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Sérgio Moro, de herói a vilão…

Ao que tudo indica irritado com a nomeação de Lula para o ministério, juiz da operação Lava Jato extrapolou em suas atribuições e divulgou grampo de conversa do ex-presidente com Dilma sem autorização do STF, mostrando que seu interesse é apenas derrubar o governo do PT

Moro: ação pessoal mostrou objetivos outros

Moro: ação pessoal mostrou objetivos outros

O príncipe virou um sapo.

Apenas cinco dias depois de ser ovacionado como “salvador da Pátria” em manifestações espalhadas pelo Brasil, o juiz responsável pelas investigações da Operação Lava Jato parece ter perdido o controle após a nomeação de Lula para o ministério de Dilma Rousseff (PT) e acabou metendo os pés pelas mãos.

Ele havia coordenado grampo telefônico da presidente e do ex-presidente, e resolveu divulgá-los à imprensa, numa clara tentativa de desmoralizar o governo.

Ou seja, deixou claro que o seu objetivo é político.

Moro parece fazer parte de uma engrenagem que envolve o grande capital paulista, a mídia quatrocentona e – agora – setores do Judiciário – para acabar com o governo eleito em 2014.

E ao tomar atitude que denota desespero pessoal, expôs sua participação nesta engrenagem.

Ao que tudo indica, Sérgio Moro perdeu a cabeça ao ver Lula nomeado chefe da Casa Civil, não apenas com poderes para mudar a realidade política do governo no Congresso, como também para sair do seu alcance.

E deve ter achado que sua popularidade, sua aceitação na opinião pública amenizariam qualquer ato de ilegalidade.

Mas quando isso ocorre, quando a Justiça passa a agir posicionada politicamente, aí o Estado acabou.

Para que o Brasil possa seguir em sua normalidade jurídica, com a correta limpeza pública das instituições, é preciso que o Supremo Tribunal Federal, guardião da Constituição, tome uma providência urgente.

Por que o juiz Sérgio Moro perdeu-se na própria vaidade…

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Petistas de São Luís farão atos pró-Lula, mesmo com cancelamento do PT nacional…

Militantes consultados pelo blog explicam que as manifestações são mais amplas que o próprio partido, e que envolve uma “frente de esquerda” formada também por outras legendas e movimentos sociais

 

Panfleto de um dos movimentos "contra o golpe"

Panfleto de um dos movimentos “contra o golpe”

A determinação do PT nacional de cancelar os atos do próximo domingo, 13, não deve atingir os manifestantes pró-Lula em São Luís.

Petistas consultados pelo blog nessa sexta-feira, 11, garantem que estarão nas ruas domingo, em defesa do que chamam de “legado do PT”.

– Existe uma frente de movimentos, mais ampla que o PT – explicou um dos líderes petistas.

O anúncio do cancelamento dos atos de domingo,13, foi feito pelo presidente nacional do PT, Ruy Falcão, para “evitar confrontos com a manifestação de direita”.

Segundo Falcão, haverá dois outros movimentos, nos dias 18 e 31, comandados pessoalmente pelo ex-presidente Lula.

Em São Luís, um dos movimentos de petistas para o domingo 13 já tem até banner divulgado em redes sociais.

Trata-se do “Palco Aberto contra o Golpe”, marcado para a Praça do Anjo, no Anjo da Guarda, a partir das 17 horas.

Pelo menos, ficará a quilômetros de distância dos eventos “da direita”…

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Vereadores de Alcântara denunciam golpe do presidente da Câmara…

Parlamentares divulgaram nota de repúdio contra o pedetista Ivan Ferreira, que, segundo eles, arma esquema para implantar CPI contra o prefeito Domingos Araken (PT). A nota é assinada pelos vereadores João Ricardo (PT), Nilson Pereira (PR), Professor Valdemir (PMDB) e Zeca Life. Veja a íntegra abaixo:

nota

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Bancada de Flávio Dino tem maioria pró-impeachment na Câmara…

Governador faz esforço para se vender nacionalmente como defensor da presidente Dilma Rousseff, mas não consegue convencer nem mesmo os seis deputados federais eleitos pela sua coligação

 

Dino e seu exemplar da Constituição: e os seus, vão contra?

Dino e seu exemplar da Constituição: e os seus, vão contra?

Enquanto o governador anda pra cima e pra baixo com um exemplar da Constituição Brasileira defendendo a presidente Dilma Rousseff (PT) sua bancada na Câmara Federal segue, em sua maioria, a favor do impeachment da petista.

Nas eleições de 2014, Dino elegeu apenas seis dos 18 deputados federais. E destes seis, apenas dois – Rubens Pereira Júnior (PCdoB) e Weverton Rocha (PDT) – defendem a mesma coisa que o governador.

Os demais devem votar pelo afastamento da presidente. São eles: Eliziane Gama (Rede), José Reinaldo Tavares (PSB), Waldir Maranhão (PP) e João Castelo (PSDB).

Flávio Dino, precisa, primeiro, convencer sua própria bancada, antes de tentar convencer o país; afinal, é na Câmara que as coisas serão decididas.

A menos que ele espere contar em sua cruzada com o apoio de sarneysistas.

Mas esta é uma outra história…

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Com quem deve contar Flávio Dino?!?

Governador tem assumido a articulação em favor da presidente Dilma Rousseff e contra o impeachment; mas sua posição, além do desgaste popular iminente, tende a afastá-lo de aliados, como PSDB, PPS e PSB

 

Flávio Dino com a Constituição em mãos e os aliados do PT e do PDT: PSDB está em outra frente...

Flávio Dino com a Constituição em mãos e os aliados do PT e do PDT: PSDB está em outra frente…

O governador Flávio Dino (PCdoB) tem ganhado destaque nacional na articulação em favor do mandato da presidente Dilma Rousseff (PT). Sempre com um exemplar da Constituição Brasileira em mãos ele corre o país pregando que o impeachment é um golpe da oposição.

E quem é a oposição no Brasil?

Os que pregam a deposição da presidente são capitaneados pelo PSDB, pelo PPS, e por vários outros partidos que hoje compõem a base do próprio Dino.

Aliás, das legendas da base de Dino apenas o próprio PCdoB e o PDT são publicamente a favor de Dilma.

Mesmo com o desgaste popular da defesa de Dilma, a movimentação do governador contra o impeachment pode garantir-lhe a tão sonhada projeção nacional como liderança política.

Mas ele terá que fazer escolhas.

Em primeiro lugar, entre ou não o impeachment na pauta política do país, ele sabe que não poderá contar mais com o PSDB nas eleições de 2018.

O discurso pró-Dilma usado por Dino ganhou ainda mais força após a adesão do PT maranhense ao seu governo.

Agora,o líder do PCdoB pode optar por se afastar do PSDB por que tem uma base garantida para 2018, com o PT e com o PDT.

Mas esta é uma outra história…

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Flávio Dino e os “golpistas” do seu governo…

Flávio Dino e seus aliados do PSDB: todos golpistas?!?

Flávio Dino e seus aliados do PSDB: todos golpistas?!?

Por Diego Emir

O governador do Maranhão acompanhado do presidente do PDT, Carlos Lupi, e de Ciro Gomes, voltou a falar, no domingo, 6, que o processo de impeachment é uma tentativa de golpe.

Com a constituição na mão e anunciando uma nova versão da Rede da Legalidade, Flávio Dino disse:

“Nós não podemos nos calar, aceitar passivamente uma virada de mesa antidemocrática”.

A questão é que Flávio Dino parece esquecer que está cercado de golpistas em seu governo ou até mesmo que mantém uma aliança com os partidos que defendem o impeachment. No primeiro escalão da administração estadual tem pelo menos três membros que são de legendas apoiadoras do processo de cassação da presidente Dilma.

O segundo homem do governo estadual, o vice-governador, é do PSDB.

Carlos Brandão foi escolhido para compor uma aliança e a administração estadual a partir de uma decisão de Flávio Dino. Deve-se ressaltar que os próprios comunistas afirmavam ser essencial os tucanos na composição de chapa para garantir a vitória.

Mesmo que queira justificar que a composição do PSDB tenha sido necessária para derrotar a família Sarney em 2014, Flávio Dino não deve esquecer que foi por livre e espontânea vontade, ou até mesmo estratégia política para manter governabilidade e favorecer aliados, que colocou nos cargos de secretários: Neto Evangelista do PSDB (Desenvolvimento Social) e Simplício Araújo do SDD (Indústria e Comércio).

Ainda existe o secretário Rodrigo Lago que desenvolve trabalho no Controle e Transparência, que aparentemente é bem alinhado com Flávio Dino no plano das idéias, mas que também é filiado em um partido golpista. O advogado é membro do Solidariedade desde 2013.

Fora isso, ainda existe a figura do líder do governo na Assembleia Legislativa do Maranhão, Rogério Cafeteira, que apesar de não ter opinião alguma sobre quase tudo, também é registrado em um partido golpista, o PSC. A legenda socialista cristã é um dos principais aliados do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), e também faz parte do grupo que faz oposição radical a presidente Dilma, assim como o Solidariedade.

Os aliados golpistas do governador ficam calados sobre o processo do impeachment, tudo para manter seus cargos e suas benesses no governo. O único que já teve coragem de se manifestar abertamente a favor da cassação da presidente Dilma foi o secretário Simplício Araújo, mas hoje em dia está calado com intuito de manter o prêmio de consolação que recebeu, após a fidelidade demonstrada durante a campanha eleitoral de 2014.

Uma reflexão deve ser proposta: Flávio Dino vai manter os “golpistas” em seu governo? E os “golpistas”, como vão conviver com Flávio Dino?

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Fábio Câmara quer “apuração aprofundada” no Maracap…

Vereador diz ter recebido novas denúncias de compradores do “Título de Capitalização” que se sentiram lesados, e já encaminhou aos órgãos responsáveis pedido de informações sobre a empresa. Veja abaixo o pronunciamento de Câmara em seu perfil de rede social:

fabio

 

 

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Flávio Dino, a desqualificação do PSDB e a omissão de Carlos Brandão…

Governador passa o tempo a classificar  de “golpista” o partido do seu vice, que, omisso, só pensa em tentar manter o controle tucano para continuar numa improvável chapa de 2018

 

Preocupado em não perder poder, Brandão submete-se cada vez mais a Dino

Preocupado em não perder poder, Brandão submete-se cada vez mais a Dino

A cena se repete quase que diariamente.

O governador Flávio Dino (PCdoB) passa o tempo inteiro em seus perfis nas redes sociais desqualificando o PSDB, partido do seu vice, Carlos Brandão.

Para o comunista, os tucanos são “golpistas” por propor o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

É claro que se trata apenas de uma estratégia política de Dino para se qualificar como principal aliado de Dilma entre os governadores.

Mas a omissão de Brandão incomoda todo o ninho tucano maranhense.

O vice-governador é um nada na gestão de Flávio Dino.

O partido vem perdendo espaços de poder e ficando fora do foco nas principais cidades maranhenses, sob os olhares omissos do seu presidente regional, que só pensa em manter o status quo de vice nas próximas eleições estaduais.

Enquanto isso, outras lideranças de mais peso, como o senador Roberto Rocha e o deputado federal José Reinaldo Tavares (ambos do PSB) já se movimentam de olho no tucanato.

E mudanças radicais – no partido e na conjuntura – devem marcar o próximos anos políticos no Maranhão.

É aguardar e conferir…

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Zé Inácio e a Frente Brasil Popular…

Parlamentar participou de lançamento do movimento que envolve movimentos sociais, centrais sindicais e partidos políticos, com objetivo de lutar contra “a ofensiva de direita no país”

 

Inácio em discurso durante o lançamento da FBP: "união contra golpe"

Inácio em discurso durante o lançamento da FBP: “união contra golpe”

O deputado Zé Inácio (PT) participou na manhã desta quarta-feira (23) do Lançamento da Frente Brasil Popular. O evento aconteceu no Gran São Luís Hotel e contou com a presença de Movimentos sociais, Centrais Sindicais e Integrantes de Partidos.

“O objetivo dessa reunião é para defender a democracia e a soberania do nosso país. Não podemos deixar que a elite continue insistindo em dar golpe, precisamos reagir contra essa força conservadora”, disse.

A  Frente Brasil Popular é uma articulação plural de diversos setores que lutam por mais democracia, mais direitos para os trabalhadores, pela soberania nacional e contra a ofensiva de direita em curso, que visa desestabilizar o governo e impor uma agenda conservadora ao conjunto da sociedade.