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Advogado compara Dino à prostituta, “aquela que transa sem beijar”

Abdon Marinho analisa histórico do governador e mostra que ele é capaz de qualquer coisa pelo poder, inclusive fazer com o ex-presidente José Sarney “acordos que não podem dizer o nome”

 

FLÁVIO DINO E JOSÉ SARNEY PROTAGONIZARAM O ENCONTRO DO ANO NO MARANHÃO, visto por Abdon Marinho como “um acordo que não pode dizer o nome”

O advogado Abdon Marinho analisou nesta quinta-feira, 11, em seu perfil nas redes sociais, o encontro entre o governador Flávio Dino (PCdoB) e o ex-presidente José Sarney, antecipado com exclusividade no blog Marco Aurélio D’Eça.

E diante do que os dois protagonistas disseram para justificar a reunião –  ou minimizar seu conteúdo –  o advogado apontou que Flávio Dino acabou por reeditar postura clássica do filme”Uma linda mulher”.

– Se assim o foi [um encontro etéreo, sem efeito], sua excelência acabou por reeditar um clássico do cinema mundial: “Uma Linda Mulher”, no qual a atriz Júlia Roberts interpretou uma garota de programa que, a despeito de transar com o clientes, não os beijava – criticou Marinho.

No longo texto, intitulado “Sarney & Dino e o acordo que não ousa dizer o nome”, Abdon destacou ainda que, a despeito do que negaram os dois protagonistas, o próprio neto de Sarney, o deputado estadual Adriano Sarney (PV), acabou por confirmar que houve, sim, um acordo.

Para Abdon Marinho, a postura de Flávio Dino não é surpresa. O advogado lembra que conviveu com o comunista no movimento estudantil e sabe o que ele é capaz de fazer quando quer algo.

E lembrou ainda de dois episódios políticos em que Dino deixou claro não ter limites para se aliar a Sarney se isso lhe trouxer benefícios políticos.

Abdon Marinho lembrou os episódios envolvendo a cassação do ex-governador Jackson Lago (PDT). segundo ele, naquela época, quando chamado a defender Jackson em uma audiência, o comunista o fez, mas cobrou diretamente, dizendo que a defesa o queimou com o outro lado.

– O segundo episódio é um pouco menos edificante e só acreditei porque quem me disse testemunhou com os próprios olhos. Disse ele que no dia em que o TSE, em abril de 2009, sacramentou a cassação de Jackson Lago, o seu advogado, o deputado federal e ex-juiz, ao invés de ir “consolar” o cliente que acabara de ser derrotado, foi a casa de Sarney felicitar a vencedora pela vitória. O amigo, testemunha ocular de tal fato, confidenciou-me: “Abdon, nunca tinha visto algo semelhante até então” – lembrou o advogado.

Em seu artigo, Abdon Marinho compara o gesto de Flávio Dino ao do próprio Sarney, quando tentou fazer de Roseana candidata a presidente, em 2002, buscando na esquerda maranhense a aliança que pudesse melhorar a imagem da filha nacionalmente.

– O que custaria a Dino repetir a estratégia, agora com o sinal trocado? Uma candidatura de “esquerda” e “comunista” precisaria de um “tempero” mais à direita do espectro político. Quem melhor representaria isso que José Sarney, o último dos coronéis do Brasil? Se trataram de algum acordo político ou não, por enquanto, não saberemos. Mas a intenção do senhor Dino, parece-me bastante clara: na hora dos candidatos “esquerdistas” mostrarem suas cartas para se viabilizarem, ele apresentaria o Sarney como seu principal trunfo, seu ás na manga, o melhor amigo do Lula – analisa.

O artigo termina com a lembrança do advogado sobre a relação de Flávio Dino com o ex-governador José Reinaldo, lembrando que Dino o traiu para garantir a eleição de Weverton Rocha (PDT) e Eliziane Gama (PPS) ao Senado.

– É assim mesmo; na nova política não há espaço para amizades sinceras, respeito ou gratidão, mas, sim, para os “acordos” que não ousam dizer o nome – concluiu.

Abaixo, a íntegra do artigo de Abdon Marinho:

SARNEY & DINO E O ACORDO QUE NÃO OUSA DIZER O NOME.

CONTINUA repercutindo – até mais do que devido –, a tertúlia do ex-presidente Sarney com o governador Flávio Dino.

Após alardear o “feito” em suas redes sociais, o governador, talvez, diante da “baixa audiência” do fato e das cobranças por coerência, já no final de semana que se seguiu tratou de dizer que não ocorreu qualquer acordo relacionado à política local.

Disse que só tratou da política nacional, do “risco” que corre a democracia brasileira e, no mais, trataram de assuntos relacionados à cultura, autores maranhenses e outras coisas triviais.

Benedito Buzar, respeitado intelectual do nosso estado e que priva da amizade do ex-presidente, em sua coluna semanal em “O Estado Maranhão”, datada de 07 de julho, disse ter confirmado, em linhas gerais, o teor da conversa entre o governador e o ex-presidente, sendo que este último ao iniciar a conversa teria deixado claro à visita que não trataria de qualquer assunto relacionado à política local, alegando para isso a idade avançada e o fato de ter passado tal “missão” aos filhos Roseana e José Sarney Filho e ao neto Adriano.

Da coluna de Buzar extrai-se, também, a informação que a conversa entre os líderes ocorreu em ambiente reservado, sem a presença de mais ninguém: nem do filho Zequinha Sarney, que o ajudou na recepção da visita, nem do deputado Orlando Silva, que acompanhava o governador.
O que, para a patuleia, será sempre a palavra de um contra o outro (em caso de discordância) ou a palavra de ambos no mesmo sentido (o que revelaria a comunhão de vontades).
Se assim o foi, sua excelência acabou por reeditar um clássico do cinema mundial: “Uma Linda Mulher”, no qual a atriz Júlia Roberts interpretou uma garota de programa que, a despeito de transar com o clientes, não os beijava.

Ou, também dos anos noventa, reeditou a famosa frase de Bill Clinton que indagado se já fumara maconha saiu-se com essa: — fumei mais não traguei.

Quem somos nós para questionar a palavra de sua excelência ou a informação prestada por Buzar, após ouvir Sarney?

Quem duvidou mesmo foi o neto do morubixaba, deputado Adriano, que, em discurso na assembleia legislativa, disse que teria ocorrido, sim, um “acordo” entre os dois políticos.
Mas se sua excelência e o escritor e político Sarney dizem que trataram de assuntos literários e não políticos. Pela verve da literatura, se algum “acordo” ocorreu naquela tertúlia solitária entre ambos, na tarde brasiliense, talvez o tenha sido nos moldes do que dissera o autor irlandês Oscar Wilder (1854 – 1900), que do cárcere para onde foi mandado, escreveu sobre um “certo amor que não ousa dizer o nome”.

Festejado por muitos dos aliados do governador, porém, causando constrangimentos em alguns – chamados a dizerem sobre os “cinquenta anos de atraso” –, o suposto “acordo” tem esse quê de vergonha, de “amor que não ousa dizer o nome”. Mas, registre-se, menos por pudor e mais pelo pragmatismo do “perde-ganha” político.

O governador do Maranhão, que bem recentemente, deixou em aberto três opções para o seu futuro político em 2022, tem consciência da fragilidade do seu projeto político presidencial.

O estado que dirige não é modelo para nada, faz uma administração acanhada – não apenas pela falta de recursos, mas pela falta de aptidão administrativa –, com piora de todos os índices econômicos e sociais, sem uma obra de infraestrutura para chamar de sua, sem nada para mostrar ao Brasil além de dizer que se opõe ao governo Bolsonaro e ao ministro Sérgio Moro – sua segunda obsessão.

Não bastasse tudo isso, sabe da imensa dificuldade de se “vender” como um candidato de “esquerda” filiado a um partido “comunista”. Tudo entre aspas mesmo.

Assim, nada mais óbvio para o governador que “sonha” em ser o novo Sarney, copiar o Sarney com o próprio Sarney.

Ficou confuso? Eu tentarei explicar.

Quando Sarney tentou fazer de Roseana a presidente da República para suceder FHC uma das estratégias foi tentar unir o estado em torno do projeto acenando para a oposição: Jackson Lago seria apoiado para prefeito em 2000, na chapa com Tadeu Palácio, e depois seria o candidato a governador da “união” em 2002.

Este era o plano de Sarney – se combinado ou não com Jackson Lago, não sei –, que não deu certo por conta da chamada “Operação Lunus”, que levou ao naufrágio os planos presidenciais de Sarney, através da filha, e o conduziu aos braços do petismo, a ponto de virar o “melhor” amigo de Lula, como este mesmo fez questão de dizer mais de uma vez.

O que custaria a Dino repetir a estratégia, agora com o sinal trocado? Uma candidatura de “esquerda” e “comunista” precisaria de um “tempero” mais à direita do espectro político.

Quem melhor representaria isso que José Sarney, o último dos coronéis do Brasil?

Se trataram de algum acordo político ou não, por enquanto, não saberemos. Mas a intenção do senhor Dino, parece-me bastante clara: na hora dos candidatos “esquerdistas” mostrarem suas cartas para se viabilizarem, ele apresentaria o Sarney como seu principal trunfo, seu ás na manga, o melhor amigo do Lula.

E ainda faria isso “pacificando” toda a província do Maranhão. Todos unidos em torno de sua excelência rumo ao Planalto.

Devolveriam o estado aos Sarney depois dizer que eles foram a maior desgraça do estado, do atraso, e de todos os males? Não tenham dúvidas.

Não representaria qualquer dificuldade para ele ou para o seu partido.

Lembro que uma vez, lá pelos idos de 1986/87, fui convidado para uma reunião da juventude do Partido dos Trabalhadores – PT. Eu era do movimento estudantil, envolvido com a criação de grêmios, etc. Naquela reunião, ocorrida no sitio Pirapora, sua excelência, já na universidade, era um dos palestrantes/organizador e, já naquele momento, com todas as críticas que se fazia a Sarney por sua ligação com a ditadura e tudo mais, ele defendia que para chegar/conquistar o poder não tinha nada demais em fazer uma aliança com o então presidente. Aliás, para nos impressionar – até porque pela idade dele (14/15 anos) não sabemos ser possível –, disse que estivera com Sarney por conta das Diretas.

Quanto ao seu partido, o PCdoB, já em 1994, entendia não haver nada demais em se “juntar” ao Sarney. Naquele ano, quando tivemos, pela primeira vez a chance de derrotar o grupo Sarney na política estadual, PCdoB, já no primeiro turno, recebia apoio de Roseana para suas campanhas. No segundo turno, fechou de vez o apoio e só saiu do grupo quando este não os quis mais.
Logo, não há qualquer dificuldade em se costurar uma aliança “pragmática” em torno de interesses comuns, ainda que seja para negar tudo que se disse até aqui e passarem a dizer que o melhor para o Maranhão é o retorno de um Sarney ao comando do estado.

Quando sua excelência, recusou ou não quis o apoio dos Sarney para os seus projetos políticos?
Sobre isso existem dois episódios, que se confundem em um só.

O primeiro, em meados de 2007, o processo de cassação de Jackson Lago, caminhava acelerado e, por alguma razão de cunho pessoal, seu advogado originário não poderia comparecer a uma determinada audiência. Eis que alguém sugeriu o nome do então deputado federal, para fazer às vezes de advogado do governador. Com o prestígio do cargo de deputado e de ex-juiz, seria de grande valia.

Concluído o ato processual, acho que foram em palácio “prestar contas” ao cliente.
Um amigo me disse que ainda hoje lembra quando sua excelência bateu em suas costas e disse: — agora quero saber o que vocês vão fazer por mim, pois me “queimei” com o outro lado.
O segundo episódio é um pouco menos edificante e só acreditei porque quem me disse testemunhou com os próprios olhos.

Disse ele que no dia em que o TSE, em abril de 2009, sacramentou a cassação de Jackson Lago, o seu advogado, o deputado federal e ex-juiz, ao invés de ir “consolar” o cliente que acabara de ser derrotado, foi a casa de Sarney felicitar a vencedora pela vitória.

O amigo, testemunha ocular de tal fato, confidenciou-me: — Abdon, nunca tinha visto algo semelhante até então.

Tudo bem, talvez tenha sido só um gesto de solidariedade pelo apoio “informal” que recebera do grupo na eleição para prefeito da capital em 2008.

Mas me parece que tenha sido apenas o velho pragmatismo que tenha se feito presente mais uma vez, como o foi antes e depois, quem não lembra do episódio Waldir Maranhão?

Quem ainda se surpreende com tal pragmatismo, talvez devesse olhar para o ex-governador José Reinaldo Tavares.

Quem poderia imaginar que depois de tudo que fez pelo projeto político de sua excelência, o ex-governador seria simplesmente “rifado”, como foi, do seu sonho de ser senador da República?

Todos tinham por certo que seria o seu primeiro candidato, que não tivera mais força no governo por visões distintas de governo, mas seria o senador garantido. Não foi. Sua excelência preferiu como primeiro senador, o senhor Weverton Rocha e para segundo, a senhora Eliziane Gama. Apesar de José Reinaldo, ter dito que só sairia do grupo se não o quisessem, foi simplesmente ignorado e lançado ao ostracismo político apesar de tudo que fez – e do quando, ainda, poderia contribuir com o Maranhão e o Brasil.

É assim mesmo, na nova política não há espaço para amizades sinceras, respeito ou gratidão, mas, sim, para os “acordos” que não ousam dizer o nome.

Abdon Marinho é advogado.

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Paulo Marinho é destaque como âncora de programa político…

Empresário e ex-prefeito de Caxias apresenta o programa Mesa Redonda, na TV Band, e traz os principais fatos políticos da região do leste maranhense

 

Marinho com Alexandre Almeida: notícias em primeira mão

Ex-prefeito, ex-deputado federal e, agora, apresentador de TV, o empresário Paulo Marinho tem sido o protagonista dos principais fatos políticos da região Leste maranhense.

Político tarimbado, Marinho consegue estar por dentro dos bastidores partidários e leva, sempre com exclusividade, as notícias mais quentes da região.

Foi ele, por exemplo, quem antecipou a informação de que o deputado Alexandre Almeida (PSDB) iria disputar vaga de senador. Aliás, Paulo Marinho e o filho – Paulo Marinho Júnior, candidato a deputado federal – são os principais entusiastas da candidatura de Almeida.

Mesmo sem concorrer a cargo eletivo, Paulo Marinho pretende continuar influente no processo eleitoral.

Dando as principais informações dos meios políticos em seu programa…

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Stenio Rezende vê fortalecimento do DEM com renovação de seus quadros…

O deputado estadual Stenio Rezende (DEM) participou, na manhã de ontem (8), na Câmara dos Deputados, da convenção nacional do Democratas, realizada na Capital Federal.

O evento, que reuniu lideranças de todo o País, parlamentares, gestores e dirigentes partidários, elegeu o novo presidente nacional da legenda, o prefeito de Salvador, ACM Neto, anunciou a filiação oficial de prefeitos, deputados e pré-candidatos a deputados, além da pré-candidatura do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (RJ), ao Palácio do Planalto.

“A nossa expectativa é que o partido se fortaleça a nível estadual e nacional, com uma candidatura competitiva para presidente da República e preparado para ampliar suas bancadas em 2018”, afirmou.

Durante o evento foram anunciados oficialmente a filiação de nomes como o secretário estadual de Educação, Felipe Camarão, dos deputados estaduais Rogério Cafeteira e Neto Evangelista, dos prefeitos Mafran Bringel (Loreto),VianeyBringel (Santa Inês), Gleydson Rezende (Barão de Grajaú), Luís Fernando (São José de Ribamar), além de Robert Bringel (ex-prefeito de Santa Inês), Andreia Martins e Daniele Tema (pré-candidatas a deputadas estaduais), e Gildásio Ângelo (diretor- presidente do NASSP).

O deputado federal Juscelino Filho, presidente do partido no Maranhão, também foi nomeado como membro da Executiva Nacional.

A chegada da nova geração de líderes na direção do DEM, representada pelo prefeito de Salvador e por forças políticas emergentes, estão auxiliando o partido a crescer nos estados e nos municípios, com o fundamental apoio de pessoas experientes, pioneiras, com tradição.

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Júnior Verde busca criação da Política de Desenvolvimento da Carcinicultura…

Encontra-se nas mãos do governador Flávio Dino uma Indicação de autoria do deputado estadual Júnior Verde (PRB) para elaboração de um Projeto de Lei que disponha sobre a Política Estadual de Desenvolvimento e Expansão da Carcinicultura e Meliponicultura. A proposição foi aprovada pelo Plenário da Casa para que seja elaborado pelo Executivo Estadual e visa beneficiar os produtores maranhenses de camarão e mel.

“Trata-se de uma iniciativa da qual não poderíamos fugir. Temos prerrogativas que nos permitem dar atribuições ao Poder Executivo, por isso enviamos essa Indicação. O Maranhão é um grande produtor de mel, o que muitos talvez desconheçam, e precisa de incentivo também em outras culturas como Aquicultura e Agricultura Familiar”, justificou.

A atividade da Apicultura abrange a Meliponicultura, que é a criação racional de abelhas sem ferrão, e se destaca principalmente na região Alto Turi, gerando muitos empregos e renda. Júnior Verde já formalizou estudos e análises por meio de audiências públicas que servirão de base para a elaboração de um Plano Estadual.

É um documento com objetivos, metas e instrumentos que disponibilizam formas compatíveis e viáveis para o crescimento e a solidificação da atividade apícola e meliponícola.

“Tivemos o cuidado de integrar o meio ambiente, o desenvolvimento da tecnologia, a comercialização, a circulação e o aumento de emprego e renda no setor primário no Estado. Direcionamos nossos esforços para melhorar a qualidade de vida do nosso povo”, completou o parlamentar, que no ano passado criou um Fórum para discutir a problemática da apicultura migratória no Maranhão. Membro da Comissão de Meio Ambiente da Assembleia, Júnior conduziu uma reunião com membros da Federação Maranhense dos Produtores de Mel (FEMAMEL) para iniciar as discussões sobre o tema.

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Edilázio Júnior no interior…

Deputado estadual cumpre agenda com lideranças políticas em Axixá, Vargem Grande e Buriti de Inácia Vaz

 

O deputado estadual Edilázio Júnior (PV) cumpriu extensa agenda no interior do estado no último fim de semana, período em que não há atividades regulares no Legislativo Estadual.

Ele visitou os municípios de Vargem Grande, Buriti de Inácia Vaz e Axixá, participou de reuniões com lideranças políticas e de eventos religiosos.

Em Vargem Grande, Edilázio foi recebido pela liderança política Mathias Pancadão. Mathias ofereceu almoço ao parlamentar em sua residência.

Participaram do almoço, o ex-vereador Adailson, Alex Brás, Alcione de São Gonçalo, Valentino e outras lideranças da região.

Já no município de Buriti de Inácia Vaz, o deputado do PV participou da missa da padroeira Nossa Senhora das Graças – em que também estavam presentes o deputado estadual César Pires (PEN) e o ex-prefeito Neném Mourão.

Depois da missa Edilázio participou de um jantar na residência do ex-prefeito e conversou com lideranças políticas.

Em Axixá, o parlamentar prestigiou o encerramento do festejo da Nossa Senhora da Saúde, padroeira do município. Houve procissão pelas principais vias da cidade e participação da comunidade religiosa.

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Destino de Flávio Dino entre Janot e Dodge…

Aliado do irmão do governador, atual procurador pode determinar o pedido de arquivamento das denúncias contra o comunista; nova procuradora-geral, que assume em setembro, pode dar caminho diferente ao caso

 

Janot e Raquel têm visões diferentes do MPF, mas a mesma raiz política para chegar ao cargo

O destino do governador Flávio Dino (PCdoB) na operação Lava Jato pode ter caminhos diferentes, a depender da interpretação dada pelo atual procurador-geral da República, Rodrigo Janot; ou pela sua sucessora, Raquel Dodge.

Dino foi acusado em fevereiro por ex-executivos da construtora Odebrecht de ter recebido R$ 200 mil em caixa 2, durante as eleições de 2010. Até hoje, o Superior Tribunal de Justiça espera a denúncia do MPF.

Aliado do irmão do governador, o vice-procurador Nicolao Dino – que, inclusive, teve seu apoio para sucedê-lo, sendo vetado pelo presidente Michel Temer (PMDB) – Janot pode determinar o arquivamento do caso envolvendo o comunista antes de entregar o cargo, em setembro.

Se o processo chegar até lá sem movimentação, a nova procuradora-geral Raquel Dodge, nomeada por Temer, sob indicação de aliados do presidente, pode dar destino diferente.

Flávio Dino foi denunciado por executivos da Odebrecht ainda em fevereiro

Mas mesmo a nova procuradora-geral pode ser leniente com o governador maranhense, já que um de seus padrinhos é ninguém menos que o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal.

O jogo de bastidores no Ministério Público revela também o nível de influência política que sofrem hoje os órgãos e instituições que deveriam estar acima destas questões.

É aguardar e conferir…

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Felipe Camarão começa a mostrar a cara…

Discreto, e sempre pronto a pedir a jornalistas para que não o envolvam na dicotomia entre o grupo Sarney e o governo Flávio Dino, secretário de Educação decidiu assumir o seu lado político

 

Felipe Camarão com Flávio Dino: às favas com a história

É comum a este blog, sempre que trata de algum assunto relacionado à Secretaria de Educação, ouvir do titular Felipe Camarão o argumento abaixo:

– Prefiro que não me envolva nessa questão. Veja que fico quieto no meu canto; não me envolvo nessa briga.

Mas agora parece que, por um motivo ou outro, o secretário deixou de ficar quieto; e partiu para cima não só dos políticos que fazem oposição como da própria mídia que registra os senões do seu governo.

Contra a TV Mirante, saiu-se com esta:

– Desinformação é algo terrível. TV do sistema oposicionista não sabe que quem cuida de creches são os municípios e não o Governo do Estado.

Print do posicionamento no Twitter: manguinhas de fora

E sobrou até para a deputada Andrea Murad (PMDB), de quem ele fala também sem citar nomes, usando o mesmo argumento.

– Desinformação é algo terrível. Deputada oposicionista não sabe que só na sua base eleitoral o governo reconstruiu três escolas.

Até então, Felipe Camarão demonstrava certo temor de envolver-se na disputa entre o grupo Sarney e o governo Flávio Dino, alegando tratar as coisas apenas no âmbito técnico.

Agora deixou claro de que lado vai ficar.

E começou a tratar as coisas politicamente…

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A judicialização da Política e a politização da Justiça…

Movimentos recentes dos poderes Executivo e Legislativo mostram uma espécie de resposta à intromissão do Judiciário em questões meramente políticas

 

Editorial

Três fatos recentes mostram que o governo Michel Temer (PMDB) e o Congresso Nacional – Câmara e Senado – chegaram ao limite com o Poder Judiciário:

1 – a nomeação do ministro da Justiça, Alexandre de Morais, ligado ao PSDB, para o Supremo Tribunal Federal;

2 – a votação do projeto que extingue punição a partidos que não prestem contas à Justiça Eleitoral;

3 – a indicação do senador maranhense Edison Lobão (PMDB) para a Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

Os políticos estão com o Judiciário entalado na garganta há pelo menos dois anos; e começam a responder com a mesma moeda.

Querem peitá-lo abertamente.

Leia também:

O risco da lógica política no Judiciário….

A mãe de todas as corrupções é a corrupção no Judiciário…

O risco iminente de um golpe do Judiciário…

 

A indicação de Alexandre de Morais por Michel Temer é uma dessas respostas: como agirá o novo membro do STF nas questões que envolvam o seu ex-chefe?

A extinção da punição aos partidos também é um chega pra lá no Tribunal Superior Eleitoral, que, desde 2010, tenta regulamentar, por Resolução, a vida política brasileira.

E a nomeação de Lobão é como dizer ao STF que, nas casas políticas, se faz política.

Assim como, nas casas de Justiça, deveria-se fazer apenas Justiça.

Simples assim…

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Jota Pinto passa a ser homem forte da gestão de Edivaldo..

Mudanças foram anunciadas neste sábado, 31, pelo próprio prefeito Edivaldo Júnior; ex-deputado substitui Hélio Soares na Articulação Política

 

Jota Pinto ganhou a confiança de Edivaldo vai coordenar a política da gestão

O prefeito Edivaldo Júnior (PDT) deve investir bem na articulação política de sua próxima gestão.

O homem forte deste setor passa a ser o ex-deputado Jota Pinto (PR), que assume a Secretaria de Articulação Política em lugar do também ex-deputado Hélio Soares (PR).

Soares vai cuidar da Secretaria de Relações Parlamentares.

Titular da Secretaria Municipal de Urbanismo, o advogado Diogo Lima deixou o posto e vai comandar a extinta Coliseu, para conduzir o processo de liquidação da companhia.

Em seu lugar assume Mádison Leonardo Andrade Silva.

O vereador Ivaldo Rodrigues foi confirmado na Secretaria de Agricultura e Abastecimento e o presidente da Comissão Permanente de Licitação passar a ser Thiago Braga, que já integra o quadro do órgão.

Outras mudanças devem ser anunciadas, pontualmente, nas próximas semanas.

Mas esta é uma outra história…

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Crise em Ribamar: Luis Fernando pede e Justiça bloqueia R$ 4,6 milhões da gestão de Gil Cutrim…

Comunicado da Secretaria de Planejamento diz que o juiz federal José Carlos Madeira determinou o bloqueio dos recursos da repatriação e do Fundeb nesta sexta-feira

 

Luis Fernando e Gil Cutrim: fim da parceria

O último dia útil de 2016 fez explodir a guerra que estava sendo travada tacitamente entre o prefeito eleito de São José de Ribamar, Luis Fernando Silva (PDSB), e o atual prefeito do município, Gil Cutrim (PDT).

Ainda sob o comando de Cutrim, a Secretaria Municipal de Planejamento, Administração e Finanças emitiu “Comunicado” no fim da tarde informando que foram bloqueados cerca de R$ 4,6 milhões de duas contas.

– O município de São José de Ribamar teve bloqueados, nesta sexta-feira (30), os recursos da multa de repatriação, no valor previsto de R$ 4.041.989,58, e da transferência do Fundeb, no valor previsto de R$ 593.835,59. O bloqueio foi determinado pelo juiz federal José Carlos do Vale Madeira, que atendeu ação cautelar movida pelo prefeito eleito, Luis Fernando Moura da Silva – afirma o comunicado.

De acordo com a nota, os recursos da repatriação seriam utilizados para cumprir obrigações do município com fornecedores e complementação da folha de pessoa.

– Mesmo diante de tal fato, a atual gestão está cumprindo rigorosamente com seu calendário de pagamento e outros compromissos – informou a prefeitura.

A assessoria de Luis Fernando não quis comentar o assunto…