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Braide sabia do contrato de R$ 18 milhões para seu amigo na Semus…

Ex-presidente da Comissão de Licitação, Washington Ribeiro Viegas, revelou à CPI da Câmara Municipal que investiga o escândalo na prefeitura de São Luís, ter sido recebido pessoalmente pelo prefeito, em seu gabinete, para tratar do contrato, “por conta do valor e do período eleitoral” 

 

Viêgas, ex-da CPL de Braide foi o primeiro a depor á CPI que investiga os contratos emergenciais do prefeito

O prefeito Eduardo Braide (PSD) recebeu pessoalmente em seu gabinete o ex-presidente da Comissão de Licitação da Prefeitura de São Luís, Washington Ribeiro Viêgas, para tratar do contrato de R$ 18 milhões da empresa Aroma & Sabor Alimentos LTDA (Pier 77) com a Secretaria de Saúde.

A revelação foi feita nesta quarta-feira, 29, à CPI da Câmara Municipal pelo próprio Viêgas, demitido sumariamente por Braide após o escândalo estourar na imprensa.

  • o contrato de R$ 18 milhões entre a Semus e a Píer 77 foi feito “em caráter emergencial”, sem licitação;
  • A empresa pertence a Arthur Henrique Segalla de Carvalho Pereira, amigo pessoal do prefeito;
  • o amigo pessoal foi seu assessor durante os anos em que Braide esteve na Assembleia;
  • Além de Washington Viêgas, Braide demitiu toda a cúpula da licitação em São Luís.

A conversa foi no sentido de que, apesar de eu falar dos pontos, dos atos que seriam ressalvados com relação a essa contratação, ele disse: ‘Washington, se houver possibilidade jurídica para que essa contratação siga, que ela siga. Se não houver, a gente vai pensar em outra coisa’”, declarou Viêgas.

O ex-presidente da CPL contou ainda aos vereadores que após a conversa com Braide decidiu encaminhar parecer à própria Secretaria de Saúde propondo sindicância para descobrir a causa da demora no processo regular de contratação.

Também orientou para que o novo fornecedor e a cotação de preços fosse por dispensa eletrônica, o chamado “preguinho”.

Mas foi exonenado da função antes de saber se as diretrizes sofram seguidas…

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A enrascada dos diabos em que Braide se meteu com a “Cidade do Carnaval”…

Prefeito de São Luís cancelou um contrato legítimo com uma entidade agora atestada pelo Ministério Público, contratou outra já condenada pelo Tribunal de Contas e ainda demitiu servidores da secretaria da Cultura dando a entender que cometeram irregularidades, expondo inclusive seu próprio secretário da pasta

 

Ao que tudo indica, Braide meteu os pés pelas mãos coma Cidade do Carnaval e cometeu ainda mais erros tentando juntar o caldo derramado

 

Análise da Notícia

O jornalista Clodoaldo Corrêa expôs em seu blog nesta quinta-feira, 8, que a nova entidade contratada pela Prefeitura de São Luís para organizar a Cidade do Carnaval – o “Instituto Solis” – foi condenada pelo Tribunal de Contas do Estado em 2022, o que viola os próprios termos do chamamento público. (Leia aqui)

Também nesta quinta-feira, 8, o jornalista Gilberto Léda trouxe a informação que o Ministério Público não encontrou nenhum tipo de irregularidade no “Instituto Juju e Cacaia – Tu és uma bênção” – a primeira instituição contratada para o carnaval – e recomendou que a prefeitura retome o contrato cancelado. (Leia aqui)

Está claro que o prefeito Eduardo Braide (PSD) meteu-se em uma enrascada daquelas ao montar a Cidade do Carnaval a toque-de-caixa para tentar medir forças com o governo Carlos Brandão (PSB).

Este blog Marco Aurélio d’Eça sempre questionou os motivos de Braide cancelar o contrato com a “Juju e Cacaia” e, pior ainda, demitir o próprio secretário de Cultura, Marco Duailibe, e seu dois principais auxiliares – sem dizer exatamente o que ocorreu com o contrato; esse questionamento pode ser lido no post “‘Instituto Juju e Cacaia’ diz que era tudo legal no contrato com a prefeitura…” e no post “Escândalo de R$ 7 milhões do carnaval derruba secretário de Cultura…”.

Este blog ainda mantém as mesmas perguntas:

  • Por que o contrato com a Juju e Cacaia foi cancelado?;
  • Por que os servidores Aulinda Lima e Jean Felipe Martins foram exonerados?;
  • Por que o secretário de Cultura Marco Duailibe foi demitido?;
  • Quem montou a estrutura para a realizaçaõ do Carnaval da prefeitura?

Braide se perdeu tentando fazer um carnaval “Pica das Galáxias” no último ano de sua gestão e agora se vê às voltas com o desgaste de ter que assumir seus erros em plena campanha.

Talvez essa situação – além da greve de ônibus que ele tentou encerrar pelo instagram – explique seu sumiço das redes sociais desde terça-feira, 6…

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A espera de um “laranja”, Duarte finge que denúncia contra Braide não lhe diz respeito

Escândalo recente envolvendo o carnaval em São Luís foi o primeiro teste de uma nova postura orientada pelo Palácio dos Leões ao seu candidato a prefeito, que passou pelo episódio em meio a entrevistas com testemunhos de vida e pregações em igrejas, sem fazer comentários, esperando que outros se desgastem no embate com o atual ocupante do Palácio La Ravardiere

 

SANTO ADVERSÁRIO. Enquanto Braide sofria com denúncias, Duarte ficava longe da polêmica, com testemunhos de vida e imagens de joelhos em igrejas

O pré-candidato do PSB a prefeito de São Luís, Duarte Júnior, adotou uma postura diferente da usual no episódio envolvendo suspeitas de corrupção na gestão do prefeito Eduardo Braide (PSD) em um contrato de R$ 7 milhões para o carnaval; enquanto Braide sofria as agruras da repercussão negativa, Duarte dava testemunhos de vida em entrevista e pregava em igrejas.

Essa postura adotada pelo candidato socialista, segundo apurou este blog Marco Aurélio d’Eça, é o objetivo do Palácio dos Leões para tirá-lo do embate direto com Braide no primeiro turno; para complementar a estratégia, o governo busca uma espécie de “laranja” para fazer o contraponto a Braide.

Na base do governo Carlos Brandão (PSB), que apoia Duarte, há pelo menos mais dois pré-candidatos postos à disputa – Neto Evangelista (União Brasil) e Dr. Yglésio Moyses (ainda no PSB) – mas nenhum deles aceita assumir o papel de laranja.

Uma outra alternativa seria estimular a candidatura do deputado Wellington do Curso (sem partido), desde que ele se submetesse ao projeto governista.

O escândalo envolvendo o contrato de R$ 7 milhões para o carnaval desgastou significativamente a imagem de Eduardo Braide, que navegava incólume rumo à reeleição; mas do que isso, no entanto, o que chamou a atenção foi a absoluta distância de Duarte Júnior da polêmica.

O Palácio dos Leões espera até abril para definir o laranja governista.

E será este o responsável pelos ataques…

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Escândalo de R$ 7 milhões da Juju e Cacaia derruba secretário de Cultura de Braide…

Contrato da prefeitura de São Luís com o Instituto de Educação da Cidade Olímpica manchou o projeto Cidade do Carnaval faltando pouco mais de uma semana para o início do carnaval na capital maranhense

 

Braide já demitiu três altos servidores do setor de Cultura da prefeitura, mas não explicou o que há de errado com o contrato do Instituto Juju e Cacaia

O Diário Oficial do Município trouxe na noite desta terça-feira, 30, em edição extraordinária, a demissão do secretário municipal de Cultura, Marquinho Duailibe; ele cai uma semana depois do início da repercussão do contrato de R$ 6,9 milhões firmado com o “Instituto de Educação Juju e Cacaia – Tu és uma benção.”

Embora nenhuma irregularidade formal tenha sido apresentada – uma vez que a entidade tem as prerrogativas necessárias para realizar os eventos da prefeitura – a simples divulgação do contrato levou o prefeito Eduardo Braide (PSD) a decisões drásticas nos últimos dias, até culminar com a demissão do  próprio titular da Secult.

O noticiário do contrato com o “Juju e Cacaia” – que já tem parceria antiga com a própria gestão Braide – começou despretensiosamente ainda na quinta-feira, 25, e ganhou repercussão durante o fim de semana; na segunda-feira, 29, a prefeitura anunciou a suspensão do contrato e do pagamento, além de demitir dois auxiliares de Marquinhos Duailibe.

A demissão do secretário se deu em edição extra do Diário Oficial do Município na noite desta terça-feira, 30

Nas últimas 24 horas novas revelações sobre as relações da gestão de Braide com o instituto levaram a mais notas de esclarecimento e manifestações de autoridades de controle e fiscalização, até culminar com a demissão do secretário de Cultura, nesta noite.

Eduardo Braide tem dois dias para explicar à opinião pública como se dará o pagamento da estrutura e dos artistas do último final de semana da Cidade do Carnaval, além de ter que organizar toda a pasta da cultura e o carnaval de São Luís faltando apenas uma semana para a festa.

Até agora não há informações sobre o novo secretário de Cultura de São Luís…

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Eduardo Braide acusa o golpe do escândalo da Cidade do Carnaval…

Prefeito exonerou dois servidores graduados da Secretaria Municipal de Cultura após vir à tona contrato de quase R$ 7 milhões com uma Escola Comunitária para realização de eventos no pré-carnaval de São Luís

 

Sede do instituto que gerou as demissões na Secretaria de Cultura da gestão de Eduardo Braide

O prefeito Eduardo Braide (PSD) demitiu nesta segunda-feira, 29, a chefe de gabinete da Secretaria Municipal de Cultura, Aulinda Mesquita Lima, e o analista jurídico da pasta, Jean Felipe Martins; as demissões ocorreram após repercussão negativa de um contrato de quase R$ 7 milhões que a Secult firmou com uma escola comunitária para realização de festas carnavalescas.

A denúncia começou a ser feita em blogs de São Luís ainda na semana passada; diante da repercussão negativa, a Controladoria-geral do município informou que o dinheiro não foi repassado à entidade; em seguida, anunciou-se o rompimento do contrato; e hoje saíram as demissões dos dois servidores.

Mas não é a primeira vez que o “Instituto de Educação Juju e Cacaia-tu és uma Benção”, localizado na Cidade Olímpica, presta serviços deste tipo para  gestão de Eduardo Braide; em junho de 2023, a prefeitura pagou R$ 370 mil à mesma entidade para realização de festas de São João.

Desta vez, o escândalo veio à tona por causa dos atropelos da prefeitura para montar sua agenda de pré-carnaval.

Resta saber agora como a prefeitura fará para pagar o pré-carnaval.

E quem será o operador da festa…

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Compra falsa de respiradores põe Flávio Dino na mira da Polícia Federal

Operação desencadeada nesta terça-feira em quatro estados do Nordeste envolve também o ex-governador maranhense e seu ex-secretário de Saúde, que participaram do escândalo de milhões durante a pandemia

 

Flávio Dino foi um dos mais ativos defensores da compra de respiradores pelos governadores do Nordeste

A operação da Polícia Federal desencadeada nesta terça-feira, 26, nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e no Distrito Federal põe o ex-governador Flávio Dino na mira das investigações.

Como governador do maranhão, em 2020, no pico da pandemia de coronavirus, Dino e seu então secretário de Saúde, Carlos Eduardo Lula, participaram do Consórcio Nordeste para a compra de 300 respiradores, que nunca foram entregues.

A operação desta quarta-feira é apenas a primeira de uma série, que deve envolver todos os estados nordestinos.

O escândalo da falsa compra de respiradores se deu no auge da pandemia; os estados nordestinos decidiram comprar, em consórcio, os equipamentos para uso nas UTIs, mas as empresas nunca entregaram a compra.

Só o Maranhão teve um prejuízo R$ 9 de milhões; Flávio Dino nunca se movimentou para recuperar o dinheiro.

Leia também:

Flávio Dino pagou três vezes mais por respiradores que não recebeu…

Empresa que não entregou respiradores quer negociar devolução do dinheiro…

De como o consórcio de governadores causou rombo financeiro ao Nordeste…

Apesar de os órgãos de controle do Maranhão – TCE, Ministério Público e Tribunal de Justiça – ignorarem o escândalo, a Polícia Federal continuou investigando, o que resultou na operação de hoje.

Flávio Dino e o secretário de Saúde têm responsabilidade direta sobre a compra nunca recebida…

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Blog revela que WTorre foi enganada na aquisição de área no Cajueiro…

Em duas matérias com documentação, Filipe Mota mostra que a área de onde foram expulsas várias famílias pelo governo Flávio Dino fora adquirida em uma espécie de pirâmide financeira

 

MORADOR ACOMPANHA, DESOLADO, A DESTRUIÇÃO DE SUA CASA POR TRATORES escoltados pela Polícia Militar, mesmo sem ordem de desapropriação

O blog do Filipe Mota revelou nesta sexta-feira, 16, com exclusividade, que a empresa WTorre, responsável pela construção do Porto São Luís, na área do Cajueiro, pode ter sido enganada por uma corretora de nome BC3 HUB.

De acordo com Mota, que publicou os documentos, a BC3 “teria se passado como proprietária da área com uma documentação comprovando um ato jurídico de aquisição do imóvel, por meio de títulos de cessão de direitos hereditários (Certidão de Cadeia Sucessória)”.

CERTIDÃO DE CADEIA SUCESSÓRIA “ADQUIRIDA” PELA BC3 HUB; escândalo pode envolver agentes públicos do governo e do Judiciário

Em outra reportagem, o blog revela que a gleba já havia sido assentada, ainda no segundo mandato da governadora Roseana Sarney (MDB), em 2001. E que a Certidão de Cadeia Sucessória não permite a venda da área. (Leia os posts de Filipe Mota aqui e aqui)

O blog Marco Aurélio D’Eça teve acesso a outros documentos, que apontam o desespero da WTorre em regularizar as terras – e o envolvimento de agentes públicos dos poderes Executivo e Judiciário.

Mas esta é uma outra história…

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Zé Inácio indica medalha da Assembleia ao jornalista Glenn Greenwald..

Responsável pelo site The Intercept, americano que mora no Brasil é responsável pela revelação do maior escândalo de manipulação política da história recente do país, envolvendo o ex-juiz Sérgio Moro e procuradores da Lava Jato

 

PREMIADÍSSIMO NO MUNDO INTEIRO, GREENWARD É RESPONSÁVEL POR TIRAR A MÁSCARA DO EX-JUÍZ SÉRGIO MORO e revela um dos piores escândalos políticos do Brasil

O deputado estadual Zé Inácio (PT) encaminhou à mesa diretora da Assembleia Legislativa,  Resolução que concede Medalha do Mérito Manuel Beckman ao jornalista Gleen Greenwald.

O jornalista é responsável pelo site Intercept Brasil e por uma série de matérias, que vem sendo publicadas desde o último domingo, que tornaram públicas mensagens em que o ex-juiz e hoje ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, orienta as ações da operação Lava Jato ao procurador da República Deltan Dallagnol. A ação do coordenador da força tarefa em Curitiba que levou à prisão em abril de 2018 o ex-presidente Lula.

“Homenagear o jornalista Gleen Greenwald com a Medalha Manuel Beckman é reconhecer as suas grandes contribuições através do jornalismo investigativo, sempre defendendo o Estado Democrático de Direito. Além disso, importante destacar o esforço dele no sentido de denunciar inúmeras ações de espionagem praticadas contra o Brasil, principalmente as que foram levadas a efeito pelo governo norte-americano, e, com isso, proteger a soberania nacional e a dignidade do cidadão brasileiro, circunstâncias que o credenciam a receber a referida Medalha”, disse Zé Inácio.

Em 2009 Greenwald trouxe a público informações divulgadas pelo site WikiLeaks que revelam que o governo dos EUA pressionou autoridades ucranianas para emperrar o desenvolvimento do projeto conjunto Brasil-Ucrânia de implantação da plataforma de lançamento dos foguetes Cyclone-4 (de fabricação ucraniana) no Centro de Lançamentos de Alcântara , no Maranhão.

ZÉ INÁCIO ENTENDE QUE O JORNALISTA DEVE RECEBER A MEDALHA DO MÉRITO LEGISLATIVO PELOS RELEVANTES TRABALHOS PRESTADOS AO BRASIL e consequentemente ao Maranhão

E em setembro de 2013 o programa Fantástico, baseado em documentos fornecidos por Edward Snowden a Greenwald, revelou que a Agência de Segurança Nacional (NSA) vinha espionando a Petrobrás com fins de beneficiar os americanos nas transações com o Brasil. Ainda em 2013, em reportagem com a jornalista Sônia Bridi, Greenwald revelou que além de grandes empresas como a Petrobrás, a então presidente do Brasil, Dilma Rousseff, foi espionada pelo governo americano.

A partir de então, as revelações têm provocado reação em todos os países do mundo e na comunidade de especialistas na segurança da Internet.

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Exoneração de capelães não livra Flávio Dino de crime eleitoral e do risco de cassação…

Após escândalo da farra de nomeações de padres e pastores em troca de apoio eleitoral, líderes religiosos começam a deixar os cargos, pressionados por suas igrejas, numa espécie de confissão e culpa da troca de favores que passou a reinar no segmento evangélico

 

FARRA DE CAPELÃES. Flávio Dino ao lado dos pastores fardados que exercem cargos de oficiais militares sem terem prestado concurso público

Trata-se de uma confissão de culpa a exoneração dos capelães nomeados sem concurso pelo governador Flávio Dino (PCdoB) na estrutura da Segurança Pública.

Após o escândalo dessas nomeações – em troca de apoio político nas igrejas – pastores e padres que haviam negociado a ocupação de postos na Polícia Militar, no Corpo de Bombeiros e na Secretaria Penitenciária resolveram entregar os cargos.

Foram exonerados nos últimos dias os capelães Venino Aragão de Sousa, que past0or evangélico e estava nomeado na Secretaria de Administração Penitenciária, e o padre Moises Pereira Dias.

OCULTAÇÃO DE CRIME. Diário traz a exoneração do pastor Venino, importante líder evangélico

Mas a exoneração não livra Flávio Dino de responder por crime eleitoral e improbidade administrativa, o que pode levá-lo à perda do mandato.

Mesmo porque, as exonerações estão sendo substituídas por outras nomeações, tão criminosas quanto as primeiras.

A farra dos capelães foi denunciada por este blog ainda em 2017, e ganhou corpo na imprensa nos últimos meses, com a nomeação de inúmeros pastores evangélicos em troca de apoio a Dino nas igrejas. (Relembre aqui)

O escândalo manchou a reputação, sobretudo dos líderes da Assembleia de Deus, e foi denunciado à Justiça e ao Ministério Público Eleitoral. (Entenda aqui, aqui e aqui)

E pode levar à cassação do governador…

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Contrato desmente secretário de Saúde sobre aluguel da Clínica Eldorado…

Secretaria de Saúde afirmou em nota à TV Mirante que os valores pagos pela reforma seriam descontados dos aluguéis, o que é descartado na cláusula 8, item 8.2 do documento assinado pelo próprio titular da pasta

 

Placa que mostrava a clínica ainda em obra, um ano depois de alugada, foi retirada esta semana pelo governo

O governo Flávio Dino (PCdoB) mentiu ao tentar esclarecer o contrato de aluguel da Clínica Eldorado, pago desde agosto de 2016 sem que alguém tenha sido atendido no local.

Ao tentar explicar porque o governo paga, além do aluguel, mais R$ 900 mil por uma reforma no prédio, a Secretaria de Saúde emitiu nota à TV Mirante alegando que os valores pagos pela obra seriam descontados do aluguel.

Não é o que diz o contrato assinado pela própria Secretaria de Saúde; na cláusula 8, item 8.2, o documento deixa claro:

“As benfeitorias úteis, desde que autorizadas, não serão indenizáveis”.

O governo vai, portanto, arcar com despesas milionárias em um prédio que deveria estar pronto desde o início do contrato de aluguel.

E ao dizer o contrário, os comunistas mentiram mais uma vez à população.

Simples assim…