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Com disputa pelo Senado, Dino mexe com as peças da própria sucessão

Ao anunciar desistência da disputa presidencial, governador volta os olhos para dentro do seu estado e do seu grupo e indica que pretende ter o controle absoluto da montagem da chapa majoritária de 2022, forçando reposicionamento de aliados e adversários

 

Flávio Dino marca a própria posição para 2022 e deixa claro que pretende comandar a própria sucessão em seu estado

Análise de conjuntura

Ao anunciar nesta quarta-feira, 30, que vai mesmo disputar uma vaga no Senado em 2022, o governador Flávio Dino (PCdoB) definiu que estará no comando do seu grupo político nas próximas eleições.

Logo de cara, marca território e estabelece cenários importantes tanto no governo quanto na oposição.

Sua candidatura ao Senado terá impacto direto sobre três outras lideranças interessadas na mesma vaga: o presidente da Assembleia Legislativa, Othelino Neto (PCdoB), o ainda prefeito de São Luís, Edivaldo Júnior (PDT), o senador Roberto Rocha (PSDB) e a ex-governadora Roseana Sarney (MDB).

Othelino deve repensar sua estratégia e buscar novas posições dentro do grupo, o que pode indicar, inclusive, a permanência no controle da AL-MA a partir de 2023; Roseana também deve optar por outras disputas.

Fortalecido como liderança histórica em São Luís, Edivaldo passa a figurar como opção de chapa em 2022, mas já não como opção ao Senado, podendo compor uma chapa de governo ou entrar na disputa da Câmara com cacife para formar a própria bancada.

Caso Roberto Rocha – que tem o apoio declarado do prefeito eleito Eduardo Braide (Podemos) para a reeleição ao Senado – decida enfrentar Dino, estará se confirmando o desenho do blog Marco Aurélio D’Eça, apresentado ainda em 2014 no post “Roberto Rocha e Flávio Dino oito anos depois…”

Ao definir sua candidatura – praticamente 15 meses antes de deixar o mandato – Dino fortalece a própria posição no grupo, em risco de esfacelamento desde as eleições municipais; esta ideia de fortalecimento é reforçada pela volta do deputado Márcio Jerry (PCdoB) ao governo.

Esta posição pode implicar também um acordão pela chapa encabeçada pelo vice-governador Carlos Brandão (Republicanos), mas não é automático.

Sobretudo pelo fato de que Jerry e Brandão são adversários históricos, e é Jerry quem estará definindo as cartas com aliados até abril de 2022.

Na condição de candidato a senador, Flávio Dino vai tratar diretamente com outra liderança do grupo, o senador Weverton Rocha (PDT), pré-candidato a governador.

Há duas perspectivas para esta conversa:

1 – Dino e Weverton se juntam na mesma chapa, com apoio de Brandão e um vice de peso para o pedetista, tornando o grupo praticamente imbatível em 2022, ou;

2 – Dino e Weverton se enfrentam, cada um em uma chapa de peso, com o comunista apostando todo o cacife para eleger também Brandão governador.

Estes cenários passarão a ficar mais claros a partir de janeiro, quando as primeiras pesquisas sobre 2022 começarão a ser apresentadas, agora já com as principais peças do tabuleiro – no governo e na oposição – definidas quanto às suas posições.

Com poucas chances para novos desenhos até o fim de 2021…

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Sem rumo no PSDB, Rocha segue mesmo enredo da saída do PSB…

Em 2017, quando chegou a ter a expulsão das hostes socialistas encaminhada pela direção nacional do partido, senador maranhense também negou que estivesse deixando a legenda, o que ocorreu pouco tempo depois

 

Eleito em 2014 pelo PSB, Roberto Rocha deixou o partido três anos depois, em meio a rumores de ameaças de expulsão da legenda

11 de setembro de 2017. O blog Marco Aurélio D’Eça publicou post intitulado “Partidos começam a acelerar definições no Maranhão”.

O post dava conta de um processo de expulsão do senador Roberto Rocha do seu então partido, o PSB, após  ter decidiu romper com o governador Flávio Dino (PCdoB), com quem havia montado chapa em 2014.

– Já o PSB anunciou em reunião com a presença do seu presidente nacional Carlos Siqueira, a aprovação da expulsão de Rocha das fileiras do partido, praticamente um dia depois de o senador ser eleito líder da legenda no Senado – informava o texto.

Roberto Rocha, obviamente, negou a informação, mas confirmou estar deixando a legenda socialista apenas dois dias depois, como mostra post da revista IstoÉ, em 13/09/2017. (Relembre aqui)

Roberto Rocha em 2017, quando da sua filiação de retorno ao PSDB; quatro anos depois, senador perdeu a identidade com o partido

16 de dezembro de 2020. O mesmo blog Marco Aurélio D’Eça noticia, com exclusividade, que o PSDB está trocando o senador Roberto Rocha pela senadora Eliziane Gama (Cidadania), por conta do realinhamento nacional da legenda.

Mais uma vez o senador maranhense vem a público negar a informação, classificando-a de fake news.

Quanto tempo depois o próprio Rocha confirmará a informação deste blog?

É aguardar e conferir…

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A estranha história da suposta visita de Bolsonaro a Balsas…

Nota de Esclarecimento de entidade de pastores – onde o presidente iria participar de evento – põe mais dúvidas sobre acontecimento anunciado pelo senador Roberto Rocha, que agora o governador Flávio Dino pelo cancelamento

 

Roberto Rocha e Jair Bolsonaro: uma viagem anunciada e cancelada com culpa a terceiros; resta a do dia 30 de outubro

A suposta viagem que o presidente Jair Bolsonaro faria ao município de Balsas nesta sexta-feira, 23, está marcada por uma penumbra de suspeita sobre sua própria existência.

A viagem, anunciada pelo senador Roberto Rocha (PSDB) foi cancelada pelo próprio Bolsonaro, que alegou falta de segurança, culpando o governador Flávio Dino de não liberar a PMMA para sua escolta.

A acusação de Bolsonaro já havia sido negada pelo próprio Flávio Dino, mas reafirmada pelo senador Roberto Rocha, que ainda acusou o comunista de negar a segurança por motivos políticos.

A nota da entidade pastoral, que se envolveu na polêmica a respeito da suposta visita de Bolsonaro a Balsas

Mas, nesta quinta-feira, 22, a entidade Aliança de Pastores de Balsas (APEB), divulgou nota de esclarecimento em que diz não ” ter sido procurada ou informada sobre a realização do evento nesta sexta-feria, dia 23/10/2020″.

A nota, espalhada nas redes sociais por Flávio Dino, fala que tomou conhecimento do vídeo apenas pela divulgação do vídeo de Roberto Rocha.

E op fato é que, mais uma vez, Bolsoanro anuncia e não aparece no Maranhão.

Agora é esperar o dia 30 em São Luís…

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Roberto Rocha aposta em Braide, Madeira e Bolsonaro para 2022…

Senador do PSDB trabalha fortemente por uma base eleitoral que lhe dê suporte em São Luís e Imperatriz para concorrer às eleições de governador, vinculado diretamente ao projeto de poder do atual presidente da República

 

Em São Luís, Roberto Rocha aposta na vitória de Eduardo Braide em primeiro turno, o que o colocaria em posição de destaque para 2022

A sucessão do governador Flávio Dino (PCdoB) – que começou exatamente com as eleições de 2020 – não se resume à disputa interna na base do próprio Dino.

O senador Roberto Rocha está em franca campanha de governador, apostando suas fichas em uma trinca de peso, em São Luís, em Imperatriz e no Brasil.

Rocha atua diretamente na campanha do candidato a prefeito Eduardo Braide (Podemos) em São Luís; e trabalha para que seu candidato seja eleito em primeiro turno, o que dará um peso extra ao seu projeto de 2022.

Além disso, o senador do PSDB está na linha de frente da campanha de Sebastião Madeira em Imperatriz, outro colégio eleitoral no qual pretende fincar bandeira rumo às eleições de governador.

O senador tucano quer o presidente Bolsonaro cada vez mais presente no Maranhão, com obras que acenem para 2022

Com força em São Luís e Imperatriz, Roberto Rocha teria uma base eleitoral consistente; e somaria a elas o apoio aberto ao presidente Jair Bolsonaro, que pretende trazer cada vez mais ao Maranhão. 

O senador do PSDB pretende fazer da aliança com Bolsonaro um catalisador de obras para o estado, via Codevasf; o que, somada a uma eventual gestão Braide em São Luís, e de Madeira em Imperatriz, garantiria sua base rumo ao governo.

E enquanto a base de Flávio Dino se digladia pela condição de candidato do governo, o senador oposicionista vai construindo pragmaticamente um caminho.

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O erro estratégico histórico de Roberto Rocha…

Às voltas com mais uma “sacada” na tentativa de evitar segundo turno entre oposição e governo, atual senador agiu da mesma forma em 2002, renunciando sua candidatura às vésperas do pleito estadual para favorecer Jackson Lago. Resultado: acabou ajudando a vitória do então sarneysista José Reinaldo Tavares

 

Roberto Rocha em 2006, com Jackson Lago, que ele tentou ajudar, e fracassou, nas eleições de 2002

Impondo intensa pressão pela renúncia do candidato do seu partido a prefeito de São Luís – com intuito de beneficiar Eduardo Braide (Podemos) – o senador Roberto Rocha (PSDB) já foi protagonista de um erro histórico com este mesmo objetivo.

Candidato a governador em 2002, ele renunciou à candidatura às vésperas do pleito, num acordo para viabilizar a vitória do pedetista Jackson Lago. 

Na época, Rocha era um dos quatro candidatos principais que disputavam o governo.

Jackson liderou a corrida desde o início, sempre com clara possibilidade de vencer em primeiro turno; José Reinaldo era vice de Roseana Sarney, assumiu o governo e concorreu no cargo com apoio do grupo Sarney, mas começou com apenas 2% das intenções de voto.

O ex-deputado Ricardo Murad concorreu sob ameaça de ter os votos anulados por problemas na filiação partidária; e o próprio Roberto Rocha tentava se consolidar como opção estadual.

Ao longo da campanha, Tavares tirou a diferença de Jackson e encostou no pedetista, ameaçando levar a sucessão para o segundo turno.

Foi então que, faltando cinco dias para o primeiro turno, Rocha anunciou sua renúncia, num acordo com Jackson, para ter seus votos anulados e garantir a vitória do pedetista em primeiro turno. (Entenda a história aqui e aqui)

O problema é que o tucano não contava com dois aspectos alheios à sua vontade:

1 – As pesquisas já apontavam empate técnico entre Jackson e Tavares, ficando impossível saber a quem a renúncia beneficiaria;

2 – A Justiça Eleitoral estava prestes a julgar o processo contra Murad, e a tendência era a de excluí-lo da disputa, levando à anulação dos seus votos.  

Acabou que aconteceu exatamente o que Rocha não contava: os números do primeiro turno mostraram José Reinaldo já à frente de Jackson; e o TRE anulou os votos de Murad.

O resultado do estratagema do tucano acabou facilitando a vitória de José Reinaldo Tavares (DEM) em primeiro turno. 

Dezoito anos depois, agora senador – após idas e vindas por vários grupos – Rocha aparece com nova estratégia eleitoral, agora envolvendo o candidato Wellington do Curso, do mesmo PSDB.

Ele quer a desistência de Wellington antes mesmo das convenções.

Mas agora, também, há pontos que fogem ao controle do senador.

Em primeiro lugar, ele não tem como garantir que os votos de Wellington migrarão todos para Braide, inflando seus índices;

Em segundo lugar, o tucano não tem nem mesmo a garantia de que Braide manterá seus índices nas alturas, diante do avanço de outros candidatos.

E assim, com seus estratagemas, Roberto Rocha vai se tornando um personagem icônico da política maranhense.

Que pode virar uma lenda ou um folclore…

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“Temos a parceria que mais importa”, diz Wellington…

Mesmo depois de ser novamente descartado pelo senador Roberto Rocha, pré-candidato do PSDB seguiu publicando em suas redes sociais imagens de reuniões com populares e frases tentando envolver pré-candidatos a vereador em sua batalha para manter-se na disputa

 

Wellington discursa em uma sala que parece ser do seu cursinho preparatório para concursos, na última postagem desta segunda-feira, 17; recados e tentativa de reafirmação

Descartado novamente pelo senador Roberto Rocha nesta segunda-feira, 17, o pré-candidato do PSDB a prefeito de São Luís, deputado Wellington do Curso seguiu ontem tentando permanecer no jogo da sucessão.

– Temos a parceria que mais importa, que é a da sociedade, é o apoio da população – declarou ele, em sua última postagem no Instagram, por volta das 23 horas.

Sem se referir diretamente a Rocha, que preside o PSDB maranhense – e voltou a pregar a unidade em torno do deputado Eduardo Braide (Podemos), já no primeiro turno – Wellington passou toda a segunda-feira com postagens de reafirmação da candidatura.

Em suas postagens, tentou ganhar a adesão dos pré-candidatos a vereador na busca para manter-se na disputa.

– Amigos, pré-candidatos a vereador, São Luís precisa de nós. Não prometo a vocês uma campanha fácil, mas prometo que juntos iremos seguir com a coragem que São Luís necessita – pregou ele. 

Descarte de Rocha

Roberto Rocha deixou claro ao jornalista Clóvis Cabalau a importância da unidade em torno do deputado Eduardo Braide já no primeiro turno

Em entrevista à coluna Bastidores, do programa Bom Dia Mirante, o senador tucano voltou a dizer que a eleição será plebiscitária e que é fundamental estar cada um do lado do seu próprio time nessa disputa.

– Eu disse isso meses atrás e gerou um rebuliço por parte do governo, porque eles estão interessados em dividir o máximo com o objetivo de levar a eleição para o segundo turno, tendo em vista o favoritismo do deputado Eduardo Braide. Se tiver uma eleição plebiscitária, é muito provável ele ganhar no primeiro turno, até porque essa não será uma eleição igual às outras – ressaltou Rocha, em entrevista ao jornalista Clóvis Cabalau.

De fato, desde o início do ano, Roberto Rocha tem pregado a desistência de Wellington do Curso em favor da união em torno de Braide, segundo registros do blog Marco Aurélio D’Eça.

Em 20 de janeiro, no post “Roberto Rocha descarta candidatura de Wellington no PSDB”, o senador alertou sobre a estratégia do grupo do governador Flávio Dino (PCdoB) para forçar o segundo turno; e disse que “o olhar político deve transcender a necessidade partidária”.

Na primeira semana de agosto, no post “Roberto Rocha volta a pressionar por desistência de Wellington…”, o tucano voltou a defender a unidade de toda a oposição para evitar o segundo turno.

Nesta segunda-feira, 17, ele foi ainda mais direto, citando, além do PSDB, também o MDB, o PSC, o PSD e o Podemos como legendas de oposição que precisam se unir no primeiro turno.

Resta agora a Wellington apenas definir de que forma deixará a disputa…

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Roberto Rocha dá sinais de que deve disputar o governo…

Senador cujo mandato se encerra em 2022 – e já aparece em pesquisas isoladas em vários municípios – está em pré-campanha aberta, com formação de alianças do PSDB para disputa das eleições municipais, anúncio e entrega de obras em várias cidades

 

Ao lado de Maura Jorge – e sem máscara – Roberto Rocha foi apresentado como aliado no município de Lago da Pedra

O senador Roberto Rocha (PSDB) teria a dura missão de renovar o mandato de senador em 2022, desta vez como candidato da oposição ao atual governo maranhense, ao contrário do que ocorreu em 2014.

Mas ao que parece, Rocha se movimenta não para concorrer à reeleição, mas como pré-candidato cada vez mais à vontade ao Governo do Estado.

É na condição de liderança estadual que o senador do PSDB tem se movimentado na capital e no interior maranhense, sempre fortalecendo candidatos de oposição nas eleições municipais.

No último fim de semana, Rocha esteve em Lago da Pedra e região, ao lado da também oposicionista Maura Jorge.

O senador mobilizou na região diversos outros prefeitos e candidatos a prefeito nas eleições de outubro, numa pré-campanha casada entre 2020 e 2022

A disposição ainda não assumida de disputar o governo tem incluído o tucano em listas de pesquisas, como a do Ibope, que o mostrou em segundo lugar em São Luís, atrás do também senador Weverton Rocha (PDT).

E a mudança de rumo se dá no período em que o governador Flávio Dino (PCdoB) – tentando se incluir no cenário da corrida presidencial – também admite que pode concorrer ao Senado.

A Roberto Rocha, portanto, caberá a escolha entre enfrentar os candidatos de Dino ou o próprio Dino.

Missões difíceis, sejam quais forem as circunstâncias…

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Roberto Rocha volta a pressionar por desistência de Wellington…

Senador do PSDB teme que um eventual segundo turno em São Luís possa levar à derrota de Eduardo Braide, que vem apresentando pequena, mas constante queda nas pesquisas; projeto passaria por aliança também com o grupo do deputado Josimar de Maranhãozinho

 

Josimar de Maranhãozinho passou a ser fundamental para a eleição de Eduardo Braide, no entendimento de Roberto Rocha

O senador Roberto Rocha (PSDB) voltou a articular o projeto de tomada de poder estadual passando pelas eleições municipais de 2020.

Para o tucano, é fundamental garantir a eleição do deputado federal Eduardo Braide em primeiro turno, evitando uma batalha contra as máquinas do governo e da prefeitura em um eventual segundo turno.

Diante dos números do Ibope, que mostraram queda de Braide – ainda que inexpressiva – Rocha passou a atuar em duas frentes: a desistência de Wellington do Curso em São Luís e a reaproximação entre Braide e o também federal Josimar de Maranhãozinho (PL).

Os números do Ibope mostraram que há espaço para uma chapa alternativa na disputa interna que o grupo Flávio Dino (PCdoB) trava pelo governo em 2022, sobretudo se a vitória de Braide se consolidar.

Essa chapa teria Josimar de candidato a governador – com apoio de Braide – e com Roberto Rocha novamente de candidato a senador.

Rocha já chegou a cogitar a retirada da candidatura de Wellington do Curso, mas enfrentou resistência do deputado estadual; hoje, porém, o próprio Wellington já cogita deixar a disputa, desde que tenha garantido o apoio ao seu projeto eleitoral em 2022.

Antes resistente a uma renúncia em favor de Eduardo Braide, Wellington do Curso já estaria cogitando esta possibilidade nos bastidores

Diante da dificuldade de articulação do próprio Braide, Rocha quer também entrar no jogo para impedir que Josimar de Maranhãozinho alie-se ao vice-governador Carlos Brandão (PRB), o que fortaleceria a candidatura de Duarte Júnior (Republicanos).

E o fortalecimento de Duarte – aliado ao crescimento de Neto Evangelista (DEM) e Rubens Pereira Júnior (PCdoB) – seria a garantia de um segundo turno.

Tudo o que Roberto Rocha quer evitar em São Luís…

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Bolsonaro já repassou mais de R$ 1 bilhão ao Maranhão, diz Roberto Rocha

Senador maranhense diz que o montante em transferências voluntárias liberadas pelo presidente em apenas um ano e meio de governo supera em ajuda ao estado todos as gestões do PT juntas

 

Roberto Rocha em entrevista à rádio em que revelou o montante de R$ 1 bilhão repassadois voluntariamente por Bolsonaro a Flávio Dino

O senador Roberto Rocha (PSDB) afirmou esta semana que o governo Jair Bolsonaro já fez transferências voluntárias ao governo Flávio Dino (PCdoB)  que chegam a R$ 1 bilhão em um ano e meio.

Transferências voluntárias são aquelas em que não há obrigação do repasse por parte do ente federativo.

Segundo Rocha, esse montante repassado até o fim de junho supera todos os 14 anos do governo do PT juntos.

 Único senador maranhense aliado do governo Bolsonaro, Roberto Rocha destacou que  nunca na história do Maranhão tantos recursos federais contemplaram o estado em tão pouco tempo.

E atribui o fato, na maioria dos casos, ao livre diálogo e circulação que cultiva, tanto nos ministérios, quanto com o próprio atual presidente.

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Pedro Lucas quer urgência para incluir Maranhão no FNO…

Deputado federal pediu tramitação rápida do projeto de autoria do senador Roberto Rocha que garante ao estado a participação no Fundo Constitucional de Financiamento do Norte, garantido aos estados-membros da Sudam

 

Pedro Lucas articula aprovação rápida de projeto do senador Roberto Rocha beneficiando o Maranhão

O deputado federal Pedro Lucas Fernandes (PTB) pediu urgência na tramitação do Projeto de Lei nº 7434/17, que inclui parte do Maranhão na zona de aplicação do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO).

O projeto é de autoria do senador maranhense Roberto Rocha (PSDB), e já oi aprovado no Senado.

– Dois terços do Maranhão fazem parte da Amazônia Legal. Por isso, a inclusão do maranhão no FNO poderia ser a solução para o não fechamento das agências do Banco da Amazônia no estado – ressaltou Lucas.

Parte do Maranhão já está incluído na zona de influência e investimento da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), o que justifica a participação no FNO.

– Para os municípios, ter a disponibilidade dessas agências é extremamente necessário – concluiu o deputado federal.