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Prometido para o dia 5 de agosto, “grande ferry boat” de Brandão foi esquecido nas águas de julho

Quase onipresente na TV Mirante – emissora em que havia prometido no último dia 27 a chegada de “um grande ferry boat” – governador-tampão voltou às telas nesta quarta-feira, 10, mas silenciou (e nem foi perguntado) sobre o que aconteceu com a nova embarcação que chegaria em 5 de agosto

 

O ferry velho de Brandão foi anunciado como novo na tela da TV Mirante; e o “grande ferry boat” anunciado por ele na mesma TV nuca chegou a São Luís

Candidato do grupo que controla a TV Mirante, o governador-tampão Carlos Brandão (PSB) usa a emissora e os outros veículos do grupo para fazer seus anúncios mirabolantes; e foi exatamente na Mirante que o preposto de Flávio Dino (PSB) prometeu um “grande ferry boat” para o dia 5 de agosto. (Saiba mais aqui)

O dia 5 passou sem que a embarcação chegasse ao Maranhão. E nesta quarta-feira, 10, Brandão voltou à Mirante, agora para falar de campanha; não tocou no assunto do novo ferry boat e nem foi perguntado sobre o assunto.

O governador tem virado folclore e chacota nas redes sociais por fazer anúncios mirabolantes usando a Mirante, do grupo Sarney; foi lá que ele nunciou, por exemplo, o “ferry boat Zé Humberto como de “alto padrão”.

A embarcação de quase 40 anos, trazida do Pará, é, na verdade, um bloco de ferro velho que se arrasta pela baía de São Marcos, cheio de problemas e com riscos aos usuários.

Desde que passou o dia 5 de agosto, nem Brandão, nem a Agência de Mobilidade Urbana do Governo do Estado emitiram qualquer nota sobre o ferry boat anunciado para aquela data.

O silêncio é a arma de quem não tem o que dizer… 

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Diário Oficial confirma: Bolsonaro vai investir R$ 50 milhões em ferry boat destruído por Flávio Dino e Brandão…

Apesar de o Palácio dos Leões tentar negar a informação por intemédio de sua mídia alinhada, o dinheiro será usado na construção de duas embarcações para a Internacional Marítima

A incompetência de Flávio Dino e Carlos Brandão destruiu o ferry boat de São Luís; agora, é Bolsonaro quem vai ajudar a salvar o serviço

O blog Marco Aurélio D’Eça revelou semana passada que o governo Jair Bolsonaro (PL) investiu quase R$ 50 milhões na recuperação do servico de ferry boat em São Luís, destruído nos governos Flávio Dino/Brandão (ambos do PSB).

Serão exatos R$ 48,3 milhões financiados pelo Fundo da Marinha Mercante, segundo a Resolução N° 184, de 2 de maio de 2022, assinada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL).

Sem conseguir dar jeito no serviço sucateado pelo antecessor comunista, o governo-tampão de Carlos Brandão apressou-se em desqualificar a informação, como faz desde o inicio da polêmica a respeito do ferry boat.

Mas o próprio dono da Internacional Marítima, Luiz Carlos Cantanhede, confirmou à deputada Thaiza Ortegal (PDT) e ao vereador Álvaro Pires (PMN) que as embarcações estão sendo construídas com o financiamento do Fundo da Marinha.

São dois ferry boats com capacidade para 800 passageiros e 80 veículos, que devem estar prontos até o final de 2023.

Enquanto isso, a única ação de Brandão foi trazer um feery velho do Pará e afastar a promotora Lítia Cavalcanti para que a balsa pudesse navegar.

E assim caminha o Maranhão nos governos comunistas.

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Bolsonaro age para salvar serviço de ferry boat sucateado por Flávio Dino e Brandão

Presidente autorizou liberação de R$ 50 milhões do Fundo da Marinha Mercante para construção de duas novas embarcações; o ex-governador destruiu o sistema ao intervir nas empresas e seu sucessor-tampão quer utilizar ferrys velhos de mais de 35 anos

 

Destruído por Flávio Dino, o serviço de ferry boat será restaurado por iniciativa do governo Bolsonaro

O Governo Federal vai financiar a construção de duas noivas embarcações para o serviço de ferry boat em São Luís.

O presidente Jair Bolsonaro (PL) autorizou a liberação de R$ 50 milhões do Fundo da Marinha Mercante, que serão usados pelas empresas que operam o sistema, destruído desde que o então governador Flávio Dino (PSB) decidiu intervir.

Operando em caos desde então, a travessia São Luís/Cujupe põe em risco a vida de de usuários por que o sucessor-tampão de Dino, Carlos Brandão (PSB), insiste em usar embarcações velhas e inadequadas para o serviço.

Agora é Bolsonaro quem tenta salvar a operação sucateada por Flávio Dino…

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Governo Brandão vai gastar quase R$ 1 milhão com reforma de ferry boats; e o caos continua…

Dinheiro será usado na manutenção das embarcações de propriedade da ServiPorto, única operadora que continuou atuando no sistema após intervenção do governo Flávio Dino; mas não há garantia de devolução do dinheiro público entregue à empresa

 

Um dos três ferry boats sucateados por Flávio Dino é o Cidade de Tutóia, no qual Brandão vai gastar agora quase R$ 1 milhão em reformas

Administrando um caos deixado pelo governo Flávio Dino (PSB) no sistema de ferry boat em São Luís, o governo-tampão de Carlos Brandão (PSB) vai gastar quase R$ 1 milhão na reforma de três embarcações pertencentes à ServiPorto.

A ServiPorto é a única empresa a permanecer operando o sistema desde que Flávio Dino decidiu intervir no serviço e gerou o caos que os usuários enfrentam até hoje, sem previsão de melhora.

No total, Brandão vai gastar R$ 921.871,14 em três ferrys velhos: Cidade de Araioses, Baía de São José e Cidade de Tutóia.

Além das embarcações da ServiPorto, o serviço opera com o ferry velho de 40 anos trazido por Brandão do Pará, e que nunca conseguiu fazer efetivamente a travessia da Baía de São Marcos.

E ao que tudo indica, o caos na travessia São Luís/Cujupe se prolongará até 2023, quando assume o novo governo.

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A covardia do governo Brandão contra Lítia Cavalcanti

Insidiosa campanha de midia financiada pelo Palácio dos Leões tenta desmoralizar a promotora que evitou o uso de um ferry velho cheio de problemas estruturais e que poderia causar uma tragédia na travessia São Luis/Cujupe

 

Lítia impediu uma tragédia na baía de São Marcos, mas despertou a ira do governo Brandão, que agora decidiu persegui-la

Análise da notícia

Covarde sob qualquer aspecto que se analise.

Esta é a única classificação que se pode dar à insidiosa campanha midiática financiada pelo Palácios dos Leões contra a promotora de defesa do consumidor, Lítia Cavalcanti.

Motivo: a representante do Ministério Público lutou para impedir o uso do ferry velho Zé Humberto, uma embarcação caindo aos pedaços que o governador Carlos Brandão (PSB) queria por que queria usar na travessia São Luís/Cujupe, sem a menor preocupação com o risco que estava causando à vida dos usuários.

Apoiado por setores da mídia bancados pelo Palácio dos Leões, Brandão agora tenta desqualificar a promotora, inventando mentiras e atacando a honra da representante do Ministério Público.

Pior: faz isso diante dos olhos cegos do procurador-geral de Justiça, Eduardo Nicolau, que se abraça quase todo dia ao próprio Brandão.

Nicolau passa os dias quase sempre assim, abraçado a Brandão, enquanto o governador-tampão persegue seus agentes que zelam pelo interesse público

Mas o fato é que foi Brandão e não Lítia quem ficou desmoralizado neste episódio, ao mentir à população e forçar o uso de um ferry velho que ele mesmo sabia sem condições de entrar em operação.

E assim o governo-tampão vai naufragando nas próprias mentiras…

 

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De como Carlos Brandão faz força diária para perder a eleição…

Juntando a falta de carisma e a postura coronelista a um marketing que parece trabalhar pela própria derrota, governador-tampão vai fortalecendo a campanha de adversários com ações destrambelhadas no dia dia e desanimando a base aliada, que vê cada vez mais distantes as chances de vitória

 

Quanto mais este retrato circula pelas redes sociais, mais Brandão vai se tornando mero fantoche nas mãos do ex-governador Flávio Dino, o que diminui a imagem do candidato-tampão

Ensaio

O governador-tampão Carlos Brandão (PSB) é o principal adversário do candidato a governador Carlos Brandão.

Sem qualquer carisma, o chefe do Executivo trabalha diariamente pela própria derrota, tanto com  ações pessoais destrambelhadas quanto seguindo as decisões do “gênios” que fazem o seu marketing de campanha e de governo.

O anúncio arrogante de que teria ido à justiça contra a decisão que parou o ferry velho Zé Humberto foi mais um desses tiros no pé que marcam a campanha do tampão; ao publicar em suas redes sociais que estava na justiça em defesa da embarcação – que, diga-se de passagem, não tem condições de navegar – Brandão chamou atenção para seu próprio erro.

O resultado foi a rejeição do pedido e mais uma derrota pública do governador, explorada à exaustão na mídia independente.

Mas não é de hoje que Brandão faz força para perder a eleição.

Sua postura coronelista e sua falta de carisma formam desde sempre um “produto” difícil de vender; soma-se a isso a incompetência dos homens de mídia da campanha e do governo e o resultado é um desastre digno de estudo científico.

Imagens como a de um governador segurando uma cesta básica como troféu – em meio ao aumento da miséria no estado – ou aquela em que Flávio Dino segura seu retrato, dando a entender ser ele uma mera caricatura do ex-governador, serão exploradas à exaustão na campanha, enfraquecendo ainda mais a figura do candidato.

E o que falar das frustradas tentativas de fotos ao lado do ex-presidente Lula (PT), em que aparece quase dando uma chave de pescoço no candidato petista?

Com 100 dias de governo, Brandão não tem nenhum projeto ou ação a mostrar à população maranhense que justifique sua permanência no poder a partir de 2023; além disso, não tem qualquer ação de rua que justifique uma campanha de marketing consistente para torná-lo “vendável” ao eleitor.

O resultado é um candidato cada vez mais caricato e uma base mais desanimada a cada dia.

E é assim que ele chegará à campanha eletrônica…

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Sem nada para mostrar, Brandão passa em silêncio os 100 dias de governo…

Pela primeira vez na história do Maranhão, um governante abre mão da tradição do balanço simbólico feito sempre no centésimo dia do mandato – completados nesta terça-feira, 12 – por não ter nenhuma obra, serviço ou ação que justifique à população sua presença à frente da gestão do estado

 

 

Nestes primeiros 100 dias de governo, a única ação efetiva de Brandão foi a distribuição de cestas básicas e pescado, confirmando o estado de pobreza deixado pelo comunista Flávio Dino

Análise da notícia

O que teria para comemorar o Palácio dos Leões e o governo-tampão de Carlos Brandão (PSB) nestes 100 primeiros dias de governo?

Nada!!

O próprio Carlos Brandão e o próprio governo sabem disso; tanto que deixaram a data passar em branco em suas redes sociais e suas páginas oficiais nesta terça-feira, 12.

Suas únicas manifestações nas redes foram o anúncio de um pedido – rejeitado pela Justiça – para que o ferry velho Zé Humberto voltasse a navegar; e o vídeo de uma visita eleitoral a Paço do Lumiar.

E só.

É a primeira vez na história do Maranhão que um gestor – estadual ou municipal – abre mão da tradicional comemoração simbólica no centésimo dia do mandato; mas Brandão nem teria o que comemorar nestes primeiros 100 dias.

Empossado em 2 de abril, o governador-tampão deixou o governo nas mãos do presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Paulo Velten, no dia 17 de maio, quando decidiu se submeter a uma cirurgia nos rins.

Passou cerca de 45 dias afastado, só retomando o governo no dia 2 de julho, quando completou 90 dias de mandato.

Nesses 100 dias, o balanço do governo Brandão é a gestão do caos e do fracasso deixados pelo seu padrinho e antecessor Flávio Dino (PSB).

Nenhuma ação para combater a miséria, que aumentou na gestão comunista, ao mesmo tempo em que favorece poderosos, com liberação de mais de R$ 1 bilhão para prefeitos, R$ 110 milhões para o TJ de Velten e outros R$ 60 milhões para deputados estaduais. 

E é com este balanço que Brandão vai agora iniciar a campanha para pedir ao eleitor maranhense que o deixe permanecer por mais quatro anos, a partir de 1º de janeiro de 2023.

A julgar pelos números das pesquisas e pelo balanço dos 100 dias – ou pela falta dele – parece que o maranhense não está muito disposto a continuar nesta vibe.

Simples assim…

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Justiça indefere pedido de Brandão e mantém ferry velho Zé Humberto sem navegar

Governador-tampão queria que a embarcação de 38 anos trazida por ele do Pará voltasse a navegar na travessia São Luís/Cujupe, mas não apresentou qualquer prova de que trata-se de um equipamento seguro para a população

 

Irresponsável, Brandão tentou fazer o ferry velho Zé Humberto entrar em operação mesmo saem garantias de que a embarcação é segura para os usuários do serviço na travessia São Luís/Cujupe

A Justiça Federal indeferiu agora à noite pedido do governador-tampão Carlos Brandão (PSB) para que o ferry velho Zé Humberto voltasse a operar na travessia São Luís/Cujupe.

Para a Justiça, o governo-tampão não apresentou qualquer prova de que a embarcação é segura para a população.

– Não se tem nos autos nenhum documento que aponte de maneira transparente e fundamentada que as deficiências pendentes seriam triviais e não obstativas da plena segurança da embarcação e de seus usuários – afirmou a decisão judicial.

Irresponsável, Brandão queria botar a embarcação em funcionamento mesmo sem garantias de segurança para os usuários.

O ferry velho Zé Humberto, trazido por Brandão do Pará, ainda em maio – e anunciado como novo – nunca funcionou plenamente; e foi proibido de navegar, a pedido do Ministério Público.

O caos no ferry boat começou quando o então governador Flávio Dino (PSB) decidiu afastar uma das empresas, para beneficiar uma empresa do Pará.

Desde então, o serviço nunca mais prestou; e continua um caos no governo Brandão.

Atualmente, apenas duas embarcações fazem a travessia…

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Capitania dos Portos é suspeita de liberar ferry velho de Brandão mesmo sem condições de funcionamento

Ministério Público do Maranhão vai denunciar á Justiça o representante da Marinha do Brasil no Maranhão, Alexandre Roberto Januário, por ter autorizado o funcionamento da embarcação de 35 anos, mesmo após os testes demonstrar riscos para os usuários

 

Carlos Brandão quis enganar a população do Maranhão trazendo do Pará um ferry velho de mais de 35 anos e sem nenhuma condição de navegar na Baía de São Marcos

O Ministério Público do Maranhão vai pedir investigação sobre a conduta do capitão dos Portos no Maranhão, Alexandre Roberto Januário.

Ele é acusado de ter liberado, mesmo sem condições de uso, o ferry velho Zé Humberto trazido do Pará pelo governador-tampão Carlos Brandão (PSB); de acordo com a promotora de defesa do consumidor, Lítia Cavalcanti, a embarcação apresentou sérios problemas, com riscos, inclusive, de ficar à deriva em plena baía de São Marcos.

Desde quando foi anunciado por Brandão, sabia-se que o ferry velho jamais teria condições de navegabilidade na baía de São Marcos.

A pressão que o governador-tampão vinha fazendo sobre a Capitania dos Portos foi denunciada pelo blog Marco Aurélio D’Eça, com exclusividade, ainda em maio, quando das primeiras vistorias da Marinha, no post “governo Flávio Dino/Brandão pressiona Capitania dos Portos a aprovar ferry boat de 35 anos…”

Ocorre que, mesmo antes dos relatórios técnicos da capitania, o Palácio dos Leões já dava como certa a liberação do ferry velho, com festa na mídia paga pelo governo.

O ferry velho começou a trafegar na rota São Luís/Cujupe exatamente no sábado, 2, para festejar o retorno de Brandão ao mandato de governador-tampão; o problema é que a embarcação apresentou diversos problemas, inclusive com suspensão de viagens.

Nesta quinta-feira, 7, após recomendação do Ministério Público, a Agência de Mobilidade Urbana do governo-tampão finalmente retirou o ferry velho de circulação.

E agora a Capitania dos Portos vai ter que explicar por que a liberou para navegar…

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Ferry velho de Brandão apresenta riscos aos usuários, alerta Ministério Público

Promotora do Consumidor Lítia Cavalcanti diz que a embarcação de 37 anos trazida do Pará – e apresentada como nova pelo governador-tampão – não tem condições de navegar na baía de São Marcos

O ferry velho trazido por Brandão tornou-se uma ameaça à vida de quem faz a travessia entre São Luís e Cujupe

A promotora de defesa do consumidor Lítia Cavalcanti recomendou nesta quinta-feira, 7, a paralisação das travessias do ferry boat Humberto de Campos na baía de São Marcos.

Segundo a promotora, o ferry velho, trazido do Pará e apresentado como novo pelo governador-tampão Carlos Brandão (PSB) põe em risco a vida dos usuários.

Lítia Cavalcanti recebeu relatos de que a embarcação apresenta panes a todo momento, correndo risco de ficar à deriva em alto mar e até afundar na travessia São Luís/Cujupe.

O ferry velho Humberto de Campos foi trazido por Brandão no final de maio, mas só começou a navegar no último final de semana, mesmo assim apenas com metade de sua capacidade.

Mesmo com as restrições de lotação, diz Lítia, o ferry apresentou vários problemas e chegou a suspender viagens por falta de condições técnicas.

Se o governo Brandão não acatar a recomendação do MP e insistir manter o ferry velho em funcionamento, pondo em risco a população, a promotora vai acionar a Justiça.

O governo não se manifestou sobre a recomendação de Lítia Cavalcanti.