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Sem vacina, pessoas entre 30 e 59 anos veem aumento de mortes em SLZ

Faixa etária que ficou na fila de espera para que as prioridades fossem atendidas pelas autoridades públicas teve forte crescimento nos óbitos desde que os mais velhos foram imunizados

 

As mortes por CoVID-19 na população com idade entre 50 e 59 anos aumentaram 80% no mês de abril, segundo dados dos cartórios de registro civil de São Luís.

Entre os que têm 30 e 39 anos, o percentual foi ainda maior, superando 90%.

Essas faixas etárias estão sem previsão de vacinação por causa do atendimento das chamadas prioridades; só ontem, a Prefeitura de São Luís anunciou o cadastramento de pessoas acima de 50 anos, mas ainda sem previsão de vacinação.

O aumento no número de óbitos entre os mais jovens ocorre diante da imunização dos mais velhos. A capital maranhense já vacinou – pelo menos com a primeira dose – adultos com idade acima de 60 anos, o que fez o vírus se proliferar entre os mais jovens.

Os dados constam no Portal da Transparência do Registro Civil, base de dados abastecida em tempo real pelos atos de nascimentos, casamentos e óbitos praticados pelos Cartórios de Registro Civil do País, administrada pela Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), cruzados com os dados históricos do estudo Estatísticas do Registro Civil, promovido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base nos dados dos próprios cartórios brasileiros.

Em São Luís, a faixa etária que registrou o maior percentual de aumento em relação à média para a idade desde o início da pandemia foi a da população entre 30 e 39 anos, com crescimento percentual de 98% no número de óbitos em abril na comparação com o período que vai de março de 2020 a março de 2021.

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Maranhão pode chegar a 6 mil mortos por CoVID-19 nesta terça-feira…

Recorde de óbitos registrados na segunda-feira, 29, elevou o número de falecimentos para 5.991 até agora, faltando nove casos para o alcance do triste recorde, mesmo com todas s medidas de restrição do governo

 

As mortes têm aumentado no Maranhão, mesmo com as medidas de restrição contra a CoVID-19 impostas pelo governo Flávio Dino

O Maranhão pode chegar à triste marca de 6 mil mortes por CoVID-19 ainda nesta terça-feria, 30.

O estado está a nove casos deste triste recorde.

Na segunda-feira, 29, o Maranhão registrou nada menos que 42 morte sem 24 horas, mais um triste recorde, mesmo com todas as medidas de restrição impostas pelo governo Flávio Dino (PCdoB).

As autoridades do governo, aliás, parecem não se entender em relação á pandemia de coronavírus.

O governador Flávio Dino decidiu afrouxar as medidas de restrição, liberando bares, restaurantes para funcionamento com 50% de capacidade, além de abertura de aulas em escolas particulares.

Já o secretário de Saúde, Carlos Lula, tem alertado diariamente para os riscos de “piores dias” no estado do maranhão ainda por chegar.

E neste clima de indefinição perde-se vidas diariamente…

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Prefeitura de Bacabeira emite nota sobre paciente que morreu em SLZ

Nota de esclarecimento da Prefeitura de Bacabeira

 

A Prefeitura municipal de Bacabeira por meio da Secretaria de Saúde vem por meio trazer esclarecimentos sobre os últimos fatos noticiamos sobre o senhor José Maria Santos Bandeira.

O paciente deu entrada no Hospital de Bacabeira no dia 26/03/2021, às 20:47h, com quadro de icterícia, cianose de extremidade e distensão abdominal.

O paciente tinha histórico de etilismo crônico e tabagismo, e com quadro diagnosticado com exames comprobatórios de DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica) e enfisema pulmonar.

O paciente foi avaliado pela equipe da Secretaria municipal de Bacabeira e lhe foi prestado todo o suporte necessário. Não houve diagnóstico de COVID-19 no município.

O paciente foi estabilizado e encaminhado para um hospital de referência em São Luís, sendo acompanhado por um profissional da unidade de saúde de Bacabeira e sendo assistido em todo o percurso até a unidade de referência.

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CoVID-19 já matou 779 crianças no Brasil…

Este é o total de casos entre pessoas com até 12 anos, segundo dados divulgados pelo DataSUS; quase 1/4 dessas mortes se deram nos últimos três meses, após surgimento das novas variantes do coronavírus no país

 

A CoVID-19 passou a atacar mais as crianças, registrando quase 1/4 das mortes na faixa etária até 12 anos apenas nos últimos três meses

A  CoVID-19 já matou no Brasil, desde o início da pandemia de coronavírus, nada menos que 779 crianças com até doze anos, segundo dados do DataSUS, o sistema de processamento de dados do Sistema Único de Saúde.,

No mesmo período, ao menos 11.628 pacientes da mesma faixa etária precisaram ficar internados; um em cada quatro deles precisou ir para uma UTI .

Do total de mortes, 24% ocorreram nos últimos três meses.

Entre janeiro e o dia 8 de março, foram 166 mortes de crianças em todo o país. O estado com mais vítimas foi Pernambuco, com 84 óbitos, seguido por São Paulo, com 83 e Rio de Janeiro, com 74.

As novas variantes do coronavírus atacam de forma mais agressiva crianças e jovens.

O que não ocorria na primeira fase da doença, que durou todo o ano de 2020.

 

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Com alta de mortes, Maranhão mantém medidas contra CoVID-19

Estado apareceu novamente entre aqueles onde mais cresceram os casos de de falecimento por causa da pandemia de coronavírus, mas sem nenhum tipo de anúncio de reação do governo

 

Maranhão tem aumento na média de casos de mortes por CoVID-19, segundo consórcio de imprensa

A média de  mortes por causa da CoVId-19 cresceu 103% no Maranhão nos últimos sete dias, segundo dados divulgados pelos consórcio de veículos de imprensa, nesta segunda-feira, 8, no Jornal nacional da Rede Globo.

Foi o estado que mostrou a maior a maior média de alta de mortes pela doença.

Mesmo assim, não há informação sobre novas medidas de restrição apresentadas pelo Governo do Estado ou pela Prefeitura de São Luís.

As regras seguem as mesmas do final do ano passado apesar da pressão do Ministério Público.

As escolas particulares, por sua vez, decidiram suspender as aulas presenciais por 15 dias; foram registrados casos de coViD-19 em várias delas, cujas aulas foram abertas semana passada.

As novas informações sobre regras contra a CoVID-19 só devem ser apresentadas pelo governo  na entrevista do governador Flávio Dino, na sexta-feira, 12. 

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100 mil mortes: tragédia do tamanho do desgoverno Bolsonaro, diz Zé Inácio

Deputado do PT ressalta que o presidente não reconheceu a dimensão da pandemia, que já matou no país, em cinco meses, quase o dobro do que a guerra do Vietnã, considerada uma das maiores da história, matou em 10 anos

 

O deputado estadual Zé Inácio (PT) lamentou em discurso na Assembleia a chegada do Brasil à marca de 100 mil mortes; e responsabilizou diretamente o governo Jair Bolsonaro pela tragédia.

– O Brasil é o segundo país no mundo a atingir essa triste marca. Hoje [ontem] nós já temos mais de 101 mil mortos, mais de 3 milhões de infectados e são números que chamam a atenção de todos nós, brasileiros, e de todo o mundo – ressaltou o parlamentar.

Zé Inácio lembrou que o coronavírus já matou mais do que a gripe espanhola, a guerra do Paraguai, a  guerra  do Vietnã, que é  considerada  uma  das  guerras  que mais marcou a  história  mundial.

– Em  dez  anos  de  guerra,  no Vietnã, morreram  59 mil  pessoas; no Brasil, em apenas cinco meses, são mais de cem mil brasileiros mortos, na  sua maioria pobres da periferia, negros que não têm a mesma oportunidade de conseguir um bom tratamento  de  saúde – disse.

Ressaltando a importância do Sistema Único de Saúde, o deputado do PT criticou a forma como o governo federal tem tratado a pandemia.

Segundo ele, o resultado do governo Jair Bolsonaro está aí, uma tragédia do tamanho do seu desgoverno. O presidente não reconheceu a dimensão da pandemia, diz o deputado, não tomou as medidas necessárias para fazer o enfrentamento que pudesse ter evitado tantas vítimas no nosso país.

– Os recursos públicos que o Congresso Nacional aprovou, na ordem de R$ 39 bilhões para o combate ao coronavírus, não foram aplicados sequer 30%. Dos 46 milhões de testes para que pudéssemos detectar no Brasil o número de infectados, foram feitos pouco mais de 12 milhões, uma falta de compromisso, com o povo brasileiro, uma falta de compromisso com a saúde pública do nosso País – disse o deputado, pedindo 1 minuto de silêncio em memória dos que perderam a vida na pandemia.

 

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Ivaldo Rodrigues lamenta a morte de Gilton Mattos de Aguiar

Ivaldo foi à tribuna da Câmara Municipal em tom solene e de luto pela morte do amigo por complicações da coVID-19

O vereador Ivaldo Rodrigues (PDT), demonstrou profundo pesar durante a sessão plenária realizada nessa terça-feira, 7, pelo falecimento prematuro de Gilton Mattos de Aguiar. Educador, diretor, e fundador do Grupo Educacional Balão Mágico/ Vinícius de Moraes, dedicou 36 anos de sua vida à escola.

No último domingo, 5, Gilton acabou falecendo por complicações da Covid-19.

“Subo à essa tribuna com bastante tristeza. Para lamentar a perda irreparável de mais um cidadão exemplar, acometido por essa terrível doença. Giltton foi verdadeiro exemplo de homem empreendedor, que trabalhou incansavelmente pela formação educacional de milhares de jovens na nossa cidade, especialmente na grande região do Turu, contribuindo na formação de uma sociedade mais justa e igualitária”, destacou o vereador.

“Desejamos à sua esposa, Maria do Perpétuo Socorro Martins de Aguiar, aos seus filhos, netos, demais familiares, amigos, alunos, e funcionários, que Deus lhes dê o conforto necessário para esse momento dor”, completou Ivaldo.

Da assessoria

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Apenas dois municípios seguem sem casos de coVID-19 no MA

De acordo com boletim oficial da Secretaria de Estado da Saúde, Lagoa do Mato e São Félix de Balsas não registraram nenhum caso da doença, que atinge 215 municípios e já ceifou a vida de 2012 maranhenses

 

O Maranhão registra casos de coVID-19 em 2015 dos 2017 municípios.

Apenas São Félix de Balsas e lagoa do Mato ainda não foram afetados pelo novo coronavírus, segundo boletim oficial da Secretaria de Estado da Saúde.

Agora já são 2012 mortes registradas em exatos três meses – entre os dias 29 de março, quando foi registrada a primeira vítima fatal, e 29 de junho, quando foi superada a casa dos 2 mil óbitos.

O Maranhão é o sétimo estado a ultrapassar o total de duas mil mortes; e se aproxima-se dos 80 mil casos…

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Confirmadas mais de duas mil mortes por coVID-19, no MA

Boletim da Secretaria Estadual de Saúde registrou 30 novos óbitos, o que elevou para 2012 o total de vítimas fatais da doença, com registros diários em 2015 municípios

 

Como o blog Marco Aurélio D’Eça estimou na tarde desta segunda-feira, 29, o Maranhão atingiu a marca das duas mil mortes pela coVID-19.

A|gora já são 2012 as vítimas fatais da pandemia de coronavírus.

O estado é o sétimo a ultrapassar a triste marca em todo o país; também já haviam alcançado esse número os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Pernambuco, Amazonas e Pará.

Foram necessários exatos 27 dias para o Maranhão dobrar de 1 mil para duas mil as vítimas da coVID-19. (Saiba mais aqui)

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Maranhão registra mais mil mortes por coVID-19 em apenas 27 dias

Media de óbitos a cada 24 horas aumentou significativamente na comparação entre a primeira e milésima mortes; e deve superar ainda nesta segunda-feira a simbolicamente triste marca dos 2 mil na pandemia de coronavírus

 

O período entre as mil mortes no Maranhão diminuiu significativamente neste mês de junho, ampliando a média de óbitos a cada 24 horas

O Maranhão registrou a primeira morte por coVID-19 no dia 29 de março, oito dias depois do primeiro caso de contaminação por coronavírus no estado. (Leia aqui)

A partir daí, foram mais 63 dias até que a milésima morte fosse registrada, no dia 2 de junho.

Mas entre o milésio óbito e a marca de duas mil mortes foram preciso apenas 27 dias.

Neste domingo, 28, foram registrados 1.982 óbitos por coVID-19. Se a média diária se mantiver, a triste marca de 2 mil óbitos será superada nesta segunda-feira, 29. (Veja gráfico abaixo)

Boletim da Secretaria de Saúde aponta 1982 óbitos; são menos de 20 mortes para chegar a duas mil, o que deve ocorrer nesta segunda-feira, 29

Na comparação entre os dois períodos, o estado teve entre a primeira e a milésima mortes uma média de 15,87 óbitos por dia; já entre a morte de número mil e as duas mil essa média subiu para 37,03 a cada 24h.

São quase 20 mortes a mais a cada dia neste mês de junho, na comparação com o primeiro período a partir de 29 de março. 

Mesmo assim, o Maranhão vem afrouxando as regras de distanciamento social e liberando o funcionamento de praticamente todo o setor produtivo.