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Os riscos da aposta na supervotação de Roseana

Aliados falam em 200 mil, 300 mil votos à ex-governadora, que disputa vaga na Câmara Federal, meta pouco provável de ser alcançada, sobretudo diante da forma de campanha que ela adotou, quase sem sair de casa

 

Roseana tem força eleitoral para bombar nas eleições de outubro; mas a aposta numa supervotação pode criar sensação de derrota em sua liderança histórica

Análise da notícia

Os aliados da ex-governadora Roseana Sarney (MDB) estão impondo a ela um risco desnecessário nas eleições de outubro; gente como o ex-senador João Alberto e o ex-candidato a governador Edinho Lobão falam de 200 mil e até 300 mil a votação de Roseana para deputada federal.

Superestimar os votos em Roseana pode causar sensação de esvaziamento do seu nome, caso ela não atinja a supervotação.

Observadores mais atentos da cena política apontam que Roseana deve receber votação bem mais modesta para os padrões de aposta do MDB: algo entre 100 mil e 150 mil votos; esta realidade é bem mais factível, até pelo estilo de campanha que a ex-governadora adotou.

Roseana não tem visitado as bases no interior e tem saído pouco às ruas, mesmo em São Luís, sua principal base eleitoral; ela recebe lideranças em casa, onde conversa sobre apoios e firma parcerias.

A aposta numa votação estrondosa é explicada pela necessidade do MDB de  eleger uma superbancada de deputados federais, o que é pouco provável; e pode esvaziar sua própria liderança histórica se ela ficar atrás de novatos, como Duarte Júnior (PSB), por exemplo.

Mas, se a própria Roseana acredita que vai mesmo “estourar a boca do balão” nas urnas de outubro, precisa se movimentar mais claramente na campanha.

E tem até outubro para fazer isso… 

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Josimar Maranhãozinho em conversas francas com Weverton Rocha

Deputado federal de PL encerrou negociações com o governador-tampão Carlos Brandão e pode anunciar apoio ao senador do PDT nas próximas semanas, levando consigo cerca de 50 prefeitos, 700 vereadores e bancadas próprias de deputados federais e estaduais

 

Weverton pode ampliar sua base de apoio nos municípios coma aliança com Josimar Maranhãozinho

O deputado federal Josimar Maranhãozinho (PL) encerrou definitivamente as tratativas com o  governador-tampão Carlos Brnadão (PSB).

Antipático ao ex-governador Flávio Dino (PSB), Maranhãozinho viu na tutela dele sobre Brandão como um empecilho para a aliança; o parlamentar abriu conversas francas com o senador Weverton Rocha (PDT).

Ao blog Marco Aurélio D’Eça o vereador Aldir Júnior (PL), sobrinho do deputado, já dava como certo, há semanas, o apoio do tio ao senador pedetista.

A aliança com Josimar Maranhãozinho garantirá a Weverton Rocha o acréscimo em sua base de apoio em mais de 50 prefeitos, 700 vereadores, ex-prefeitos, vice-prefeitos e lidranças políticas em todo Maranhão, além de uma bancada própria de deputados federais e estaduais.

Para o Senado, Josimar vai apoiar Roberto Rocha (PTB), que já tem apoio de todos os pré-candidatos a governador da oposição e de 11 partidos…

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Promulgada Lei de César Pires que prevê conscientização de alunos sobre violência intrafamiliar

Na presidência da sessão da Assembleia Legislativa nesta quarta-feira, o deputado César Pires promulgou a Lei 11.686, de sua autoria, que dispõe sobre a capacitação escolar de crianças e adolescentes para identificação e prevenção de situações de violência intrafamiliar e abuso sexual.

Ao apresentar o projeto, César Pires justificou que a violência intrafamiliar ocorre por agressão física, abuso sexual e psicológico, abandono e maus-tratos, e que a abordagem dessa questão em ambiente escolar, onde o aluno sente-se protegido, é de fundamental importância.

“A informação é a maior fonte de prevenção, e também instrumento para que essa terrível situação seja cada vez mais denunciada e prevenida”, destacou César Pires.

O projeto estabelece que, no ambiente escolar, serão realizados palestras e treinamento para que os alunos possam identificar e prevenir essas situações. César Pires ressaltou que a intenção é criar as condições para que as crianças e adolescentes sintam-se orientados e fortalecidos para denunciar e serem protegidos desse tipo de violência.

Aos alunos do ensino fundamental e do ensino médio, serão asseguradas palestras com conteúdo que estimule a conscientização, a identificação e a prevenção de situações que caracterizem violência intrafamiliar e abuso sexual, utilizando de linguagem apropriada para cada idade escolar.

As palestras estabelecidas pelo projeto serão ministradas por profissionais capacitados, dentre os quais professores, psicólogos, psicopedagogos ou assistentes sociais.

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Quem é dono do “time do Lula” no Maranhão?!?

Ex-governador Flávio Dino tenta controlar a agenda do ex-presidente no estado, mas não consegue penetrar nos movimentos sociais; além disso, seu candidato, Carlos Brandão, carece de identidade com o PT. Historicamente de esquerda e ligado às lutas dos trabalhadores, o senador Weverton Rocha tem a preferência do próprio Lula; e agora, Simplício Araújo também pode reivindicar o lulismo, já que o Solidariedade apoia o petista

 

O time de Lula capitaneado por Flávio Dino é elitista e sem relação com a classe trabalhadora; e seus candidatos ao governo não tem qualquer relação ideológica com o ex-presidente

Ensaio

O “time do Lula” está dividido em quatro frentes no Maranhão.

Apesar de o ex-governador Flávio Dino (PT) auto-intitular-se dono deste time, sua fragilidade nos movimentos sociais e na classe trabalhadora – além da absoluta falta de identidade do seu candidato Carlos Brandão (PSB) com a ideologia do ex-presidente – torna difícil uma penetração mais orgânica no chamado campo progressista.

Este campo tem, historicamente, o senador  Weverton Rocha (PDT), que sempre militou na esquerda e sempre atuou na luta dos trabalhadores; não à toa, tem o apoio da base do PT, da Fetaema – que é o principal núcleo de trabalhadores no estado – e de vários sindicatos ligados à CUT e ao PT.

Weverton Já foi declarado como preferido de Lula para ser governador, apesar da pressão contra de Dino.

Weverton tem relação histórica e ideológica com Lula, que já declarou sua preferência pelo pedetista no governo do Maranhão

Além, de Flávio Dino e Weverton, o “time de Lula” pode ser reivindicado, também, pelo candidato Simplício Araújo, cujo partido, o Solidariedade, já declarou apoio ao ex-presidente; Simplício, inclusive, já tirou foto ao lado de Lula, o que Brandão nunca conseguiu.

Por fora, corre ainda o candidato do PSOL, Enilton Rodrigues, que também apoia Lula – embora sua candidatura seja vista como laranja do Palácio dos Leões.

É assim, dividido em várias frentes, que o “time de Lula” vai encarar as urnas no Maranhão nas eleições de outubro; sem dono e sem arreios, como pretende o autoritarismo de Flávio Dino.

E vencerá quem tiver mais identidade – e intimidade – com a base lulista…

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Base do PT pró-Weverton prepara novo movimento em São Luís

Formado pelo diretório municipal do partido na capital maranhense e petistas de todos os 217 municípios – com participação de membros da Fetaema, da CUT, do Sindsep e de outros segmentos sociais –  grupo se mobilizará em defesa da chapa Lula/Weverton nas eleições de outubro

 

Weverton reúne petistas de todo o maranhão e membros de movimentos sociais e sindicais em torno de sua candidatura; e é o preferido de Lula para o governo

O PT de São Luís, presidido pelo ex-vereador Honorato Fernandes, prepara novo evento para consolidar o grupo petista que defende abertamente a  chapa Lula (PT) e Weverton Rocha (PDT).

Com forte base nos movimentos sociais, sindicatos e com ampla base na classe trabalhadora, o movimento petista reúne membros do PT de todo o Maranhão; além disso tem forte participação em entidades como a CUT, a Fetaema, o Sindsep e dezenas de outras entidades da classe trabalhadora.

Um dos primeiros eventos da base do PT pró-Weverton foi realizado no início de março, na sede da Fetaema, no Araçagy, quando reuniu petistas de todos os 217 municípios; o próximo evento será organizado para definir a data de inauguração da sede do comitê “PT com Weverton e Lula”.

Além de Honorato Fernandes, o grupo reúne outros petista de peso, como o ex-secretário de Esportes Márcio Jardim, o professor e sociólogo Paulo Romão, pré-candidato a senador pelo PT, além de vereadores, ex-vereadores, ex-candidatos a prefeitos e dirigentes de diretórios municipais no Maranhão inteiro.

O argumento para defender a candidatura de Weverton, segundo Honorato Fernandes, é a preferência que o próprio Lula já manifestou em relação ao senador, que sempre atuou no campo progressista, inclusive, em defesa do próprio Lula.

O comitê de petistas com Lula e Weverton devem apresentar teses no encontro de tática do PT, que definirá os rumos do partido nas eleições de outubro.

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Candidato do PT ao Senado sai em defesa de Weverton: “não se inventa liderança progressista da noite para o dia”, diz

Professor e sociólogo Paulo Romão criticou a tentativa absurda do Palácio dos Leões de tentar pintar o senador do  PDT como bolsominion, esquecendo seu histórico de lutas no Congresso Nacional a favor do trabalhadores e de Lula

 

Paulo Romão se manifesta no twitter em defesa de Weverton Rocha e com críticas ao Palácio dos Leões

Uma das principais lideranças independentes do PT maranhense, o sociólogo Paulo Romão, pré-candidato a senador pelo partido, criticou a tentativa do governo-tampão de Carlos Brandão – através da mídia alinhada ao Palácio dos Leões – de pintar o senador Weverton Rocha (PDT) como bolsomínion.

Segundo Romão, a ação destrambelhada dos brandonistas esbarra em um fato: historicamente, Weverton sempre se posicionou a favor dos trabalhadores, de Lula do debate progressista.

– Basta revisar os votos dele no Congresso Nacional em defesa da classe trabalhadora – disse o pré-candidato a senador.

A pressão do Palácio dos Leões se dá por dois motivos:

1 – tentar afastar Weverton do PT e do ex-presidente Lula, o que será impossível por que o próprio Lula já declarou preferir Weverton no Maranhão;

2 – melhorar a falta de traquejo progressista do tampão Carlos Brandão (PSB), este sim, ideologicamente de direita e alinhado às teses bolsonaristas.

Para Paulo Romão asa duas tentativas do grupo de Flávio Dino já nascem fracassadas por não encontrar amparo na realidade.

– Não se inventa liderança progressista da noite para o dia – disse o petista. 

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Com Roberto Rocha ameaçando sua eleição, Flávio Dino vira digital influencer para tentar ser popular

Ex-governador acusou o golpe do lançamento da candidatura do atual dono da vaga no Senado – que reuniu 11 partidos e quatro candidatos a governador em seu palanque – e resolveu gravar vídeo até da entrega do seu novo escritório de trabalho, numa espécie de agenda de blogueirinho das redes sociais

 

Agora blogueirinho, Flávio Dino faz “tour” mostrando decoração e arte do seu novo escritório, em busca de cliques

O ex-governador Flávio Dino está acuado.

Em menos de dois dias, ele reagiu de forma inusitada a duas situações políticas e virou até blogueirinho nas redes sociais.

Primeiro, após post do blog Marco Aurélio D’Eçamostrando a falta de agenda popular em sua pré-campanha – ele foi à redes para dizer que fará novo encontro do que chama “time Lula” e afirmou que movimentos sociais estarão presentes, sem noticiar quais.

Mas o que levou Flávio a virar uma espécie de Digital Influencer em busca de cliques foi o lançamento da candidatura do senador Roberto Rocha (PTB) à reeleição.

O senador do PTB reuniu nada menos que 11 partidos e garantiu apoio de quatro candidatos a governador, o que tirou Dino do “céu de brigadeiro” em que vinha navegando como candidato único ao Senado.

Nesta terça-feira, 3, Dino apareceu em vídeo no seu novo escritório de trabalho, mostrando decoração, arrumação, detalhes artísticos e até a vista, num típico post de blogueirinho das redes sociais.

Foi uma clara demonstração de acusação de golpe.

Incomodado com Roberto Rocha, Flávio Dino vira até blogueirinho nas redes sociais

Roberto Rocha (PTB) entra finalmente na disputa do Senado já com 22% de intenções de votos, números medidos pelo Instituto Exata mesmo sem ele nunca ter-se apresentado como candidato.

A ameaça a Dino é real.

Com capilaridade estadual, levada pelos partidos e candidatos a governador, Rocha deve começar a ser apresentado pelos prefeitos em praticamente metade dos municípios, o que deve ser medido por pesquisas de intenção de votos já no final de maio.

Claramente incomodado com a movimentação do adversário, o ex-governador tem-se virado nas redes sociais.

Agora digital influencer, só não pode pintar cabelo de vermelho para chamar atenção.

E muito menos mostrar como se come bolo de chocolate na internet… (Não entendeu? Entenda aqui e aqui)

Em tempo: Da próxima vez, Flávio Dino, use o celular deitado, como fazem os blogueirinhos

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Simplício quer apoio de eleitores de todos os presidentes…

Assim como a maioria dos adversários, que se misturam entre apoiadores de Lula, de Bolsonaro, de Ciro Gomes e outros presidenciáveis, pré-candidato do Solidariedade ao governo afirma que buscará ajuda no Palácio do Planalto qualquer que seja o presidente eleito, para desenvolver o Maranhão

 

Simplício com Lula; busca de apoio do presidente eleito em outubro, seja ele quem for

O pré-candidato do Solidariedade ao Governo do Estado, Simplício Araújo, jogou nesta quarta-feira,4, mais um balde de água fria nas tentativas do Palácio dos Leões de dividir a disputa estadual entre lulistas e bolsonaristas.

– Não sou candidato a presidente, respeito seu voto e, se seu for o próximo governador, estarei no dia seguinte atrás do presidente eleito, seja ele quem for, para implorar ajuda para gerar empregos e crescimento econômico no Maranhão – disse Simplício, após encontro com o ex-presidente Lula (PT), em São Paulo.

No Maranhão, há dois polos de discussão eleitoral: um, mais à esquerda e alinhado com Lula, capitaneado pelo senador  Weverton Rocha, líder nas pesquisas, e também por candidatos do PSOL e do PSTU.

No outro polo estão os chamados bolsonaristas e os de direita, como o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahésio Bonfim (PSC), e o ex-prefeito de São luís, Edivaldo Júnior (PSD).

Sem ideologia política definida, o governador-tampão segue as ordens do ex-governador Flávio Dino, que quer controlar a agenda de Lula, mas abriga no governo também bolsonaristas e até tucanos alinhados a João Dória, a exemplo dos ex-prefeitos Luís Fernando Silva e Sebastião Madeira. 

A fala de Simplício Araújo mostra que a eleição estadual é desvinculada ideologicamente da nacional.

Mostra também que todos poderão estar com todos durante o primeiro ou segundo turno….

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Após este blog mostrar sua falta de base popular, Flávio Dino inventa, às pressas, encontro com movimentos sociais

Ex-governador acusou o golpe de ser mostrado como figura elitista e sem relação com as camadas mais populares; e sentiu ainda mais com a aliança do senador Roberto Rocha com nove partidos e quatro candidatos a governador

 

Reação de Flávio Dino ao post que mostrou a fragilidade de sua agenda popular; ele agora tenta ser dono do “time de Lula” no Maranhão

O ex-governador Flávio Dino (PSB) reagiu menos de oito horas depois de o blog Marco Aurélio D’Eça publicar o post “Fora do governo, Flávio Dino não consegue construir agenda popular”.

No final da tarde de ontem – e após sentir outro golpe, o da aliança do senador Roberto Rocha (PTB) com quatro candidatos a governador e nove partidos – Dino publicou em suas redes que irá reunir “o time de Lula”. E fez questão de afirmar que “movimentos sociais presentes”.

Dino ainda tem poder para inventar movimentos sociais em torno de si, é verdade; mas tem que inventar, por que segmentos como a  Fetaema, o Sindsep, o Sinpol, os SindEducação e diversos outros setores organizados da sociedade querem distância do ex-governador comunista.

A arrogância de Flávio Dino se mantém mesmo após a rejeição da classe política e dos setores sociais ao seu nome.

Ele se julga dono da campanha de Lula no Maranhão e atropela até mesmo seu candidato a governador, o poste Carlos Brandão (PSB), que deveria ser o articulador da campanha petista no estado, mas, sem relação alguma com Lula, prefere seguir a reboque do padrinho.

Mas o time de Lula não está com Flávio Dino.

Lulistas-raiz do PT, do PSOL, do PSB e do próprio PCdoB já se posicionaram ao lado do senador Weverton Rocha (PDT), que lidera as pesquisas de intenção de votos para o governo; também nos sindicatos, no campo e na cidade, é com Weverton que eles fazem agenda, não com Dino.

Weverton tem a preferência do próprio Lula, já manifestada publicamente pelo ex-presidente.

Mas a reação de Flávio Dino mostra que ele está acuado, perdido, apenas reativo diante dos fatos políticos que o emparedam.

E pelas próprias escolhas que fez, deve seguir assim até as eleições….

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Arrogância de Flávio Dino destruiu sua própria base e atraiu todos contra si

Autoritário, personalista e incapaz de dialogar ex-governador tentou se impor como líder e cometeu o erro de inventar um poste para sucedê-lo no governo por que não queria outras lideranças criando sombra em torno do seu nome

 

Símbolo do autoritarismo de Flávio Dino, esta imagem foi registrada em 2016, quando ele tentou impedir Maura Jorge de falar no palanque montado em sua própria cidade

Análise da notícia

O ex-governador Flávio Dino (PSB) foi imposto à classe política por uma estrutura de poder elitista; e nunca conseguiu construir uma liderança orgânica, natural, espontânea.

O resultado desta postura autoritária e personalista é a junção de toda a classe política – governistas e oposicionistas – em torno do nome do senador Roberto Rocha (PTB) para enfrentá-lo nas eleições de outubro.

Pela primeira vez na história um candidato reúne sarneysistas, oposicionistas, pedetistas, petistas, emedebistas e até gente ligada ao próprio Palácio dos Leões contra uma figura pública que, ao invés de construir pontes, desagregou ao absoluto nos quase oito anos em que sentou praça no Palácio dos Leões.

Não é de hoje que o blog Marco Aurélio D’Eça aponta traços de autoritarismo na postura pública de Flávio Dino.

O próprio Roberto Rocha sofreu com opressão do ex-governador, após os dois serem eleitos juntos, em 2014; na lista de abusos de Flávio Dino entram também a prefeita de Lago da Pedra, Maura Jorge, o ex-deputado federal Waldir Maranhão (PDT), a prefeita de Chapadinha, Dulcilene Belezinha, jornalistas, advogados e ex-colegas juízes.

E por último o senador Weverton Rocha (PDT), que lidera as pesquisas para o Governo do Estado.

Esse poder desagregador já foi tratado no blog Marco Aurélio D’Eça, em outubro do ano passado, no post “De como Flávio Dino escurraça os próprios aliados de sua base”.

Nem os alertas fizeram Dino mudar.

Achando-se dono de partidos, de carreiras políticas de mandatos e até de pessoas, ele decidiu sozinho criar um candidato a governador, inventou o vice para esse candidato e praticamente obrigou todos os aliados a fechar com sua candidatura a senador.

Perdeu feio, por que foi Roberto Rocha – e não ele – quem conseguiu os palanques múltiplos nas eleições de outubro.

Mas a arrogância continuou mesmo após o duro recado da classe política: matérias produzidas pelo Palácio dos Leões – e publicadas em blogs controlados pelo governo – ainda ontem apontavam que há “um fosso entre os números de Flávio Dino e os dos demais candidatos”.

Dino corre mesmo sério risco de ser derrotado na disputa pelo Senado.

Talvez fora do poder e sem mandato aprenda a ser mais humilde…