2

Lockdown gerou desorganização e incertezas, critica Dr. Yglésio…

Deputado estadual, que é médico, diz que a forma como foi anunciado o bloqueio gerou pânico na população e a falta de planejamento para a ação pode fazer com que aumente a contaminação pela CoVID-19

 

O primeiro efeito do anúncio do lockdown foi uma correria desenfreada aos supermercados, na noite de quinta-feira

O deputado estadual Dr. Yglésio (PROS) criticou o a forma como o lockdown foi anunciado em São Luís, gerando pânico e incertezas.

Para ele, falta planejamento e critério para a implantação do bloqueio.

Lockdown correto começa com informação. cabe ao governador e prefeitos dizer a população como vai ser feito o fechamento, apresentar o planejamento das ações e o plano de contingência, que engloba ação policial coordenada – disse o parlamentar, em vídeo nas suas redes sociais. (Veja abaixo)

Na avaliação de Yglésio, é preciso, antes de tudo, período para informação clara da população.

Segundo Dr. Yglésio, no lockdown do juiz Douglas Martins – “atendendo à solicitação do Ministério Público e do sindicato dos hospitais também” – o que gerou foi pânico, pela forma como foi anunciado.

– Gerou desorganização e  incertezas; e o chamado efeito despedida. Se eu não sei como vai ser minha vida daqui a dez dias, eu vou para aglomeração, vou me despedir das pessoas, eu vou estar muito mais próximo de outras pessoas que podem transmitir – avaliou o deputado,

Neste caso, segundo o parlamentar, o círculo de transmissão será muito maior.

Deixando claro que não é contra o bloqueio, Dr. Yglésio diz esperar que se corrija os rumos nestes próximos dias para que o lockdown seja efetivamente positivo.

6

Falta um Mandetta na equipe de Flávio Dino…

Sem um especialista que venha a público expor as questões envolvendo a pandemia de coronavírus – e com o corpo de auxiliares formado em sua maioria por “súditos” – governador fica sozinho na linha de frente, tentando interpretar dados e divulgando números, o que leva a população a agir por si própria durante a quarentena

 

Sozinho e no escuro, Flávio Dino assumiu o comando do combate ao coronavírus; agora, também sozinho, terá que garantir a eficácia do lockdown judicial

Não há nenhuma dúvida de que o governador Flávio Dino (PCdoB) tenha estado na linha de frente da luta contra o coronavírus no Maranhão, desde o início da pandemia.

Mas a própria personalidade centralizadora do governador – aliada à soma de auxiliares que agem como súditos, evitando contrariá-lo – levou o Maranhão a condição igual à dos Estados Unidos no que se refere à contaminação pela CoVID-19.

Falta um Henrique Mandetta na equipe de Flávio Dino.

Como se sabe, o ministro da Saúde pagou com o próprio cargo a postura técnica à frente do combate à pandemia, contrariando o próprio chefe, Jair Bolsonaro, mostrando seus erros na postura diante da crise – e não se dobrou em instante algum.

Está claro há pelo menos duas semanas que Flávio Dino está exausto e seu sistema de saúde está esgotado no que diz respeito ao atendimento aos infectados pela CoVID-19.

E há pelo menos duas semanas ele também sabe que a única saída para reduzir o número de casos é o bloqueio geral das atividades, sobretudo na Grande São Luís.

Seus auxiliares também sabiam, mas não tiveram coragem de cobrar do chefe a decretação do lockdown.

E tanto sabiam que, desde a quinta-feira, 30, quando o juiz Douglas de Melo Martins determinou que o governo implante o bloqueio, diversos secretários vieram a público para declarar que a medida era necessária.

Ora, se a medida era necessária, por que o próprio Flávio Dino não a decretou?

Se era necessário, por que seus secretários das áreas mais afins não o orientaram a fazê-lo?

Sozinho, isolado em sua própria personalidade, o governador titubeou da medida por temer um desgaste político e recuou diversas vezes antes de o juiz determinar sua implantação.

Agora, cabe só a ele garantir o sucesso do bloqueio geral.

Caso contrário, o desgaste e a desmoralização serão ainda maiores…

1

Efetivo na pandemia, Flávio Dino mostra-se inseguro ao tomar decisões

Governador tem sido um dos mais atuantes nas ações de combate ao coronavírus, sabia que já não tinha estrutura para segurar a demanda de doentes, mas demonstrou falta de coragem para assumir riscos de medidas radicais, como o lockdown, sendo salvo pela Justiça

 

Ao lado dos eu secretário de Saúde, Flávio Dino demonstrou extrema insegurança no momento mais delicado da pandemia no Maranhão

Editorial

Não há dúvidas de que o governador Flávio Dino (PCdoB) tem sido um dos principais líderes políticos em âmbito nacional na linha de frente do combate à pandemia de coronavírus.

Desde o início do isolamento vertical assumiu para si as ações que visavam evitar a proliferação do vírus e a luta pela estrutura que garantisse atendimento digno aos infectados. (Relembre aqui)

Mas, a despeito das ações de Dino, a pandemia avançou forte no estado – tanto pela indiferença da população com a quarentena quanto pela falta de fiscalização dos órgãos de controle e segurança – e chegou o momento de medidas mais radicais.

Mas Flávio Dino demonstra, agora, uma evidente insegurança na tomada da decisão mais dura e necessária, o chamado lockdown, bloqueio geral das atividades.

Há pelo menos duas semanas, o governo maranhense dava sinais de que sua estrutura de saúde já havia chegado ao limite do atendimento aos infectados pela coVID-19. (Entenda aqui, aqui e aqui)

Mas ele não teve a coragem necessária para decretar o lockdown.

Pressionado pelos profissionais de saúde a declarar o fechamento total das atividades, Dino também recebe pressão de outros setores da economia, que pretendem manter o lucro mesmo com a pandemia. (Saiba mais aqui)

A pressão deixou o governador claramente inseguro quanto ao que fazer.

Nesse período, já foi e voltou diversas vezes em relação ao fechamento do comercio, à liberação das atividades e às restrições de circulação no estado.

E nada deu certo.

Restou ao juiz Douglas Martins determinar que o governador decrete o lockdown que ele estava temendo há duas semanas

Para Amenizar sua claudicância, o governador comunista foi “salvo” nesta quinta-feira, 30, pelo juiz da Vara de Interesses Difusos e Coletivos, que determinou ao governo as providências para decretação do lockdown.

Agora ele tem a desculpa de que foi obrigado a decretar o bloqueio – sem sofrer o desgaste que tanto temia – e ganha tempo para reestruturar sua rede de atendimento, que já estava em colapso.

Mas o que saltou aos olhos foi a insegurança do governador.

E no momento mais radical da pandemia…

0

Empresas de outdoors fazem campanha por anúncios públicos e privados

Exibidoras de cartazes da Grande São Luís se unem para mostrar aos poderes e órgãos públicos e às grandes empresas da iniciativa privada a importância de utilizar os mil painéis disponíveis tanto na pandemia quanto após a quarentena

 

Jorge Maciel mostra a força das mil placas de outdoor existentes em São Luís e nos demais municípios da Região Metropolitana

As seis principais empresas exibidoras e outdoor’s na Grande São Luís se uniram em uma campanha de sensibilização dos poderes e órgãos públicos e das grandes empresas da iniciativa privada nesta pandemia.

Uma campanha publicitária para mostrar a importância de se anunciar nas mil placas disponíveis nos municípios de São Luís, Raposa, Paço do Lumiar e São José de Ribamar uniu as seis grandes do ramo.

– Estamos querendo mostrar para o mercado a força que tem o outdoor. Na verdade, o outdoor é um veículo de grande impacto, de alta comunicação. E são mais de mil placas nos quatro municípios. Essas seis empresas se juntaram para mostrar essa força – justificou o empresário Jorge Maciel, da Impacto Outdoor.

Além da Impacto, fazem parte da campanha ArtPainel, Palmer,  A7, Panda, e Max outdoor.

De acordo com Maciel, a ideia é mostrar para as agências de propaganda, para os órgãos públicos e empresas privadas a importância do uso do veículo outdoor.

– O veículo outdoor tem métrica, tem resultados, ele comunica, ele é diuturnamente, ele não guarda em garagem e tem várias empresas que tem placas iluminadas. São impressoras de alta qualidade. O veículo outdoor evoluiu muito em São Luís – explicou Jorge Maciel.

Além de utilizar as próprias placas, as empresas irão divulgar seu projeto nas redes sociais e aplicativos de troca de mensagens.

É uma forma também de alavancar os negócios também para após o fim do isolamento.

– Com essa esperança é que nós nos preparamos, preparamos a campanha, as placas, o estoque de papel e de tinta, para esperar você – concluiu o empresário.

2

04 de Bolsonaro sugere ter sido contaminado pela “gripezinha”

Em vídeo que circula nas redes sociais, Jair Renan Bolsonaro, filho caçula do presidente, debocha da pandemia de coronavírus, mas acaba por levantar mais suspeitas dos obscuros exames do pai sobre contaminação de CoVID-19

 

Intelectualmente igual ao pai, o 04 revelou que pegou a CoVID-19, que o 00 nega ter sido contaminado, mesmo sem mostrar o exame

Filho caçula do presidente Jair Bolsonaro, o estudante (?) Jair Renan Bolsonaro, chamado pelo pai de 04, mostrou nesta quinta-feira, 30, que é exatamente filho de quem é.

Em um vídeo que viralizou nas redes sociais, Jair Renan fortalece o provérbio “pelos frutos se conhece a árvore” e deu sua opinião sobre a pandemia de coronavírus, chamando-a de gripezinha e debochando de sua gravidade.

– Pô, que pandemia, malandro?!? Isso é história da mídia. É só uma gripezinha, vá tomar no c…!!! – afirmou o 04, com a mesma linguagem chula usada pelo pai.

Vídeo do filho de Bolsonaro viralizou na internet pela forma chula como o 04 fala, lembrando o pai-presidente

Mas em seu vídeo, Jair Renan acabou por levantar ainda mais suspeitas sobre a contaminação do pai presidente, que resiste a mostrar seus exames de CoVID-19, realizados logo após sua chegada dos Estados Unidos, com mais de 22 pessoas de sua comitiva contaminadas.

– Peguei, passou! Prefiro morrer tossindo do que morrer transando – afirmou o Bolsonaro 04.

Pegou de quem?!?

1

Bloqueio da Rua Grande esbarra em dois decretos do próprio governo

Flávio Dino havia liberado o funcionamento das óticas que fabricam lentes e até mesmo das lojas de tecidos, aviamentos e armarinhos, que funcionam em grande número no setor do comércio hoje bloqueado por agentes da Polícia Militar

 

Carros da Polícia Militar, bloquetes e cones impedem o acesso às lojas da Rua Grande, mesmo com decretos autorizando o funcionamento de algumas lojas

O governador Flávio Dino (PCdoB) cumpriu a promessa feita ontem e mandou bloquear nesta quinta-feira, 30, a entrada da Rua Grande e das suas transversais, para evitar aglomeração de pessoas.

A correta medida visa conter a circulação para tentar reduzir a contaminação da pandemia de coronavírus, mas esbara em dois decretos do próprio Flávio Dino, ainda não revogados e em vigor pelo menos até o dia 5 de maio.

No dia 11 de abril, o governador editou o Decreto nº 35.731/2020, que, dentre outras coisas, admitiu, em seu Inciso XIX do Artigo 4º o funcionamento dos “serviços de fabricação, distribuição e comercialização de produtos óticos”.

As óticas – grandes, médias e pequenas – concentram-se em maior número exatamente na Rua Grande e suas transversais, agora fechadas pelo mesmo governo.

no dia 20 de abril, Flávio Dino editou o Decreto nº 35.746/2020, que alterou o Decreto 35.731 e acrescentou ao Artigo 4º o Inciso XXIII, liberando para funcionamento “lojas destinadas a comercialização de tecidos e lojas de aviamentos, a exemplo de armarinhos”.

Mesmo alertada,a população não teve consciência para cumprimento das medidas de quarentena e lotou a Rua Grande durante vários dias

Com essa decisão, Dino garantia acesso a insumos para fabricação de máscaras, já que a Rua Grande concentra o maior número de armarinhos e lojas de venda de tecidos.

Mas agora, o próprio governo fecha tudo, bloqueando as entradas, sem nenhum documento oficial disciplinando funcionamento e acesso de clientes às lojas.

E agora, governador?!?

1

SES tem déficit de 113 leitos de Covid-19 na comparação com dados de Flávio Dino

Com base em levantamento do blog do Jorge Aragão, este blog calculou os anúncios feitos pelo governador desde o dia 26 de março e cruzou com o relatório oficial da Secretaria de Saúde, do dia 28 de abril; resultado: comunista aponta mais do que existe no Maranhão para o combate ao coronavírus

 

Os números de leitos oficiais apresentados pela Secretaria de Saúde estão bem distantes dos anúncios de vagas feitos por Flávio Dino

O blog do jornalista Jorge Aragão fez nesta quarta-feira, 29, importantíssimo levantamento do número de leitos para enfrentamento da pandemia de coronavírus anunciados pelo governador Flávio Dino (PCdoB) ao longo dos últimos 32 dias. (Leia o detalhamento aqui)

Com base nestes dados, o blog Marco Aurélio D’Eça fez o cruzamento entre as informações de Dino e os dados oficiais da própria Secretaria de Saúde do Estado. E o resultado é um déficit de 113 leitos entre o que anuncia o governador e o que existe de fato nas unidades de saúde maranhenses.

Segundo todos os anúncios do governador, o Maranhão teria hoje nada menos que 741 leitos – e este número poderia ser de 1.007, não fossem os critérios de eliminação usados pelos blogs.

O relatório oficial da SES, divulgado nesta terça-feira, 28, no entanto, diz que são apenas 628 leitos na rede estadual, bem abaixo do anunciado pelo governador. (Veja quadro acima)

Acompanhe abaixo os anúncios de Flávio Dino, dia após dia, desde 26 de março, segundo levantamento de Jorge Aragão:

Dia 26/03: montagem leitos e equipes do HCI e mais leitos de UTI em Coroatá (sem números);

Dia 27/03: anúncio de mais leitos de UTI (fotos sem descrever qual hospital) e 52 novos leitos no Genésio Rego;

Dia 30/03: incorporação de seis ambulâncias UTI e “150 leitos na rede estadual de saúde”.

Dia 03/04: foto do HCI como hospital 100% Covid e mais 52 leitos incorporados à rede estadual

Dia 05/04 outra vez “52 leitos” no Genésio Rego;

Dia 07/04: 23 leitos em Timom;

Dia 14/04: “na próxima semana teremos mais 100 leitos”;

Dia 15/04: “obra onde vamos instalar mais 50 leitos”;

Dia 17/04: “Na próxima semana, teremos mais 100 leitos…”;

Dia 20/04: “Hoje vamos abrir mais 10 leitos de UTI em São Luís”;

Dia 21/04: “começamos a pandemia com 252 leitos. Hoje temos 564 leitos exclusivos e estamos ampliando”;

Dia 21/04: aluguel de mais 200 leitos para rede estadual;

Dia 22/04: “mais leitos UTI disponíveis” (sem dizer quantos e onde);

Dia 25/04: “neste Sábado abrimos mais 76 leitos de UTI clínicos no Hospital Real”;

Dia 26/04: “em breve atenderemos mais 30 leitos”;

Dia 28/04: anúncio de mais 104 respiradores que irão chegar.

Dia 28/04: relatório da Secretaria de Saúde: 628 leitos (clínicos e de UTI) na rede estadual.

Flávio Dino passa o dia anunciando novos leitos em suas redes sociais, mas os pacientes não acham esses leitos em seus périplos pelas unidades de saúde

Perceba que a soma dos dados no levantamento de Jorge Aragão leva a uma soma ainda maior de leitos anunciados por Flávio Dino. Isso ocorre por que o blog Marco Aurélio D’Eça decidiu eliminar do cálculo números que parecem repetidos pelo governador ao longo de vários dias.

É o caso, por exemplo, dos 52 leitos anunciados por ele no Hospital Genésio Rego, em 27/03, 03/04 e 05/04, embora com enunciados diferentes nas redes sociais.

Este blog também resolveu tirar do cálculo as seis ambulâncias UTI anunciadas pelo governador, os 76 leitos do Hospital Real anunciados também pelo secretário Carlos Lula e os 100 leitos anunciados por Dino em duas ocasiões na mesma semana, como sendo para “a próxima semana”.

Tudo isso somado, aumentaria os “leitos” de Flávio Dino em mais 266. 

De qualquer forma, os números agora catalogados pela imprensa mostram que há um abismo entre o que diz Flávio Dino em sua propaganda de redes sociais e o que existe de fato nas unidades de saúde contra o coronavírus.

E a realidade mostra que a situação é cada vez mais grave…

1

Alunos não contrataram método atual de faculdades, diz Zé Inácio

Deputado estadual diz que, além de reduzir drasticamente seus custos, o ensino à distância ou virtual, usado pelos centros universitários particulares durante a pandemia, não faz parte do contrato anual, que precisa ser revisto

 

Zé Inácio e o dirigente da UNE, Arthur Mndes: debate sobre mensalidades de faculdades fechadas

Em conversa com o dirigente nacional da UNE, Arthur Mendes, o deputado Zé Inácio (PT) defendeu a redução proporcional no valor da mensalidade das Universidades/Faculdades privadas que adotaram o ensino a distância – em virtude da pandemia de COVID-19 – a fim de atender a uma demanda social dos estudantes e também garantir a continuidade das atividades acadêmicas.

– A redução do valor das mensalidades além de ser um direito dos estudantes, é uma maneira de permitir que esses alunos possam continuar pagando pelo ensino superior sem adquirir dividas e não precisem abandonar o curso – afirma Zé Inácio.

Para o Deputado, não há justificativa para manter a cobrança dos mesmos valores praticados normalmente pelas Faculdades, haja vista que os estudantes não estão se utilizando do espaço físico das instituições e dos inúmeros serviços presenciais que estão suspensos devido à pandemia do coronavírus.

O deputado afirma que o método adotado pelas universidades não foi o contratado pelos estudantes, sendo assim, os valores cobrados precisam ser revistos já que há uma redução dos custos operacionais das instituições de ensino superior.

Além disso, as medidas de combate ao coronavírus, como o isolamento social e o fechamento do comércio, afetam diretamente a economia da famílias maranhenses que passam a ter dificuldade para pagar suas contas.

5

Médico, deputado Dr. Yglésio ganha relevância na pandemia…

Parlamentar ocupa cada vez mais espaços nas redes sociais, na mídia e no debate político diante da situação de risco e do isolamento social; e tem sido efetivo na formulação de políticas públicas, na solidariedade aos colegas e nas orientações à população

 

Dr. Yglésio em ação, como médico, em uma das unidades de saúde de São Luís, em plena pandemia de coronavírus

Nenhum dos outros oito pré-candidatos a prefeito de São Luís conseguiu se sobressair tanto nesta quarentena ocasionada pela pandemia de coronavírus quanto o deputado estadual Dr. Yglésio (PROS).

Médico, o parlamentar não apenas está na linha de frente das ações de combate ao coronavírus como também usa o mandato para buscar soluções econômicas, sociais e políticas, além de tranquilizar a população com orientações sobre a CoVID-19.

Foi Yglésio, por exemplo, quem iniciou, ainda em março, o debate pela redução na mensalidade de escolas e faculdades particulares, agora transformada em lei pela Assembleia Legislativa. (Relembre aqui)

No vídeo acima, Dr. Yglésio vai á UPA da Cidade Operária, para averiguar a situação de profissionais e pacientes 

 

Ativo nas redes sociais, Dr, Yglésio tem estado presente em todos os debates, e não apenas virtualmente.

Tem dado apoio efetivo e presencial aos colegas da área de saúde, cobrado ações governamentais que ajudem no combate à pandemia, se expondo às críticas e até ao próprio contágio pelo coronavírus. (Reveja aqui e aqui)

A pandemia de  coronavírus fez desaparecer o debate político sobre as eleições de São Luís; e com ela também sumiram os pre-candidatos, muitos dos quais sem saber o que fazer em situações de emergência.

É certo que um ou outro ainda tentaram encenar ações contra a CoVID-19 – anunciando doação de parte de salário ou liderando doações de alimentos e equipamentos. 

Nenhum destes, porém, conseguiu ser mais efetivo que o médico Dr. Yglésio, até pelas circunstâncias de sua atividade profissional.

E essa presença na crise pode fazer enorme diferença na memória da população…

6

Governo inclui já enterrados em lista de mortos pelo coronavírus no MA

Mortes anunciadas nas últimas 24 horas são de pessoas já sepultadas há pelo menos uma semana, mas a forma da divulgação dá a impressão de uma escalada da coVID-19 e apavora a população em isolamento social

 

Alguns dos mortos anunciados pelo governo maranhense como vítimas da coVID-19 já estavam enterrados há dias quando a lista saiu (imagem meramente ilustrativa)

O governo do Maranhão tem adotado uma prática confusa na divulgação das mortes por coVID-19, o que acaba levando a um pânico desnecessário à população, que já vive a ansiedade do isolamento social.

Dentre as últimas sete mortes anunciadas entre a segunda e a terça-feira, por exemplo, boa parte já estava enterrada há semanas.

Mas a forma como a Secretaria de Saúde – e o próprio governador Flávio Dino (PCdoB)  – fizeram o anúncio, deu a impressão de que as mortes aconteceram nas últimas 24 horas.

E passou a ideia de uma escalada nos casos de coVID-19. 

O problema ocorre por que há duas situações não devidamente esclarecidas pelas autoridades de saúde do Maranhão;

 1 – quantos pacientes estão sendo monitorados – no hospital ou em casa – já com o diagnóstico oficial para coVID-19?

2 – quantos pacientes morreram com suspeita de contaminação pelo coronavírus e sem que o resultado do exame para coVID-19 tenha sido divulgado antes do enterro?

Em outras palavras, nem todas as mortes anunciadas pelo governo ocorreram exatamente no período em que foram anunciadas. 

O governo maranhense precisa encontrar formas de separar essas informações e as divulgar claramente, sob pena de gerar ainda mais pânico na população confinada.

A menos que seja esse o objetivo das autoridades…