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Natanael Júnior é pré-candidato na luta pelo esporte e cultura alternativa

Presidente do Moto Club de São Luís, jornalista com passagem pelas principais emissoras de TV do estado v ai concorrer a uma vaga na Câmara Municipal pelo Cidadania

 

Produtor cultural, o jornalista foca no rock e tem, histórico de grandes shows e festivais em São Luís

O jornalista Natanael Júnior, que durante muitos anos trabalhou na TV Mirante, TV Cidade e hoje é diretor-geral da TV Guará, lançou nesta sexta-feira sua pré-candidatura a vereador de São Luís pelo Cidadania.

Por meio de um vídeo publicado em suas redes sociais, Natanael Júnior anunciou suas plataformas de campanha – projetos pela valorização da cultura alternativa e do esporte profissional e amador da cidade.

Natanael Júnior é um reconhecido produtor de shows e eventos. Apaixonado por rock and roll desde a adolescência, ele já tem quase 30 anos de atuação nessa área, com cerca de 190 shows de vários estilos musicais no Maranhão e no Norte-Nordeste, como o inesquecível show da banda alemã Scorpions em São Luís.

“Conheço a luta das bandas e artistas independentes, do rock and roll ao hip-hop, e pretendo defender projetos para a cena independente da cidade seja cada vez mais valorizada”, declarou Natanael Júnior a este blog.

Hoje no comando do Moto Club, Natan desenvolveu gestão enxuta, que levou o time a finais consecutivas no Maranhense

Há três anos, Natanael Júnior assumiu a presidência do Moto Club de São Luís – tendo como saldo, até agora, 59 partidas e apenas 6 derrotas, três finais de estadual em três anos consecutivos, um clube sem dívidas, com transparência na prestação de contas publicadas de forma detalhada no site oficial, inauguração da primeira loja oficial do clube e reforma de parte do CT, que segue em obras.

Como vereador, irá apresentar propostas para levar mais esporte para os bairros da capital, “visando a cidadania, saúde, a inclusão pelo esporte e a geração de emprego e renda, afinal esporte é um direito social e a gente precisa garantir isso para a juventude”.

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Debate da Mirante mantém status de decisivo no processo eleitoral

Encontro com os candidatos, marcado para o dia 12 de novembro, três dias antes do primeiro turno, gera expectativa, sobretudo, pelo fato de alterar cenários em caso de indefinição ou acirramento da disputa

 

Jornalista Clóvis Cabalau, diretor do jornal O Estado, vai coordenar toda cobertura do processo eleitoral, nos veículos do Grupo Mirante

A data do debate da TV Mirante em São Luís – no dia 12 de novembro – manteve o status de decisivo do programa, por ser realizado apenas três dias antes do pleito.

A realização do debate foi confirmada nesta quinta-feira, 17, pela direção da emissora.

Em 2016, o debate da Mirante influenciou diretamente na definição do segundo turno e revelou ao Maranhão a liderança de Eduardo Braide (Podemos), hoje líder em todas as pesquisas de intenção de votos. (Entenda aqui, aqui e aqui)

E ao que tudo indica, este status de decisivo será mantido pelo programa da Mirante, haja vista a indefinição sobre a decisão da eleição – se em primeiro ou segundo turno – e sobre o próprio eventual adversário de Braide.

Estão assegurados no programa todos os candidatos de partidos com representação no Congresso Nacional, além dos que obtiverem ao menos 5% das intenções de voto na pesquisa Ibope que e deve ser divulgada disso antes.

Além do debate, o Grupo Mirante pretende realizar ampla cobertura das eleições, de forma integrada entre seus veículos, com entrevistas, programas, sabatinas e debates, nas rádios, portais e jornal O Estado.

A coordenação jornalística do processo eleitoral no Grupo Mirante é do jornalista Clóvis Cabalau…

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Abatido, William Bonner traçou cenário pessimista para o jornalismo

 justamente na noite anterior à ação da Polícia Federal para combater as fake news – das quais o jornalista é uma das principais vítimas no país – editor e apresentador do Jornal Nacional mostrou-se extremamente cansado e sem perspectiva na entrevista ao colega Pedro Bial,

 

O abatimento de William Bonner contagiou o entrevistador Pedro Bial, diante do difícil momento em que atravessa o Jornalismo neste período histórico brasileiro

Poucas horas antes do início da operação da Polícia Federal que pilhou um grupo de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro envolvidos na disseminação de fake news, a imprensa brasileira viveu um momento de desilusão.

Âncora do principal programa jornalístico do país, o editor e apresentador do Jornal Nacional, William Bonrer, mostrou-se abatido, desiludido e pessimista quanto ao futuro da relação entre imprensa e população.

Entrevistado pelo colega Pedro Bial, Bonner deu sinais de cansaço e expressou um abatimento nunca visto em seu perfil.

– Minha quarentena, eu diria, começou no último ano eleitoral, em 2018. Em 2018, a polarização política chegou a um ponto em que a minha presença em determinados locais públicos era motivadora de tensões. Percebi isso de uma maneira muito ruim, era dentro de farmácias, livrarias, ou mesmo na rua, na calçada. Dentro de padaria, de cinema… – lamentou o jornalista.

Curiosamente, a entrevista de Bonner a Bial se deu na madrugada anterior à ação da Polícia Federal contra as fake news. O apresentador do Jornal Nacional é uma das principais vítimas de pessoas ligadas ao presidente Jair Bolsonaro, muitas delas alvos da operação desta quarta-feira, 27. (Saiba mais aqui)

Para Bonner, o jornalismo vive um dos seus piores momentos, vítima da intolerância político-ideológica e religiosa que se implantou no país.

Mas ele entende que isso ocorre em sua vida por representar um símbolo.

– Eu não falo só de mim, falo de toda uma categoria profissional. Óbvio que eu tenho consciência de que eu sou um símbolo. O que para nós foi o Cid Moreira, eu sou hoje para alguns tantos milhões de brasileiros. Se eu sou o JN, eu sou o jornalismo da Globo, sou a Globo, sou o jornalismo, sou a mídia. Eu simbolizo muitas coisas para muitas pessoas que não me conhecem. Não sabem quem eu sou – desabafou.

A crise entre a política e a imprensa – que se reflete nas ruas, com antagonistas ideológicos indo às visa de fato – levou alguns dos principais veículos, entre eles, a própria Rede Globo, a retirar seus profissionais da cobertura diária do Palácio do Planalto, onde  turbas bolsonaristas os hostilizam diariamente.

Ao ser apresentado por Bial a uma reportagem – de 2006 – em que gravou o JN ao lado do povo, em Juazeiro do Norte, e perguntado pelo colega se achava que isso seria possível novamente, o jornalista da Globo foi direto:

– Acho que não…

Sobretudo em ambiente de extremo fascismo em que o Brasil está mergulhado, completa o blog Marco Aurélio D’Eça.

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Crise do coronavírus vira reality show nonsense na internet…

Profissionais de medicina, divulgadores e digitais influencer’s, e até jornalistas, tentam mostrar, cada um a seu modo, que entende mais de Covid-19 que o outro, gerando mais desinformação, mais medo e mais pânico na população

Pânico só gera mais pânico; medo só geras mais medo! Cada um já sabe o que fazer para conter a Covid-19. Faça, sem festa. Apenas faça

Editorial

A preocupação com a pandemia de Coronavírus tem gerado uma situação de terror, desinformação e pânico em grupos de WhatsApp e perfis de internet.

Os debates e conversas sobre o assunto geram mais dúvidas do que certezas, que geram mais medo, que amplia o pânico.

Profissionais de medicina, digitais influencer’s, divulgadores profissionais e até jornalistas – que deveriam ser os principais responsáveis pelas informações corretas – acabam querendo passar mais conhecimento que o outro, criando um festival de causos, “experiências pessoais”, histórias de amigo do amigo e superstições que apenas atrapalham o desenvolver das proteções necessárias.

É um festival de alarmes desesperados, fake news, receitas de remédios que não existem, pânico desnecessário e depoimentos tolos, que só causam mais pânico.

E no Maranhão isso é ainda mais inútil, pelo fato de que nem sequer há registro de casos de Covid-19 no estado.

É preciso ser mais sereno.

Basta se proteger.

E se proteger não requer mídia, divulgação e muito menos gritaria. É só proteção.

Não precisa estar anunciando cada medida que adota para conter o vírus – que ainda nem chegou – como se fosse um reality show pessoal.

Basta adotar as medias pessoais e familiares necessárias. Não adianta ficar publicando cada passo, cada depoimento, cada desespero.

E é preciso repetir: não há registro de casos no Maranhão e nem há proibição de circulação de pessoas.

Quem quiser se trancar em casa, que se tranque. Ponha máscaras, feche-se em copas, isole-se.

Mas ouça um conselho: pare de ver WhatsApp.

Senão vai ficar ainda mais doido…

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Livro aborda história real de transgênero maranhense

“O Outro Lado da Maçã”, de autoria do jornalista Evandro Júnior, será lançado no dia 27 de março, às 19h, na Universidade Ceuma, no Renascença II; obra é baseada na trajetória de vida de Raíssa Martins Mendonça

 

“O Outro Lado da Maçã” é o título do primeiro livro do jornalista, colunista social e blogueiro Evandro Júnior, do jornal O EstadoMaranhão. Com 140 páginas, o romance biográfico é baseado na história da transgênero maranhense Raíssa Martins Mendonça e será lançado durante coquetel no dia 27 de março, às 19h, na Universidade Ceuma, no Renascença II.

O livro foi editado pela Halley S.A. Gráfica e Editora e o projeto gráfico e a capa são assinados por Júlio Rodrigues Júnior.

Com apresentação do escritor José Fernandes, membro da Academia Ludovicense de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (IHGM), e orelhas assinadas pela publicitária Vânia Frazão, o livro traz à tona a difícil e conturbada trajetória de vida da personagem principal, que enfrenta muitas dificuldades para driblar o preconceito da sociedade e chega, inclusive, a tentar a sorte no exterior, em busca de sua felicidade.

Natural do município de Pedro do Rosário, Dorivaldo Martins Mendonça é levado para a capital aos 12 anos de idade, onde passa a morar com uma tia, trabalhando como catador de frutas e pregoeiro. Mais tarde, não aceitando a sua condição sexual, a tia o obriga a retornar às origens.

O menino não desiste de seu sonho de vencer para ajudar a família e volta para São Luís, onde assume uma nova identidade. Depois de muitos altos e baixos, encara a sociedade de frente e, com a ajuda da justiça, adquire um prenome social.

“Dois amigos sinceros surgem no seu horizonte: um juiz que, à distância, torna-se seu conselheiro, e um líder umbandista e legislador municipal profícuo, de quem se torna governanta com total dedicação e que lhe facilita frequentar um curso universitário de Psicologia. Quando a tranquilidade parecia lhe acalentar o espírito, é denunciada e presa por crime de estupro mediante fraude, recolhida à penitenciária, e por aí segue”, resume José Fernandes, na apresentação.

Superação

Com onze capítulos, “O Outro Lado da Maçã” objetiva passar uma mensagem de superação e mostrar um exemplo de luta contra o preconceito de gênero no Brasil. O livro contém lances com conotação de denúncias, a exemplo do tráfico internacional de pessoas iludidas e transformadas em escravas sexuais.

Além disso, mostra a dificuldade de muitas famílias em lidar com a questão da transexualidade e o preconceito enfrentado por muitos transexuais no ambiente familiar, no trabalho e até mesmo dentro das universidades.

“É muito importante praticar condutas que rebatam o preconceito, revelando as experiências preconceituosas vividas na família, na escola e em outros espaços sociais onde ele se manifeste. Escrever sobre essa temática também é um dos caminhos para desmistificar o assunto e acredito que a obra pode levar os leitores a uma reflexão mais profunda, uma vez que apresentamos um conteúdo baseado em uma história real”, diz o autor.

O jornalista ressalta que a maioria das pessoas ignora o fato de que a descoberta da sexualidade é parte de experiências pessoais e não tem necessariamente a ver com a reprodução de modelos.

“A ideologia de gênero é um termo empregado na Antropologia desde a década de 1950 e se refere a características sociais e culturais que compõem a personalidade subjetiva de homens e mulheres. O termo gênero, portanto, não é sinônimo de sexo biológico. Promover a igualdade de gênero nada mais é do que garantir que meninos e meninas sejam livres para agir na escola da maneira como se sintam confortáveis, sem se preocupar em cumprir determinados papeis preestabelecidos”, diz.

Evandro Júnior é formado pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e há 20 anos integra a equipe de redatores do jornal O Estado do Maranhão, pertencente ao Grupo Mirante. No matutino, assina também a coluna Tapete Vermelho, posicionada dentro do Caderno PH Revista, publicação semanal do colunista Pergentino Holanda. Comanda, ainda, o Blog do Evandro Júnior, hospedado no Portal Imirante.com, outro veículo do Grupo Mirante.

Em O Estado, é redator do Caderno Alternativo. Além disso, faz parte da equipe de editores do site da Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão.

Escreveu, ainda, o livro infantojuvenil “O Casamento da Princesa Julie”, ainda não publicado.

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Um novo olhar sobre a liberdade de expressão…

A liberdade de expressão deve ser privilegiada, tendo ela, dentro do contexto democrático, e especialmente nas campanhas eleitorais, uma posição preferencial sobre os demais direitos fundamentais, até mesmo aos da honra e da imagem de candidatos e partidos políticos

 

Por Bruno Araújo Duailibe Pinheiro*

O tema “liberdade de expressão” é assunto corriqueiro nos bancos dos tribunais eleitorais, que, dentro de uma concepção notadamente restritiva, vêm, sistematicamente, aplicando as sanções previstas nos artigos 36, §3º, e 45, §2º, da Lei das Eleições, a profissionais e veículos de imprensa, diante de supostas atuações favoráveis e/ou desfavoráveis a candidatos e grupos políticos.

Tal postura, contudo, merece uma nova compreensão, um novo olhar, conforme tão bem propalado pela Profª. Aline Osório, na obra Direito Eleitoral e Liberdade de Expressão (Fórum).

Muito que bem.

É fato, conforme reiteradamente pontuado na doutrina e na jurisprudência, que inexistem direitos fundamentais absolutos, devendo todos os preceitos consignados na Carta Magna ser interpretados de forma harmônica, sem que a observância de um cause a aniquilação de outro valor tão relevante quanto. Exige-se, assim, a aplicação de um juízo de ponderação, impondo-se ao intérprete-julgador o dever de coordenar e combinar os bens jurídicos em colisão, de modo proporcional, a fim de que seja tomada a decisão adequada à solução da lide.

Os fatos tratados na dinâmica dos processos eleitorais, que envolvem propaganda abusiva ou irregular, trazem essa linha de conflito: liberdade de expressão e de imprensa versus o direito à honra e ao decoro de candidatos/partidos políticos. Tratam-se de “hard cases”, sem sombra de dúvidas.

Observado esse embate dogmático, tenho que enaltecer, contudo, que a liberdade de expressão deve ser privilegiada, tendo ela, dentro do contexto democrático, e especialmente nas campanhas eleitorais, uma posição preferencial sobre os demais direitos fundamentais, até mesmo aos da honra e da imagem de candidatos e partidos políticos.

Somente com a liberdade de informação é que se faz possível, efetivamente, combater-se a mentira, a calúnia e a desinformação, as propaladas “fake news”.

Em que pese a premente necessidade de livre manifestação, tem-se que reconhecer a ação censória da Justiça Eleitoral quanto a atos reputados ilegais, proferidos pelos candidatos e pela imprensa, sob fundamento de propaganda abusiva.

Esse grau coercitivo, embora não seja, de per si, tecnicamente censura, poderá causar efeitos a ela semelhantes, resfriando o debate público e intimidando os veículos de comunicação quanto à sua missão de promover a livre informação. Trata-se de feito inibidor, que é justamente o desencorajamento do exercício legítimo de direitos em razão da ameaça de sanção legal.

A liberdade de expressão, dentre os diferentes direitos expressos na Carta Magna, constitui um direito especialmente fundamental, sendo a sua garantia essencial à dignidade do homem e, ao mesmo tempo, para a democracia do Estado.

O comportamento censório é um arranjo sedutor e uma demonstração de poder do Estado. No entanto, é um mal que deve ser evitado e vigiado sob uma autorreflexão, que busque, acima de tudo, a tolerância e o respeito à vontade contrária.

Nesse passo, a livre manifestação do pensamento é um tema muito caro à sociedade, sendo um verdadeiro alicerce para o seu desenvolvimento, em qualquer campo e sob qualquer aspecto. Afinal, é no antagonismo que se afloram o conhecimento e a opinião crítica, motivo pelo qual não devem ser tolhidos.

Estou firme em relação à necessidade de uma nova compreensão por parte da Justiça Eleitoral quanto ao tema da liberdade de expressão, de modo a evitar-se o tão combatido “chilling effect” causado pela atuação punitiva da jurisdição. Como dito, uma postura menos interventiva – deveras progressista – é necessária para que, no plano fático, sejam as garantias constitucionais das liberdades públicas verdadeiramente respeitadas.

A desinformação, o induzimento ao erro e ao menosprezo público não serão resolvidos por meios censórios, mas, sim, através de informações, ideias e opiniões.

É tempo de concluir, e ao fazê-lo reverencio o Ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, que é autor do seguinte mantra: “Para os problemas da liberdade de expressão, mais liberdade de expressão!“.

*Juiz do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão; Graduado pela Universidade Federal do Maranhão; Pós-Graduado em Direito Processual Civil pelo ICAT-UNIDF; Pós-Graduado em Direito Eleitoral pelo IDP – Instituto Brasiliense de Direito Público; Membro da Comissão Especial de Direito Eleitoral do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil; e Sócio do escritório Kleber Moreira Advogados.

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É o governo quem precisa se explicar, Márcio Jerry…

Ao atacar os próprios colegas jornalistas – por informação falsa publicada no próprio site governista – deputado federal levanta mais suspeitas de que tudo não passou de mais uma armação palaciana

 

MÁRCIO JERRY “MORTO-VIVO”: MORTE ANUNCIADA NO SITE DO SEU PRÓPRIO GOVERNO e agressão verborrágica aos colegas de jornalismo

O deputado federal Márcio Jerry (PCdoB) vocifera desde ontem contra a imprensa e contra os próprios colegas jornalistas, após notícia falsa – publicada no site do seu próprio governo – dando conta de sua morte, na última quarta-feira, 5.

O caso: o site ma.gov.br publicou “Nota de Pesar” pelo falecimento do deputado federal comunista em acidente de avião.

O site chegou a dar prefixo da aeronave e dados da viagem.

Horas depois, o portal governista retirou a informação, mas até agora não emitiu nenhum comunicado sobre o infeliz equívoco.

Ao usar sua verborragia ácida contra os colegas de profissão – alguns tratados até de “canalhas” – Jerry tenta esconder o fato de que foi o próprio governo Flávio Dino (PCdoB), em suas páginas oficiais, quem anunciou sua morte.

Pior: até agora, o Palácio dos Leões não emitiu qualquer nota desculpando-se com o deputado e com o público leitor, submetidos à fake news oficial.

Detalhe: a fake news palaciana foi plantada exatamente no período em que Jerry era bombardeado em todo país por posicionamentos atabalhoados nas redes sociais – o que amplia a suspeita de “cortina de fumaça”.

Mas Jerry prefere agredir jornalistas que chegaram a comentar o fato após publicação no site do governo.

Comportamento típico dos “mortos-vivos” que perambulam na política…

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Com fake news, Bolsonaro expõe jornalista do Estadão…

Presidente usa uma conversa manipulada para tentar vender ao Brasil que as denúncias contra o filho são orquestradas na imprensa e acaba por expor a profissional  ao risco do bolsonarismo

 

COM SEU ESTILO TRUCULENTO, Bolsonaro tenta manter no governo o mesmo clima de guerra que o fez sobreviver na política

O presidente Jair Bolsonaro (PSL)  seus filhos 01, 02 e 03 ganharam a vida na política criando clima de guerra nas redes sociais.

E ele mantém o mesmo estilo no comando do país.

A agressão que o presidente comete agora contra a jornalista Constança Rezende, do jornal O Estado de S. Paulo, é um crime contra o jornalismo. (Entenda aqui)

Bolsonaro utilizou-se de uma trapaça para tentar desmoralizar a jornalista, responsável pelas reportagens que revelaram as traquinagens do senador Flávio Bolsonaro com o salário dos seus funcionários na Alerj do Rio de Janeiro.

Malucos, idiotas, trogloditas e boçais que ascenderam com o bolsonarismo espalham desde o fim de semana a foto de Constança em matérias sem pé–nem cabeça.

A jornalistas corre riscos, exposta a estes  ensandecidos.

E o que acontecer deve ser atribuído ao próprio Bolsonaro.

É simples assim…

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A Bob, com carinho…

Administrador que fez do jornalismo seu porto seguro – e tinha a ironia como marca na escrita – morreu ontem em Brasília, onde atuava há quatro anos, como assessor do senador Roberto Rocha

 

O comentário abaixo foi o último de Robert Lobato em um grupo de política:

Ele fazia parte do “Liberdade de Expressão”, grupo restrito, apenas com os mais qualificados jornalista do estado, em que se discutia, neste domingo, 24, a candidatura do governador Flávio Dino (PCdoB) à presidência da República.

Bob morreu pouco tempo depois, em Brasília, em uma tentativa de travessia de um açude.

Robert Lobato foi um daqueles cidadãos pelo qual se pode ter apenas dois sentimentos: ame-o ou o odeie.

E foi assim que ele construiu uma da mais brilhantes carreiras no jornalismo maranhense, mesmo sem ser jornalista.

E é do jornalismo maranhense que o administrador vai levar todas as honras nessa sua despedida.

Vá em paz, Bob…