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Presidente do TSE descarta prorrogação de mandatos…

Ministro Luiz Roberto Veloso, que assumiu o comando da Justiça Eleitoral nesta segunda-feira, 25, diz que esticar os mandatos para coincidir com 2022 “não é sequer cogitada entre os que decidirão a questão”

 

Luiz Roberto Barroso tomou pose ontem na presidência do TSE e falou sobre as eleições de 2020; ele é contra prorrogação de mandatos

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Luiz Roberto Veloso, descartou, ao tomar posse, nesta segunda-feira, 25, a prorrogação dos mandatos dos atuais prefeitos e vereadores.

– Prorrogação de mandatos, mesmo que por prazo exíguo, deve ser evitada até o limite; o cancelamento das eleições municipais, para fazê-las coincidir com as eleições nacionais em 2022, não é uma hipótese sequer cogitada – afirmou Barroso. 

Barroso já havia se manifestado contra a prorrogação dos mandatos mesmo antes de assumir o mandato no TSE; em abril, ele declarou que o adiamento, se correr, será apenas “em algumas semanas”. (Relembre aqui)

Na entrevista de ontem, após tomar posse, o ministro voltou a tratar deste tema, mantendo a mesma posição.

– Em conversas preliminares com os Ministros da casa, com o Presidente do Senado e com o Presidente da Câmara, constatei que todos estamos alinhados em torno de algumas premissas básicas: as eleições somente devem ser adiadas se não for possível realizá-las sem risco para a saúde pública; em caso de adiamento, ele deverá ser pelo prazo mínimo inevitável – declarou.

O debate no Congresso Nacional sobre as eleições de 2020 só deve ser iniciado a partir do mês de julho…

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Braide vê interesses políticos em defensores do adiamento das eleições

Parlamentar diz que senadores e deputados não podem decidir sobre o assunto apenas de acordo com seus interesses, critica a tentativa de unificar mandatos em 2022 e vê “chances quase nulas” de adiamento do pleito para além de 2020

 

Eduardo Braide entende ser quase nula a chance de adiar as eleições de 2020 e critica quem tenta prorrogar mandato de atuais prefeitos

O deputado federal Eduardo Braide (Podemos) criticou nesta segunda-feira, 25, políticos que tentam tirar proveito da discussão sobre o adiamento das eleições de 2020.

Sem, citar nomes, Braide disse que “há pessoas com outros objetivos ao querer adiar as eleições”.

Líder em todas as pesquisas sobre a sucessão do prefeito Edivaldo Júnior (PDT), Eduardo Braide avalia que as chances de adiar o processo é quase nula, diante do clima na Câmara.

– A discussão precisa ser sempre pautada por critérios técnicos e não políticos, alguns estão aproveitando o momento para tentativas reprováveis – ressaltou Braide, em entrevista à rádio Mirante AM.

Na bancada maranhense, os três senadores – Roberto Rocha (PSDB), Weverton Rocha (PDT) e Eliziane Gama (Cidadania) – já defendem o adiamento para 2022, como forma de unificar os mandatos no país.

Essa postura é criticada não apenas por outros parlamentares como também por especialistas em direito eleitoral, sob o argumento de que os atuais prefeitos e vereadores não receberam autorização do eleitor para um mandato de seis anos, mas apenas de quatro anos.

Eduardo Braide concorda com esta posição e levanta questão ainda mais pertinente: para fazer o adiamento, é preciso plebiscito, que requer estrutura igual à eleição.

– Teríamos que fazer um plebiscito antes. E se pode fazer um plebiscito, tem como fazer eleição – afirmou.

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Médico, deputado Dr. Yglésio ganha relevância na pandemia…

Parlamentar ocupa cada vez mais espaços nas redes sociais, na mídia e no debate político diante da situação de risco e do isolamento social; e tem sido efetivo na formulação de políticas públicas, na solidariedade aos colegas e nas orientações à população

 

Dr. Yglésio em ação, como médico, em uma das unidades de saúde de São Luís, em plena pandemia de coronavírus

Nenhum dos outros oito pré-candidatos a prefeito de São Luís conseguiu se sobressair tanto nesta quarentena ocasionada pela pandemia de coronavírus quanto o deputado estadual Dr. Yglésio (PROS).

Médico, o parlamentar não apenas está na linha de frente das ações de combate ao coronavírus como também usa o mandato para buscar soluções econômicas, sociais e políticas, além de tranquilizar a população com orientações sobre a CoVID-19.

Foi Yglésio, por exemplo, quem iniciou, ainda em março, o debate pela redução na mensalidade de escolas e faculdades particulares, agora transformada em lei pela Assembleia Legislativa. (Relembre aqui)

No vídeo acima, Dr. Yglésio vai á UPA da Cidade Operária, para averiguar a situação de profissionais e pacientes 

 

Ativo nas redes sociais, Dr, Yglésio tem estado presente em todos os debates, e não apenas virtualmente.

Tem dado apoio efetivo e presencial aos colegas da área de saúde, cobrado ações governamentais que ajudem no combate à pandemia, se expondo às críticas e até ao próprio contágio pelo coronavírus. (Reveja aqui e aqui)

A pandemia de  coronavírus fez desaparecer o debate político sobre as eleições de São Luís; e com ela também sumiram os pre-candidatos, muitos dos quais sem saber o que fazer em situações de emergência.

É certo que um ou outro ainda tentaram encenar ações contra a CoVID-19 – anunciando doação de parte de salário ou liderando doações de alimentos e equipamentos. 

Nenhum destes, porém, conseguiu ser mais efetivo que o médico Dr. Yglésio, até pelas circunstâncias de sua atividade profissional.

E essa presença na crise pode fazer enorme diferença na memória da população…

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Em São Luís, pré-candidatos sumiram na pandemia…

Com medidas populistas, falas demagógicas e ações eleitoreiras, postulantes ao cargo de prefeito se perdem no meio de tantos outros ativistas e reforçam a ideia de que a capital maranhense carece de um líder por excelência

 

Editorial

No que pese ações populistas – usando a própria estrutura pública que lhe foi disponibilizada – discursos demagógicos e mensagens piegas, nenhum dos nove pré-candidatos a prefeito apareceu como líder popular de estatura nesta pandemia do coronavírus.

A sucessão de ações midiáticas e eleitoreiras, caridades com a mão alheia e debates sobre tolices só aponta que a capital maranhense corre o risco de seguir acéfala pelos próximos quatro anos.

Desde 2002 – quando Jackson Lago deixou a gestão para ser candidato a governador – São Luís vive à espera de um líder nato, um condutor de massas, alguém que possa dar segurança à sua população, sobretudo em tempos de crise.

Não achou em 2004, em 2008, e muito menos em 2012 e 2016.  

E na profusão de candidatos de 2020 – muitos oriundos do filhotismo político – é pouco provável que se encontre este líder necessário nas eleições de outubro.

Se houver eleição, o que é bem pior. 

O líder de uma capital como São Luís precisa de serenidade ao mesmo tempo que demonstra pulso firme e  coragem; tem que saber reunir na mesma persona a força necessária e o equilíbrio emocional para conduzir o seu povo na travessia de uma crise como a do coronavírus.

O que se vê na lista disponibilizada até agora são menudos escondidos nas próprias redes sociais e outros nem tão jovens assim inseguros da própria opinião.

E o cidadão vai seguindo seu rumo, construindo a própria história nesta batalha.

Carente de alguém que possa segurar o cajado…

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Assim como antecipou o blog, PSL declara apoio a Duarte Júnior

Chico Carvalho disse em vídeo-conferência que iniciou conversas com o deputado estadual para fechar aliança para 2020, com orientação da direção nacional de sua legenda

 

O presidente do PSL maranhense, vereador Chico Carvalho, declarou nesta sexta-feria, 3, apoio à candidatura do deputado estadual Duarte Júnior (PRB) a prefeito de São Luís.

Em vídeo-conferência, o vereador disse que seguirá ao lado de Duarte.

– Recebemos a orientação da direção nacional para conversarmos com o Republicanos. Começamos a conversar hoje com o deputado Duarte Júnior para fecharmos esta aliança para 2020 – disse Carvalho. (Veja vídeo acima)

Na manhã desta sexta-feira, o blog Marco Aurélio D’Eça já havia adiantado que o PSL seguiria com Duarte Júnior, sobretudo após posse da empresária Lorena Macedo no comando municipal do partido.

Lorena também gravou vídeo falando da aliança com Duarte e exaltando suas qualidades de gestor.

– Juntos agora, PSL e Republicanos, nesta caminhada. Vamos todos juntos – disse ela.

Com o apoio do PSL, Duarte Júnior já soma três partidos em sua coligação.

Já havia recebido o apoio também do PTC…

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Edilázio propõe troca eletrônica de domicílio eleitoral

Deputado federal e presidente do PSD no estado formulou pedido à Corregedoria-geral Eleitoral no Maranhão atendimento remoto a candidatos e eleitores que precisem alterar informações e dados no TRE

 

O deputado federal Edilázio Júnior, presidente estadual do PSD, formalizou um pedido ao Corregedor do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Maranhão, desembargador Tyrone José Silva, de medidas que permitam – durante esse período de suspensão das atividades na Justiça Eleitoral por causa da pandemia do Covid-19 -, o atendimento a pré-candidatos que precisam alterar o domicílio eleitoral no estado.

O prazo para a mudança de domicílio eleitoral fixado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para todo o país termina no dia 4 de abril. O período para a filiação partidária também se encerra no início de abril.

Edilázio deu ênfase a uma portaria baixada pelo TRE-MA que trata do atendimento a aos cidadãos nas situações urgentes e pediu a disponibilização de um canal virtual na Justiça que permita o recebimento da documentação durante esse período de suspensão das atividades.

“Considerando que o dia 4 de abril de 2020, conforme o art. 9 da Lei 9.504/97, é a data final para que os pretensos candidatos a cargo eletivo nas eleições de 2020 devem ter domicílio eleitoral na circunscrição na qual desejam concorrer, a fim de, nesse período excepcional, possibilitar a comprovação pelo candidato de exercício do direito de solicitação de alteração de domicílio eleitoral, propõe-se a disponibilização e divulgação no site deste Regional, do e-mail ou outro meio eletrônico a ser gerido por equipe dessa conceituada Corregedoria Regional Eleitoral para a recepção da documentação pertinente”, destaca trecho do ofício.

Em portaria divulgada ontem o TRE informou que o atendimento presencial ao público externo, assim como visitação públicas às instalações, está suspenso temporariamente entre 18 de março e 30 de abril deste ano por causa da pandemia do Novo Coronavírus. 

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Coronavírus suspende pré-campanha em São Luís…

Apesar de um ou outro pré-candidato ainda tentar faturar nas redes sociais com as notícias sobre a CoVID-19, a quarentena imposta no Maranhão de fato deixou a sucessão do prefeito Edivaldo Júnior em segundo plano

 

As ruas ficaram vazias e livres de pré-candidatos a prefeito, embora alguns insistam em aparecer nas redes sociais

Às vésperas do fim do prazo para filiação partidária de quem pretende disputar as eleições de outubro, a pré-campanha eleitoral em São Luís está paralisada.

Desde o início das notícias sobre a ameaça do coronavírus – e antes mesmo da decretação da quarentena no Maranhão – os pré-candidatos recolheram-se, embora ainda haja um outro outro que tentem faturar politicamente nas redes sociais.

O debate mais importante sobre o tema é o adiamento das eleições 2020, proposta primeiramente pelo pré-candidato do Solidariedade, Carlos Madeira, e que ganhou corpo no Congresso Nacional.

O problema do adiamento da eleição é exatamente deixar mais dois anos para o atual prefeito e os atuais vereadores.

Melhor que o coronavírus seja vencido o mais rápido possível…

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Madeira prega adiamento das eleições e prorrogação de mandatos

Candidato a prefeito de São Luís defende que os recursos do Fundo Eleitoral de 2020 seja usado pelo Ministério da Saúde para ajudar no combate ao coronavírus

 

Candidato diferenciado, Carlos Madeira propõe a suspensão das eleições e abre importante debate político nacional

O candidato a prefeito de São Luís pelo Solidariedade, Carlos Madeira, propôs nesta quarta-feira, 19, em suas redes sociais, a suspensão das eleições de 2020, diante da pandemia de Coronavírus.

– Acho prudente a completa reformulação do calendário eleitoral, com a suspensão das eleições deste ano. Esse assunto somente poderá ser tratado por norma constitucional, mas uma Emenda à Constituição pode ser encaminhada ao Congresso para modificar a Constituição Federal e prorrogar os mandatos dos atuais prefeitos e vereadores por 6 meses – propôs.

Pela proposta de Madeira, as eleições de 2020 poderiam ser realizadas no primeiro semestre de 2021.

Além do adiamento das eleições, Madeira propôs que os recursos do Fundo Eleitoral de 2020 sejam usados pelo Ministério da Saúde, no combate ao coronavírus.

– Sou favorável, também, à realocação dos recursos de fundo partidário para os órgãos de saúde do País. Neste momento dramático vivido pelo País, todos os esforços e recursos financeiros devem ser voltados para proteger a saúde das pessoas, sobretudo das pessoas mais pobres – defendeu o candidato.

Juiz federal aposentado, Carlos Madeira conhece os meandros do sistema eleitoral e sua proposta mostra o seu diferencial como candidato. Mas ele vai além, propondo a união de todos para o enfrentamento da pandemia mundial.

– Devemos todos nos unir, superando convicções políticas e ideológicas; a união pela saúde e pela paz social será decisiva para enfrentarmos esse momento tão terrível de nossa história – afirmou.

O debate está aberto…

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Com menudos em pé-de-guerra, Madeira vira ponto de equilíbrio

Em campanha repleta de novinhos – alguns frutos do “filhotismo político” – juiz federal aposentado pode virar a referência de quem não quer Eduardo Braide, mas busca experiência e equilíbrio emocional em um candidato

 

Os menudos de Flávio Dino vivem em pé-de-guerra; e já começam a preocupar pela falta de maturidade e desequilíbrio emocional

O termo “Menudos” foi usado ainda em 2019 para se referir à profusão de candidatos a prefeito com idade inferior a 35 anos, todos saídos da base do governo Flávio Dino (PCdoB).   

A princípio, a nomenclatura encerrava em si uma carga de preconceito, uma vez que denotava risco por falta de experiência e desequilíbrio emocional na base do governo comunista.

Mas o tempo se encarregou de ampliar esses riscos, com a violenta guerra pública travada entre os “Menudos” que, até agora, sobraram na disputa.

A campanha propriamente dita ainda nem começou e o clima entre os candidatos de Flávio Dino é de batalha sangrenta.

Neto Evangelista (DEM) odeia Duarte Júnior (PRB), que detesta Rubens Júnior (PCdoB), que não morre de amores por Dr. Yglésio (PDT), que odeia Duarte Júnior, que detesta Neto Evangelista. 

 

Enquanto os menudos se engalfinham – feito meninos levados no recreio da escola – Carlos Madeira já tem equipe planejando um eventual governo

No meio de toda essa meninada cheia de energia e pronta para a briga, um pré-candidato começa a ser notado, como símbolo de experiência, equilíbrio emocional e maturidade.

O juiz federal aposentado Carlos Madeira mira uma base específica do eleitorado: aquela que desconfia de Eduardo Braide (Podemos), mas que já percebeu pouca maturidade na meninada “criada” por Flávio Dino.

Vindo das camadas mais populares da sociedade, vitorioso e honrado na carreira pública de magistrado, bem sucedido como empresário, Madeira aponta para a serenidade necessária à gestão de uma cidade como São Luís.

E foge também ao termo “filhotismo político”, que caracteriza boa parte desses candidatos miúdos – filhos, netos, sobrinhos, esposas ou maridos de políticos tradicionais.

A guerra de meninos antecipada pelos menudos de Flávio Dino expôs uma preocupação no eleitorado: esses “novinhos” imaturos estão mesmo prontos para dirigir uma cidade como a capital maranhense?!?

Para quem tem dúvida disto, há outras opções na mesa…

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Wellington vira espécie de “laranja de mercado” nas eleições…

Garantido candidato pelo PSDB, sob condições rígidas de servir ao projeto de Braide, deputado estadual percebeu que pode servir aos propósitos de qualquer outro candidato que possa salvá-lo do afogamento em dívidas

 

Em papel alaranjado, condição para ser candidato do PSDB, Wellington já faz dobradinha ton sur ton com membros da base dinista

Na semana passada, a mídia anunciou que o senador Roberto Rocha havia autorizado o deputado estadual Wellington do Curso a ser candidato a prefeito de São Luís pelo PSDB.

Como sempre faz, o blog Marco Aurélio D’Eça não se conformou apenas com a notícia empacotada pelas assessorias e foi buscar nos bastidores as circunstâncias da aceitação de Rocha; e descobriu com pessoas próximas aos dois parlamentares que houve algumas condições para que Wellington ganhasse a legenda.

A principal delas, segundo apurou o blog, é que Wellington mantenha os adversários de Braide sob constante ataque, tanto na Assembleia Legislativa quanto na campanha propriamente dita.

O objetivo tucano é impedir o crescimento dos adversários que possam ameaçar uma vitória do seu verdadeiro candidato, o deputado federal Eduardo Braide (Podemos).

Desde o encontro com o senador, Wellington mudou o foco do seu discurso na Assembleia – que era eminentemente de críticas ao governo Flávio Dino (PCdoB) – e passou a mirar na eleição, trazendo o debate eleitoral que ele próprio havia negligenciado desde o ano passado.

O alvo da hora é o também deputado estadual Duarte Júnior (PRB), principal candidato da base do governo Flávio Dino – e, por enquanto, o único que pode ameaçar levar a eleição para um segundo turno.

Mas, para além de Braide ou do PSDB, Wellington já percebeu que pode servir a qualquer propósito, não apenas da oposição, mas até de setores do governo que têm interesses no processo; e sugere que fará o papel de Fábio Câmara em 2016, atuando como franco-atirador de quem tiver algo a oferecer. (Entenda aqui)

Afogado em dívidas e cobrado por agiotas, o parlamentar tenta recuperar o fôlego para tentar sobreviver às próximas eleições estaduais.   

A postura alaranjada do deputado do PSDB ganha cores mais luminosas a cada dia, mas recebe a colaboração também de membros da própria base dinista. 

Sinal de que, nesta campanha, haverá laranjas de ambos os lados, numa verdadeira dobradinha ton sur ton.

Mas esta é uma outra história…