto, ao vetar algumas obrigatoriedades.

Bolsonaro decidiu, por exemplo, não ser mais obrigatório que o cidadão use máscara em ambientes comerciais, industriais e de ensino, além dos templos religiosos. 

Para garantir a viabilidade de sua matéria, Pedro Lucas já se articula com os colegas parlamentares para que os vetos sejam derrubados pela Câmara Federal.

A proposta deve voltar à Casa na próxima semana…

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Eleições podem ter os dois turnos em novembro…

Proposta do senador Eduardo Braga – de realizar o primeiro turno em 15 de novembro e o segundo em 29 do mesmo mês – começa a ganhar força no Congresso Nacional; para evitar aglomerações, primeiro turno pode ocorrer em dois dias

 

Além de ministros do TSE, deputados e senadores, a conferência virtual para discutir as eleições teve a presença de especialistas em epidemias

A proposta do senador Eduardo Braga (MDB-AM), de realização dos dois turnos das eleições municipais em novembro, e não mais em outubro, ganhou forte adesão nesta terça-feira, 16.

Membros do Congresso Nacional e do Tribunal Superior Eleitoral realizaram conferência para discutir o processo eleitoral, e a primeira ideia era levar o pleito para o mês de dezembro.

A proposta de Braga – de primeiro turno em 15 de novembro e eventual segundo turno em 29 do mesmo mês – ganhou força por que dá mais tranquilidade ao período de transição entre a votação e a posse dos eleitos.

Outra proposta que começou a ser discutida entre juízes eleitorais e parlamentares é a realização do primeiro turno em dois dias, para evitar aglomeração.

Essa proposta, no entanto, ainda esbarra na questão encarecimento do pleito.

Congresso e Justiça Eleitoral esperam definir os rumos das eleições até o dia 30 de junho.

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Bolsonaro mantém clima de ameaça e investimentos fogem do país

A fuga de capitais na Bolsa de Valores da São Paulo chegou a quase R$ 5 bilhões, resultado direto do clima beligerante contra as instituições mantido pelo ogro que preside o Brasil e assusta o mundo

 

Bolsonaro debocha do país com o humorista Carioca; e a horda alienada que ele mantém no cercadinho do palácio ainda se regala com a própria miséria…

Aliados do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) culpam deus-e-o-mundo pelo baixo crescimento do país; e usam o coronavírus e a queda nas bolsas em todo o mundo como justificativa do “pibinho” de 2019 .

É claro que fatores externos pressionam por aumento de dólar e queda nas bolsas, isto é fato.

Mas o fato é que, se Bolsonaro napo tem culpa do mercado externo, ele é o grande responsável pela falta de perspectiva do Brasil.

Com seu estilo presidente-molecagem, o ogro que não conhece limites se mantém em posição de guerra contra tudo e contra todos, o tempo inteiro, o que afasta investidores e impede a chegada do grande capital ao país.

A Bolsa de São Paulo já enfrentou fuga de quase R$ 5 bilhões da bolsa.

Sem o dinheiro que realmente importa, falta recursos para investimentos e a economia não se movimenta; sem saber o que fazer, Bolsonaro aumenta o tom das ameaças – e tenta usar o povo para emparedar instituições como o Supremo Tribunal Federal e o Congresso Nacional.

É o círculo vicioso criado pelo presidente.

Seu estilo claramente golpista amedronta o mundo; e o mundo amedrontado não traz dinheiro para o Brasil. Sem dinheiro, o país não cresce; o presidente fica “brabo” e volta a ameaçar. E o dinheiro foge de novo.

O Brasil chegou ao fundo do poço da história ao eleger Jair Bolsoanro presidente da República.

No poder, seus atos e contra-atos mostram que este undo é ainda mais abaixo…

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Eliziane vai liderar comissão de parlamentares em reserva Araribóia…

Uma comissão de parlamentares do Congresso Nacional, liderada pela senadora Eliziane Gama (Cidadania) fará diligência nas terras indígenas Araribóia para averiguar in loco a situação de conflitos na região.

A comitiva é composta também pelos deputados federais Joênia Wapichana e Nilton Tatto.

Os parlamentares irão para a Aldeia Juçaral, localizada no município de Amarante-MA e ouvirão os familiares do Guardião da Floresta, Paulino Guajajará assassinado no ano passado. Os recentes assassinatos de índios no Maranhão tiveram grande repercussão nacional e internacional.

A senadora Eliziane Gama informou que a comitiva também ouvirá as lideranças indígenas na localidade, Comissão de Direitos Humanos da OAB-MA, Sociedade Maranhense de Direitos Humanos, Secretaria de Estado dos Direitos Humanos, Conselho Estadual dos Direitos Humanos, Policia Federal e Funai.

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Flávio Dino agora se mostra parlamentarista?!?

Governador maranhense que quer ser candidato a presidente da República diz que é preciso ampliar a responsabilidade política do Congresso, diante da tendência de o país ter presidentes cada vez mais fracos

 

O twitter de Dino chamou atenção da mídia, mas não ficou claro se ele defende parlamentarismo ou se apenas ficou preocupado com o enfraquecimento do presidente

O governador Flávio Dino (PCdoB) fez uma postagem nesta quarta-feria, 11, que encaminha a retomada de um debate sobre a possibilidade de implantação do Parlamentarismo no Brasil.

Na postagem não fica claro se o comunista mostra-se a favor da troca de sistema político brasileiro ou se apenas faz um alerta sobre a retomada deste debate, preocupado com o enfraquecimento da instituição Presidência da República.

– Se essa tendência se confirma nos próximos anos, voltará o debate sobre o parlamentarismo como caminho institucional para gerar governabilidade, ampliando a responsabilidade política do Congresso – disse o governador.

O parlamentarismo como sistema de governo no Brasil foi derrotado no plebiscito realizado em 1993. de l[á para cá, vez por outras surgem lideranças propondo a retomada do debate.

Mas é a primeira vez que Flávio Dino fala do assunto, desde que entrou na vida pública, em 2006…

 

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Congresso encampa campanha de Fábio Macedo contra depressão

Deputado maranhense conseguiu garantias do Senado e da Câmara Federal na aprovação de projeto que estabelece o dia 13 de setembro como Dia Nacional de Combate à Depressão

 

O deputado estadual Fábio Macedo (PDT), esteve nesta terça-feira (27), em Brasília defendendo a bandeira de combate à depressão no Congresso Nacional. Durante a visita, o parlamentar pedetista foi recebido pelo presidente do senado, Davi Alcolumbre e pelo presidente da Câmara de deputados, Rodrigo Maia, onde apresentou a lei de sua autoria que estabelece o Dia Estadual de Combate à depressão no Maranhão.

Na ocasião, o pedetista entregou um projeto que estabelece o dia 13 de setembro como Dia Nacional de Combate à Depressão ao deputado federal Gil Cutrim(PDT), que dará entrada na Câmara federal para apreciação e aprovação.

“A nossa campanha de Combate à Depressão ganhou projeção nacional. Na última terça-feira estive reunido com o Davi Alcolumbre junto com os senadores maranhenses Weverton e Eliziane Gama e também com o Rodrigo Maia, levando a nossa bandeira pela depressão e buscando esse apoio para que o dia 13 de setembro seja também estabelecido como Dia Nacional de Combate desta doença, que tem atingido grande parte dos brasileiros. O deputado Gil Cutrim vai apresentar o nosso projeto na Câmara federal para que isso se torne realidade, com o apoio da deputada federal Tabata Amaral. Hoje saio feliz, porque tanto o presidente do senado, quanto da Câmara de deputados manifestaram apoio irrestrito ao nosso projeto”, disse Fábio.

O Presidente do Senado, Davi Alcolumbre destacou o pioneirismo do projeto. “O Maranhão dá exemplo para o Brasil, aprovando em sua Assembleia Legislativa uma lei estadual, fazendo menção a esta doença que tem vitimado às famílias brasileiras, inclusive levando muitos a tirarem a própria vida. Como presidente do Senado e do Congresso Nacional manifesto meu apoio irrestrito a essa tese que é de grande importância para o país”, afirmou.

Já Rodrigo Maia, presidente da Câmara de deputados chamou atenção para o papel do parlamento diante da depressão.

“A iniciativa do deputado no âmbito estadual é muito boa e agora vai será apresentada aqui no Congresso pelo deputado Gil Cutrim e tenho certeza que tramitará rápido e será aprovada nesta Casa. É uma temática que passou a ser um dos grandes problemas da família brasileira e cabe ao parlamento vocalizar e dar clareza ao assunto para que a população possa entender e assim conseguirmos reduzir os casos de depressão”, disse.

Presentes na visita ao Congresso Nacional, os senadores Weverton Rocha e Eliziane Gama falaram sobre a importância do projeto e ainda elogiaram atuação de Macedo.

É um debate fundamental para este século, na verdade é um enfrentamento que todos deviam fazer e o Maranhão é pioneiro ao termos um dia especial para a reflexão e da criação de novos marcos regulatórios. O deputado Fábio Macedo e toda Assembleia Legislativa do Maranhão estão de parabéns por uma iniciativa tão importante para as famílias brasileiras”, afirmou Eliziane.

“Tenho me orgulhado muito da atuação do deputado Fábio, que é de luta, superação e acima de tudo humildade. Fábio é um parlamentar que tem enfrentado de perto essa temática, levando essa bandeira e dialogando com as famílias”, disse Weverton.

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As manifestações pró-Bolsonaro e a ameaça à democracia…

As agressões dos manifestantes nas ruas ao Congresso e ao STF – tendo ou não sido um fracasso o movimento – mostra que o presidente está disposto a jogar a população contra os demais poderes, o que é perigoso para o país

 

OS BOLSOMÍNIONS SÃO EM MENOR NÚMERO NAS RUAS AGORA, mas os que ainda acreditam no presidente estão dispostos a tudo para mantê-lo no poder

Editorial

Sem entrar no mérito do sucesso ou do fracasso das manifestações de domingo, 26, em favor do presidente Jair Bolsonaro (PSL), o resultado delas, de uma forma ou de outra, é perigoso para a democracia no Brasil.

Perigoso, não; perigosíssimo!!!

Bolsonaro faz questão de usar a parte da população que ainda acredita no seu governo como bucha de canhão de ataques ao Congresso Nacional e ao Supremo Tribunal Federal, mesmo necessitando dessas instância de poder.

E é exatamente esta postura do presidente a grande ameaça ao país.

A reforma da previdência que Bolsonaro tenta impor ao Brasil está nas mãos de deputados e senadores; os mesmos que seus aliados passaram a semana inteira atacando impiedosamente.

Se Bolsonaro faz isso agora, mesmo dependendo do parlamento, o que não fará sem precisar dele?

Alguns setores da imprensa apontaram fracasso nas passeatas em favor do presidente, mostrando queda no número de apoiadores em relação à campanha.

O blog Marco Aurélio D’Eça já havia mostrado no Editorial “o início do fim do governo Bolsonaro…”, que esta queda no apoio é verificada com a redução do número de pessoas dispostas a sair em defesa do tal “mito”.

O problema é que, aqueles que restaram estão dispostos mesmo a tudo, inclusive a atacar a democracia em nome da manutenção do poder.

E este é o risco maior para o Brasil…

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Bolsomínions forçam a barra para formar manifestação de apoio ao governo…

Movimentos de direita, apoiadores do governo Bolsonaro e aliados políticos do presidente adotam estratégia de pressão ao Congresso para garantir presença nas marchas do próximo domingo, 26

 

MEMBROS DO MBL EM MANIFESTAÇÃO PELO BRASIL, QUE OS BOLSONARISTAS USARAM COMO SUA; o movimento agora está ora das ruas

Quem acompanha as redes sociais e faz parte de grupos de troca de mensagens no celular acompanhou nos últimos dias, uma avalanche de memes, fake news e críticas ao Congresso Nacional.

Trata-se de mais uma estratégia dos bolsonaristas para formar multidão nas manifestações do próximo domingo, 26, de pretenso apoio ao governo Jair Bolsonaro (PSL).

O risco da manifestação contra o Congresso é a criação de um movimento – estimulado pelo próprio presidente da República – contra os demais poderes.

Desde a campanha, os bolsomínions se utilizam de bots nas redes sociais para influenciar a sociedade contra “os inimigos do presidente”.

A estratégia deu certo nas eleições garantindo a vitória de Bolsonaro.

Mas a mesma internet que favoreceu a vitória do presidente acabou por prejudicá-lo nos primeiros meses como mandatário, resultando em uma forte queda de popularidade entre janeiro e maio.

O resultado foi uma fraca reação aos movimentos do último dia 15, que levou milhões para as ruas contra as medidas do governo na área da Educação.

Em sua nova cruzada, Bolsonaro perdeu o apoio do Movimento Brasil Livre (MBL), que se recusou a participar da manifestação do próximo domingo.

O MBL também passou a ser atacado pelos bolsomínions.

A falta de reação pró-Bolsonaro nas redes foi analisada pelo blog Marco Aurélio D’Eça, no post “O início do fim do governo Bolsonaro”.

Agora, para garantir a volta da “militância às ruas” – em apoio às medidas do governo – os bolsonaristas pregam uma marcha contra o Congresso.

Por isso a inundação de memes e fake news nas redes sociais…

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Artigo: imoral e leviano?

Espera-se do Congresso Nacional uma forma que corte também os seus próprios privilégios, sob pena de aprovar uma proposta insana do ponto de vista social

 

Por Renato Dionísio*

Estamos vendo e assistindo, a todo instante, o debate acerca da reforma da previdência nacional. Sabe-se que o presidente Bolsonaro terá que submeter a matéria como emenda constitucional, portanto, com exigência do quórum de 308 votos, não da maioria, como é praxe em matérias comuns.

O que se espera, pelo menos eu, é que o projeto seja de uma REFORMA UNIVERSAL, IGUALITÁRIA E ANTI PRIVILÉGIOS.

Entenda-se como universal, o fato dela sujeitar todos os trabalhadores, sejam civis ou militares, da iniciativa privada ou servidor público, temporários ou eventuais e ainda incorpore os membros das forças armadas nacionais.

Por IGUALITÁRIA o fato de cobrara a mesma contribuição para o mesmo futuro benefício.

E como ANTI PRIVILEGIOS, a premissa de que ponha fim a todas as pensões e aposentadorias especiais, que ainda restam estabelecidas país afora, tais como, as de ex-governadores e as concedidas a filhas de membros das forças armadas não casadas.

Por final, para que tenha autoridade moral de votar este dispositivo, necessário e urgente, nosso Congresso precisa dar exemplo, fazer um gesto, se colocar no nível do que dele espera o trabalhador

Para tanto, precisa pôr um fim a imoral aposentaria de seus membros, que se dá com oito anos de contribuição. 

E assim não procedendo, outro adjetivo não merece, diferente de insano e imoral.

*Poeta, Compositor e Produtor Cultural

 

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O fim do discurso de Flávio Dino…

Ao vencer segunda eleição seguida, em primeiro turno, governador encerra debate Sarney X Anti-Sarney, que dominou a política do Maranhão nos últimos 50 anos; comunista agora recebe a herança de si próprio e precisa provar que não está apenas a montar outra oligarquia

 

SEM DESCULPAS. Vencendo do jeito que quis vencer, Flávio Dino chama para si a responsabilidade de de provar que não quer apenas emendar um novo ciclo oligárquico no Maranhão

Editorial

Assunto encerrado.

Não há mais grupo Sarney no Maranhão.

Pelo menos não no sentido político da palavra, que dominou  o debate eleitoral desde que o então deputado José Sarney elegeu-se governador, em 1966. 

De lá para cá, todas as as eleições maranhenses se dão em meio a expressões como oligarquia, “grupo Sarney”, “família Sarney”.

E essas expressões alimentam o discurso de oposicionistas de toda espécie.

Agora acabou.

O grupo Sarney não vence há oito anos uma eleição no Maranhão; a última foi vencida em 2010, do próprio Flávio Dino, quando foram eleitos tanto a ex-governadora Roseana Sarney (MDB) quanto os senadores João Alberto de Sousa e Edison Lobão (MDB).

Desde então, só deu Flávio Dino.

Além de eleger em 2012 – e reeleger, em 2016 – o prefeito de São Luís, Edivaldo Júnior (PDT), o comunista venceu em primeiro turno as eleições de 2014 e de 2018, garantindo também os dois senadores.

Venceu, portanto, não apenas os Sarney, mas os Lobão e os Murad.

Agora é hora de acabar com este discurso.

Simbolicamente, o grupo Sarney se restringirá a uma única vaga na Assembleia Legislativa, sem representação no Congresso Nacional e sem interlocução com os candidatos a presidente.

A responsabilidade agora é de Flávio Dino.

E insistir no discurso de que luta contra uma oligarquia não vai mais funcionar para o povo maranhense.

O que o comunista precisa é melhorar os indicadores sociais, elevar o desenvolvimento do estado, coisa que, a rigor, ainda não fez no estado.

E agora não tem mais o grupo Sarney para servir de desculpa.

Simples assim…