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Prefeitura ainda deve R$ 400 mil do VLT…

Além de jogar o veículo ao relento, gestão de Edivaldo insiste em cobrar da própria fábrica pela armazenagem e manutenção do produto comprado há quatro anos sem destinação definida

 

O VLT de R$ 7 milhões pega sol chuva no Tirirical na gestão de Edivaldo Júnior

A empresa Bom Sinal Indústria & Comércio cobra R$ 400 mil da Prefeitura de São Luís pela fabricação e venda do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) comprado na gestão do prefeito João castelo (PSDB), já falecido.

A ação de cobrança, segundo a empresa, corre na 2ª Vara da Fazenda Pública de São Luís.

Além de não pagar todo o valro do VLT – estimado em R$ 7,5 milhões – a gestão de Edivaldo Júnior (PDT) ainda quer que a própria fabricante arque com a guarda do veículo que a prefeitura não sabe como usar.

O raciocínio é o mesmo no caso de alguém que compra um carro, sem saber dirigir, e obrigue a concessionária a guardá-lo mantê-lo.

Sem saber o que fazer com o veículo, a gestão de Edivaldo decidiu deixar de pagar o aluguel do galpão, deixando o trem jogado ao relento em um trilho abandonado no Tirirical.

Já a ação que determinou que a empresa arque com os custos do veículo é da 4ª Vara da Fazenda Pública…

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Prefeitura deixa de pagar galpão e VLT apodrece ainda mais rápido…

Após decisão judicial que obrigou a fabricante a arcar com os custos de guarda, a gestão de Edivaldo Júnior simplesmente entregou o veículo à própria sorte, largando-o ao relento em uma área do São Cristovão

 

VLT foi tirado do galpão e agora pega chuva e sol em um trilho qualquer

Um patrimônio público de R$ 7 milhões abandonado ao sol e à chuva sem qualquer utilidade prática.

É este o destino do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), comprado em 2012 na gestão do ex-prefeito João Castelo (PSDB) e guardado desde o início da gestão de Edivaldo Júnior (PDT) em um galpão no São Cristovão.

O equipamento está largado ao relento desde agosto deste ano.

Até então, Edivaldo – que nunca apresentou qualquer projeto para o VLT – mantinha-o simplesmente guardado em um galpão no São Cristovão. Foi então que veio uma esdrúxula decisão judicial, determinando que a fabricante do veículo – a fábrica Bom Sinal, do Ceará – se responsabilizasse pela guarda e manutenção.

Foi assim que a gestão Hiolandinha se viu desobrigada a cuidar do patrimônio, levando a empresa que cedia o galpão a larga-lo no tempo, sem qualquer cuidado.

É como se um juiz obrigasse, por exemplo, a fabricante de uma geladeira a guardar e cuidar do eletrodoméstico por que o comprador se lembrou, depois da compra, que não tinha casa para botá-la.

Se o VLT foi fabricado para a Prefeitura de São Luís, pago pela Prefeitura de São Luís e entregue à Prefeitura de São Luís, cabe apenas à Prefeitura de São Luís cuidar e dar destinação a ele.

Qualquer outro entendimento neste sentido alcança a teratologia.

Simples assim…

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Fábio Câmara apresentou melhor proposta para o VLT..

Vereador ex-candidato a prefeito mostrou, durante a campanha, que o trem jogado em um depósito por Edivaldo Júnior poderia ser utilizado em uma malha ferroviária já existente, atendendo à população da Zona Rural com eficiência e rapidez

 

Fábio Câmara quer beneficiar moradores da Zona Rural com o VLT…

Em meio à volta do debate sobre a destinação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), comprado na gestão do ex-prefeito João Castelo (PSDB) e jogado em um depósito pelo atual prefeito Edivaldo Júnior (PDT), este blog relembra proposta eficaz e simples para o projeto.

Durante a campanha, o vereador Fábio Câmara (PMDB) mostrou que o VLT pode ser usado na ferrovia entre Mandubé e Aracanga já existente na Zona Rural

– A bitola métrica dos trilhos e dormentes desta rede ferroviária é a mesma utilizada pelo VLT, que está jogado em um galpão no Tirirical. O serviço, a um custo-benefício excepcional para o alcance do projeto, vai beneficiar milhares de pessoas na Zona Rural, os que mais precisam de transporte efetivo – frisou o então candidato do PMDB, à época. (Releia aqui)

O VLT está apodrecendo em um depósito, por decisão de Edivaldo Júnior

Hoje, Fábio Câmara mantém o projeto e já apresentou, inclusive, Indicação à Câmara para que a rede ferroviária seja utilizada.

– O mais importante deste projeto é que a malha ferroviária já existe, faltando apenas pequenas reformas nas estações. E ela pode atender o morador da Zona Rural tanto no destino até o Tirirical quanto no sentido inverso, indo até o Porto do Itaqui – conta o parlamentar.

Para Câmara, o que não faz sentido é que o VLT fique apodrecendo em um galpão no Tirirical, gastando dinheiro público com aluguel de espaço e deixando milhares de pessoas sem transporte de qualidade.

É simples assim…

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Fábio Câmara quer VLT favorecendo a Zona Rural…

Candidato do PMDB vai apresentar Indicação à Câmara Municipal para que o veículo, guardado desde 2013 em um depósito, utilize a ferrovia Mandubé/Piçarra/Araracanga, com 17 quilômetros de trilhos já existentes, beneficiando moradores do Maracanã, Pedrinhas, Estiva e adjacências

 

VLT: mais que mero brinquedo para turistas

VLT: mais que mero brinquedo para turistas

O vereador Fábio Câmara, candidato do PMDB a prefeito de São Luís, deve encaminhar na próxima semana à Câmara Municipal, Indicação de sua autoria, solicitando à prefeitura a recuperação emergencial das estações ferroviárias de  Mandubé, na Estiva, e Piçarra, em pedrinhas, além da reconstrução da estação de Araracanga, no Maracanã.

O objetivo do parlamentar é reutilizar a ferrovia entre Mandubé e Aracanga, para o transporte ferroviário por meio do VLT.

– A bitola métrica dos trilhos e dormentes desta rede ferroviária é a mesma utilizada pelo VLT, que está jogado em um galpão no Tirirical. O serviço, a um custo-benefício excepcional para o alcance do projeto, vai beneficiar milhares de pessoas na Zona Rural, os que mais precisam de transporte efetivo – frisou o candidato do PMDB.

Fábio com o secretário de Obras na Zona Rural: benefício para os que mais precisam

Fábio com o secretário de Obras na Zona Rural: benefício para os que mais precisam

De acordo com Fábio Câmara, a aprovação da sua proposta garantirá também a ampliação do serviço de transporte ferroviário entre a estação de Piçarra e o Porto do Itaqui, num trecho de 17 quilômetros.

– Para se ter uma ideia, este trecho é quatro quilômetros maior que o trecho do projeto inicial do VLT, que contemplava apenas 13 quilômetros. E mostra que há saída para o veículo muito além de apenas mantê-lo se acabando em um depósito ou transformá-lo em mero brinquedo para turista – ponderou Câmara.

Câmara pretende discutir sua proposta também com os colegas no parlamento…

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Os R$ 600 milhões da mobilidade perdidos por São Luís…

De acordo com denúncia da deputada Eliziane Gama, prefeito deixou de pagar estudo técnico, o que inviabilizou a liberação de recurso para projeto que ele mesmo encaminhou ao Governo Federal; documentos comprovam a movimentação do pedetista até perder o recurso

 

Portaria do Ministério das Cidades comunica seleção dos projetos

Portaria do Ministério das Cidades: seleção dos projetos

exclsuvoUma das principais denúncias feitas pela deputada Eliziane Gama (PPS), durante sua sabatina no jornal O EstadoMaranhão, foi a de que o prefeito Edivaldo Júnior (PDT) perdeu cerca de R$ 1 bilhão em recursos federais para implantação de projetos educacionais e o corredor de transporte em São Luís.

O prefeito, que pediu Direito de Resposta à candidata, silenciou nesta denúncia.

Este blog teve acesso a uma série de documentos, muitos dos quais assinados pelo próprio Edivaldo Júnior, que provam a movimentação da Prefeitura, desde 2013, até perder os prazos e ter os recursos sustados por falta de estudo técnico.

Só no Ministério das Cidades, os projetos para São Luís superavam os R$ 613 milhões.

O protocolo 09627.02.88/2013-99 previa investimento de R$ 15 milhões para elaboração de estudo para implantação do corredor de transporte público.

Já o protocolo 009716.02.88/2013-71, no valor de R$ 1,2 milhão, previa o Estudo Básico e de Viabilidade Econômica para implantação do VLT, no trecho Anjo da Guarda.

Um terceiro protocolo – o de nº 009825.02.88/2013-52 – tinha valor de repasse garantido de R$ 265,6 milhões (incluindo a contrapartida) para implantação do Trecho I do Novo Anel Viário, BRT Centro/Cohab.

E a maior parte dos recursos estavam previstos no protocolo 009826.02.88/2013-61, que garantia à gestão de Edivaldo nada menos que R$ R$ 311,2 milhões para implantação do Trecho II do BRT Centro/Cohab.

Licitação da prefeitura para contratação de estudo técnico: fracasso

Licitação da prefeitura para contratação de estudo técnico: fracasso

Em 7 de abril de 2014, o Diário Oficial da União publicou o Aviso de Licitação da prefeitura de São Luís com a Concorrência nº 11/2014-CPL, para contratação de empresa que iria elaborar os projetos do corredor de transporte, do BRT e do VLT.

Cinco meses depois, em 5 de setembro, o D.O.U publicou a Portaria nº 538, de 4 de setembro de 2014, divulgando que as nove propostas da Prefeitura de São Luís haviam sido selecionadas, garantindo a liberação dos mais de R$ 613 milhões para os projetos de Mobilidade Urbana.

Mas os estudos técnicos não foram elaborados e o financiamento teve que ser cancelado pelo Ministério das Cidades.

Pior, segundo a denúncia da deputada, a prefeitura perdeu, inclusive, o prazo para a simples assinatura dos documentos na Caixa Econômica Federal.

E São Luís perdeu uma oferta de recursos milionária para melhorar a sua mobilidade urbana…

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Trilhos e dormentes do VLT sumiram na gestão de Edivaldo Júnior…

Projeto apresentado em junho de 2012 na Câmara Municipal previa implantação dos primeiros 13 quilômetros de estrada de ferro , com início das obras ainda naquele período; de lá para cá, a locomotiva foi abandonada e os componentes da via desapareceram

 

Trecho inicial do trilho do VLT, por trás do Terminal da Integração, na Praia Grande: material desapareceu...

Trecho inicial do trilho do VLT, por trás do Terminal da Integração, na Praia Grande: material desapareceu…

No dia 14 de junho de 2012, o então secretário-adjunto de Trânsito e Transporte de São Luís, José Arthur Cabral Marques, apresentou aos vereadores da capital o projeto de implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).

Na época, o hoje titular da Agência Estadual de Mobilidade Urbana do governo Flávio Dino (PCdoB) garantiu que a licitação para a primeira etapa do projeto – uma linha com 13 quilômetros de extensão, entre o São Cristovão e o Centro, já estava em processo de licitação.

– O VLT tem três metros de largura e nós só precisamos de cinco metros de largura de via para ele passar. E São Luís tem essa excepcionalidade, pois possui avenidas de canteiros largos – observou Cabral Marques, à época. (Relembre aqui)

Adquiridos com outra finalidade, dormentes estão sendo usados como meros blocos para sargetas

Adquiridos com outra finalidade, dormentes estão sendo usados como meros blocos para sarjetas

Os trens do VLT, os dormentes de concreto e os trilhos do primeiro trecho chegaram dois meses depois do anúncio do secretário, e começaram a ser implantados imediatamente.

O custo, apenas com os vagões, foi de R$ 7 milhões.

Quatro anos depois, o projeto foi abandonado pela gestão do prefeito Edivaldo Júnior (PDT), os dois vagões estão jogados em um depósito no São Cristovão e ninguém na prefeitura consegue explicar onde foram os primeiros quilômetros de trilhos e dormentes que seriam usados no primeiro trecho.

Os dois trens estão jogados em um depósito no São Cristovão

Os dois trens estão jogados em um depósito no São Cristovão

Em 2013, Holandinha gastou mais R$ 216 mil com um projeto de viabilidade para implantar o VLT em outro trecho, a partir da área Itaqui-Bacanga. (Veja aqui)

O projeto nunca saiu do papel, os trens continuam enferrujando no depósito da Transnordestina Logística, no Tirirical, e  os gastos do atual prefeito com o VLT – apenas com aluguel e manutenção – já superam em duas vezes os R$ 7 milhões gastos por Castelo.

Mas esta é uma outra história…

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SET pressiona prefeitura por aumento de passagens…

Empresários querem reajuste de tarifas acima dos 20%, sob ameaça de não pagar benefícios dos trabalhadores do setor; reunião deve definir situação

 

passageiros podem ter feriado com novo preço de passagem

passageiros podem ter feriado com novo preço de passagem

O Sindicato das Empre4sas de Transporte Coletivo de São Luís tem pressionado a Prefeitura de São Luís a conceder aumento  de passagens nos ônibus de São Luís.

Os empresários querem acima de 20% linear nas tarifas. E ameaçam não pagar benefícios dos trabalhadores.

A Secretaria de Trânsito e Transporte tem recebido diariamente representantes do SET, que apresentam vários tipos de planilha para justificar o reajuste.

Para a prefeitura, o ideal é que, antes do reajuste, haja, pelo menos, o lançamento do edital de licitação do setor, mas os empresários querem forçar o reajuste já neste feriadão de Semana Santa.

O clima é tenso entre o sindicato e a prefeitura…

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Zé Inácio defende “Bilhete Único Metropolitano”…

Parlamentar é autor de projeto sobre o tema na Assembleia Legislativa e defendeu sua proposta no Seminário para Política e Plano de Mobilização Urbana, promovido pela Agência Estadual de Transporte e Mobilidade Urbana

 

Zé Inácio, durante discurso no seminário

Zé Inácio, durante discurso no seminário

O deputado Zé Inácio (PT) voltou a defender ontem a importância da implantação do Bilhete Único Metropolitano como componente do sistema tarifário operacional do transporte público de passageiros na Região Metropolitana de São Luís.

– A criação do bilhete único metropolitano está sendo articulado de forma parceira com o governo do Estado, através da Agência de Mobilidade Urbana. E nós enquanto deputados estamos levando estas discussões para a Assembleia Legislativa para garantir o acesso da população ao transporte público de qualidade – disse Zé Inácio.

O bilhete único proposto por Zé Inácio beneficiaria os municípios de São Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa.

Na semana passada, a prefeitura anunciou a implantação do Bilhete Único em São Luís, mas apenas para ônibus urbanos, que compõem o sistema integrado.

Zé Inácio (PT) ressaltou a importância da criação de um Plano de Mobilidade Urbana.

– A mobilidade urbana é um tema hoje muito importante, não só para as capitais mais também para as grandes principais cidades do Maranhão – ressaltou.  

O Parlamentar também destacou o projeto de Lei complementar n° 09/2015 do Executivo, que cria o Fundo Metropolitano de Transportes – FMT. O projeto tem como finalidade distribuir as receitas auferidas através do sistema, de forma a garantir o equilíbrio econômico financeiro das empresas de transporte coletivo, que tramita na Assembleia Legislativa em caráter de urgência.

– Este Fundo irá fazer com que se tenha recurso para garantir que o plano de fato aconteça, para isto ele tramita na Assembleia em caráter de urgência – explica Zé Inácio.

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Após cobrança do blog, estrada do Araçagy volta a ser iluminada…

A avenida agora encontra-se totalmente iluminada, dando mais segurança

A avenida agora encontra-se totalmente iluminada, dando mais segurança

Dois dias depois de este blog denunciar o abandono da Estrada do Araçagy (Releia aqui), a avenida já estava novamente iluminada, na semana passada.

Lâmpadas foram colocadas tanto nos postes centrais quanto nos que ficam à margem da avenida, garantindo a segurança para motoristas que trafegam pelo local.

Até o iní cio de setembro, a estrada estava assim, totalmente às escuras

Até o início de setembro, a estrada estava assim, totalmente às escuras

Até o início da semana passada, a escuridão tomava conta do local.

Este blog orgulha-se de mais esta prestação de serviços à sociedade…

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Este poderia ser um exemplo de mobilidade urbana…

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Esta é a Rua Imperatriz, no Quintas do Calhau, região que fica do lado do antigo Barramar.

A via poderia ser uma excepcional opção alternativa à avenida dos Holandeses, para quem quer seguir diretamente para o Cohajap, Vinhais, Cohama, Altos do Calhau e Cohafuma.

Mas ela está exatamente deste jeito mostrado acima.

Há pelo menos três anos este blog ouve promessas da Secretaria de Obras da Prefeitura de São Luís – e de outros vário secretários – de que esta região será beneficiada com a recuperação asfáltica, o que nunca ocorreu.

Para se ter ideia da importância da Rua Imperatriz, ela surge na Avenida dos Holandeses, exatamente entre os Supermercados Maciel e Mateus, e segue por trás do Shopping do Automóvel passando pelo Barramar, cortando a avenida Santo Antonio do Calhau e encontrando outras vias, passando em meio ao Grand Park e alcançando a avenida Daniel de La Touche, na altura do Cohajap.

Sua recuperação, certamente, desafogaria o trânsito na avenida dos Holandeses, já que serviria de opção para milhares de moradores desta região.

Mas, repita-se, ela está deste jeito mostrado acima…