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Weverton Rocha deve agregar aliados nos maiores colégios eleitorais…

Apoiado publicamente por sete dos 15 partidos da base do governo Flávio Dino – podendo chegar a nove – senador do PDT tem também alianças com os prefeitos de São Luís, Imperatriz, Timon, Bacabal e Balsas, que rerpesentam mais de 1 milhão de eleitores e podem evoluir para apoio eleitoral em 2022

 

Com mais de 2 milhões de votos em 2018, Weverton Rocha tem apoiod e sete partidos e alianças em metade dos principais colégios eleitorais do Maranhão

Mais bem posicionado pré-candidato a governador na base do governo Flávio Dino (PDT), segundo as pesquisas já divulgadas, o senador Weverton Rocha (PDT) tem também o apoio da maioria dos partidos da base governista.

Além disso, ele fechou alianças importantes nos principais colégios eleitorais do Maranhão, que podem se transformar em coligações eleitorais em 2022.

Weverton mantém relações de apoio com os prefeitos de São Luís, Eduardo Braide (Podemos), Imperatriz, Assis Ramos (DEM), Timon, Dinair Veloso (PSB); de Bacabal, Edivan Brandão (PDT), e de Balsas, Dr. Erik (PDT).

Juntos, esses colegios eleitorais, que estão entre os dez maiore do Maranhão, representam mais de 1 milhão de eleitores, praticamente metade dos quase 2 milhões de votos que ele obteve em 2018.

O senador do PDT agrega alianças também em Pinheiro, Açailândia, Santa Inês e Codó, além de inúmeros vice-prefeitos e vereadores em todo o Maranhão.

Todas essas alianças – que se traduzem em destinação de recursos, projetos de desenvolvimento e ações sociais nos municípios – estão consolidadas em 2021.;

E podem se transofmrar em alianças eleitorais em 2022…

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Grandes colégios são dor de cabeça para Flávio Dino…

Ao contrário de 2014, quando tinha o controle de municípios de peso, governador precisa apelar para cooptação eleitoreira nos pequenos colégios para tentar viabilizar reeleição

 

Sem espaço nos grandes colégios, Flávio Dino tenta cooptar eleitor nos chamados rincões

Três anos após assumir o primeiro mandato de governador, o comunista Flávio Dino enfrenta neste ano pré-eleitoral uma realidade absolutamente distinta da que vivia em 2014 nos principais colégios eleitorais maranhenses.

Há quatro anos, Dino mantinha prefeitos em início de mandato em municípios como São Luís, Imperatriz, Caxias, Santa Inês, Timon e Codó. E ainda cooptou outros, em Açailândia, Barra do Corda e São José de Ribamar.

Hoje, a realidade mostra o risco do governador.

Em Imperatriz e Caxias – segundo e terceiro colégios eleitorais, respectivamente – os prefeitos são de oposição ao grupo de Dino. Já em São Luís, Timon e São José de Ribamar, os aliados que outrora gozavam do sentimento de esperança do eleitor são hoje rejeitados pela falta de cumprimento das promessas básicas de campanha.

Por isso é que o governador tem tomado um caminho exatamente na direção do que ele mais condenava: a cooptação de pequenos colégios eleitorais, a exemplo do que já fez nas eleições municipais, com captação de votos às custas de obras e serviços governamentais.

Resta saber se a agenda eleitoreira nesses chamados rincões será suficiente para garantir a votação que fatalmente será negada ao comunista nos maiores colégios eleitorais…

Da coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão