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Números da pandemia no Maranhão foram previstos em estudo

O blog Marco Aurélio D’Eça publicou em 5 de maio dados da Universidade Federal de Minas Gerais apontando 700 casos por dia a partir do início do lockdown na Grande São Luís; desde então, os números têm subido, superando o prognóstico dos especialistas

 

O Maranhão já superou a marca dos 800 casos de coVID-19 por dia; e os estudos apontam crescimento até chegar ao pico de 1,5 mil, em 5 de junho

O blog Marco Aurélio D’Eça publicou na terça-feira, 5, o post intitulado “Pesquisadores previram colapso de hospitais em São Luís”.

Tratava-se de um estudo da Universidade Federal de Minas Gerais, que apontava também o início do crescimento assustador do número de contaminados no Maranhão.

Naquele dia, quando se iniciava o lockdown judicial na Grande São Luís, a UFMG estimava que o total de contaminados chegaria a 700 por dia exatamente na terça-feira, 5.

Divulgados no final da noite, os números oficiais do Governo do Estado apontaram 498 novos casos naquele dia, 202 a menos que a previsão da UFMG.

Na quarta-feira, 6, caiu para 361,  mas superou a casa dos 500 na quinta, 7, chegando a 520 novos casos.

Na sexta-feira, 8 e no sábado, 9, viu-se o estouro dos números, em pleno lockdown: 856 e 854, respectivamente. 

Os números do domingo, 10, chegaram a 545.

A média desses seis dias é de 605,6 casos/dia.

O mais assustador, porém , é o que o estudo da UFMG prevê para as próximas semanas: o pico do Maranhão se dará em 5 de junho, com 1,5 mil casos por dia. 

Para contrariar esta estimativa, há só uma saída:

Fique em casa!!!

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CoVID-19 já matou 13 policiais militares no Maranhão…

Tropa reclama de estar atuando sem nenhum tipo de apoio do governo, que ainda pune supostos excessos; muitos se dizem obrigados a cumprir escalas estafantes mesmo após testes darem positivo para a doença

 

Os policiais mortos pela pandemia de coronavírus; homenagem dos colegas e indiferença do comando e do governo

A coVID-19 já matou 13 policiais militares no Maranhão desde o início da pandemia de coronavírus.

As vítimas fazem parte do mosaico que ilustra este post; e não receberam nenhum tipo de apoio do comando geral da PMMA e, muito menos, do Governo do Estado.

Pelo contrário: um PM foi punido na quinta-feira, 7, após impedir usuários de ônibus de seguir viagem sem comprovação de trabalho em serviço essencial, exatamente o que determina o decreto de lockdown judicial. (Relembre aqui)

No início da pandemia, o blog Marco Aurélio D’Eça publicou post em que mostrava a insatisfação da tropa em relação ao tratamento dado aos policiais mortos em ação contra o coronavírus. 

Na época, eram três mortos; hoje já são 13.

Obrigados a estar nas ruas, policiais são expostos ao vírus e ao degaste de reprimir cidadãos de acordo com os interesses do comando e do governo

O blog conversou com diversos militares nas últimas semanas, tanto ao vivo, nas ações do João Paulo e nos bloqueios nas avenidas, quanto por aplicativo de troca de mensagens.

O sentimento é de indignação.

– Alguns tinham problemas de saúde, ou seja, eram do grupo de risco…e a instituição não deu a devida atenção – diz um segundo sargento revoltado com o tratamento em campo.

Com medo de represália do comando, os PMs contam ao blog – encaminhando provas, mas sem querer se identificar – que alguns já foram obrigados a cumprir escala de trabalho mesmo após confirmação de teste positivo para coVID-19.

O clima entre praças – soldados, cabos e sargentos – é de desestímulo diante do que precisa ser feito para impedir a circulação de pessoas que desobedecem o bloqueio.

Muitos entendem como arbitrária a decisão de fechar lojas, e acabam apenas orientando os empresários.

E se ressentem, sobretudo, de serem vistos apenas como mais um número na contagem da pandemia.

Treze vidas que se perderam…

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Governo maquia números da coVID-19, acusa César Pires

Deputado cruzou o dados oficiais da Secretaria de Saúde com os relatórios das prefeituras e constatou que a contaminação por coronavírus é pelo menos duas vezes maior no estado, o que colocaria o Maranhão à frente do Ceará

 

Alguns dos relatórios oficiais da coVID-19 divulgados pelos municípios; números não batem com os dados divulgados pelo Governo do Estado

O deputado estadual César Pires (PV) acusou o governo Flávio Dino (PCdoB), neste sábado, 9, de manipular, para baixo, os números da contaminação por coVID-19 no Maranhão.

Pires passou a semana fazendo o levantamento dos dados encaminhados oficialmente por diversas prefeituras e constatou que, em muitos casos, os números informados nos municípios chegam a ser até três vezes maior do que o divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde.

– Em Codó, por exemplo, já eram 89 casos quando o governo informava ter ali apenas 35 contaminados. Pedreiras já registrava 78 casos e no boletim da SES apareciam 26. Em Presidente Dutra já eram 48 pessoas doentes; o governo mostrava 20 em seu boletim. O mesmo acontece com Tuntum, que tinha 11 casos e a SES registrava apenas 2 – citou César Pires.

Além de citar outros municípios – como Santa Inês, com 53 e apenas 46 casos no boletim da SES -Pires ressaltou que há municípios que sequer aparecem nos relatórios anunciados por Flávio Dino.

– São Bernardo, que já confirmou 14 casos, sequer aparece no boletim da SES – acusa Pires.

Para o deputado, esses números de contaminados praticamente dobram o total oficial e põem o Maranhão à frente do Ceará em termos de doentes de coVID-19

Por meio da rede social Twitter, o blog Marco Aurélio D’Eça questionou o Governo do Maranhão sobre a alta diferença entre os dados oficiais da SES e os relatórios das prefeituras.

Recebeu a seguinte resposta do secretário Carlos Lula:

Informamos os números lançados num sistema do Ministério da Saúde, chamado esus-ve. Quem o alimenta são os próprios municípios. Por vezes, os dados ali lançados possuem um delay para o próprio boletim do município. Isso pode acontecer em razão de lentidão do sistema ou em razão do horário de fechamento do boletim. Pela mesma razão o número que o Ministério da Saúde lança sempre possui um atraso em relação aos números divulgados pelos estados.

 

César Pires entende que o governo maquia os números da coVID-19 para vender uma imagem nacional de gestor eficiente que não existe

Mas para César Pires, há outra razão para a maquiagem nos números do governo Flávio Dino. 

– Como não têm sabido orientar a população e controlar a contaminação, o governador maquia os números oficiais para passar ao Brasil a imagem de gestor acima da média que ele não é – enfatiza o parlametar.

Para o deputado, a realidade precisa ser repassada, de fato, à população.

E o governo deve tomar medidas realmente eficazes para o combate à coVID-19…

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Incoerência do governo deixa PMMA confusa no lockdown…

Primeiro, o governador Flávio Dino manda deter e afastar policial que tentou impedir circulação de trabalhadores de serviços não-essenciais; depois, a mesma PM vai ao bairro do João Paulo para fechar os mesmos serviços não-essenciais

 

Depois de prender um colega por fazer o mesmo, policiais militares vão ao João Paulo, neste sábado, impedir abertura de serviços-não essenciais

As fotos que ilustram este post foram tiradas neste sábado, 9, na feira do João Paulo.

Uma tropa de policiais militares acompanha fiscais da Vigilância Sanitária na operação de fechamento de lojas de serviços não-essenciais.

De fato, uma das imagens mostra claramente o tumulto que é o local e o desrespeito absoluto ao lockdown decretado desde terça-feira, 5. (Veja abaixo)

As pessoas circulam normalmente no João paulo, a trabalho ou a passeio, sem importar com as regras do bloqueio determinado pela Justiça

Mas o post republica também o vídeo do policial militar que foi detido e afastado pelo comando geral da PMMA.

E ele estava fazendo o quê?

Proibindo a circulação de trabalhadores dos serviços não-essenciais. (Veja o vídeo)

Neste caso, os homens da PMMA não deveriam estar no João Paulo depois de a mesma PMMA ter afastado um dos seus por estar fazendo a mesma coisa.

A ação de hoje confirma a perda de controle das autoridades no comando do bloqueio geral na Grande São Luís.

E o resultado disto é sempre o caos…

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CoVID-19: Zé Inácio quer melhorar comunicação a familiares de pacientes

O deputado estadual Zé Inácio (PT) propôs a implantação de um serviço de comunicação, o CONTAC CENTER – via aplicativo WhatsApp – no Maranhão, com o objetivo de auxiliar familiares e/ou responsáveis dos pacientes internados com quadro de infecção por COVID-19, fornecendo informações sobre o quadro clínico, dados e orientações relacionadas a estes pacientes.

“Como se sabe, as pessoas infectadas que estão internadas não podem ser acompanhadas de familiares e/ou responsáveis nos hospitais, medida adotada para evitar o aumento do contágio da COVID-19, sobretudo em hospitais, onde o risco de contaminação é ainda maior. Por isso, tendo em vista as dificuldades que os familiares e responsáveis dos pacientes internados enfrentam para obter informações e boletins médicos sobre o quadro clínico destes, faz-se necessário a implantação de um serviço de comunicação”, afirma o deputado. 

Com o crescente número de casos confirmados de pessoas infectadas pelo novo coronavírus no Maranhão, o número de internações em leitos de UTI de todo o Estado tem crescido constantemente. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde – SES, o número de casos confirmados ativos já passa de 3.600 (três mil e seiscentos) no Maranhão na data de 06 de maio de 2020.

“Esta é uma medida inovadora e necessária, já que inúmeras famílias sofrem com a falta de informação precisas sobre a saúde de seus entes. Essas informações poderiam ser passadas aos familiares por profissionais de assistência social ou enfermagem via chamada de vídeo”, diz Zé Inácio.

O deputado sugere ainda que o Contact Center também pode ser adotado pelos gestores municipais.

Contact Center

O Contact Center é, na verdade, uma evolução do modelo tradicional de Call Center. Nesse novo modelo de atendimento, o foco sai um pouco das chamadas telefônicas e se volta para sistemas de atendimento digital mais modernos, a exemplo de e-mails, SMS, WhatsApp e outras redes sociais.

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Flávio Dino se opõe a autor de lockdown sobre rigidez das medidas

Enquanto o juiz Douglas de Melo Martins aponta sanções aos desobedientes como forma de garantir o sucesso do bloqueio, governador mostra-se contrário, alegando circunstâncias da realidade social no Brasil; enquanto isso, mortes por coVId-19 batem recorde

 

Autor do lockdown, Douglas Martins defende medidas mais duras para evitar aglomerações, mas Flávio Dino acha que não se pode encarcerar as pessoas

O terceiro dia do lockdown judicial na Grande São Luís, nesta quinta-feira, 7, marcou um momento de clara divergência conceitual entre o autor do bloqueio, juiz Douglas de Melo Martins, e o governador Flávio Dino (PCdoB).

No mesmo dia, as mortes por coVID-19 chegaram a 320, com 25 novos óbitos.

Martins mostra preocupação com o futuro do lockdown, defende a imposição de sanções “como único caminho” para impedir a presença de pessoas nas ruas e justifica:

– Foram dois dias de caráter educativo, agora terá aplicação de multa.

Dino, por sua vez, entende que o bloqueio é um sucesso até agora e acha que não deve “fazer encarceramento em massa de pessoas”. 

E justifica ser normal essa movimentação, diante da realidade do país.

– Um grau de movimentação é normal, em face dos serviços essenciais e das condições sociais no Brasil, diferentes da Europa.

Diante da divergência de opinião entre autor e executor do lockdown, os números da coVID-19 seguem crescendo no Maranhão, agora com recorde de mortes. (Entenda aqui)

Quem tem razão?!?

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No terceiro dia de lockdown, mortes por coVID-19 batem recorde no MA

Estado registra 520 novos casos de contaminação pelo coronavírus, chegando ao total de 5.909 e 320 óbitos; só nesta quita-feira, 7, 25 pessoas morreram por causa da doença


Enquanto se discute  nas redes sociais se o lockdown decretado na Grande São Luís apresenta sucesso ou fracasso, o Maranhão registra, nesta quinta-feira, 7, o recorde de mortes por coVID-19.

Foram 25 óbitos em um total de 520 testes positivos para a doença.

O Maranhão chega a 5.909 casos de coVID-19, mostrando a tendência de subida da pandemia de coronavírus, com um total de 330 óbitos.

E a situação já é de quase-colapso na rede pública de atendimento…

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Mais da metade da população ignora lockdown no MA, diz estudo da USP

Índice de Rigidez do Distanciamento (RDS) usado pela Universidade de São Paulo – e referência no Brasil – revela que apenas 49% dos maranhenses mantiveram o isolamento social total nos dois primeiros dias de bloqueio na região da Grande São Luís

 

A população deu pouca ou nenhuma importância ao lockdown em São Luís, que Flávio Dino insiste em chamar de “um sucesso”

Duas narrativas estão se digladiando desde que foi iniciado o lockdown na região da Grande São Luís para conter o avanço do coronavírus no Maranhão.

A primeira é liderada pelo governador Flávio Dino (PCdoB), que, a despeito da realidade das ruas nos bairros populares e na zona de comércio, garante que o bloqueio “é um sucesso”.

A outra narrativa, usada por setores da imprensa – que vai às ruas constatar se há comprometimento da população e capta as imagens já amplamente divulgadas – vê erros no lockdown e aponta medidas para evitar o fracasso anunciado.

O gráfico do Índice de Rigidez do Distanciamento, da Universidade de São Paulo, mostra que apenas 49,6% ficaram em casa no lockdown da terça-feira,5

Nesta quinta-feira, 7, estudo da Universidade de São Paulo comprova oficialmente que a narrativa da imprensa, e não a de Flávio Dino, é a correta neste momento.

De acordo com o Índice de Rigidez do Distanciamento (RDS) da USP – hoje usado como referência na análise dos resultados do distanciamento social em todo o país – menos da metade da população aderiu ao bloqueio nos dois primeiros dias de lockdown na Grande São Luís.

Para ser mais preciso: foram 49,6% na terça-feira, 5; e 49,3% na quarta-feira, 6.

Em 6 de maio, o índice de comprometimento da população com o bloqueio foi ainda menor, de 49,3% da população, segundo o estudo da USP

Pior: o índice de distanciamento em pleno lockdown ficou abaixo até mesmo da maior média do distanciamento no Maranhão, que foi de 54,8% no dia 22 de março, o domingo seguinte ao anúncio do primeiro caso de coVID-19 no estado. (Veja os gráficos que ilustram este post)

O RDS da USP atribui aos estados escores que vão de zero a 2, segundo sua rigidez e seu alcance geográfico. Em seguida, soma esses escores às medidas de proibição de aglomeração, fechamento de escolas e de trabalho, atribuindo escalas de zero a 100 para a rigidez do isolamento.  (Entenda aqui)

O maior índice de distanciamento social no Maranhão, de 54,8%, só foi alcançado em 22 de março, um dia depois do primeiro caso registrado no estado

O lockdown determinado pelo juiz Douglas de Melo Martins prevê medidas rígidas de restrição de deslocamentos, como multas e até detenções. 

Mas nem Flávio Dino, nem os prefeitos envolvidos implantaram essas medidas nas cidades atingidas. (Lembre aqui e aqui)

O resultado é o grande – e crescente – número de pessoas nas ruas, situação que o governador insiste em classificar de “sucesso”.

Mas os números não mentem, jamais…

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Clientes denunciam preços abusivos de cloroquina em farmácias…

Produto usado por pacientes de diversas doenças faz parte do protocolo da rede pública de Saúde no tratamento da coVID-19 e passou a sumir do mercado por causa da grande demanda de gente infectada; preço em farmácias de manipulação subiu de R$ 70,00, antes da pandemia, para R$ 420,00

 

As versões do medicamento hidroxicloroquina estão em falta nas farmácias de São Luís, sem previsão de quando voltará ao mercado

Pacientes de doenças como Lúpus e Artrite reumatoide, que são usuários do medicamento hidroxicloroquina denunciam cobrança abusiva do produtos nas farmácias de São Luís.

Na semana passada, um homem chegou a divulgar um vídeo na internet, revelando que a Farmácia Drogasil não tinha o medicamento por que o Governo do Estado havia solicitado todo o estoque para doação.

Este é o homem que espalhou vídeo em aplicativo de trocas de mensagens acusando o governo maranhense de confiscar a cloroquina no mercado

 Em visita a uma das farmácias da rede (unidade Cohama), o titular do blog Marco Aurélio D’Eça foi informado que, de fato, não há a hidroxicloroquina à disposição, mas o atendente não soube informar se houve confisco do governo.

O blog também acionou auxiliares do governo e parlamentares aliados, que negaram confisco ou doação de farmácias.

O perfil do instagram chamado @verdadecovidma publicou horas depois, banner de internet alegando ser fake news a informação de que o governo havia confiscado os estoques do medicamento.

O banner publicado no perfil “verdadecovidma” classificando de fake news a acusação contra o governo Flávio Dino

Nesta quarta-feira, 6, nova denúncia. Uma paciente de lúpus procurou a hidroxicloroquina 400mg na ExtraFarma e na Drogaria Globo e recebeu a informação de que o produto está suspenso por tempo indeterminado.

– Achei apenas na Farmácia Garrido, pelo valor de R$ 420; isso hoje – afirmou a paciente, que encaminhou conversas e áudios ao blog. 

Tanto a rede estadual quanto a municipal têm seguido o protocolo do Ministério da Saúde – endossado pelo Conselho Regional de Medicina – no que diz respeito ao uso da Hidroxicloroquina.

Recorte do Ofício do CRM com o Protocolo de Atendimento para coVID-19 editado pelo Ministério da Saúde e seguido nas redes estadual e municipal 

De acordo com este protocolo, a que o blog teve acesso, a substancia deve ser usada  por “todas as pessoas idosas e portadoras de doenças crônicas que apresentem sintomas gripais”.

Ressaltando que “os melhores resultados ocorrem com tratamento o mais precoce possível”, o protocolo estabelece até 10 dias para o uso da cloroquina. (Veja publicação acima)

Como já se sabe que o número de pacientes está subindo no Maranhão, e a rede pública está usando o produto, é provável que a Hidroxicloroquina continue em falta no comércio.

O que é ruim para pacientes de outras doenças que necessitam do seu uso contante…

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Movimento Acolhendo Heróis ganha força em São Luís

Projeto que garante hospedagem em hotéis para profissionais de saúde envolvidos no combate ao Coronavírus ganhou adesão de dedetizadora para fazer a devida desinfecção dos quartos usados

 

O movimento “Acolhendo Heróis” – de iniciativa do deputado Neto Evangelista (DEM), em parceria com o deputado Othelino Neto (PCdoB) – vem ganhando força em São Luís. Além do hotel Soft Win, que reduziu suas tarifas para viabilizar a hospedagem dos profissionais de saúde, a empresa Dedetização ADPowers juntou-se à corrente do bem nesta semana.

A ADPowers já iniciou os serviços de sanitização e desinfecção contra vírus e bactérias dos quartos e dependências do hotel Soft Win que vai receber os profissionais da saúde. A limpeza será feita semanalmente.

De acordo com André Muniz, proprietário da ADPowers, a iniciativa do deputado Neto Evangelista, além de louvável, serve de estímulo para que outras pessoas possam participar desse movimento.

“Eu tenho familiares que estão na linha de frente de combate ao novo coronavírus, e sei a luta que eles estão travando nesse período. Nada mais justo e solidário que retribuir o que eles vêm fazendo por nós. Que nossa atitude sirva de exemplo para outros e que mais empresas venham se juntar à nossa corrente”, disse.

Ronald Luso, gerente do hotel Soft Win, destacou a iniciativa do parlamentar. “Estamos preparados para recebê-los. Educamos nossos colaboradores e adequamos toda nossa estrutura para receber os profissionais da saúde. Parabenizo o Neto Evangelista, que teve essa iniciativa, tão importante para aqueles que não têm condições de bancar sua estadia”, afirmou Luso.

Neto Evangelista agradeceu o apoio que o Movimento “Acolhendo Heróis” têm recebido e disse acreditar que a corrente do bem só tende a crescer.

“Vamos cuidar de quem cuida da gente”, concluiu.

ACESSO

Os interessados deverão solicitar a autorização de ingresso no hotel pelo e-mail [email protected]

Será enviado um formulário que deverá ser preenchido com informações pessoais, assim como local de trabalho, horário do plantão e telefone para contato.

Obedecidos todos os critérios, a hospedagem será autorizada pelo prazo de 30 dias, podendo ser prorrogado, dependendo da gravidade da situação.