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“Cumprimos o dever legal”, diz SPP sobre ação contra Josimar

Em Nota distribuída no feriadão, Secretaria de Segurança Pública esclarece todos os detalhes técnicos da operação em endereços ligados ao deputado federal, que é acusado pelo Ministério Público de desviar quase R$ 160 milhões de emendas parlamentares no Maranhão

 

Um dos endereços de Josimar de Maranhão onde foram cumpridos mandatos de busca e apreensão pelo Ministério Público

A Secretaria de Segurança Pública informou, em nota, neste feriadão, todos os detalhes técnicos da operação que resultou em cumprimento de Mandados de Busca e Apreensão em endereços ligados ao deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL) e seus parentes.

– A SSP/MA, cumprindo o seu dever legal, deu todo o apoio policial ao Ministério Público do Maranhão, para apurar a movimentação suspeita de R$ 159.745.884,37, dentro dos limites legais estabelecidos na decisão judicial proferida pela Vara de Combate ao Crime Organizado, de acordo com os pedidos formulados pelo Ministério Público Estadual – diz a nota.

Após a operação, Josimar e seus aliados tentaram atribuir a operação à perseguição do governador Flávio Dino (PSB); já os aliados de Dino tentaram jogar o problema no colo do secretário de Segurança, Jefferson Portela.

Nem uma coisa, nem outra.

Josimar é investigado desde 19 de outubro de 2018, pelo Procedimento Investigatório Criminal nº 011660-750/2018, instaurado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco).

– Esse procedimento originou-se de uma Notícia de Fato instaurada a partir de denúncias envolvendo Josimar Cunha Rodrigues – o deputado Josimar de Maranhãozinho – e as empresas Águia Farma Distribuidora de Medicamentos Ltda e Construtora Madry, ambas ligadas ao parlamentar; Josimar Cunha Rodrigues é, até hoje, sócio da Construtora Madry, junto com sua irmã Irismar Cunha Rodrigues, também investigada. (Fonte: Nota emitida pelo Ministério Público do Estado do Maranhão) – diz a nota da SSP.

Foi o procedimento do Ministério Público que originou a operação “Maranhão Nostrum”, deflagrada na semana passada. Os relatórios apontando a movimentação suspeita de quase R$ 160 milhões por Josimar foram elaborados pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras – COAF.

– Para o cumprimento das medidas deferidas pela Vara de Combate ao Crime Organizado em treze municípios do Estado do Maranhão e em um município do Estado do Ceará, foi determinado o apoio operacional por parte dos órgãos de Segurança Pública – explicou a nota da Segurança Pública.

A Polícia Civil maranhense, portanto, apenas deu apoio ao Ministério Público.

É, portanto, ao MP, que Josimar Maranhãozinho tem que reclamar.

E se o MP tem vínculos com o governo Flávio Dino, essa é uma outra história…

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Jefferson Portela e Coronel Célio Roberto farão dobradinha da Segurança em 2022

Secretário de Segurança e comandante do Corpo de Bombeiros vão disputar vagas na Câmara Federal e na Assembleia Legislativa, respectivamente, como as principais opções do setor no estado

 

Jefferson Portela e Célio Roberto estão sempre juntos em ações de segurança no Maranhão; e vão juntos para o desafio eleitoral de 2022

O setor de Segurança Pública do Maranhão deve ganhar, em 2022, representantes de peso na Câmara Federal e na Assembleia Legislativa.

O secretário de Segurança Pública Jefferson Portela é candidato a deputado federal.

O comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Célio Roberto Araújo, disputa vaga na Assembleia Legislativa.

Os dois têm participado juntos de reuniões e ações em vários municípios; e devem forma dobradinha na campanha em várias regiões.

Portela é hoje um dos principais nomes do PDT para a disputa federal, com apoio declarado do senador Weverton Rocha (PDT), candidato a governador.

Célio Roberto ainda não se definiu partidariamente, embora tenha articulado fortemente no PTC, que tem o ex-deputado Júnior Verde como presidente.

Amigos e homens de confiança do governador  Flávio Dino (PSDB) – tanto que estão há sete anos nos postos que ocupam desde o início o do governo – vão representar o setor de Segurança nas eleições.

E têm fortes chances de vencer a disputa…

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Dr. Rafael reúne-se com Portela para tratar sobre educação e segurança para Peritoró

O candidato a prefeito de Peritoró, dr. Rafael, esteve reunido com o secretário de Segurança Pública, delegado Jefferson Portela, para tratar de assuntos relativos a segurança e educação.

Durante o encontro, o postulante ao cargo de chefia do Executivo colocou em pauta vários projetos, como a implantação da escola militar e a construção da sede do Corpo de Bombeiros em Peritoró.

Para o dr. Rafael, essa reunião aconteceu em um momento oportuno, pois foram tratados temas de suma importância para Peritoró.

“Ficamos extremamente satisfeitos com os assuntos debatidos. Botamos em mesa o que de fato queremos implantar em nosso município. Creio que essa parceria com o chefe da Segurança Pública, Jefferson Portela, trará muito mais benefícios para a população e dará continuidade nas melhorias já implantadas nas áreas de segurança e educação em Peritoró”, declarou o candidato a prefeito.

Rafael é o líder das pesquisas eleitorais e deve vencer as eleições em Peritoró.

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Expedito Júnior debate com Portela plano de segurança para Bacabal

Não é de hoje que o ex-secretário estadual e pré-candidato pelo Solidariedade, Expedito Júnior, busca parcerias e vem dialogando com secretários do governo estadual, com o objetivo de elaborar seu plano de governo para o município de Bacabal.

O advogado mostrou mais uma vez competência e reuniu com o secretário de segurança Jefferson Portela, traçando pontos de seu plano de governo para a área. Temas como combate ao crime e às drogas e fortalecimento do policiamento na cidade foram alguns dos assuntos abordados no encontro.

Durante a reunião, que contou com a presença do presidente do Solidariedade, o secretário de Indústria, Comércio e Energia (Seinc), Simplício Araújo, foram traçadas diversas ações no âmbito da segurança pública para Bacabal.

Vale lembrar que Jefferson Portela já declarou apoio a Expedito Júnior nas Eleições Municipais, e que o pré-candidato segue cada vez mais mostrando que, se eleito, vai colocar a cidade de Bacabal nos trilhos.

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“Frente Antifascista” também pode ser enquadrada no Código Penal…

Grupo que ameaça queimar bancos, escolas e empresas em São Luís, tem posicionamento de esquerda e prega ações contra governo Bolsonaro, mas pode estar ferindo a mesma legislação, usada pela SEIC contra grupo de direita que tentava se manifestar contra o governo Flávio Dino

 

As conversas do grupo “Antifascistas SLZ” reveladas por Gilberto Léda; possível apologia a crimes previstos no Código Penal

Grave a revelação do blog do jornalista Gilberto Léda, nesta segunda-feira, 1º, sobre a “Frente Antifascista SLZ” – coordenada pelo jovem identificado por Raffael Reis – e que planeja em grupos de Whatsapp queimar agências bancárias e empresas como o restaurante Coco Bambu, o colégio Dom Bosco e o Tropical Shopping. (Entenda aqui)

Há duas semanas, a Superintendência de Investigações Criminais (SEIC) intimou para depor membros de um grupo intitulado “Fora Dino”, que preparava manifestações de rua contra o governo comunista.

Na época, o secretário de Segurança Pública Jefferson Portela alegou que os manifestantes foram chamados com base no artigo 268 do Código Penal.

O blog Marco Aurélio D’Eça perguntou nesta segunda-feira, 1º, se o secretário usará o mesmo artigo contra a “Frente Antisfascista SLZ” – ou mesmo outros, já que, além da aglomeração, o grupo anuncia a prática de crimes.

Até a edição deste post, Portela não havia respondido às mensagens…

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Jair Bolsonaro mostra-se refém de Sérgio Moro…

Presidente recuou da ideia de tirar a pasta da Segurança do Ministério da Justiça, após ameaça pública do ministro de que deixaria o governo se isso ocorresse; governo mostra-se incomodado com a força do ex-juiz

 

Bolsonaro perde a queda de braço com Sérgio Moro e recua na divisão do Ministério da Justiça; ministro ganha ainda mais força no governo

O presidente Jair Bolsonaro mostrou-se absolutamente refém da vontade do ministro da Justiça, Sérgio Moro, ao recuar na decisão de tirar a pasta da Segurança Pública do Ministério da Justiça.

No início da semana, Bolsonaro havia admitido a possibilidade de criar outro ministério para cuidar especificamente da Segurança Pública, quebrando a promessa dada a Moro de um superministério para as duas áreas.

Moro ameaçou publicam,ente deixar o governo se a separação ocorresse; nesta sexta-feira, Bolsonaro recuou e anunciou que não iria separar.

Há um incômodo claro no núcleo do governo mais próximo de Bolsonaro com a popularidade crescente de Sérgio moro na opinião pública.

Analistas apontaram que a divisão do ministério seria uma tentativa de Bolsonaro de esvaziar Moro, o que não deu certo.

Com o recuo, Bolsonaro acabou por tornar-se refém da vontade o ministro da Justiça.

Que ganha poderes quase absolutos no governo…

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Teria Jefferson Portela cartas na manga contra Aluisio Mendes?!?

Secretário desafia sistematicamente deputado federal a chamá-lo a depor, mas parece haver um recuo do parlamentar, temendo ameaças de que sejam expostas em plena Câmara Federal questões relativas ao seu período na SSP

 

JEFFERSON PORTELA DESAFIA, ALUISIO MENDES RECUA; o que teria o secretário contra o ex-titular da pasta que agora comanda?!?

Acusado de ter mandado fazer espionagem em diversas autoridades públicas maranhenses, o secretário de Segurança Jefferson Portela tem “sambado na cara” do deputado federal Aluisio Mendes.

Desde que Aluisio decidiu levar o caso para a Comissão de Segurança da Câmara Federal, Portela o desafia a chamá-lo para depor.

O próprio Aluísio chegou a anunciar oitiva com o secretário em Brasília, mas recuou. Agora, diz claramente não ter interesse em ouvi-lo, como revelou ao blog de Gilberto Léda.

– Não tenho interesse nenhum em ouvi-lo, visto que minha convicção sobre sua ação criminosa no caso dos grampos já está formada – afirmou, estranhamente, o parlamentar. (Leia aqui)

O que teria na manga Jefferson Portela para peitar Aluisio Mendes?!?

A explicação pode estar no episódio abaixo.

Em uma tarde qualquer do mês de junho, o titular do blog Marco Aurélio D’Eça foi chamado à Superintendência de Investigações Criminais para depor, segundo a intimação, “como testemunha” de uma investigação.

No local, após o alerta de que, na condição de testemunha, poderia responder se mentisse, o jornalista foi apresentado a um áudio com conversas sobre o caso Décio Sá (jornalista morto em 2012, quando Aluisio Mendes era secretário).

Apenas uma pergunta mais relacionada ao caso foi feita pelo delegado: se este jornalista sabia identificar as vozes do áudio, que acusavam claramente Aluisio Mendes de manipulação do caso Décio.

Diante da negativa, a oitiva foi encerrada sem maiores delongas.

Nem os advogados entenderam, mas ficou a impressão de que algo naquela sessão ligava as coisas a Aluisio Mendes – ou, pelo menos, tentavam dar um recado a ele.

Soube-se depois que outros jornalistas também foram chamados à SEIC.

Desde então, o deputado federal parece evitar confronto com Portela, sobretudo na Comissão de Segurança da Câmara.

O que teme o parlamentar maranhense?!?

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O medo que tem o PCdoB do depoimento de Thiago Bardal…

Partido do governador Flávio Dino moveu céus e terras para impedir a audiência do delegado que acusa o secretário de Segurança, Jefferson Portela, de ordenar espionagens contra autoridades maranhenses

 

É pouco provável que a Comissão de Segurança da Câmara dos Deputados consiga reverter, a tempo, o veto do presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ) à audiência com o delegado Thiago Bardal.

Aliado do governador Flávio Dino (PCdoB), Maia acatou recurso de uma deputada do PCdoB do Acre contra  participação de Bardal na oitiva, que tem ainda a presença do delgado Ney Anderson Gaspar.

Mais do que impedir sob argumentos regimentais a fala de um cidadão, o impedimento de Maia revela a preocupação do governo Dino com as declarações de um de seus ex-colaboradores.

Preso preventivamente sob acusação de formação de quadrilha  contrabando, Bardal acusa reiteradamente  o secretário de Segurança, Jefferson Portela, de comandar espionagem contra autoridades.

Para barrar a participação de Bardal na audiência, Rodrigo Maia acatou os argumentos da parlamentar comunista, segundo os quais o delegado só poderia ser ouvido por CPI.

A audiência de Ney Anderson Gaspar continua agenda para esta terça-feira, 2…

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Espionagem: investigação da Câmara Federal pode complicar Jefferson Portela…

Delegados Thiago Bardal e Ney Anderson Gaspar têm pedido de audiência pública analisado pela Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, diante das denúncias envolvendo deputados e senadores

 

THIAGO BARDAL CHEGOU A SER HOMENAGEADO POR FLÁVIO DINO E JEFFERSON PORTELA; caiu em desgraça por desobedecer ordens do chefe

A audiência com os delgados maranhenses Thiago Bardal e Ney Anderson Gaspar, na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados, poderá dar repercussão nacional ao caso de espionagem de políticos e membros do Judiciário no Maranhão.

O pedido para ouvir os delegados está sendo analisado na comissão.

Bardal e Gaspar têm feito reiteradas denúncias contra o secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, sobre suposta espionagem de juízes, desembargadores, políticos e ex-políticos. (Entenda aqui, aqui e aqui)

Duas das supostas vítimas de arapongagem da SSP apontadas pelos delegados são o deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PR) e o senador Roberto Rocha (PSDB).

Jefferson Portela tem negado peremptoriamente as acusações e já anunciou, em nota da SSP, que irá processar os dois delegados, que foram homens de confiança de sua gestão.

Também ameaça profissionais de imprensa que divulgaram as denúncias.

Mas a participação da Câmara Federal pode atrair para o Maranhão os olhares investigativos sobre o governo Flávio Dino (PCdoB).

E o caso maranhense pode se tornar um escândalo…

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Cidadão de bem não quer armas; quer segurança pública eficiente…

Em mais um gesto tresloucado, presidente Jair Bolsonaro assina decreto que amplia o porte de armas e libera a venda até de fuzis no Brasil, criando o risco de um clima de guerra nas ruas das cidades

 

Editorial

Há uma estranha relação entre a eleição do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e a fabricante de armas brasileira Taurus.

E há uma semana, desde que Bolsonaro assinou um Decreto que amplia o porte de armas no Brasil e libera a venda até de fuzis – arma antes restrita às forças de segurança – extrapolou a relação entre ele e essa indústria.

Mas esta nem é a questão principal do decreto. O problema é a corrida armamentista desenfreada que este ato estimula.

Inculto, despreparado e autoritário, Bolsonaro é, pela própria natureza, um sujeito que entende o uso de uma arma na cintura como forma de defesa.

Não é.

Quanto mais armas na rua, mas insegurança se tem.

E o cidadão de bem não quer armas nas ruas; o cidadão de bem quer uma força de segurança com eficiência, que garanta a proteção da sociedade.

Armar a população é promover mais violência.

Esta cultura pode até ser a dos Bolsonaro.

Mas não é a o cidadão de bem…