1

Assis Ramos diz que radialista agredido é recorrente em provocação…

Prefeito de Imperatriz agrediu o comunicador Justino Filho, assume o erro e diz que a vítima fazia a mesma coisa com o ex-prefeito Sebastião Madeira

 

ASSIS RECONHECE O ERRO DE TER AGREDIDO RADIALISTA, mas aponta provocações na postura do comunicador

O prefeito de Imperatriz, Assis Ramos (DEM), justificou as agressões ao radialista Justino Filho, alegando que, acima das críticas, o comunicador passou a atacá-lo de forma pessoal.

– Não tenho sangue de barata – disse Assis Ramos (DEM), nesta sexta-feira, 10.

Mesmos assim, o prefeito reconhecer que errou e diz estar pronto para pagar pelos seus erros.

– Eu sei que tá errado, vou responder pelos meus erros. Mas não vou aceitar isso. Sou pai de família, tenho uma filha de 17 anos, que vai ficar vendo ele me chamar de corrupto? Vai pra Secretaria de Esporte me esculhambar?! Foi provocar lá dentro – completou.

JUSTINO FILHO ALEGA TER SIDO SURPREENDIDO PELO PREFEITO ao chegar à Secretaria de Esportes

Justino Filho denunciou a agressão em suas redes sociais.

Ele confirmou que estava na Secretaria de Esportes para conversar com o titular da pasta, Bispo Eudes, quando foi surpreendido pelo democrata.

– De repente o prefeito veio, num ato de covardia, aqui na secretaria, alguém disse para ele, e ele pegou, veio e me agrediu covardemente – declarou, em vídeo que já circula nas redes.

Assis Ramos, por sua vez, reclama que o comunicador o provocou dentro da secretaria.

– Uma coisa é criticar a gestão, outra é me atacar. Ele há dias vem me chamando de corrupto, dizendo que eu já era corrupto na polícia [Ramos é delegado da Polícia Civil]. E hoje, ele me esculhambou na frente dos meus servidores – declarou.

O caso será apurado pela polícia de Imperatriz…

0

Sete anos depois assassinato de Décio Sá continua obscuro…

Suspeitas de manipulação de inquérito, acusações contra membros do Ministério Público e da polícia – e um estranho silêncio da Justiça – marcam as investigações e o processo envolvendo políticos, policiais, empresários e criminosos de todo tipo

 

TÚMULO DO JORNALISTA DÉCIO SÁ: após o enterro, o silêncio de “colegas jornalistas” “políticos amigos”, policia, Ministério Público e Justiça

Há um estranho silêncio entre políticos, policiais, membros do Judiciário e até da imprensa quando o assunto é a morte do jornalista Décio Sá.

Curiosamente, muitos desses políticos e jornalistas que hoje se calam diante da evidência de manipulação do inquérito policial que apurou o assassinato, eram os mesmos que batiam no peito dizendo-se “amigo e aliado” do jornalista.

Décio Sá foi assassinado no dia 23 de abril de 2012, em um restaurante na Avenida Litorânea.

Quase dois meses depois, em 13 de junho, a polícia apresentou os supostos responsáveis, misturando no mesmo rol gente da polícia, empresários, políticos, agiotas e bandidos cruéis.

Mas a lógica que levou à motivação do crime nunca foi claramente explicada; nem pela Polícia, muito menos pelo Ministério Público ou pela Justiça. (Entenda aqui e aqui).

Apontado como agenciador do pistoleiro que executou Décio, o ex-empresário José Raimundo Sales Chaves Júnior, o Júnior Bolinha, acusou desde sempre empresários da construção civil pela morte do jornalista.

O blog Marco Aurélio D’Eça chegou a publicar a carta de Bolinha encaminhada à Justiça, mas foi obrigado a retirá-la da página no dia 5 de agosto de 2013, por decisão do juiz Sebastião Joaquim Lima Bonfim.

JÚNIOR BOLINHA: PEÇA-CHAVE, IGNORADO PELA POLÍCIA, isolado pela Política e desprezado pela Justiça e pela sociedade

Segundo Bolinha, à época, houve uma trama nos porões da Secretaria de Segurança para direcionar o caso – prendendo bodes expiatórios e protegendo figurões da alta sociedade, ligados a políticos.

E essa trama teria envolvido políticos  com poder à época, empresários e policiais do comando da Secretaria de Segurança.

De lá para cá, muitas têm sido as tentativas de reabrir o caso, todas esbarrando na má vontade da Justiça, do Ministério Público e da própria polícia.

Último a tentar ouvir novas versões do caso, o delegado Ney Anderson foi transferido da Seic após ouvir Júnior Bolinha e outras testemunhas.

O fato é que, sete anos depois, a morte do jornalista tem um autor preso – o pistoleiro Jonathan de Souza – outros 12 supostos envolvidos pronunciado a Júri popular, mas em liberdade, e uma série de furos que a polícia, a justiça e o Ministério Público se recusam a esclarecer.

E tudo parece caminhar para o esquecimento.

Por parte dos próprios colegas, inclusive…

Leia também:

Juiz arquiva pedido de Raimundo Cutrim para nova investigação do caso Décio…

Júnior Bolinha desabafa e conta tudo em audiência na Justiça…

As confissões de Jonathan de Souza….

O misterioso caso Valdêmio…

2

Juscelino quer combate mais duro ao crime organizado…

O deputado federal Juscelino Filho (DEM) defendeu um combate mais firme ao crime organizado no país, principalmente em relação à questão dos assaltos a banco. Em entrevista à Rádio Mirante AM, o parlamentar mostrou-se preocupado com as recentes ações criminosas no interior do Maranhão.

No domingo (9), por exemplo, a agência bancária da cidade de Arame foi alvo dos bandidos.

“Sou totalmente favorável [a um combate mais firme]. Lugar de ladrão é na cadeia, não é solto não. O que nós pudermos endurecer nas penas para esse tipo de bandido temos que endurecer sim. É fato que, quando eles saem da cadeia atualmente, acabam fazendo ainda pior. Acredito que o próximo presidente [Jair Bolsonaro] vai endurecer nessa linha contra o crime organizado”, afirmou o deputado.

Para o democrata, o fortalecimento do combate ao crime organizado é fundamental, uma vez que quando há assaltos a agências bancárias, vidas de pessoas são postas em perigo.

“Essa questão dos assaltos é complicada. A questão não é o prejuízo para o banco que tem seguro, mas são vidas de pessoas que ficam em risco naquele momento. Recentemente tem acontecido alguns fatos que têm deixado a população insegura no interior do Maranhão e de outros Estados”, disse.

Outro aspecto importante é a influência negativa destas práticas criminosas à economia de um município. No Maranhão, várias agências foram fechadas após assaltos, o que prejudicou diretamente a vida da população. Tanto que o deputado Juscelino Filho tem atuado bastante no intuito de evitar que as cidades maranhense percam suas agências.

“Tivemos ação em alguns municípios de bases nossas do interior que já tinham a definição de fechamento de suas agências. Nós agimos, junto à presidência do Banco do Brasil, para poder garantir essas reaberturas e conseguimos, com êxito, reabrir algumas. Hoje, já estão em funcionamento as agências de Lima Campos e de Gonçalves Dias. A de Olho d’Água das Cunhãs, acredito que estará reabrindo em breve. Só quem sabe a importância dessas agências são os moradores desses municípios. Por isso, fomos para cima e conseguimos garantir que a economia dessas cidades girem, para que as pessoas não tenham que ir a outros municípios em busca de um banco”, concluiu o deputado federal.

da assessoria

1

Pinheiro: baseado em denúncia falsa, policiais prendem apresentador de TV

Representantes da 5ª Delegacia Regional invadiram hospital em busca de supostos falsos médicos e foram criticados pelo apresentador, que recebeu ordem de prisão de um dos delegados

 

Após enviar investigadores para averiguar suposta denúncia verbal e sem provas documentais de que um “falso médico” estaria prestando atendimentos oftalmológicos no Centro de Especialidades Médicas – CEMP em Pinheiro, o delegado da 5º Delegacia Regional da Polícia Civil conduziu funcionários do Hospital BSM para prestar depoimento.

Mesmo os próprios investigadores da polícia civil tendo comprovado “in loco” que as denúncias eram falsas, receberam ordens para conduzir todos os profissionais de forma constrangedora e sem a devida presença de advogados, até a delegacia.

Em depoimento, foi constatado que não existia nem indícios de crime, visto que todos os profissionais estavam habilitados para prestarem o serviço a comunidade, sendo liberados logo em seguida juntamente com os materiais apreendidos.

Mesmo não sendo o delegado titular do inquérito, Carlos Renato, se utilizando da sua função de Delegado Regional, concedeu entrevista sobre o caso se contradizendo em vários momentos.

Após o almoço, um apresentador da TV cuja outorga é municipal, questionou a conduta do delegado e relembrou em programa ao vivo, uma suposta “rixa” antiga que Carlos Renato possui com o atual prefeito de Pinheiro em razão de um bloqueio policial em que o carro do atual gestor foi alvejado com tiros.

O delegado Carlos Renato deslocou todas as viaturas para prender o apresentador durante o programa.

O delegado disse que estava denunciando o apresentador como cidadão comum alegando calúnia, mas deu a ordem de condução do acusado como Delegado Regional de Pinheiro.

Ainda usando de sua autoridade como delegado Regional, Carlos Renato coagiu o conduzido a gravar um vídeo de retratação filmado pelo celular do próprio delegado sem a presença dos advogados, infringindo um direito constitucional do acusado.

O apresentador pagou fiança e já foi liberado.

Do blog de Marcelo Vieira

5

A reviravolta do caso Décio: mais uma vitória deste blog…

Desde o início das investigações, o direcionamento policial e do Ministério Público foi sustentado nesta página, o que agora é confirmado em depoimentos já colhidos pela cúpula da Segurança Pública

 

CINCO ANOS LONGE DO SOL. Os “culpados” apresentados pela polícia;  Ministério Público endossou a tese, mesmo diante da falta de nexo

Editorial

Este blog sustentou uma tese única para contestar a versão da polícia e do Ministério Público sobre a morte do jornalista Décio Sá, ocorrida em abril de 2012.

Desde o início, as incongruências, a falta de nexo causal e os furos na investigação foram descritos de forma sucinta, clara e com argumentos incontestáveis. (Releia aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui)

Mas este blog pagou um preço altíssimo por isso, que vai desde o desprezo da tese pela própria imprensa maranhense até processos judiciais que, felizmente, foram arquivados pelo vazio das acusações.

Por isso, a revelação de que fatos novos indicam reviravolta no caso Décio Sá – e apontam para o mesmo encaminhamento dado por este blog há cinco anos – chega como uma espécie de regozijo.

De acordo com o que divulgou o blog de Neto Ferreira, o promotor-chefe do Grupo de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público, Marco Aurélio Rodrigues, teria adulterado o depoimento de um homem identificado por Eduardo Lira, dado em Santa Inês, na época do crime.

Leia também:

A farsa chamada Jhonatan de Souza…

Justiça começa a desmontar a farsa do caso Décio…

Júnior Bolinha desabafa e conta tudo…

POPSTAR DO CRIME. Exposto à mídia nacional, Jhonatan de Sousa só falou o que quis, ou que teve orientação para falar

Durante as investigações do assassinato de Décio Sá, apareceram ao menos três possibilidades de autoria, todas com diversas pessoas envolvidas. A polícia e o Ministério Público optaram por uma delas, mesmo com todas as incongruências das provas.

Curiosamente, a linha adotada era a que tinha o menor número de “figurões” citados.

A reabertura do caso Décio Sá foi determinada pelo procurador-geral de Justiça, Luiz Gonzaga Coelho; e pelo menos cinco pessoas já foram ouvidas pelo Departamento de Combate ao Crime Organizado (DCCO) da Superintendência de Investigações Criminais (Seic).

Qualquer que seja o resultado das investigações – deem em nada ou não – este blog já se sente, mais uma vez, orgulhoso pela capacidade de ver além do óbvio.

E de acreditar no seu poder de discernimento e investigação.

Simples assim…

4

Thiago Bardal é mesmo investigado por milícia…

Superintendente da SEIC está sendo ouvido pela polícia e cria um problema sério para o governo Flávio Dino, que pode ter em seus quadros mais um envolvido em delitos

 

Thiago Bardal estava no comando da SEIC e foi investigado por milícia

O governo Flávio Dino (PCdoB) exonerou na tarde desta quinta-feira, 22, o superintendente de Investigações Criminais da Polícia Civil do Maranhão, Thiago Bardal, um dos seus homens de confiança.

Bardal aparece como envolvido em um esquema de milícias montada em São Luís – com a particpação também de policiais militares.

Ele está sendo ouvido desde o meio da tarde de hoje, por membros da Secretaria de Segurança Pública – incluindo o próprio secretário Jefferson Portela – já na condição de investigado.

A exoneração se deu por “quebra de confiança”, segundo o governo.

Em mais um caso de constrangimento para o próprio governo…

2

Justiça solta último acusado do caso Décio ainda preso…

Apontado como um dos mandantes do assassinato do jornalista, o empresário Júnior Bolinha foi beneficiado por decisão do Tribunal de Justiça; diante do fato novo, cinco anos depois, a morte de Décio ainda segue sem solução

 

ARQUIVO VIVO. Bolinha também agora é homem livre

O empresário Júnior Bolinha foi solto hoje por decisão da Justiça.

Ele é apontado como um dos articuladores do assassinato do jornalista Décio Sá, morto em abril de 2012, na avenida Litorânea, em São Luís.

Com a decisão, todos os denunciados pelo crime – à exceção do executor, Jonathan de Sousa, já condenado – estão livres.

De fato, diante da liberdade de Fábio Capita, Fábio Buchecha, José Miranda e Gláucio Alencar – todos pronunciados a Júri Popular – não fazia sentido que apenas Júnior Bolinha continuasse atrás das grades.

Leia também:

Livre, Gláucio Alencar vai a morro na Litorânea…

Motos e pick-ups na trilha de Fábio Capita…

Um criminoso chamado Fábio Buchecha...

EM CIMA DO MORRO. Gláucio Alencar já havia recebido a liberdade desde a semana passada

Em 2014, Bolinha assinou uma carta – encaminhada à Justiça, publicada neste blog e em outros veículos de comunicação – em que dá detalhes e aponta o que considera os principais responsáveis pela morte de Décio Sá. (Relembre aqui, aqui e aqui)

Nem a polícia, muito menos o Ministério Público ou a Justiça levaram em consideração as revelações do empresário, embora todas as informações da carta pudessem ser comprovadas.

Diante da liberdade dos acusados e dos furos na investigação e na instrução processual, o caso Décio Sá é mais um que segue sem solução no estado.

E a vítima é a única presa…

10

Com nova regra para IPVA, Wellington tenta corrigir arbitrariedade estatal…

Projeto do deputado proíbe a apreensão de veículos com o imposto atrasado, por entender inconstitucional, uma vez tratar-se de bem privado; outros tipos de punição, como restrição ao crédito, é a saída mais adequada

 

ARBITRARIEDADE
São comuns as blitzen nas grandes cidades com o claro intuito de forçar cidadãos a pagar IPVA atrasado

O deputado estadual Wellington do Curso (PP) decidiu tornar lei uma questão há tempos discutida na sociedade, mas nunca com debate aberto como o que ele propõe agora.

O projeto do parlamentar proíbe a apreensão de veículos que estejam com o IPVA atrasado.

– Essa conduta é arbitrária, é ilegal, pois tem o intuito coercitivo da cobrança do imposto, do tributo. O que nós estamos apresentando, nesta Casa, é o Projeto de Lei 099 que na verdade é a atenção e o apoio aos motoristas, à população. Estamos dizendo que eles vão ficar como devedores, de forma ilegal? Não. Só estamos dizendo que o proprietário de veículo não pode ser penalizado com a retirada do seu bem, com a retirada do seu veículo – disse.

A argumentação de Wellington é perfeita em todos os seus aspectos.

Ou por acaso alguém já viu o governo simplesmente interditar a casa de um devedor de IPTU?

O veículo, assim como um imóvel, é um bem privado, particular, indevassável, segundo garante a própria Constituição. Não faz sentido que a polícia, braço do estado, se apodere dele pelo fato de seu IPVA estar atrasado.

ARBITRARIEDADE
Wellington abre um debate fundamental para estabelecimento de uma sociedade moderna, menos arbitrária

Os principais tributaristas do país têm o mesmo entendimento de Wellington do Curso e dizem ser inconstitucional a apreensão do veículo por atraso no IPVA. (Leia aqui)

Até porque, assim como no caso dos bens imóveis, o proprietário de um veículo vai acabar quitando o imposto devido mais cedo ou mais tarde, quando quiser negociar seu bem.

Até lá, a coerção adequada é a inscrição nos cadastros de restrições de crédito.

Tomar o bem de um cidadão é um crime estatal institucionalizado.

Parabéns a Wellington do Curso…

3

O caso Décio, os pesos diferentes para os acusados e a vida que segue…

Cinco anos depois do assassinato do jornalista, apenas Júnior Bolinha permanece preso; com o passar do tempo, as linhas mais lógicas de investigação vão sendo esquecidas e os envolvidos – vítimas colaterais e acusados – voltando à vida normal

 

O tempo passou
Décio Sá está morto a cinco anos; e para muitos, a vida seguiu seu rumo normalmente

O assassinato do jornalista Décio Sá completa cinco anos neste domingo, 23.

Com o passar do tempo, muita gente próxima à vítima já até esqueceu o crime e seguiu sua vida, como se nada tivesse acontecido; outros cumprem pena mesmo sem julgamento – e mesmo diante de evidências que apontam para outro sentido.

Este blog sempre questionou o resultado das investigações que apontaram os supostos mandantes do crime. Entende o blog que a polícia – e o Ministério Público – descartaram linhas de investigações que apontavam caminhos com maior nexo causal.

E até as decisões judiciais sobre os acusados parecem ter dois pesos e duas medidas.

Um exemplo foi a recente liberdade do acusado de ser o mandante do crime, Gláucio Alencar, que foi liberado para aguardar em casa o julgamento – que dificilmente ocorrerá ainda nesta década.

Mas a mesma Justiça negou o mesmo benefício a outro acusado nas mesmas circunstâncias, Júnior Bolinha, tido como agenciador do assassinato.

Pesos diferentes
Dos acusados, apenas Júnior Bolinha segue privado de liberdade, mesmo sem julgamento

Que dizer então das decisões que mantiveram os acusados Fábio Capita e Fábio Buchecha em liberdade, desde os primeiros meses após o crime, mesmo tendo, ambos, sido pronunciados a Júri Popular?

O caso Décio Sá entrou para o histórico do jornalismo policial maranhense como um desses rumorosos crimes em que o único preso é a vítima, que não volta mais.

Parentes, amigos, acusados e colegas todos seguiram seu rumo…

1

Júnior Verde visita Centro de Formação e Aperfeiçoamento da PM…

Verde com Becker e Odair, no Cefap

O deputado estadual Júnior Verde (PRB) visitou o Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças da Polícia Militar para conhecer a estrutura do local e colher demandas de melhorias. O parlamentar foi recepcionado pelo coronel Auceri Becker Martins, comandante do CFAP, que fez uma apresentação das necessidades estruturais da Unidade de Ensino.

Na oportunidade, o comandante garantiu que todos os esforços estão sendo feitos para desenvolver o processo de Ensino-Aprendizagem, e apresentou todas as instalações do Centro: salas de aulas, stand de tiro, auditório, refeitório, prédios administrativos, além das obras de expansão em andamento.

“É perceptível o esforço e a boa vontade daquele Comando e de sua equipe de trabalho para formar, aperfeiçoar e especializar os profissionais da Policia Militar do Maranhão, a fim de que possam prestar serviços de boa qualidade a população maranhense”, avaliou Júnior Verde.

Durante a visita, o parlamentar estava acompanhado do Cel. da PM Odair dos Santos Ferreira, que é instrutor do CFAP nas disciplinas de Direitos Humanos e Policiamento Comunitário, com experiência na área de Projetos Sociais e Articulação Comunitária da PMMA.

Júnior Verde comprometeu-se a buscar, junto ao Governo do Estado, investimentos para serem aplicados no Centro de Ensino, que ainda este ano prevê significativo aumento do efetivo.

“Prevenir é melhor do que remediar, por isso, essa atitude do deputado Júnior Verde é de extrema importância para atender aos apelos da população, estando sempre sensível a estes assuntos, até porque carrega nas veias o seu carinho pelos profissionais da Segurança Pública, sendo parte integrante dos quadros da Policia Civil maranhense”, destacou o coronel Becker.