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Carlos Brandão mentiu aos maranhenses sobre “ferry velho” trazido do Pará

Investigação do Ministério Público constatou que a embarcação anunciada pelo governador-tampão como “nova e de alto padrão” tinha, na verdade, 35 anos; e estava abandonada no estado por não servir mais para navegação, até ser reformada pelo governo maranhense, numa tentativa de enganar os usuários da travessia São Luís Cujupe

 

O ferry velho anunciado como novo por Carlos Brandão estava abandonado no Pará e não tem condições de uso na baía de São Marcos

O governador-tampão Carlos Brandão (PSB) anunciou em suas redes sociais em 31 de maio que o “ferry velho” vindo do Pará para operar a travessia São Luís/Cujupe era “novo e de alto padrão”.

O anúncio foi festejado pelos setores da mídia alinhada ao Palácio dos Leões, que divulgou com estardalho a postagem do tampão. (Leia aqui e aqui)

Mas o governador mentiu aos maranhenses.

Reportagem da TV Mirante, nesta quarta-feira, 15, revelou que investigação do Ministério Público maranhense constatou que a embarcação anunciada como nova por Brandão tinha nada menos que 35 anos; e não tinha condição alguma de navegabilidade.

O ferry boat foi reprovado em vistoria da Capitania dos Portos, como antecipou, com exclusividade, o blog Marco Aurélio D’Eça, em 8 de junho, o que chegou a ser classificado de fake news pela Agência de Mobilidade do Maranhão (MOB).

O anúncio postado por Brandão em suas redes sociais em 31 de maio; mentiras ao povo maranhense: “nova embarcação. De alto padrão”

É exatamente a MOB quem está pressionando a Marinha para liberar a embarcação de Brandão para uso no Maranhão; a agência do governo tenta também afastar das investigações a promotora Lítia Cavalcanti.

Cavalcanti diz que suas investigações constataram que a balsa trazida pelo governador-tampão não serve para ser usada na travessia da Baía de São Marcos.

O caso agora será investigado também por uma comissão do Senado Federal…

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As mentiras e artimanhas da MOB na tentativa de esconder falência do ferry boat

Denúncia do deputado César Pires segundo a qual a agência do governo Carlos Brandão tenta afastar a promotora Lítia Cavalcanti das investigações sobre o caos provocado pelo ex-governador Flávio Dino é grave, mas não é a única: o órgão governamental também opera na tentativa de esconder da população os riscos da travessia São Luís/Cujupe

 

O governo tenta empurrar para o meio do mar um ferry velho trazido por Brandão; e para isso, tenta afastar a promotora Lítia Cavalcanti, segundo denunciou César Pires

A denúncia do deputado César Pires (PSD) é gravíssima.

A Agência de Mobilidade Urbana do governo Carlos Brandão (PSB) estaria operando para afastar a promotora Lítia Cavalcanti das investigações relacionadas à falência do serviço de Ferry Boat após fracassada intervenção promovida pelo ex-governador comunista Flávio Dino (PSB).

Lítia tem sido a voz pública da população que teme usar o ferry velho trazidos por Brandão; graças a ela, a população tem sabido que há problemas maiores, que o governo tenta esconder dos usuários

Mas a denúncia de César Pires não é a única relacionada á MOB.

A agência governamental vem usando o ferry velho trazido por Brandão mesmo antes da autorização da Capitania dos Portos; e ainda tentou pressionar a Marinha a liberar a embarcação, de 37 anos.

Por trás das artimanhas da MOB está o interesse em evitar o desgaste eleitoral do governador-tampão, que, além de entregar como “novo e de alto padrão”, um ferry velho e inadequado para o uso em São Luís, também está impossibilitado de tomar qualquer decisão, por motivo de doença.

De uma forma ou de outra, o serviço de ferry boat vai se arrastando, capenga, diante dos riscos para os usuários.

E a MOB tenta esconder todos os problemas embaixo do tapete…

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MOB nega que “ferry velho” trazido por Brandão tenha sido reprovado, mas admite nova vistoria da Capitania

Agência que regulamenta os transportes no Maranhão revela em nota que a Marinha pediu documentos e procedimentos administrativos em relação à embarcação de mais de 35 anos, batizada de “José Humberto’ e que foi apresentada pelo governador-tampão como “de alto padrão”

 

O ferry velho trazido do Pará por Brandão tem mais de 35 anos e recebeu apenas reparos para fazer a travessia São Luís/Cujupe

A Agência de Mobilidade Urbana do governo-tampão de Carlos Brandão (PSB) negou hoje, em nota, que o ferry boat de 35 anos trazido do para fazer a travessia São Luís/Cujupe tenha sido reprovado peal Capitania dos Portos.

Mas na mesma nota, a MOB informa que a Capitania ainda precisará fazer “vistoria final para liberação da embarcação”.

– A Diretoria de Operações Aquaviárias já informou à Capitania dos Portos que todas pendências foram sanadas e aguarda vistoria final para liberação da embarcação – diz o documento da agência.

A Capitania dos Portos já fez uma primeira vistoria no ferry velho trazido por Brandão; segundo apurou o blog Marco Aurélio D’Eça, há problemas no motor de propulsão, inadequado para a travessia de mar alto como o trecho do Boqueirão, na Baía de São Marcos.

O Ministério Público também questiona a qualidade da balsa anunciada por Brandão como sendo “de alto padrão”.

Abaixo, a nota da MOB:

 

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Prefeitura ainda deve R$ 400 mil do VLT…

Além de jogar o veículo ao relento, gestão de Edivaldo insiste em cobrar da própria fábrica pela armazenagem e manutenção do produto comprado há quatro anos sem destinação definida

 

O VLT de R$ 7 milhões pega sol chuva no Tirirical na gestão de Edivaldo Júnior

A empresa Bom Sinal Indústria & Comércio cobra R$ 400 mil da Prefeitura de São Luís pela fabricação e venda do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) comprado na gestão do prefeito João castelo (PSDB), já falecido.

A ação de cobrança, segundo a empresa, corre na 2ª Vara da Fazenda Pública de São Luís.

Além de não pagar todo o valro do VLT – estimado em R$ 7,5 milhões – a gestão de Edivaldo Júnior (PDT) ainda quer que a própria fabricante arque com a guarda do veículo que a prefeitura não sabe como usar.

O raciocínio é o mesmo no caso de alguém que compra um carro, sem saber dirigir, e obrigue a concessionária a guardá-lo mantê-lo.

Sem saber o que fazer com o veículo, a gestão de Edivaldo decidiu deixar de pagar o aluguel do galpão, deixando o trem jogado ao relento em um trilho abandonado no Tirirical.

Já a ação que determinou que a empresa arque com os custos do veículo é da 4ª Vara da Fazenda Pública…

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Prefeitura deixa de pagar galpão e VLT apodrece ainda mais rápido…

Após decisão judicial que obrigou a fabricante a arcar com os custos de guarda, a gestão de Edivaldo Júnior simplesmente entregou o veículo à própria sorte, largando-o ao relento em uma área do São Cristovão

 

VLT foi tirado do galpão e agora pega chuva e sol em um trilho qualquer

Um patrimônio público de R$ 7 milhões abandonado ao sol e à chuva sem qualquer utilidade prática.

É este o destino do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), comprado em 2012 na gestão do ex-prefeito João Castelo (PSDB) e guardado desde o início da gestão de Edivaldo Júnior (PDT) em um galpão no São Cristovão.

O equipamento está largado ao relento desde agosto deste ano.

Até então, Edivaldo – que nunca apresentou qualquer projeto para o VLT – mantinha-o simplesmente guardado em um galpão no São Cristovão. Foi então que veio uma esdrúxula decisão judicial, determinando que a fabricante do veículo – a fábrica Bom Sinal, do Ceará – se responsabilizasse pela guarda e manutenção.

Foi assim que a gestão Hiolandinha se viu desobrigada a cuidar do patrimônio, levando a empresa que cedia o galpão a larga-lo no tempo, sem qualquer cuidado.

É como se um juiz obrigasse, por exemplo, a fabricante de uma geladeira a guardar e cuidar do eletrodoméstico por que o comprador se lembrou, depois da compra, que não tinha casa para botá-la.

Se o VLT foi fabricado para a Prefeitura de São Luís, pago pela Prefeitura de São Luís e entregue à Prefeitura de São Luís, cabe apenas à Prefeitura de São Luís cuidar e dar destinação a ele.

Qualquer outro entendimento neste sentido alcança a teratologia.

Simples assim…

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Fábio Câmara apresentou melhor proposta para o VLT..

Vereador ex-candidato a prefeito mostrou, durante a campanha, que o trem jogado em um depósito por Edivaldo Júnior poderia ser utilizado em uma malha ferroviária já existente, atendendo à população da Zona Rural com eficiência e rapidez

 

Fábio Câmara quer beneficiar moradores da Zona Rural com o VLT…

Em meio à volta do debate sobre a destinação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), comprado na gestão do ex-prefeito João Castelo (PSDB) e jogado em um depósito pelo atual prefeito Edivaldo Júnior (PDT), este blog relembra proposta eficaz e simples para o projeto.

Durante a campanha, o vereador Fábio Câmara (PMDB) mostrou que o VLT pode ser usado na ferrovia entre Mandubé e Aracanga já existente na Zona Rural

– A bitola métrica dos trilhos e dormentes desta rede ferroviária é a mesma utilizada pelo VLT, que está jogado em um galpão no Tirirical. O serviço, a um custo-benefício excepcional para o alcance do projeto, vai beneficiar milhares de pessoas na Zona Rural, os que mais precisam de transporte efetivo – frisou o então candidato do PMDB, à época. (Releia aqui)

O VLT está apodrecendo em um depósito, por decisão de Edivaldo Júnior

Hoje, Fábio Câmara mantém o projeto e já apresentou, inclusive, Indicação à Câmara para que a rede ferroviária seja utilizada.

– O mais importante deste projeto é que a malha ferroviária já existe, faltando apenas pequenas reformas nas estações. E ela pode atender o morador da Zona Rural tanto no destino até o Tirirical quanto no sentido inverso, indo até o Porto do Itaqui – conta o parlamentar.

Para Câmara, o que não faz sentido é que o VLT fique apodrecendo em um galpão no Tirirical, gastando dinheiro público com aluguel de espaço e deixando milhares de pessoas sem transporte de qualidade.

É simples assim…

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Fábio Câmara quer VLT favorecendo a Zona Rural…

Candidato do PMDB vai apresentar Indicação à Câmara Municipal para que o veículo, guardado desde 2013 em um depósito, utilize a ferrovia Mandubé/Piçarra/Araracanga, com 17 quilômetros de trilhos já existentes, beneficiando moradores do Maracanã, Pedrinhas, Estiva e adjacências

 

VLT: mais que mero brinquedo para turistas

VLT: mais que mero brinquedo para turistas

O vereador Fábio Câmara, candidato do PMDB a prefeito de São Luís, deve encaminhar na próxima semana à Câmara Municipal, Indicação de sua autoria, solicitando à prefeitura a recuperação emergencial das estações ferroviárias de  Mandubé, na Estiva, e Piçarra, em pedrinhas, além da reconstrução da estação de Araracanga, no Maracanã.

O objetivo do parlamentar é reutilizar a ferrovia entre Mandubé e Aracanga, para o transporte ferroviário por meio do VLT.

– A bitola métrica dos trilhos e dormentes desta rede ferroviária é a mesma utilizada pelo VLT, que está jogado em um galpão no Tirirical. O serviço, a um custo-benefício excepcional para o alcance do projeto, vai beneficiar milhares de pessoas na Zona Rural, os que mais precisam de transporte efetivo – frisou o candidato do PMDB.

Fábio com o secretário de Obras na Zona Rural: benefício para os que mais precisam

Fábio com o secretário de Obras na Zona Rural: benefício para os que mais precisam

De acordo com Fábio Câmara, a aprovação da sua proposta garantirá também a ampliação do serviço de transporte ferroviário entre a estação de Piçarra e o Porto do Itaqui, num trecho de 17 quilômetros.

– Para se ter uma ideia, este trecho é quatro quilômetros maior que o trecho do projeto inicial do VLT, que contemplava apenas 13 quilômetros. E mostra que há saída para o veículo muito além de apenas mantê-lo se acabando em um depósito ou transformá-lo em mero brinquedo para turista – ponderou Câmara.

Câmara pretende discutir sua proposta também com os colegas no parlamento…

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Os R$ 600 milhões da mobilidade perdidos por São Luís…

De acordo com denúncia da deputada Eliziane Gama, prefeito deixou de pagar estudo técnico, o que inviabilizou a liberação de recurso para projeto que ele mesmo encaminhou ao Governo Federal; documentos comprovam a movimentação do pedetista até perder o recurso

 

Portaria do Ministério das Cidades comunica seleção dos projetos

Portaria do Ministério das Cidades: seleção dos projetos

exclsuvoUma das principais denúncias feitas pela deputada Eliziane Gama (PPS), durante sua sabatina no jornal O EstadoMaranhão, foi a de que o prefeito Edivaldo Júnior (PDT) perdeu cerca de R$ 1 bilhão em recursos federais para implantação de projetos educacionais e o corredor de transporte em São Luís.

O prefeito, que pediu Direito de Resposta à candidata, silenciou nesta denúncia.

Este blog teve acesso a uma série de documentos, muitos dos quais assinados pelo próprio Edivaldo Júnior, que provam a movimentação da Prefeitura, desde 2013, até perder os prazos e ter os recursos sustados por falta de estudo técnico.

Só no Ministério das Cidades, os projetos para São Luís superavam os R$ 613 milhões.

O protocolo 09627.02.88/2013-99 previa investimento de R$ 15 milhões para elaboração de estudo para implantação do corredor de transporte público.

Já o protocolo 009716.02.88/2013-71, no valor de R$ 1,2 milhão, previa o Estudo Básico e de Viabilidade Econômica para implantação do VLT, no trecho Anjo da Guarda.

Um terceiro protocolo – o de nº 009825.02.88/2013-52 – tinha valor de repasse garantido de R$ 265,6 milhões (incluindo a contrapartida) para implantação do Trecho I do Novo Anel Viário, BRT Centro/Cohab.

E a maior parte dos recursos estavam previstos no protocolo 009826.02.88/2013-61, que garantia à gestão de Edivaldo nada menos que R$ R$ 311,2 milhões para implantação do Trecho II do BRT Centro/Cohab.

Licitação da prefeitura para contratação de estudo técnico: fracasso

Licitação da prefeitura para contratação de estudo técnico: fracasso

Em 7 de abril de 2014, o Diário Oficial da União publicou o Aviso de Licitação da prefeitura de São Luís com a Concorrência nº 11/2014-CPL, para contratação de empresa que iria elaborar os projetos do corredor de transporte, do BRT e do VLT.

Cinco meses depois, em 5 de setembro, o D.O.U publicou a Portaria nº 538, de 4 de setembro de 2014, divulgando que as nove propostas da Prefeitura de São Luís haviam sido selecionadas, garantindo a liberação dos mais de R$ 613 milhões para os projetos de Mobilidade Urbana.

Mas os estudos técnicos não foram elaborados e o financiamento teve que ser cancelado pelo Ministério das Cidades.

Pior, segundo a denúncia da deputada, a prefeitura perdeu, inclusive, o prazo para a simples assinatura dos documentos na Caixa Econômica Federal.

E São Luís perdeu uma oferta de recursos milionária para melhorar a sua mobilidade urbana…

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Trilhos e dormentes do VLT sumiram na gestão de Edivaldo Júnior…

Projeto apresentado em junho de 2012 na Câmara Municipal previa implantação dos primeiros 13 quilômetros de estrada de ferro , com início das obras ainda naquele período; de lá para cá, a locomotiva foi abandonada e os componentes da via desapareceram

 

Trecho inicial do trilho do VLT, por trás do Terminal da Integração, na Praia Grande: material desapareceu...

Trecho inicial do trilho do VLT, por trás do Terminal da Integração, na Praia Grande: material desapareceu…

No dia 14 de junho de 2012, o então secretário-adjunto de Trânsito e Transporte de São Luís, José Arthur Cabral Marques, apresentou aos vereadores da capital o projeto de implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).

Na época, o hoje titular da Agência Estadual de Mobilidade Urbana do governo Flávio Dino (PCdoB) garantiu que a licitação para a primeira etapa do projeto – uma linha com 13 quilômetros de extensão, entre o São Cristovão e o Centro, já estava em processo de licitação.

– O VLT tem três metros de largura e nós só precisamos de cinco metros de largura de via para ele passar. E São Luís tem essa excepcionalidade, pois possui avenidas de canteiros largos – observou Cabral Marques, à época. (Relembre aqui)

Adquiridos com outra finalidade, dormentes estão sendo usados como meros blocos para sargetas

Adquiridos com outra finalidade, dormentes estão sendo usados como meros blocos para sarjetas

Os trens do VLT, os dormentes de concreto e os trilhos do primeiro trecho chegaram dois meses depois do anúncio do secretário, e começaram a ser implantados imediatamente.

O custo, apenas com os vagões, foi de R$ 7 milhões.

Quatro anos depois, o projeto foi abandonado pela gestão do prefeito Edivaldo Júnior (PDT), os dois vagões estão jogados em um depósito no São Cristovão e ninguém na prefeitura consegue explicar onde foram os primeiros quilômetros de trilhos e dormentes que seriam usados no primeiro trecho.

Os dois trens estão jogados em um depósito no São Cristovão

Os dois trens estão jogados em um depósito no São Cristovão

Em 2013, Holandinha gastou mais R$ 216 mil com um projeto de viabilidade para implantar o VLT em outro trecho, a partir da área Itaqui-Bacanga. (Veja aqui)

O projeto nunca saiu do papel, os trens continuam enferrujando no depósito da Transnordestina Logística, no Tirirical, e  os gastos do atual prefeito com o VLT – apenas com aluguel e manutenção – já superam em duas vezes os R$ 7 milhões gastos por Castelo.

Mas esta é uma outra história…

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SET pressiona prefeitura por aumento de passagens…

Empresários querem reajuste de tarifas acima dos 20%, sob ameaça de não pagar benefícios dos trabalhadores do setor; reunião deve definir situação

 

passageiros podem ter feriado com novo preço de passagem

passageiros podem ter feriado com novo preço de passagem

O Sindicato das Empre4sas de Transporte Coletivo de São Luís tem pressionado a Prefeitura de São Luís a conceder aumento  de passagens nos ônibus de São Luís.

Os empresários querem acima de 20% linear nas tarifas. E ameaçam não pagar benefícios dos trabalhadores.

A Secretaria de Trânsito e Transporte tem recebido diariamente representantes do SET, que apresentam vários tipos de planilha para justificar o reajuste.

Para a prefeitura, o ideal é que, antes do reajuste, haja, pelo menos, o lançamento do edital de licitação do setor, mas os empresários querem forçar o reajuste já neste feriadão de Semana Santa.

O clima é tenso entre o sindicato e a prefeitura…