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O que representa 1,4% de votos nacionais para Flávio Dino?!?

Embora, e naturalmente, seus adversários no Maranhão tentem desmerecer a presença do governador na pesquisa da revista Veja sobre a presidência em 2022, o levantamento reforça – gostem ou não estes mesmos adversários – que o comunista está inserido no debate sobre a sucessão de Jair Bolsonaro

 

Flávio Dino já alcançou o debate nacional; e tentar desqualificar sua presença é ignorar a importância de uma pesquisa de alcance em todo o país

O governador Flávio Dino (PCdoB) apareceu com 1,6% das intenções de votos na pesquisa presidencial da revista Veja publicada nesta sexta-feira, 24.

O mesmo levantamento aponta o atual presidente Jair Bolsonaro com índices que vão de 27% a 30%, o petista Fernando Haddad com 14,5% e nomes como Ciro Gomes (10,7%), Luciano Huck (8,3%) e até o ex-ministro da Saúde, Henrique Mandetta (5,7%).

Adversários de Flávio Dino no Maranhão trataram logo de desqualificar sua participação no cenário eleitoral nacional, o que, obviamente, é de se esperar de adversários.

Mas os mesmos adversários ignoram – por má vontade ou por falta de percepção mesmo – detalhes que saltam aos olhos e que reforçam a concepção de que o comunista maranhense está, de fato, inserido no debate nacional.

Em primeiro lugar, de todos os nomes inseridos na pesquisa, Flávio Dino é o único fora do eixo Rio-São Paulo-Brasília, todos eles expostos quase que diariamente na grande mídia.

Em segundo lugar, entre os primeiros colocados – Bolsonaro, Haddad, Ciro e Luciano Huck – todos disputaram as eleições de 2018 ou estão discutindo o processo presidencial desde aquela época.

Em terceiro lugar, os números mostram que Bolsonaro, Luciano Huck e o próprio Flávio Dino foram os únicos a apresentar crescimento em relação ao levantamento anterior, ainda que residual, como no caso do comunista.

O cenário em que Flávio Dino aparece na pesquisa da revista Veja: patamar de 3 milhões de votos em uma eleição estratificada

Outro equívoco dos anti-dinistas é comparar seu desempenho com o do seu afilhado, Rubens Pereira Júnior (PCdoB), que disputa a Prefeitura de São Luís e não consegue se desgrudar da casa de 1% de intenção de votos.

Ora, diferentemente de Flávio Dino no plano nacional, Pereira Júnior tem, desde o início de 2019, toda a infraestrutura política, administrativa e partidária para se viabilizar.

Levando em consideração a população brasileira, esses 1,4% de eleitores simpáticos a Dino significam pouco mais de 3 milhões de cidadãos.

E nem se pode desdenhar alegando serem apenas nordestinos e maranhenses ligados ao comunismo, uma vez que, nas pesquisas nacionais, o peso de estados do eixo Sul-Sudeste é maior que o de estados do Nordeste.

Largar com esse patamar eleitoral em uma campanha presidencial dominada por políticos já nacionalizados é, sem dúvida, algo para se observar com atenção e menos desdém.

Goste-se ou não do protagonista…

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Ecos da Veja: destaque a Duarte Jr. e Adriano bolsomínion…

Enquanto apresentou o deputado do PV como alguém que quer se afastar do próprio sobrenome – e se aproximar do presidente Jair Bolsonaro – revista destaca candidatura de um adversário dele, o também deputado Duarte Júnior

 

Adriano Sarney foi o foco da reportagem da revista Veja, mas o destaque positivo foi para o colega Duarte Júnior

A matéria da revista Veja que começou a circular no fim de semana passado trouxe duas sentenças sobre as eleições de São Luís:

1 – a revista confirmou informações do blog Marco Aurélio D’Eça e disse que o deputado Adriano Sarney “quer distância do sobrenome” familiar; e ainda revelou que ele se oferece abertamente ao presidente Jair Bolsonaro;

2 – embora a matéria tenha sido toda em torno do neto do ex-presidente José Sarney, o principal destaque positivo foi para o também deputado estadual Duarte Júnior (PRB), citado como “um dos nomes que despontam” em São Luís.

Curiosamente, a reportagem começou a ser espalhada ainda na sexta-feira, 6, por aliados do próprio Adriano Sarney, que parece ter visto algo positivo no texto.

Veja viu a candidatura de Adriano a prefeito como “zebra” nas eleições de São Luís, revelou que sua tentativa de retirar o sobrenome da alcunha parlamentar irritou o avô, e contou um pouco do seu envolvimento em um escândalo no Senado.

Ainda destacou que o parlamentar tem tentado se aproximar do presidente Jair Bolsonaro.

E na matéria de Veja com o único Sarney atuando em mandato eletivo, ganhou destaque como nome que desponta ninguém menos que um aliado de Flávio Dino (PCdoB).

Curiosa reportagem…

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Veja mostra o Maranhão que Flávio Dino quer esconder do Brasil

Em ampla reportagem, revista analisa o governo comunista e revela concentração da riqueza, ampliação do desemprego e aumento da miséria no estado; e Dino já admite concorrer ao Senado não à presidência

 

Flávio Dino teve sua gestão maranhense exposta ao Brasil; e já admite concorrer mesmo ao Senado

O governador Flávio Dino (PCdoB) foi definido em reportagem da revista Veja, que já está nas bancas, como “a grande novidade da esquerda para a eleição de 2022”.

Mas a reportagem encontrou, cinco anos depois da eleição do comunista, um estado pior do que era até 2014, quase cinco décadas depois de governos ligados ao grupo do ex-presidente José Sarney.  

De acordo com Veja, estado viu ampliar-se a concentração de renda e o desemprego nos anos de Dino.

– Como se não bastasse, ele conseguiu uma “façanha” às avessas: em sua gestão, a miséria aumentou ainda mais no mais miserável de todos os estados brasileiros. Como “remédio”, o governador vem abrindo de forma temerária os cofres. Nesse aspecto, provou ser um comunista. Os últimos três anos do Maranhão foram no vermelho, com déficits consecutivos – ironizou a reportagem.

Flávio Dino, claro, culpa a crise econômica dos primeiros anos á frente do governo maranhense e o governo Bolsonaro, que acaba de completar apenas o seu primeiro ano.

O perfil de Veja revela dados ainda mais alarmantes em relação ao governo Flávio Dino, informações que não circulam com facilidade nos meios de comunicação maranhenses:

– O estado perdeu a linha de crédito com a União ao cair para a nota C, de mau pagador. Isso porque contraiu um déficit primário de 700 milhões de reais em 2018, com projeção de encerrar 2019 também no vermelho (o número ainda está sendo fechado). Dino foi obrigado a aumentar impostos sobre combustíveis, bens de consumo e prestação de serviços – a arrecadação continua irrisória – revela a revista.

Em sua reportagem, Veja insiste que Dino é uma das estrelas da esquerda na atual conjuntura nacional.

Mas talvez, até pela fragilidade dos resultados do seu governo, o próprio Dino já fala em outras alternativas nas eleições de 2022.

– Uma candidatura à Presidência poderá se colocar se houver um conjunto de forças me apoiando. Se não houver, serei candidato ao Senado – admitiu o governador, pela primeira vez.

A revista Veja com a reportagem sore Flávio Dino começou a circula nesta sexta-feira, 14…

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Esquema judicial para condenar Lula pode ter funcionado até no TRF-4

Novas conversas em poder do site The Intercept, publicadas pela Veja, apontam para possível direcionamento no julgamento dos casos pelo relator em segundo grau, desembargador João Pedro Gebran Neto

 

DALLAGNOL CHEGOU A IRONIZAR A CONVERSA QUE TEVE COM GEBRAN NETO SOBRE AS PROVAS DA LAVA JATO; caso claro de antecipação de sentença

Um novo pacote de conversas entre procuradores da Lava Jato sobre membros do judiciário reforçam a possibilidade de que a condenação do ex-presidente Lula foi mesmo construída nos bastidores da Justiça brasileira.

E desta vez, as conversas reveladas pela revista Veja, que já está circulando, mostram que o esquema pode ter funcionado também no TRF-4, onde o caso Lula foi julgado em segundo turno, o que resultou em sua prisão imediata.

De acordo com a reportagem, o procurador Deltan Dallagnol conversou com o seu colega procurador Carlos Augusto da Silva Cazarré – que funciona como representante do MPF na segunda instância – sobre o julgamento de um recurso no TRF-4, que tem como relator o desembargador João Pedro Gebran Neto.

Os dois procuradores articulam sondagens para saber se o TRF confirmaria ou não a sentença de Adir Assad, já condenado na Lava Jato. Cazarré diz que vai sondar, mas diz que já havia percebido algo.

Mais grave, no entanto, é a postura de Dallagnol: ele revela que “em conversas fortuitas” com Gebran Neto, recebeu a informação de que as provas eram inconsistentes.

Dallagnol até brinca com a conversa: “nova forma de investigação: conversa fortuita com desembargador”.

Para qualquer jurista minimamente esclarecido, só o fato de o relator do caso manifestar-se sobre a qualidade das provas apresentadas por uma das partes já é suficiente para questionar a parcialidade do julgamento.

A reportagem da Veja adianta que há novos pacotes de conversas relacionadas à segunda instância, que condenou Lula.

Em outras palavras, o cerco está fechando para os paladinos da Justiça…

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Virada de Braide sobre Holandinha tem forte repercussão nacional…

GloboNews, revista Veja, blogueiros e analistas de Brasília tratam a liderança do candidato do PMN como uma vitória sobre o candidato do governador Flávio Dino

 

 

Revista Veja destaca Braqide como azarão, por ter chegado ao segundo turno na última hora

Revista Veja vê Braide como azarão, por ter chegado ao segundo turno na última hora

Os principais veículos de comunicação do país repercutem, desde a sexta-feira, 14, a virada do deputado estadual Eduardo Braide (PMN) sobre o prefeito Edivaldo Júnior (PDT), na disputa pela Prefeitura de São Luís.

Ainda na sexta, durante a divulgação da pesquisa Ibope na GloboNews, o jornalista Gerson Camarotti analisou a virada e apontou que Eduardo tem crescido por causa da campanha independente que faz, desde o primeiro turno.

A revista Veja chamou o candidato do PMN de “azarão” e traz ainda um artigo adicional, com entrevista do cientista político Wagner Cabral, da Universidade Federal do Maranhão, que aponta o 2º Turno como uma disputa entre a mídia e a máquina.

O antagonista destaca virada

O antagonista destaca virada

– O prefeito só foi para o debate da Globo e teve uma postura defensiva, para sair sem grandes perdas. E de fato saiu. O comportamento confuso e a baixa performance de Wellington permitiram que aparecesse a figura do Eduardo Braide. Havia a convicção de que ele sairia do patamar de 5% para 10% ou 15%, mas a coisa tomou um tamanho maior com o boca a boca sobre o desempenho dele no debate – destacou Cabral. (Leia aqui a íntegra da entrevista)

O site “O Antagonista” – editado pelos jornalistas Diogo Mainard e Mário Sabino – destaca que “o candidato do governador Flávio Dino (PCdoB)” foi ultrapassado. (Leia aqui)

Todos o veículos nacionais utilizam a contagem dos votos válidos – descartando “nulos” e eleitores indecisos – para apontar Eduardo Braide com 54% das intenções de votos, contra 46% de Holandinha.

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A Veja encurralada…

Carlinhos Cachoeira e seus cúmplices, entre eles, a revista Veja

A revista Veja está encurralada e tenta criar situações para escapar do escândalo que envolve o contraventor Carlinhos Cachoeira, fonte da revista.

Nem o mais incontido desejo do “furo de reportatgem” pode explicar as relações de jornalistas da revista com o criminoso que desencadeou um efeito-cascata capaz de destruir várias carreiras.

Nos últimos anos, a Veja conseguiu divulgar fatos que só o envolvimento pessoal do repórter poderia explicar.

A matéria com o diálogo entre o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) e o então presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, é um destes fatos.

O repórter de Veja – íntimo de Cachoeira, como revelado hoje – publicou o diálogo, mostrando preocupação de Mendes e Demóstenes com casos no país da época.

Outro exemplo de envolvimento pessoal foi o episódio envolvendo o deputado federal maranhense Chiquinho Escórcio (PMDB).

Baseada em Cachoeira, Veja criou diálogos entre Escórcio e advogados para derrubar o então presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

Sabe-se agora que Carlinhos Cachoeira grampeava inúmeras pessoas, tinha em Demóstenes Torres um aliado forte no Senado e na reportagem de Veja os canais para pressionar os poderosos grampeados.

Encurralada com a CPI do Demóstenes, a revista paulista agora tenta responsabilizar o PT por sua própria relação criminosa.

E fatos virão à tona quando a CPI começar a funcionar…