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Uma cortina de fumaça na prisão de Temer…

Sob suspeita de ser uma represália do ministro Sérgio Moro ás críticas do presidente da Câmara, Rodrigo Maia,  prisão do ex-presidente – desnecessária para o processo – pode expor as entranhas da Lava Jato

 

SE CRÍTICAS DE MAIA LEVAM MORO A AGIR AUTORITARIAMENTE o pais se encontra sitiado

Muito petista comemorou com batidas no peito a prisão do ex-presidente Michel Temer (PMDB) nesta quinta-feira, 21.

Tolos; apenas tolos.

Assim como a prisão de outro ex-presidente – o petista Lula – a prisão de Temer tem elementos claros de manipulação, abuso de poder e represálias; e põe o hoje ministro da Justiça, Sérgio Moro, no centro do furacão.

Há suspeitas claras, avaliadas até mesmo no Palácio do Planalto, e sobretudo na Câmara dos Deputados, de que a prisão de Temer – e a o ex-governador Moreira Franco – tenha sido uma represália de Moro a Maia. (Leia aqui)

Moreira Franco é sogro de Maia, que, na condição de presidente da Câmara, havia criticado duramente a postura do ministro Sérgio Moro. (Entenda aqui)

Decretada pelo juiz carioca Marcelo Bretas, aliado de Moro na Lava Jato, tecnicamente, a prisão de Temer é desnecessária do ponto de vista processual, segundo avaliam juristas.

E se assim for, Moro terá que dar explicações.

A postura de Moro na Lava Jato tem sido questionada desde a sua implantação; autoritário, impulsivo e claramente parcial em suas decisões, o juiz foi exposto à opinião pública quando decidiu deixar a toga para ser político de Bolsonaro evidenciando seu posicionamento político.

A grave suspeita que agora recai sobre o ministro pode ser definitivo para um novo momento.

Como Sérgio Moro agora no centro do furacão…

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O silêncio de Joesley Batista sobre Flávio Dino…

Ao ser mais uma  vez questionado pelo senador Roberto Rocha a respeito das doações da JBS ao PCdoB, empresário prefere nada falar da relação com o governo comunista do Maranhão

 

O senador Roberto Rocha (PSDB) tentou esta semana, mais uma vez, arrancar alguma explicação do grupo JBS – envolvido nos esquemas de corrupção, lavagem de dinheiro e pagamento de propina desbaratados pela operação Lava Jato – sobre suas relações com o PCdoB e com o governo comunista do Maranhão.

E mais uma vez encontrou o silêncio de Joesley Batista.

Em contundente discurso, Rocha apontou estranhezas no fato de um grupo capitalista, “sem nenhum açougue no Maranhão”, resolver fazer doação ao PCdoB, que só o governo do Maranhão.

– Vou me manter em silêncio – encerrou Joesley, hoje preso em Brasília.

E o mistério sobre a relação PCdoB/JBS continua…

Veja o vídeo acima

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Discípulo de Nicolao Dino é chamado a depor na CPI da JBS…

Procurador de República, formado na Ufma, Eduardo Pelella foi indicado pelo professor para a chefia de gabinete do então procurador-geral Rodrigo Janot

 

Pelella foi convocado a depor na CPI da JBS

A Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga os esquemas de corrupção da JBS decidiu convocar para depor o ex-chefe de gabinete do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Eduardo Pelella é procurador da República e discípulo do também procurador Nicolao Dino, irmão do governador Flávio Dino (PCdoB) e braço direito de Janot na PGR.

Pelella, que é ex-aluno de Nicolao na Ufma, havia sido convidado a depor na CPI, mas ignorou o convite, o que levou o presidente da comissão, senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) a convocá-lo.

A convocação torna obrigatório seu comparecimento.

No entendimento dos senadores, o chefe de gabinete tem informações a dar à CPI, sobretudo após o silêncio do delator Ricardo Saud, inquirido na última terça-feira, 31. (Saiba mais aqui)

Pelella é apontado por delatores da JBS como o primeiro do círculo de Janot a saber que existia um procurador próximo ao PGR que estava fazendo jogo duplo na Lava Jato. (Entenda aqui)

Mas a convocação do discípulo do irmão de Flávio Dino já repercutiu no Senado e no próprio Ministério Público, que vêem na ação uma tentativa de minar a Operação Lava Jato.

Para evitar comparecer a CPI, Eduardo Pelella pode recorrer ao Supremo Tribunal Federal.

Mas isso deixará claro que há mais do que se sabe nas entranhas da ex-Procuradoria-Geral da República.

Simples assim…

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Juscelino vê CPMI da JBS como fundamental para o país…

Juscelino é membro da CPMI da JBS

O deputado Juscelino Filho (DEM) afirmou, na abertura dos trabalhos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da JBS, nesta terça-feira, 12, que essa é uma oportunidade para o Congresso estar sintonizado com a agenda do país.

“A sociedade tem a expectativa que este parlamento cumpra com o seu papel. E isso deve ser feito sem ter lado, sem ter proteção a A, B ou C”, defendeu.

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) foi instalada na última semana para investigar o acordo de delação firmado entre executivos da JBS e o Ministério Público Federal (MPF).

“Esse acordo gerou muita desconfiança desde que foi firmado e nós, assim como a opinião pública, queremos explicações”, assegurou Juscelino.

Juscelino destacou ainda que apresentou requerimentos para convocar o presidente do BNDES e do BNDESPAR, assim como o presidente da Caixa Econômica Federal no período em investigação, entre outros.

“Esperamos poder explicar muitas histórias mal contadas com a vinda dessas pessoas”, concluiu.

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Para Juscelino Filho, irmãos Batista não podem ficar impunes…

Parlamentar maranhense é um dos membros da CPMI que vai investigar o acordo de delação premiada firmado entre os donos da JBS e o Ministério Público Federal

 

Juscelino quer punição para Joesley Batista

O deputado federal maranhense Juscelino Filho (DEM) vai participar da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), instalada na última semana para investigar o acordo de delação firmado entre executivos da JBS e o Ministério Público Federal (MPF).

– Há muito que ser explicado nessa história. Como membro dessa comissão, quero acompanhar de perto e ajudar a buscar as respostas que a sociedade exige – assegurou o parlamentar.

Para Juscelino Filho, os irmãos Batista não podem ficar impunes.

– Apesar de cometerem e relatarem diversos crimes, esses senhores foram beneficiados exageradamente com o acordo de delação.  É preciso que a justiça seja feita e estaremos atentos a isso – afirmou.

Além dos irmãos Batista, devem ser chamados para depor na CPMI o procurador-geral da República Rodrigo Janot, o ex-procurador Marcelo Miller, executivos da JBS e ex-diretores do BNDES.

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Nem bem escapa da Lava Jato, Waldir Maranhão já aparece em outro esquema…

Supremo Tribunal Federal publica acórdão que determina quebra de sigilo bancário da mulher do deputado, acusado de receber propina de doleiros

 

Maranhão ao lado de Eduardo Cunha: novo problema

Não durou nem uma hora a alegria do deputado federal Waldir Maranhão por estar fora das investigação co chamado “quadrilhão do PP”, investigação da operação Lava Jato específica para deputados do partido.

Praticamente no mesmo instante em que o blog do Gilberto Léda publicou informação dando conta de que Maranhão escapou da Lava Jato, o blog Atual7 informou a publicação do acórdão que pede a quebra do sigilo bancário da mulher do parlamentar.

De acordo com o blog, a decisão do STF ocorreu em 16 de setembro de 2016, mas só agora teve o acórdão publicado.

Pela decisão, será aberta investigação para apurar a suspeita de que Elisabeth Cardoso, mulher de Waldir, cedera a conta para que o marido recebesse propina do doleiro Fayed Traboulsi.

E quando Waldir pensava estar livre da dor de cabeça…

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Waldir Maranhão na expectativa por lista de Janot…

Deputado federal pode estar entre os denunciados do PP, o que inviabilizaria seu projeto de ser candidato a senador

 

Já citado em ações da Lava Jato, Waldir espera lista de Janot

O deputado federal Waldir Maranhão (PP) vive uma expectativa que gera ansiedade.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot encaminhou semana passada uma lista exclusiva com nomes do Partido Progressista ao crivo do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal. (Leia aqui)

Para quem não se lembra, Waldir Maranhão chegou a ser citado como um dos deputados do PP beneficiados com esquemas de corrupção investigados pela Lava Jato. (Relembre aqui, aqui e aqui)

O chamado “Quadrilhão” do PP ainda tem os nomes mantidos em sigilo.

E se Waldir Maranhão estiver na lista de Janot, adeus candidatura ao Senado.

É aguardar e conferir…

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Antes de sair, Rodrigo Janot livra Flávio Dino da Lava Jato…

Procurador-geral a República – que tem irmão do governador como principal assessor – pediu ao STJ que fosse desconsiderada acusação do delator da Odebrecht, José de Carvalho Filho

 

Janot preferiu não esperar que o caso de Flávio Dino fosse encaminhado ao STJ pela sucessora, Raquel Dodge

Como era esperado na oposição e, principalmente, no governo maranhense, o procurador-geral de Justiça Rodrigo Janot decidiu – antes de deixar o comando do Ministério Público –  pedir o arquivamento da delação da Odebrecht contra o governador Flávio Dino (PCdoB).

Janot tem como principal assessor na PGR o irmão do próprio Flávio Dino, Nicolado Dino.

No pedido encaminhado ao ministro Félix Fischer em 24 de agosto, o Ministério Público alegou que as acusações do delator José de Carvalho Filho não servem “nem à deflagração de uma investigação criminal, nem muito menos, à uma ação penal”.

Flávio Dino conseguiu decisão favorável da PGR antes do fim da gestão que tem o irmão como assessor principal

No seu despacho, Fischer entendeu que, como o próprio MPF é o autor da ação, cabe ao STJ apenas atender ao pedido dos procuradores, que atuam por delegação do procurador-geral.

Rodrigo Janot deixa a chefia do Ministério Público no próximo dia 17 de setembro…

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O inferno astral de Flávio Dino…

Na quinta-feira, governador teve ação por crime eleitoral protocolada no TSE; ontem, recebeu a notícia de que a denúncia sobre propina da Odebrecht chegou ao STJ, provando que, para ele, agosto foi, mesmo, o mês do desgosto

 

O governador Flávio Dino (PCdoB) entra na última semana do mês de agosto confirmando a tradição de tratar-se, de fato, do mês do desgosto. Pelo menos por enquanto. O mês que se encerrará na quinta-feira, 31, trouxe para Dino situações constrangedoras e arriscadas do ponto de vista legal.

Só na última semana, o comunista foi “agraciado” com nada menos do que duas denúncias contra ele – uma no campo eleitoral; outra nas varas criminais da Justiça Superior.

Na quinta-feira, o Ministério Público Eleitoral anunciou denúncia contra Flávio Dino por uso irregular do tempo de propaganda partidária do PCdoB e a propaganda institucional do próprio governo para promoção pessoal. A punição é amena, apenas multa e perda de espaço no horário político, mas não deixa de constranger o governador.

Nesta segunda-feira, Dino recebeu a informação de que a denúncia do Ministério Público Federal, sobre o caso de recebimento de propina para atender a interesses da Odebrecht foi, finalmente, encaminhada ao Superior Tribunal de Justiça. Se o STJ acatar a denúncia, abrirá investigação contra o governador, que, ao fim do processo, se condenado, poderá, inclusive, perder os direitos políticos, além de ser preso por corrupção.

Sem dúvida, o mês de agosto se encerra sendo o mês de desgosto. Pelo menos no caso do governador comunista do Maranhão.

Da coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão

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Denúncia contra Flávio Dino, por propina da Odebrecht, já está no STJ…

Representação do Ministério Público Federal aponta que o governador maranhense recebeu R$ 200 mil para encaminhar projetos de interesse da Construtora na época em que foi deputado federal

 

Ilustração do Jornal Nacional da época emq que a denúncia contra Flávio Dino foi feita à PGR

A denúncia feita por executivos da construtora Odebrecht contra o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB),  foi, finalmente, encaminhada ao Superior Tribunal de Justiça.

A revelação é da coluna Painel, da Folha de S. Paulo.

Flávio Dino é acusado de ter negociado propina de R$ 200 mil para votar projetos de interesse da construtora na Câmara Federal, quando foi deputado federal (entre 2007 e 2010).

A denúncia foi feita em delação premiada e confirmada por pelo menos três executivos da Odebrecht, mas estava engavetada na Procuradoria-Geral da República desde abril.

Caberá ao STJ decidir se autoriza ou não a investigação contra Flávio Dino…