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Com denúncia de fraude, problema do Ferry Boat vira escândalo criminoso do governo Flávio Dino/Carlos Brandão

Acusação da promotora de Defesa do Consumidor, Lítia Cavalcanti, de que a Agência de Mobilidade Urbana fraudou as rotas da travessia São Luís/Cujupe para escapar da fiscalização federal, veio no mesmo dia em que o presidente Jair Bolsonaro disse que poderia intervir na operação

 

O caos no ferry boat foi provocado por Flávio Dino e mantido pro Brandão, que fraudaram as rotas das embarcações para fugir da fiscalização federal

Análise da notícia

É gravíssima a acusação da promotora de Defesa do Consumidor, Lítia Cavalcanti, segundo a qual o governo Flávio Dino/Carlos Brandão (ambos do PSB) fraudou a rota de navegação da travessia de ferry boat entre São Luís e Cujupe para escapar de uma fiscalização federal na operação.

Segundo a denúncia de Lítia, após intervir na travessia, o governo alterou os dados da rota – diminuindo de 13,5 milhas náuticas para 11 milhas náuticas – na tentativa de burlar o sistema e evitar uma fiscalização da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

Como já é de conhecimento público, após a intervenção do governo Flávio Dino nas empresas que operavam a travessia São Luís/Cujupe, o serviço entrou em colapso e se transformou no caos.

Sem competência para resolver o problema, Flávio Dino deixou o caso para seu sucessor-tampão, Carlos Brandão (PSB), que prorrogou a intervenção até o final do ano, resultando em um inferno ainda maior para os usuários.

Foi exatamente por isso, segundo a denúncia, que as milhas náuticas da travessia foram reduzidas criminosamente.

Bolsonaro pode até intervir no serviço de ferry boat diante da fraude cometida pelo governo Flávio Dino/Brandão

A acusação da promotora do Consumidor veio a público no mesmo dia em que o presidente Jair Bolsonaro declarou que poderia intervir no serviço de ferry boat se forem detectadas irregularidades vinculadas à fiscalização federal.

– Vou conversar com abancada federal, se couber a nós, podemos intervir até hoje – disse Bolsonaro em entrevista ao jornalista Vinícius Prazeres.

Pois se queria um motivo, Bolsonaro agora tem de sobra com a revelação de Lítia Cavalcanti…

Nem mesmo aliados de Brandão acreditam em pesquisa Escutec/Mirante; Instituto arrisca a própria credibilidade

Levantamento que aponta o governador-tampão com 33% das intenções de voto – mesmo internado há 30 dias, com dúvidas sobre a própria candidatura e com várias crises no governo – teve efeito contrário ao esperado e levou a base governista a se convencer de que o Palácio dos Leões começou a forçar a barra com a candidatura oficial

 

Flávio Dino, Márcio e Capelli têm tentado salvar a candidatura de Brandão, mas suas ações têm levado aliados importantes ao constrangimento de se expor nas redes sociais

Análise da notícia

Se esperava dar uma injeção de gás na base aliada com a divulgação da pesquisa Escutec/Grupo Mirante, nesta quinta-feira, 16, o Palácio dos Leões viu um efeito contrário desde a divulgação dos números.

O levantamento virou chacota nas redes sociais e em aplicativos de troca de mensagens, ao apontar o governador-tampão afastado Carlos Brandão (PSB) com 33% das intenções de votos, cinco pontos à frente do senador Weverton Rocha (PDT).

Desde a divulgação dos números no Imirante.com, os memes de internet, os deboches e os questionamentos mais sérios começaram a pipocar, observando a farsa do levantamento.

Brandão está há exatos 30 dias afastado do governo, com sérias desconfianças sobre a própria capacidade de enfrentar uma campanha, com problemas estruturais em sua gestão, crise no setor de transporte de ferry boat e falta de ação do governo em todas as áreas.

Não há, portanto, fato novo algum que justifique seu crescimento acentuado na pesquisa – a não ser a tentativa do Palácio dos Leões de salvar a candidatura oficial.

Um dos memes sobre a pesquisa põe Brandão de colete salva-vidas e diz que a pesquisa encomendada serviu para tentar salvar sua candidatura

A ação de salvamento da candidatura de Brandão foi tão orquestrada que os textos publicados na mídia alinhada ao Palácio dos Leões é um só, copiado do site do grupo que o contratou. (Veja aqui, aqui e aqui)

A divulgação da pesquisa Escutec/TV Mirante põe em xeque a credibilidade do próprio instituto, aliás já alertado pelo blog Marco Aurélio D’Eça, quando da pesquisa de maio, no post “Exata e Escutec terão maior prova de fogo em eleições desde 1994…”

De qualquer forma, para a base aliada, é como se os números simplesmente não tivessem existido.

E a única dúvida da população é: Brandão ainda é ou não candidato ao governo???

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Decisão do TRE desqualifica pesquisa que mostrou Brandão à frente

Ao ter os números anulados – por que a Justiça Eleitoral entendeu que o “enxerto” de formulários influenciam diretamente o resultado – a JPesquisa fica em xeque para realizar futuros levantamentos no Maranhão

 

Flávio Dino queria criar um clima de virada na campanha de Brandão com pesquisa “enxertada”; mas a Justiça Eleitoral frustrou os planos da dupla palaciana

A decisão da Justiça Eleitoral de anular o resultado da pesquisa do Jornal Pequeno – que apontou o vice-governador Carlos Brandão (PSDB) à frente na disputa pelo governo – foi um duro golpe nas pretensões do Palácio dos Leões.

Além de por em xeque o próprio instituto em futuros levantamentos, a decisão confirma que o “enxerto” de pelo menos 15% de formulários tinha poder de alterar o resultado final em favor do vice-governador.

No levantamento, Brandão apareceu com 23% das intenções de votos, pela primeira vez à frente do senador Weverton Rocha (PDT), que teve 20%; no dia seguinte, porém, o Instituto JPesquisa admitiu “erros de digitação”.

Sem credibilidade, os números frustraram o projeto do Palácio dos Leões, que era o de promover um clima de virada na campanha do Brandão, para estimular eventuais mudanças de lado.

Coma decisão da Justiça Eleitoral, o jogo segue inalterado, com Weverton Liderando a corrida pelo governo.

Mesmo diante de todo o bombardeio de Flávio Dino…

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JP admite “erro de digitação” em pesquisa que colocou Brandão liderando disputa pelo governo

Em nota divulgada nesta segunda-feira, 14, grupo Jornal Pequeno diz que foram realizadas 72 entrevistas na região Sul, mas informadas “equivocadamente” 317 à Justiça Eleitoral; o instituto garante, no entanto, que os resultados estão “absolutamente corretos”

 

Relatórios mostram que o número de entrevistas realizadas é quase 15% maior que o informado à Justiça Eleitoral

O Grupo Jornal Pequeno, que controla o Instituto JPesquisas, encaminhou nota ao blog Marco Aurélio D’Eça na qual admite “erro de digitação” na pesquisa divulgada domingo, que colocou, pela primeira vez, o vice-governador Carlos Brandão à frente da disputa pelo Governo do Estado.

– Na verdade, houve um erro de digitação em documento isolado – disse o JPesquisas.

De acordo com o JP foram informados 317 entrevistas na região Sul do estado, mas realizadas apenas 72; o grupo garante que “o erro é absolutamente sanável e será informado pelas vias legais ao TSE”.

A pesquisa do JP apontou Brandão com 23% das intenções de votos, três pontos percentuais à frente do senador Weverton Rocha (PDT), que aparece com 20%.

Já na segunda-feira, blogs e portais de notícias divulgaram que houve “enxerto” de quase 15% nos relatórios encaminhados ao TRE depois de a pesquisa já ter sido realizada; segundo o blog Maramais, “a pesquisa acrescentou 244 formulários além do informado ao Tribunal Regional Eleitoral”.

Os esclarecimentos do JPesquisas foram divulgados no blog O Informante, também ligado ao grupo.

– O importante é que o banco de dados está correto. As 1600- entrevistas validadas estão à disposição de quem interessar possa, conforme a resolução vigente – garante o blog. (saiba mais aqui)

O “erro de digitação” da JPesquisas teve forte repercussão na mídia…

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Os obstáculos eleitorais de Carlos Brandão

Além de precisar convencer a opinião pública mais progressista de que é ele, e não o senador Weverton Rocha, o candidato de Flávio Dino, vice tucano ainda tem que convencer a própria base de que pode mesmo chegar ao segundo turno

 

Brandão foi obrigado a espalhar na mídia pesquisa já proibida pela Justiça Eleitoral na tentativa de mostrar força eleitoral aos aliados

A pesquisa Exata divulgada nesta terça-feira, 15, pelo jornal O Imparcial – a primeira de 2022 – desanimou os aliados do vice-governador Carlos Brandão (PSDB), a ponto de surgir uma pesquisa DataIlha, ligada ao Palácio dos Leões – e já barrada pela Justiça Eleitoral – em que fazem malabarismos de interpretação para colocá-lo em posição de destaque.

O Instituto DataIlha é vinculado diretamente ao governo Flávio Dino.

A base do governo Flávio Dino (PSB) aliada ao vice tucano esperava, já agora no início do ano, que ele aparecesse ao menos mais próximo do senador Weverton Rocha (PDT), o que não aconteceu na pesquisa Exata/O Imparcial.

Além de ver Weverton isolado na liderança, Brandão ainda tem que conviver com a ameaça do senador Roberto Rocha (PSDB) e do ex-prefeito Edivaldo Júnior (PSD) por uma vaga no segundo turno.

Prestes a assumir o governo, o vice governador tem alguns obstáculos a transpor.

Ele precisa convencer a opinião pública mais esclarecida de que é ele, é não Weverton, o candidato de Flávio Dino; tbm precisa convencer o eleitorado de Lula – quase hegemônico no Maranhão – que tem a simpatia do ex-presidente.

Outro obstáculo é o desânimo de sua base aliada, que percebe uma dependência muito forte do vice em relação a Flávio Dino; Brandão é visto como uma espécie de poste do governador.

É claro que o vice-governador tem condições estruturais para garantir vaga no segundo turno, até mesmo em primeiro lugar.

Mas vai ter que convencer a base e a opinião pública de que tem, de fato, viabilidade eleitoral.

E essa não aprece uma tarefa fácil…

Justiça suspende pesquisas ligadas ao Palácio dos Leões…

Com irregularidades em seus levantamentos, institutos MBO e DataIlha foram proibidos de divulgar seus resultados neste final de semana e podem ser multados em R$ 25 mil diários

 

Os institutos MBO e DataIlha foram proibidos pela Justiça Eleitoral de divulgar suas pesquisas, previstas para este fim de semana.

Há suspeitas  nos números, uma vez que os dois levantamentos apresentaram uma série de irregularidades.

Pelo menos um dos institutos, o DataIlha, tem ligações com o Palácio dos Leões, já que tem relação direta com o secretário de Cidades, Márcio Jerry (PCdoB).

O MBO foi contratado por uma tal Mapito Agroindustrial, ligada a aliados de Brandão na região de Balsas.

Ambos os institutos podem ter multas diárias de R$ 25 mil, caso haja divulgação dos números.

A ação da Justiças Eleitoral é a primeira mostra de que enfrentará páreo duro quem tentar manipular resultados de pesquisas.

Uma outra pesquisa, esta da Econométrica, também está prevista para o início da semana…

Uma pesquisa que ninguém levou em consideração…

Levantamento do Emet surgiu do nada e foi para lugar algum, ignorado solenemente pela maioria dos candidatos a prefeito de São Luís, que continuam pautando suas ações em números de outros institutos

 

 

Uma pesquisa que surgiu do nada, diz coisa com coisa e aponta para lugar algum foi divulgada em parte da imprensa nesta sexta-feria, 14, mas sem maiores repercussões.

Parte do desprezo da classe política se dá pelo próprio instituto, o Emet, que apareceu de uma hora para outra na campanha.

A outra parte se deu pelos números totalmente divergentes em relação a todas as outras pesquisas já divulgadas, mesmo as que apresentaram dados fortemente díspares.

O tal levantamento foi tão irrelevante quanto ao que mentiu ao eleitor que Rubens Júnior era candidato de Lula.

E nem se está levando em conta quem contratou e quem pagou pela pesquisa…

 

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Fracassa manipulação de pesquisa em favor de Rubens Júnior…

Mesmo com a anuência da Justiça Eleitoral – que finge não estar vendo nada – e com retirada de candidaturas, Instituto DataIlha não conseguiu convencer o povo a despejar intenções de votos no candidato do PCdoB, que mantém últimas posições na disputa  em São Luís

 

Rubens Pereira tem a estrutura dada por Flávio Dino e a anuência da Justiça Eleitoral; mesmo assim, não consegue crescer nas pesquisas de intenção de votos

O grupo do governador Flávio Dino tem feito de tudo para alavancar a candidatura do seu afilhado, Rubens Pereira Júnior (ambos do PCdoB).

Conta para isso, inclusive, com a anuência da Justiça Eleitoral e do Ministério Público, que fizeram vista grossa à manipulação do Instituto DataILha em sua última pesquisa de intenção de votos.

Mesmo assim, não adiantou: Rubens Júnior continua na rabeira da disputa pela Prefeitura de São Luís, atrás de Eduardo Braide (Podemos), Duarte Júnior (Republicanos), Wellington do Curso (PSDB), Neto Evangelista (DEM), Bira do Pindaré (PSWB) e Adriano Sarney (PV).

Para tentar alavancar o candidato de Flávio Dino, o DataIlha inventou duas medidas.

Primeiro tentou manipular o eleitor, apresentando-o como candidato de Lula em São Luís, o que não é verdade; em seguida, tirou da pesquisa candidatos do PSOL, do PL e do PSTU.

A pesquisa DataILha fracassou e revelou apenas que Rubens Júnior é um peso morto dentro da base do governo e tende a levar o governador a uma derrota histórica na capital maranhense.

Veja abaixo os números do levantamento, registrado no TRE ob o número de protocolo sob o número 0027/2020:

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DataIlha manipula pesquisa para favorecer Rubens Jr.

Instituto induz eleitor a decidir-se pelo candidato do PCdoB ao informar, erradamente, que ele teria o apoio do ex-presidente Lula, o que não é verdade; contratados pela empresa Vieira Press, números estão previstos para ser divulgados na próxima quarta-feira, 22, mas devem ter a divulgação contestada

 

Para tentar deslocar-se do “traço” nas pesquisas, Rubens Júnior força a barra do eleitor ao induzi-lo de que tem o apoio de Lula, o que não é verdade

O Instituto DataIlha registrou na Justiça Eleitoral (protocolo nº MA-00027/2020) pesquisa de intenção votos com claras suspeitas de manipulação para favorecer o candidato do governo Flávio Dino, deputado federal Rubens Pereira Júnior (ambos do PCdoB)

O levantamento tenta induzir o eleitor a achar que Pereira Júnior tem o apoio do ex-presidente Lula, o que nunca foi declarado publicamente.

A informação foi dada em primeira mão na manhã desta sexta-feira, 17, pelo blog Atual7

A manipulação da vontade do eleitor por pate da pesquisa se mostra exatamente na pergunta que afirma ser Rubens o candidato de Lula em São Luís.

– O ex-Presidente Lula está apoiando Rubens Júnior para a Prefeitura de São Luís. Rubens Júnior tem o apoio de Lula e é do mesmo partido do governador Flávio Dino. Sabendo dessa informação, [votaria] em [?] – é a pergunta do questionário.

Ao estabelecer a opção do voto logo após informar – mentirosamente, repita-se – que o candidato tem o apoio de Lula, o DataIlha induz o entrevistado a decidir por Rubens (e só por ele) apenas pelo fato de ser apoiado pelo ex-presidente.

Patinando na casa de 1% de votos em todas as pesquisas desde que se lançou à disputa, Rubens Júnior vem tentando se apresentar como candidato de Lula em São Luís.

Mas nunca arrancou nenhum tipo de declaração do ex-presidente.

Nem mesmo o apoio do PT – que seu padrinho Flávio Dino vem tentando obter junto à Executiva nacional do partido – dá garantias de apoio de Lula.

A pesquisa DataILha informou à Justiça Eleitoral que ouviu 1.014 eleitores, entre os dias 13 e 15 de julho, com margem de erro estimada em 3 pontos percentuais.

Diante das suspeitas, no entanto, deve ser questionada na própria Justiça Eleitoral, por candidatos, partidos ou pelo próprio Ministério Público…

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Empresa que não entregou respiradores quer negociar devolução do dinheiro

Biogeoenergy – que recebeu antecipado pelos equipamentos – diz que não negociou com o Consórcio Nordeste de governadores, mas com a empresa Hempcare; revela que só agora, durante a pandemia, começou a fabricar este tipo de produto e diz que pode entregar respiradores se houver interesse dos estados

Acossada pela Justiça, Biogeonergy já admite devolver os R$ 48 milhões dos respiradores, mas quer negociar a forma de devolução

Paga antecipadamente pela compra de cerca de 300 respiradores pelos governadores do Nordeste – sem que tenha entregue os equipamentos – a empresa Biogeoenergy anunciou disposição de devolver o dinheiro recebido, mas de forma negociada.

Para isso, ela protocolou petição ao Superior Tribunal de Justiça, no qual também pediu acesso aos autos do processo criminal que apura o caso.

– A intenção da empresa é devolver aos estados integrantes do Consórcio do Nordeste o recurso recebido o mais brevemente possível, ou entregar os aparelhos, caso haja interesse – disse a BioGeoenergy, em nota encaminhada ao blog Marco Aurélio D’Eça.

Mas o dono da empresa, identificado por Paulo de Tarso Carlos, diz na nota que a empresa “não possui contrato firmado com o Consórcio do Nordeste”.

Em 11 de junho, em entrevista ao G1-Bahia, Paulo de Tarso já havia afirmado ter recebido apenas R$ 24 milhões da Hempcare, mas mostrou-se reticente em devolver os recursos.

– Evidente que o dinheiro foi utilizado para compra de peças para respiradores, para tudo. O dinheiro pertence à empresa, que utiliza no que bem entender. Utilizamos no que bem entendemos. Compramos muitas peças, bastante equipamento. Todo o dinheiro foi gasto com ventilador e caixa da empresa – disse ele, à época. (Leia a íntegra aqui)

A história da compra frustrada

Os governadores pagaram adiantados a uma empresa, que comprou os respiradores de outra, que não era do ramo e começou a fabricá-los só agora, por causa da pandemia

O Consórcio Nordeste pagou R$ 48 milhões pela compra de 300 respiradores que seriam distribuídos aos estados do Nordeste, mas não recebeu os equipamentos. (Entenda aqui, aqui e aqui)

 Apenas no caso do Maranhão, o prejuízo foi de R$ 9 milhões. 

O blog Marco Aurélio D’Eça publicou em junho a linha do tempo da negociação frustrada no post “De como o Consórcio de governadores causou rombo financeiro ao Nordeste…”.

Na nota encaminhada ao blog, a Biogeonergy – que atua no ramo de energia hidráulica e eólica – revela que só começou a vender respiradores a partir da pandemia de coronavírus.

– Após a pandemia que assolou o mundo em 2020, a Biogeoenergy iniciou os testes para produção e comercialização de ventiladores pulmonares para pacientes em tratamento intensivo do vírus Covid-19 – diz o documento. 

O problema é que a empresa não honrou os compromissos de entrega, chegou a negar-se a devolver o dinheiro e agora quer devolver parte dos R$ 48 milhões de forma negociada.

Resta saber se os governadores vão aceitar mais esta…

Leia abaixo a íntegra da nota da Biogeonergy:

Biogeoenergy negocia devolução do dinheiro de ventiladores pulmonares 

A Biogeoenergy protocolou petição no Superior Tribunal de Justiça (STJ) para negociar a devolução dos valores pagos pela Hempcare na compra de 380 ventiladores pulmonares para o combate ao vírus Covid-19. A intenção da empresa é devolver aos estados integrantes do Consórcio do Nordeste o recurso recebido o mais brevemente possível, ou entregar os aparelhos, caso haja interesse.

De acordo com o empresário Paulo de Tarso, a Biogeoenergy está disposta a buscar uma solução consensual para os problemas gerados através do contrato executado com a Hempcare. A instituição também solicitou acesso aos autos do processo criminal e dos seus conexos.

Paulo de Tarso enfatizou no requerimento que, ao contrário da Hempcare, a Biogeoenergy não possui contrato firmado com o Consórcio do Nordeste.

Sobre a empresa – Biogeoenergy é uma empresa sustentável, atenta as necessidades tecnológicas do País e com a qualidade de vida da sociedade. A instituição oferta tecnologia e equipamentos de excelência para a geração de energia hidráulica e eólica, além de tratamento de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU).

Há um ano a Biogeoenergy compõe o grupo Geoterra com o objetivo de implantar projetos de grande utilidade para a população, nas atividades industriais e empresariais de bens de capital, bem como o desenvolvimento de produtos eficientes e de baixo custo.

Após a pandemia que assolou o mundo em 2020, a Biogeoenergy iniciou os testes para produção e comercialização de ventiladores pulmonares para pacientes em tratamento intensivo do vírus Covid-19.