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De como Flávio Dino escurraça os próprios aliados de sua base…

Grosseria com a prefeita de Chapadinha reforça o hábito que o governador tem de destratar quem não lhe é obediente e aqueles que não se submetem ao seu pensamento, que ele entende como único

 

Em reação desproporcional, Dino tenta impor seu pensamento à prefeita Belezinha, no próprio município de Chapadinha

Foi uma grosseria, sobre todos os aspectos que se analise, a atitude do governador  Flávio Dino (PSB), em Chapadinha, quando tentou enquadrar a prefeita Dulcilene Pontes, a Belezinha (PL). 

O motivo: Belezinha criticou nas redes sociais a falta de apoio do governo às suas ações no município.

Em pleno palanque, Dino chamou a prefeita de mentirosa e tentou dar lição de moral em um ambiente no qual, qualquer reação da mulher, seria rechaçada pela claque majoritariamente dinista.

Não deixa de ser uma covardia, portanto.

Mas esta é a postura de Flávio Dino ao longo dos quase oito anos em que está à frente do poder no Maranhão.

O governador detesta quem o contrarie; odeia os que questionam seu pensamento.

Já destratou prefeitos, tentou enquadrar jornalistas, ofendeu juízes, agrediu membros do Judiciário e debochou de populares.

Em Lago da Pedra, Flávio Dino também usou de autoritarismo afetado para silenciar a prefeita Maura Jorge

Fez isso logo nos primeiros anos de mandato, por exemplo, com a prefeita de Lago da Pedra, Maura Jorge (PSDB), que reagiu ao cabresto palaciano.

O ex-prefeito de Timon, Luciano Leitoa (PSB), aliado leal, foi expurgado de sua base sem-cerimônia, apenas por que Dino queria se apossar do PSB maranhense.

A postura absolutista do governador maranhense já foi mostrada pelo blog Marco Aurélio D’Eça em diversas ocasiões, o que também mereceu reações.

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A reação desproporcional do governador no palanque em Chapadinha com a prefeita Belezinha

Mas a sanha punitivista e repressora do ex-juiz federal só tem aumentado, à medida em que vai findando o seu mandato sem que ele tenha conseguido enquadrar os aliados dentro de uma caixa eleitoral criada por ele próprio.

Flávio Dino tem estado emocionalmente abalado a ponto de comer “dois bolos de chocolate por dia”, como contam seus aliados mais próximos.

Enquanto perde o controle da alimentação, vai perdendo o controle também de sua própria sucessão, o que o torna reativo a qualquer ação que o contrarie.

E quem sofrem são os próprios aliados…

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Os barracos de Flávio Dino…

O piti na BR- 135 foi apenas mais um dos inúmeros ataques de estrelismo do autoritário comunista desde que assumiu o governo do Maranhão

 

A patacoada protagonizada pelo comunista Flávio Dino (PCdoB) et caterva na duplicação da BR-135 foi apenas mais um dos barracos que ele protagoniza desde que assumiu o governo.

De viés autoritário, Dino é incapaz de conviver democraticamente com adversidades políticas; ex-juiz, carrega ainda a síndrome dos que acham que podem tudo.

GROSSERIA. Em Barra do Corda, Fla´vio Dino tentou impedir Maura Jorge de falar em sua própria cidade

Foi assim em Lago da Pedra, em 2015, quando proibiu a então prefeita Maura Jorge (Podemos) de discursar em um evento em sua própria cidade.  (Relembre aqui)

Para os adversários, o governador maranhense tem pouca inteligência emocional, o que o faz explosivo ao menor sinal de contrariedade.

Soma-se a isso o batalhão de bajuladores que o seguem, para que seus atos tornem-se combustível fácil para ataques de estrelismo e autoritarismo, como o que ocorreu na BR-135. (Releia aqui)

PITI PÚBLICO. Na BR-135 ameaçou até a polícia para prender cerimonialistas

Dino detesta ter sua suposta sapiência contestada; e quando se ver diante de questões que ele desconhece, parte para o ataque e a ameaça pura e simples.

Assim ocorreu em Imperatriz, em 2017, quando praticamente tomou o microfone de um pastor evangélico para falar em um evento em que sequer estava inscrito. (Reveja aqui)

VIOLÊNCIA. Em Imperatriz, Dino tentou até arrancar microfone das mãos de um pastor

Mas é este perfil autoritário que tem marcado o governo comunista liderado por Flávio Dino.

A cada aparição pública em evento em que precise dividir as atenções com outros atores políticos e sociais, Dino dá ataques de autoritarismo memoráveis.

O que tem revelado ao Maranhão sua verdadeira personalidade…

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“Penetra, mentiroso”…

Usurpando obra alheia e chegando com sua turma em festa para a qual não contribuiu em nada, o comunista Flávio Dino protagonizou o que de mais grosseiros existe em matéria de aparição pública, ontem, na BR-135

 

PITO PÚBLICO. Flávio Diono foi desmentido ao vivo por João Alberto, ao tentar inventar números para seu governo

Os termos acima foram usados pelo senador João Alberto de Sousa (PMDB), ontem, durante a inauguração da duplicação da BR-135, no trecho entre Estiva e Bacabeira. Ele se referia ao governador Flávio Dino (PCdoB), que, na cara dura, tentou tirar proveito da obra, toda feita pelo Governo Federal – com tentativas de boicote do próprio Dino.

Mas os adjetivos de João Alberto em relação ao comunista que ora ocupa o Palácio dos Leões não pararam por aí.

O senador chamou Dino também de mentiroso, por afirmar, em discurso, que cumpriu 92% de sua promessas de campanha, quando se sabe que apenas 22 das 65 promessas dele foram cumpridas, em parte.

Como uma espécie de penetra na festa montada pelo governo Michel Temer, responsável pela conclusão da obra, Dino levou para a BR-135 uma claque gigantesca, com o objetivo claro de fazer zoada e tirar proveito da obra.

GROSSERIA. Cleiton Noleto era o mais afoito entre os comunistas, enquanto as estradas maranhenses apodrecem sob sua responsabilidade

Gente como o secretário de Infraestrutura,  Clayton Noleto, que, grosseiro, gritava da plateia termos como “vagabundo” a quem ousasse tirar de Dino o que não lhe pertence.

Enquanto isso, outros auxiliares do governador comunista, como o gerente do Procon-MA, Duarte Júnior, ocupavam as redes sociais para afirmar, descaradamente, que era “o governo do Maranhão” que estava “inaugurando a BR-135”.

Foi assim que os comunistas que ora ocupam o Palácio dos Leões tentaram entrar na festa alheia.

Aliás, como Dino tem feito constantemente.

Talvez pelo fato de ter pouco dele a mostrar aos maranhenses…

Da coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão

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“Sou recebido por governadores de todo o país, menos no meu estado”, reclama Wellington…

Deputado estadual que esteve em São Paulo, semana passada, destacou o tratamento respeitoso do governador Geraldo Alckmin, diferente de Flávio Dino, que nunca o recebeu em dois ano de mandato

 

Wellington com Alckmin: respeito no tratamento

O deputado Wellington do Curso (PP) voltou a criticar a forma desrespeitosa com que o governador Flávio Dino (PCdoB) trata a sua base de deputados na Assembleia Legislativa.

Após passagem por São Paulo, semana passada – ocasião em que foi recebido pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), Wellington lembrou que é tratado da mesma forma em outros estados, menos no Maranhão.

– Quero destacar a forma respeitosa e atenciosa que fomos recebidos pelo governado Geraldo Alckmin. Eu passeei dois anos na base do governador Flávio Dino, não sou mais da base, mas nunca fui recebido pelo governador do meu estado do Maranhão. Fui recebido duas vezes pelo governador do estado do Piauí, fui muito bem recebido pelo governador de São Paulo, mas nunca fui recebido pelo governador do Maranhão. Apesar disso, continuaremos fazendo política independente da forma que o Governo do Maranhão faz política. O governador de todos vocês, ou como se intitula, de todos nós – cutucou.

Para o deputado maranhense, a postura de Flávio Dino vai na contramão da postura que deveria ser adotada por uma pretensa liderança política.

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De cabeça quente…

Reação do governador Flávio Dino às críticas pelo aumento do ICMS foi vista por observadores como fruto do seu perfil ideológico e da doutrina comunista

 

Dino mostra-se cada vez mais estressado

Acuado pelas críticas ao aumento considerável de impostos em setores essenciais da economia estadual, o governador Flávio Dino (PCdoB) mostrou uma reação que chamou atenção e até assustou alguns observadores, mas que se demonstrou apenas adequada ao seu perfil histórico.

Sem base, argumentava para explicar e justificar os motivos que o levaram a aumentar o ICMS de forma tão abrupta, o comunista reagiu também abruptamente, com agressões e até xingamentos aos que se opuseram à medida aprovada na Assembleia Legislativa.

Para os que conhecem Flávio Dino mais de perto, sua reação foi a esperada.

Forjado ideologicamente no mais puro autoritarismo comunista, calçado no chamado centralismo democrático, doutrina segundo a qual a cúpula partidária manda e a base obedece cegamente, sem questionamentos, o governador maranhense é também de uma escola acostumada a determinar as coisas sem questionamentos.

Por isto esses observadores – políticos, jornalistas, advogados e outros operadores jurídicos – já esperavam tal reação do comunista no primeiro momento de desgaste mais acentuado do seu governo.

Mas, até para estes, chamar de “fariseus, mafiosos e criminosos” os que criticaram o aumento de impostos foi algo para além do esperado. Reação de quem, de fato, está de cabeça quente.

Talvez até por isso Dino tenha resolvido tirar umas férias.

Para esfriar um pouco…

Da coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão, com ilustração do blog

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Eles não conhecem o poder….

Agressão do secretário Márcio Jerry aos deputados Sousa Neto e Andrea Murad é uma estupidez do ponto de vista das relações entre os poderes constituídos, e uma boçalidade de quem não tem perfil para o exercício do poder; e expõe, mais uma vez, o autoritarismo e a intolerância do governo Flávio Dino

 

Flávio Dino e o companheiro Márcio Jerry: intolerância

Flávio Dino e o companheiro Márcio Jerry: intolerância

Editorial

Não há na história das repúblicas democráticas – em todo o mundo – estupidez tão grande quanto a cometida pelo secretário de Articulação Política do governo Flávio Dino, o seu lugar-tenente Márcio Jerry.

O secretário, do alto de sua “envergadura moral”, chamou de “patetas” os deputados Andrea Murad (PMDB) e Sousa Neto (PTN), que exercem, legitimamente outorgado pelo povo, o mandato de deputado estadual, na oposição ao governo Dino.

Com a boçalidade, Jerry só deu mais uma prova do autoritarismo de Flávio Dino, e mostrou que  tanto o governador quanto os seus companheiros mais íntimos não toleram a divergência.

Este governo é um governo de movimento estudantil, e este blog diz isso desde o início.

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Sousa e Andrea: legítima ação oposicionista

E a postura do lugar-tenente de Flávio Dino reflete exatamente esta postura de militante estudantil, despreparado e pronto para ver inimigos em qualquer um que ousa criticar suas ações.

Posturas como esta de Márcio Jerry são incompatíveis com a democracia. 

Só para efeito de comparação com a história recente, o ex-ministro da Educação Cid Gomes foi demitido exatamente por agredir alguns deputados em particular, o que resultou numa ofensa sem justificativas ao Congresso, em geral.

Ao tratar os dois oposicionistas de forma vil e covarde, Márcio Jerry agrediu também a Assembleia Legislativa, que precisa se posicionar em nome da sua própria autoridade.

Sob pena de ficar subjugada pelos que se acham donos do poder e da verdade.

É simples assim…